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caso kodak Luciano

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O CASO KODAK
Nome: Luciano Alves da Silva
Matéria : Negócios e Inovação
Professora : Carla Bonato Marcolin
O CASO KODAK
A Kodak foi fundada por George Easteman em 1888, Easteman criou o filme fotográfico. Ou seja, desenvolveu uma invenção que transformaria o mundo para sempre. Tirar a ideia do papel e fazer com que o seu negócio fluísse foi algo tão espantoso que filiais da Kodak foram abertas em países como Reino Unido, Japão e Alemanha, lançando no mercado equipamentos portáteis, de fácil manuseio e a preços acessíveis à população, o que tornou a fotografia algo extremamente prazeroso e comum até os dias de hoje.
O que a Kodak não esperava era que o avanço das tecnologias digitais poderia acabar com um império que tinha sido construído do nada e avançado tão rapidamente pelo globo. O império começou a ruir a partir de 1994, quando outras empresas, como Apple e Sony, lançaram câmeras digitais destinados ao público geral.
 Com processos internos rígidos e morosos, a Kodak não conseguiu implementar mudanças importantes, nem mudar rápido. Mesmo sendo a mãe das câmeras digitais, tendo uma história de vida sobre como empreender, a Kodak não conseguiu manter a competitividade perante os concorrentes, que desenvolviam soluções inovadoras a todo vapor.
Desgastada pelo tempo, a Kodak não conseguiu mudar o seu modelo de negócio de forma que se tornasse mais ágil nas decisões e inovações. Em janeiro de 2012, a companhia apresentou falência de 6,75 bilhões de dólares.
GRAFICO DE FATURAMENTO KODAK
A KODAK HOJE 
A empresa hoje tenta uma retomada. A nova Kodak é uma empresa com duas áreas principais: Comercial e Consumo. A primeira agrupa equipamentos digitais para artes gráficas, software para impressão de imagens e duas linhas de produtos: imagem de entretenimento e filme comercial. O segmento Consumo cuidará das soluções para captura e impressão de embalagens flexíveis para produtos de consumo. 
STAND DA KODAK NA FEIRA DE INDUSTRIA GRÁFICA SP 2016
O QUE EU FARIA DIFERENTE?
1-Planejamento estratégico: planejamento para a revolução tecnológica que estaria por vir. (revolução digital). Quebrando dogmas como a arrogância, estreiteza de visão, gestão altamente centralizada e uma excessiva reverência a valores que não condiziam mais com a realidade do mercado. 
2– Reinventar-se e adequar-se as mudanças observadas no ambiente competitivo: Desde o início dos anos 90, o fim do filme fotográfico era visto como questão de tempo. Então não negaria essa realidade e não tenteria manter seu modelo de negócios que ficou ultrapassado. Os dirigentes e funcionários da Kodak estavam demasiadamente enraizados no que faziam com muita competência e isso causava resistência às mudanças no clique aqui seu modelo de gestão e de negócios;
 3 – Aceitaria novas tecnologias : A primeira câmera digital foi desenvolvida pela Kodak em 1976. A empresa, no entanto, levou 25 anos para levar esse negócio a sério, quando o mercado já estava tomado pelos concorrentes; 
4– Inovação em todos setores da empresa : Desprezar a inovação A Kodak sempre foi pródiga nos gastos com pesquisas, o que resultou em uma vasta base de patentes. No entanto, a maioria das inovações ficava na gaveta ou era licenciada a terceiros; 
CONCLUSÃO
Toda organização que acredita que sua posição está inatingível e que se estará sempre na liderança, porque possui os melhores executivos do seu tempo, investindo no desenvolvimento da sua equipe e dos seus talentos, mas, deixando de sincronizar seu planejamento estratégico com o plano do negócio, vislumbrando o mercado consumidor, com suas necessidades e tendências, falta de inovação, 
 estará fadada ao fracasso e à falência,
 por maior que tenha sido seu legado
 global e a valorização da sua marca.