PROJETO INTEGRADOR - TEMAS TRANSVERSAIS DO DIREITO - N2
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PROJETO INTEGRADOR - TEMAS TRANSVERSAIS DO DIREITO - N2


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PROJETO INTEGRADO
Curso: TECNOLOGIA EM SEGURANÇA PÚBLICA
Semestre: 01
Nome do Estudante: WESLLEY SANTOS
RESUMO DO TRABALHO
	Este trabalho foi realizado através de revisão de literatura, buscando encontrar o máximo de subsídio para discutir uma das questões mais difíceis de se responder no estudo do Direito e da Filosofia do Direito, \u201cIntrodução ao estudo do direito \u2013 Técnica, Decisão, Dominação\u201d e ao final formular um conceito mais completo e abrangente possível do Direito. Foram utilizados livros e artigos científicos da base de dados SciElo e Google Acadêmico, reconhecidas para trabalhos acadêmicos. O objetivo da pesquisa era analisar os diversos autores que já estudaram e se manifestaram sobre o tema, seja no âmbito do estudo do Direito, seja na Filosofia, visando ao final formar um conceito próprio sobre Direito. Para concluir com um conceito particular de Direito restou de extrema importância a busca de diversos conceitos já apresentados, analisando pontualmente as concordâncias e divergências encontradas. Partiu-se das duas correntes filosóficas mais abrangentes e conhecidas, ou seja, Juspositivismo e Jusnaturalismo, estudando seus principais expoentes, sua história e o conceito que cada membro dessas correntes firmou sobre o Direito, chegando-se ao final do estudo para sopesar tais conceitos e poder de forma simples buscar um conceito e um entendimento próprio sobre o Direito.
ETAPA 1: 
Para quê serve o Direito?
Para o Professor Tércio Sampaio Ferraz Junior, no livro \u201cIntrodução ao estudo do direito \u2013 Técnica, Decisão, Dominação\u201d, o direito se destina a voltar-se a decidir todo e qualquer conflito jurídico voltando por via de consequência a viabilizar a convivência social e por outro lado estabilizar as condutas e os comportamentos dentro da vida em sociedade. 
O direito pode ser observado ao mesmo tempo, seja do ponto de vista dogmático, seja do ponto de vista zetético, essas observações da dogmática e da zetética são completamente distintas, se do ponto de vista da dogmática como o nome esta a dizer o direito esta consolidado e alicerçado a partir de dogmas que são utilizados para estabilizar os comportamentos, para decidir os conflitos e para viabilizar a convivência social, já do ponto de vista da zetético o direito não se presta a esta finalidade porque cria interrogações sobre os meios de dogma jurídico, como por exemplo porque não é possível, ainda, o casamento de pessoas do mesmo sexo ou ainda porque até pouco tempo atrás não existia entre nos o instituto da guarda compartilhada.
Para quê serve o Direito?
ETAPA 2:
Direito, Diversidade e Minorias
	Os parlamentos do governo funcionam através das maiorias, a maioria governa e a minoria é governada, isso induz á uma idéia falsa de que a minoria não tem direitos, isso é falso. Em primeiro lugar o direito internacional garante o princípio da igualdade, da liberdade e inclusive o da solidariedade, que diz claramente que todas as pessoas devem ter tratamento igual, porém isso não é verdadeiro na prática. 
	As mulheres, por exemplo, no Brasil está mais do que comprovado que trabalha na mesma função que um homem e tem o salário menor do que um homem. No Brasil a mulher é tratada como se fosse uma minoria embora temos quantitativos, segundo o IBGE, afirmando que existe mais mulheres do que homem no Brasil. 
	O conceito de minoria não é uma questão de quantidade, é uma questão de como as pessoas são tratadas.
	Os afro-descendentes também é um outro exemplo, pois é comprovado que o acesso dos negros e negras às políticas públicas é muito inferior aos que os brancos e brancas.
	O que existe no Brasil hoje é um enorme desafio de criar ações afirmativas para equiparar e dar igualdade a essas pessoas porque elas estão em um desnível.
Direito, Diversidade e Minorias
ETAPA 3:
Direito e a resolução da conflitos
	O conflito está presente na humanidade desde os seus primórdios, é uma parte inevitável da vida que nasce em razão de disputas em situações consideradas antagônicas. Os sujeitos conflitantes, na grande maioria das vezes, estabelecem uma relação ganha-perde, na qual enxergam as questões pelo seu ponto de vista e buscam a vitória a todo custo.
	Pode-se dizer que os conflitos emanam das complicações nas relações sociais e sua resolução costumeira se dá através da aplicação do Direito. O Direito por sua vez, aplicará suas regras e princípios a fim de ver o litígio sanado. Cabe ao Estado regular as relações sociais conflituosas, que através do poder jurisdicional vai buscar a solução para a lide.
	Dentre os meios extrajudiciais de solução de conflitos , os mais conhecidos e usuais são a arbitragem, a conciliação, a negociação e a mediação, cada um oferecendo inúmeras vantagens sobre o método judicial tradicional, funcionando como métodos alternativos ou não-convencionais de resolução de conflitos, garantindo maior possibilidade de acesso e promoção de Justiça para os cidadãos. 
Direito e a resolução da conflitos
ETAPA 4:
Direito, Sustentabilidade e Responsabilidade Social
	Os processos de globalização e reestruturação do setor produtivo, que, pela introdução de novas tecnologias, vêm transformando o contexto econômico e social do capitalismo mundial e produzindo grandes avanços em todas as esferas da sociedade capitalista mundial, também trazem em seu bojo profundas transformações sociais, cujas conseqüências representam aumento dos problemas de ordem social em suas tradicionais e novas formas, atingindo países tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento e redimensionando os valores que regem a vida em sociedade.
	Nesse contexto, em que já não é mais possível permanecer indiferente à constante degradação da vida humana, de valores éticos universais e do ambiente natural, a responsabilidade social das empresas vem sendo questionada, pois elas são um importante agente de desenvolvimento econômico e, portanto, podem dar uma significativa contribuição à sociedade.
Este texto compõe uma sistematização realizada com base em uma revisão conceitual e visa a apontar várias questões, ambiguidades e controvérsias que permeiam as discussões da responsabilidade social das empresas nos meios tanto acadêmico quanto empresarial, em níveis mundial e nacional, assim como os interesses econômicos envolvidos e a necessidade de maior conscientização dos empresários sobre o tema.
Direito, Sustentabilidade e Responsabilidade Social
	O movimento da responsabilidade social das empresas, que ocorreu nos anos 1960, nos EUA, relacionado à degradação do meio ambiente e aos direitos dos consumidores, no Brasil, passou a ser pauta da agenda do setor privado a partir dos anos 1990, referindo-se à participação do setor empresarial no enfrentamento dos já tradicionais e novos problemas de ordem social, resultantes de um crescimento econômico desarticulado de um projeto de desenvolvimento econômico e social, e de transformações ocorridas no contexto econômico, no século XX, o que torna a prática da responsabilidade social no setor privado brasileiro um desafio ainda maior.
	A responsabilidade social das empresas no Brasil pode ser definida como um modelo de comportamento ético e responsável na gestão das mesmas, que, em suas decisões e ações, resgatam valores e direitos humanos universais, preservando e respeitando interesses de todas as partes direta e indiretamente envolvidas no negócio, assim como os de toda a sociedade, em uma relação na qual todos obtêm vantagens. A prática da atuação social das empresas brasileiras ainda ocorre muito focada em ações de filantropia, revelando um caráter assistencialista, paternalista e emergencial que, embora minimize a situação de pobreza, miséria e exclusão social que degrada a vida humana no País, também contribui para a reprodução da situação social vigente.
Direito, Sustentabilidade e Responsabilidade Social
	A responsabilidade social incorporada às empresas como modelo de comportamento socialmente responsável inserido no planejamento dos negócios não se reduz a mais