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Um dos desafios do gestor contemporâneo é ter capacidade para gerir organizações em ambientes mutáveis e turbulentos. As pressões do ambiente externo causam impacto no gerenciamento das empresas e as principais mudanças necessárias envolvem: 
I- A criação de estruturas e formas de organização do trabalho adaptáveis às contingências impostas pelo ambiente.
II- Processos decisórios ágeis e focados nas exigências do mercado.
III- Empregados com posturas criativas, de análise e pensamento crítico.
IV- Competências gerenciais restritas à programação e controle. 
Estão corretos apenas os itens: 
 (Ref.: 202006168755)
	
III e IV.
	
I e II. 
	
I, II e III.
	
II e IV.
	
I, II e IV.
 	 	
1 ponto
2.
"Cada um aperta, ad infinitum, o parafuso que lhe cabe. A genial sátira de Chaplin, Tempos Modernos, muito bem o demonstra. O filósofo pensa, o matemático calcula, o seminarista reza, o padeiro faz o pão, o poeta sente, o marceneiro martela, o místico delira, o cientista comprova, o professor ensina ... e tantos parafusos mais. Alienados da consciência da inteireza, sofremos um tipo de invalidez psíquica e de certa imbecilidade funcional. Enfim, de infelicidade crônica." Roberto Crema. Fonte: VERGARA, Sylvia. Gestão de Pessoas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006, p. 193. 
A crítica de Roberto Crema diz respeito: 
 (Ref.: 202006168572)
	
À especialização compartimentalizada e a visão fragmentada do trabalho. 
	
À visão mecanicista do homem no trabalho, que defende o pensamento sistêmico. 
	
Ao modelo taylorista, que condenava o pensamento cartesiano e a lógica de controle do homem no trabalho. 
	
À visão sistêmica que ajuda a entender a Organização como um Sistema.
	
Ao moderno sistema industrial, cuja principal característica era a cooperação sistêmica.