RELATÓRIO DE AVALIÇÃO PSICOLÓGICA III VINICIUS
38 pág.

RELATÓRIO DE AVALIÇÃO PSICOLÓGICA III VINICIUS


DisciplinaPsicopatologia: Avaliação das Funções Psíquicas5 materiais87 seguidores
Pré-visualização7 páginas
Iolanda da silva Castro 	 	 RGM: 2324508-5 
Jady Bianca Rocha RGM: 1902546-7 
	Jeniffer Oliveira Nascimento 	 RGM: 2001813-4 
	Larissa de Azevedo Machado 	 RGM: 1995030-6 
Laura Lourenço Albino da Silva RGM: 2011239-4 
	Luísa Paixão de Oliveira 	 	 RGM: 2027020-8 
	 	Natália Marques Domingos 	 RGM: 2035880-6 
	Nayara Gomes da Silva 	 	 RGM: 1920165-6 
	Vinicius Sena Oliveira 	 	 RGM: 1994069-6 
 
Turma: 4º e 5º A 
 
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA: TÉCNICAS PROJETIVAS GRÁFICAS E O TESTE HTP 
 
 
 
 
 
Universidade Cidade de São Paulo Área de Ciências Biológicas e da Saúde Curso de Psicologia 
 
 
2020 
 
 
	Iolanda da silva Castro 	 	 RGM: 2324508-5 
Jady Bianca Rocha RGM: 1902546-7 
	Jeniffer Oliveira Nascimento 	 RGM: 2001813-4 
	Larissa de Azevedo Machado 	 RGM: 1995030-6 
Laura Lourenço Albino da Silva RGM: 2011239-4 
	Luísa Paixão de Oliveira 	 	 RGM: 2027020-8 
	 	Natália Marques Domingos 	 RGM: 2035880-6 
	Nayara Gomes da Silva 	 	 RGM: 1920165-6 
	Vinicius Sena Oliveira 	 	 RGM: 1994069-6 
 
Turma: 4º e 5º A 
 
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA: TÉCNICAS PROJETIVAS GRÁFICAS E O TESTE HTP 
 
Relatório apresentado na área de Ciências Biológicas e da Saúde no curso de Psicologia, atendendo às exigências para aprovação parcial da disciplina de Avaliação Psicológica e Práticas Integrativas III, sob orientação da Profª Ms. Jacqueline Mazzoni. 
 
 
 
2020 
 
 
1 IDENTIFICAÇÃO
 
 
1.1 Autores 
	Iolanda da silva Castro 	 
	RGM: 2324508-5 
	Jady Bianca Rocha 	 
	RGM: 1902546-7 
	Jeniffer Oliveira Nascimento 
	RGM: 2001813-4 
	Larissa de Azevedo Machado 
	RGM: 1995030-6 
	Laura Lourenço Albino da Silva 
	RGM: 2011239-4 
	Luísa Paixão de Oliveira 	 
	RGM: 2027020-8 
	Natália Marques Domingos 
	RGM: 2035880-6 
	Nayara Gomes da Silva 	 
	RGM: 1920165-6 
	Vinicius Sena Oliveira 	 
	RGM: 1994069-6 
 
1.2 Participante 
Nome: F. S. A. 
Sexo: Masculino 
Idade: 41 anos 
Escolaridade: sem estudo 
Data da aplicação: 19/09/2018 
 
1.3 Assunto 
Avaliação Psicológica: aspectos da Personalidade 
 
1.4 Interessada 
Profª Ms. Jacqueline Mazzoni 
 	 
2 DESCRIÇÃO DA DEMANDA 
 
O presente relatório tem como finalidade apresentar dados coletados partindo da realização da uma avaliação psicológica em um adulto. A atividade realizada visa o desenvolvimento de colocar em prática o material teórico estudado pelos alunos do 4° e 5° semestre do curso de Psicologia, através do uso de instrumentos e técnicas de investigação psicológica por meio da técnica projetiva gráfica com uso do teste H-T-P. Deste modo utilizamos o teste House-Tree-Person (H-T-P). 
Esse teste tem como objetivo compreender a personalidade do indivíduo e de que forma 
este interage com as pessoas e com o ambiente. A expressão \u201cmétodos projetivos\u201d foi criada e primeiramente divulgada por L. K. Frank através de um artigo publicado no Journal of 
Psychology, intitulado como \u201cOs métodos projetivos para o estudo da personalidade\u201d. A expressão foi criada para explicar o parentesco de três provas psicológicas, que, segundo Frank, proporcionam uma investigação dinâmica e holística da personalidade. Tais provas correspondem ao Teste de Associação de Palavras, de Jung; ao Teste de Manchas, de Rorschach e ao T.A.T. (Thematic Apperception Test), de Murray (IGNEZ, 2011). 
\u201cOs métodos projetivos foram assim designados por Frank (1939, 1965), quando este autor reuniu sob o mesmo termo uma diversidade de testes então utilizados. Seu artigo examinava uma ampla variedade de materiais e de técnicas, utilizadas como meios de acesso às vivências internas, aos conflitos e desejos do sujeito. Frank (1939) achava que as técnicas projetivas ofereciam acesso ao mundo dos sentidos, significados, padrões e sentimentos, revelando aquilo que o sujeito não pode ou não quer dizer, frequentemente por não se conhecer bem. De acordo com este autor, tais métodos podiam apreender aspectos latentes ou encobertos da personalidade, por serem inconscientes.\u201d (PINTO, 2014, p. 136). 
\u201cAs Técnicas Projetivas, do ponto de vista da psicologia, são aquelas que envolvem o uso de estímulos ambíguos e não-estruturados sobre os quais os sujeitos projetam sua personalidade, atitude, opiniões e autoconceito para dar ao material alguma estrutura.\u201d (DONOGHUE, 2000 apud IGNEZ, 2011). O conceito de \u201cprojeção\u201d vem da psicanálise, sendo definido por Freud como \u201co simples desconhecimento [...] por parte do sujeito de desejos e emoções não aceitos como seus, dos quais é parcialmente inconsciente e cuja existência atribui à realidade externa.\u201d (ANZIEU, 1979, p. 21). 
Em outras palavras, \u201cprojeção\u201d corresponde a um mecanismo de defesa do ego pelo qual as pessoas atribuem a outros traços considerados negativos de sua própria personalidade. \u201cOs \u2018métodos projetivos\u2019 sofreram uma influência nítida da psicanálise Freudiana, que trabalhava com a Associação Livre como um meio interpretativo do indivíduo, destacando que o que nele (indivíduo) se encontrava não era por acaso, pois tudo teria um significado.\u201d (AUGRAS, 1998 apud IGNEZ, 2011). 
Frank mencionou que a palavra projeção tem três sentidos. O primeiro sentido é de uma ação física, o jato: o lançamento de projéteis. O segundo sentindo é matemático, tendo sua origem no século XVII, ao se organizar a geometria projetiva. Segundo Anzieu (1979), o procedimento consagrado, a projeção pode ser ortogonal, oblíqua, cônica, cilíndrica, estereográfica. O terceiro sentindo tem origem na ótica. A projeção luminosa envia raios ou radiações sobre uma superfície. Assim como também houve uma atribuição por Freud denotando três sentidos de Projeção. O primeiro sendo de descargas de impulsos e emoções. Em um sentido pleno, pôr à prova o sujeito, ou seja, fazer o jogo da verdade (ANZIEU, 1979, p. 19). 
Em segundo lugar, estabelecesse uma correspondência estrutural entre a personalidade e as produções individuais em uma situação definida por duas variáveis que para Anzieu (1979), elas são uma superfície quase vazia, que o indivíduo deve preencher com suas respostas e uma regra de projeção \u201coblíqua\u201d (instruções de liberdade orientadas pelo teste). E o último sentindo, é o veículo das representações arcaicas da imagem do corpo. \u201cO desenho como representação gráfica de pensamentos e sentimentos é uma das formas de comunicação humana mais primitiva\u201d (KLEPSCH & LOGIE, 1984 et al. apud MENEZES, 2008). Os estudos sobre o desenho, de um modo geral, o relacionam à investigação do desenvolvimento da inteligência, cognição, motricidade e afetividade, bem como dos aspectos sociais e culturais do meio ambiente das crianças (GRUBITS, 2003 apud MENEZES, 2008). 
Tendo o HTP como instrumento de estudo para compreensão da personalidade do indivíduo, podemos verificar aspectos da mesma através de suas produções cromáticas e acromáticas, nos quais nos evidenciam como o sujeito projeta esses traços mais latentes. A palavra personalidade pode vir acompanhada da definição de um conjunto de características que determinam os padrões pessoais e sociais de uma pessoa. Sua formação é um processo gradual, complexo e único que se modifica de pessoa para pessoa. Vários autores escreveram teorias sobre a personalidade, sendo Sigmund Freud um dos mais citados e importantes autores dentre eles. Freud estruturou a personalidade por três componentes: o id, ego e o superego, denominando-se como modelo estrutural \u2013 ou estrutura tripartite da mente/psiquê (BRENNER, 1975). 
O id representa e se faz lugar da parte pulsional da vida psíquica humana, ele não conhece nem normas (interditos ou exigências) nem realidade (tempo ou espaço) e é regido unicamente pelo princípio do prazer, pela satisfação imediata e incondicional de seus imperativos. O id é, portanto, o eixo fundamental das pulsões sexuais. Trata-se de uma instância inteiramente inconsciente. Em: \u201cA Decomposição da Personalidade Psíquica\u201d, Freud nos diz que ele: 
\u201c[\u2026] é a parte obscura, inacessível, de nossa personalidade; o pouco que nós sabemos dele,