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FACULDADE ANHANGUERA DE VALPARAISO-FVP
Curso: Ciências Contábeis
Disciplina: Controladoria 
Prof. Mário Aparecido da Silva
PLANEJAMENTO 
E 
CONTROLE ORÇAMENTÁRIO
	RA
	NOME
	TURMA
	
	
	°
 VALPARAÍSO DE GOIÁS
2020
Planejamento consiste em planejar, ordenar e executar metas preestabelecidas, traçadas com o objetivo de alcançar resultados satisfatórios. A análise feita previamente, tem como função prever o que se deve fazer e quais objetivos devem ser alcançados.
O controle orçamentário pode ser definido como um instrumento de gestão mais eficaz de que as empresas possuem para o planejamento e o controle de suas operações, além do controle na tomada de decisões, entre as vantagens do uso do controle orçamentário temos o fato de que ele atende integralmente às funções administrativas empresariais básicas de planejamento, do controle e da execução.
Sanvicente e Santos (1995) afirmam que após a execução da função do planejamento
do orçamento, outra face do processo administrativo é o controle.
 Controle orçamentário é um instrumento d a contabilidade gerencial que deve
permitir à organização identificar quão próximos estão seus resultados em relação ao
que planejou para dado período. O gestor deve identificar sua s metas, os resultados
alcançados, as variações numéricas entre eles, analisar, entender as causas da
variação e decidir açõ es que ajustem as metas no futuro ou q u e permitam manter
aquelas que foram decididas (FREZATT I, 2009, p.84)
Nesse âmbito, o orçamento é visto como um tipo de planejamento econômico-financeiro construído nos preceitos da organização, através de projeção de receitas, custos e despesas, por períodos que podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais.
Se não dispuser de uma administração apropriada do orçamento, a corporação fica sem rumo, não compreendendo onde vai chegar, fazendo com que qualquer solução adotada seja aceita sem questionamentos, e sem possuir informações corretas para analisar os resultados obtidos.
Este planejamento possibilita a visão da situação econômica do negócio, para que se tenha uma linha para se tomar os passos corretos financeiramente, necessitando ser feito anualmente e revisado com regularidade.
Da mesma forma que, a implantação do Planejamento Orçamentário é primordial, também é preciso optar o padrão para cada tipo de organização
Segundo Ishisaki (2003), o orçamento permite que as empresas planejem e visualizem o resultado de seus negócios, tornando-as mais transparentes e ágeis para aplicar correções durante a sua execução e atingir a meta estabelecida. Para Lunkes (2008), o orçamento empresarial permite estimar e determinar a relação entre resultados e despesas para atender os objetivos da empresa.
· Comece a medir os índices financeiros: Os indicadores financeiros auxiliam para medir dados sobre as finanças da organização em alguma situação, eles informam o lucro de uma determinada ação realizada pela empresa. Exemplos desses indicadores são: regime de competência, fluxo de caixa, margem de contribuição e índice de liquidez.
· Leve os erros em conta: é comum que surjam erros até na terceira tentativa do planejamento, mas isso nem sempre é um sinal de fracasso, pelo contrário, pode servir como exemplo para melhorar o processo.
· Analise o porte da sua empresa: é preciso saber se a empresa é de micro, pequeno, médio ou grande porte e analisar seu faturamento, além de ser de grande importância saber seu número de colaboradores.
· Saiba em que estágio de maturidade se encontra o negócio: a maturidade de uma empresa é essencial para saber as experiências e conhecimentos que foram adquiridos com o passar do tempo. O nível de maturidade de um negócio deve ser medido pela capacidade de converter o conhecimento em soluções práticas que possam ser aplicadas na gestão do negócio. Os quatro principais níveis da curva de maturidade de uma empresa são classificados como startups, empresas emergentes, empresas em expansão e empresas maduras.
· Não se esqueça de revisar: após o processo de criação do plano, é preciso revisar antes de aplicá-lo. Os pontos devem ser observados para saber se estão realmente de acordo com a situação da empresa. Lembre-se, quanto mais pensadas forem as ações, maior será a probabilidade do plano ser bem-sucedido
Processo de Formação de um Sistema de Controle Orçamentário
A elaboração, a organização e a construção de qualquer sistema nôvo constituem trabalhos originais que exigem planejamento racional. Para obter uma perspectiva mais profunda dessa última função primária, devemos dividi-la, no mínimo, em cinco estágios separados:
\u2022 estudos preliminares do sistema;
\u2022 planejamento explorativo;
\u2022 planejamento do desenvolvimento e da implantação;
\u2022 estudos durante o desenvolvimento e a implantação;
\u2022 estudos e ajustes do sistema em funcionamento.
Esses cinco estágios agrupam um sem número de funções principais e laterais. Ocupar-nos-emos com as mais importantes existentes dentro de cada estágio.
A. Estudos Preliminares do Sistema
O primeiro objetivo dos estudos preliminares do sistema é auxiliar o administrador a definir os problemas e a descrever os limites e a extensão dos trabalhos. Estabelece-se nesse estágio o grau de exatidão que o sistema deva adotar. Normalmente o trabalho é composto de pequenos projetos cuja natureza individual determina os setores competentes para executá-los. A distribuição dêsses projetos aos respectivos setores é problema característico dêste primeiro estágio. As pesquisas necessárias sôbre particularidades do sistema podem exigir inclusão de inquirições relativas a problemas gerais de custos e a entendimentos, com clientes e fornecedores, sôbre preços, condições de pagamento, entregas etc..
O segundo objetivo é formar um extensivo fundo de informações sôbre o qual, eventualmente, será construído o planejamento de projetos específicos. Isso envolve, entre outras coisas, coleção de todos os dados de valor para o esquema geral, especialmente sôbre mercados, custos, rendimentos de produtos, juros, pagamentos, cobrança, atrasos etc..
Êsse trabalho de base permite familiarizarmo-nos com o material que futuramente será por nós estudado, operado, ajustado ou rejeitado, de acordo com as decisões que forem tomadas sôbre os limites do projeto em geral. Quanto maior a quantidade de material colhido e examinado durante êste estágio, tanto mais fácil a subseqüente construção e ajuste do sistema considerado. Por outro lado, quanto maior a diversificação das operações existentes paralelamente num sistema, tanto mais difícil será planejar o processo de formação.
B. Planejamento Explorativo
Neste estágio a atenção deve ser gradualmente focalizada sôbre os problemas ou áreas específicos que estiverem sendo apontados pelos estudos. A esta altura os diversos projetos já estarão começando a tomar uma forma definida; cristaliza-se a necessidade de diversos subprojetos; fica compreendido o grau de suas utilidades para o esquema geral. Cumpre determinar agora as funções inter-relacionadas, isto é, aquelas que, em sua forma generalizada, permanecem quase padronizadas em qualquer campo onde haja problemas a solucionar.
Função das mais difíceis em todos os trabalhos produtivos é a de definir ou formular o problema. Em nosso caso os objetivos dessa função são: o isolamento, a possível quantificação e o relacionamento dêsse jôgo de fatôres que define o sistema, principal ou subordinado, e o ambiente dêsse sistema. Considerando que qualquer problema nada mais é do que a expressão da necessidade não satisfeita, podemos dizer que a tarefa aqui é achar a verdadeira natureza dessa necessidade. Isso significa que cada parte do sistema orçamentário exige um trabalho específico. Para a previsão de vendas isso significa a coleção e a análise de dados sôbre mercado, inventários, preços futuros etc.; para o orçamento da operação fabril, o estudo das previsões de vendas, bem como a coleção e análise de dados sôbre exigências de clientes,