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ad2 noção de comunidade e modelos de policia

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Polo: Belford Roxo
Nome: Renan Carlos dos Santos Cunha
Matrícula: 19113150451
Curso: Tecnologia em Segurança Pública
AD2 de Noção de Comunidade e Modelos de Polícia
Resumo aula 6
Pode-se dizer que Polícia é a instituição que tem a legitimidade de agir, quando alguma
coisa que não de veria acontecer, caso aconteça, algo tem que ser feito. Polícia é, então,
a organização administrativa que tem por atribuição impor limitações à liberdade individual
ou coletivo na exata medida necessária à salvaguarda e manutenção da Ordem Pública. A
Polícia é um órgão governamental, presente em todos os países, politicamente
organizados, cuja função é a de repressão e manutenção da ordem pública através do
uso da força, ou seja, realiza o controle social. Todas as competências policiais
apresentadas refletem a evolução desse serviço público, que hoje tem como função a
manutenção da ordem pública e a implementação da Segurança Pública, conforme
preceitua o artigo 144 da Constituição Federal do Brasil que versa que a segurança
pública dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para preservação
da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
A ordem constitucional erigida a partir de 1988 elegeu entre seus objetivos funda mentais
a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, o desenvolvimento nacional, a
erradicação da pobreza, a redução das desigualdades sociais e o respeito à dignidade do
ser humano. As inovações das políticas de controle social e prevenção do de lito deve m
ser compreendidas à luz dos processos de reorganização das competências estatais, que
se tornam mais acessíveis à interação com instituições do setor privado, do setor público
não governamental e principalmente com a sociedade. A história da sociedade brasileira
reflete a própria evolução da Segurança Pública do Brasil, inicialmente restrita a ação das
forças policiais, fase colonial, imperial, 1ª República e Era Vargas e a partir da
Constituição Federa l de 1988 há a previsão legal de uma gestão compartilhada da
Segurança Pública com a sociedade, com ênfase ao respeito aos Direitos Humanos. 
Resumo aula 7
O policiamento comunitário constitui-se de uma nova filosofia e um conjunto de
estratégias que reafirmam as funções de uma polícia da sociedade ou polícia do povo e
propõem a redução das deficiências e limitações d as instituições policiais modernas no
controle do crime, da violência e da desordem. As mudanças propostas pelo modelo
comunitário, como intuito de substituir valores e práticas policiais do passado por uma
nova forma da polícia pensar, agir e estar no mundo, têm como pressupostos básicos a
descentralização do comando nos departamentos de polícia, uma maior liberdade
conferida aos policiais para buscarem o estabelecimento de relações mais próximas com
a comunidade, criando parcerias para identificação dos problemas locais, a
hierarquização desses problemas e o desenvolvimento das estratégias preventivas
Polo: Belford Roxo
Nome: Renan Carlos dos Santos Cunha
Matrícula: 19113150451
Curso: Tecnologia em Segurança Pública
AD2 de Noção de Comunidade e Modelos de Polícia
direcionadas a cada situação particular, a responsabilização ou controle externo da
atividade policial. 
Resumo aula 8
A sustentação da ordem pública mediante o consentimento e a participação da
comunidade, o modelo comunitário anuncia a necessidade de aproximar a polícia da
comunidade, promovendo dessa forma, a integração entre segurança pública e cidadania.
Ao permitir que a comunidade acompanhe o trabalho policial de perto, a Polícia
Comunitária tem o intuito de atingir, de forma eficaz a preservação da ordem pública por
meio especifico.
Não há consenso sobre o significado do conceito do policiamento comunitário, oque dá
margem a diferentes interpretações teóricas e a diversas possibilidades de projetos que
possam ser classificados como tal. Entretanto, no Rio de Janeiro, a polícia Militar foi a
responsável por trazer para o cenário da Segurança Pública as primeiras práticas policiais
chamadas de comunitárias. Essa modalidade policial ganhou uma roupagem específica
no contexto do estado, passando a ser utilizada como modelo de ação a ser seguido nas
áreas que precisam ser pacificadas, nas favelas um dos problemas encontrados pelos
comandantes dessa ação foi a rejeição por parte dos próprios policiais militares e dos
moradores.

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