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AO2_ Princípios Jurídicos nas Organizações

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brasil-todo-ano-1.2205995) . Acesso em: 05 ago. 2019).
Considerando as informações apresentadas, avalie as afirmações a
seguir:
I - A livre concorrência é um dos princípios da ordem econômica ao
lado da livre iniciativa, mas com ela não se relaciona nem se confunde.
II - A concorrência ilícita apresenta duas dimensões: concorrência
desleal e infração contra a ordem econômica.
III. A venda de produtos falsificados caracteriza concorrência desleal.
É correto o que se afirma em:
 I e III, apenas 
 II, apenas 
 I e II, apenas 
 III, apenas 
 II e III, apenas 
https://www.otempo.com.br/economia/ilegalidade-some-com-r-1-173-tri-da-renda-do-brasil-todo-ano-1.2205995
Alternativa A:
A resposta está correta, pois apenas as afirmações II e III são
verdadeiras.
A asserção I é falsa, pois a livre concorrência garante que
cheguem ao mercado produtos e serviços com qualidade e
preços razoáveis, sendo uma manifestação da livre iniciativa,
com ela se relacionando e, muitas vezes, se confundindo.
A asserção II é verdadeira, pois concorrência ilícita pode
ocorrer através da prática de atos de concorrência desleal ou
através de atos que configuram infração contra a ordem
econômica.
A asserção II é verdadeira, pois a venda de produtos
falsificados está incluída nas condutas que atingem um
concorrente in concreto, caracterizando a concorrência desleal.
0,6 / 0,6 ptsPergunta 4
Leia o texto abaixo:
O Código Civil de 2002 trata, no seu Livro II, Título I, do “Direito de
Empresa”. Desaparece a figura do comerciante, e surge a figura do
empresário (da mesma forma, não se fala mais em sociedade
comercial, mas em sociedade empresarial). A mudança, porém, está
longe de se limitar a aspectos terminológicos. Ao disciplinar o direito
de empresa, o direito brasileiro afasta-se, definitivamente, da
ultrapassada teoria dos atos de comércio, e incorpora a teoria da
empresa ao nosso ordenamento jurídico, adotando o conceito de
empresarialidade para delimitar o âmbito de incidência do regime
jurídico comercial.
Não se fala mais em comerciante, como sendo aquele que pratica
habitualmente atos de comércio. Fala-se agora em empresário, sendo
este o que “exerce profissionalmente atividade econômica organizada
para a produção ou a circulação de bens ou de serviços” (CC/02, art.
966).
(RAMOS, André Luiz Santa Cruz. Direito Comercial ou Direito Empresarial? – Notas sobre a
evolução do ius mercatorum. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/mod/resource/view.php?
id=887391. Acesso em: 29 jul.
É obrigatória a inscrição do empresário ou da sociedade na Junta
Comercial
 PORQUE
O registro na Junta Comercial confere existência e regularidade à
atividade empresarial, sendo que a principal sanção pela ausência de
registro é a responsabilização ilimitada dos sócios pelas obrigações
empresariais.2019).
 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma
proposição falsa.
 
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição
verdadeira
 As asserções I e II são proposições falsas. 
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma
justificativa correta da asserção I.
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não
é uma justificativa correta da asserção I
Alternativa A:
A alternativa está correta, pois as asserções I e II são
proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa da I.
A asserção I é verdadeira, pois a inscrição do empresário ou da
sociedade na Junta Comercial é requisito obrigatório, pois é ele
que dá existência legal à atividade empresária e confere a ela
regularidade. A asserção II é verdadeira, pois a exploração de
atividade econômica sem o devido registro sujeita o seu titular a
várias sanções, dentre elas, a responsabilização ilimitada dos
sócios pelas obrigações empresariais.
0,6 / 0,6 ptsPergunta 5
Leia o texto abaixo:
As normas jurídicas são normas de comportamento ou de organização
que emanam do Estado ou por ele têm sua realização garantida.
Pertencem, portanto, à ordem ética, que estabelece as leis do dever
ser.
Sua existência prende-se à necessidade de se estabelecer uma ordem
que permita a vida em sociedade, evitando ou solucionando conflitos,
garantindo a segurança nas relações sociais e jurídicas, promovendo a
justiça, a segurança, o bem comum, com o que também garante a
realização da liberdade, da igualdade e da paz social, os chamados
valores fundamentais e consecutivos da axiologia jurídica. Seu objeto
é, em suma, o comportamento das pessoas, que se visa disciplinar ou
orientar de acordo com os valores fundamentais de cada grupo social.
(AMARAL, Francisco. Direito Civil: introdução. 10 ed. revista e modificada. São Paulo: Saraiva
Educação, 2018, p. 153).
Os atributos da norma jurídica são os traços técnicos que as situam no
ordenamento jurídico. Esses atributos são:
a
 Vigor, eficácia e imperatividade 
 Validade, vigência, vigor e eficácia 
 Vigência, coercibilidade, abstratividade e eficácia 
 Validade, coercibilidade, vigor e eficácia 
 Validade, vigência e eficácia 
Alternativa A:
A alternativa está correta. Os atributos da norma jurídica são:
validade, vigência, vigor e eficácia. Validade é o atributo que diz
se uma norma é legal ou ilegal, constitucional ou
inconstitucional. Vigência é um atributo temporal, e se refere ao
momento em que a norma começa a produzir efeitos. Vigor é a
capacidade que a norma tem de obrigar as pessoas e as
autoridades, impondo comportamentos. Eficácia é o atributo
que corresponde à verificação dos efeitos sociais da norma.
0,6 / 0,6 ptsPergunta 6
Leia o texto abaixo:
Interpretar é a busca do sentido, tornar compreensível. Como a lei
pode apresentar vários sentidos, há que se escolher um deles, pois só
com um deles ela pode ser aplicada.
Saber qual deva ser, no seu tipo abstrato, o sentido decisivo para o
efeito da aplicação da lei, qual seja — dum modo geral — o ponto de
vista em que o intérprete deve colocar-se para determinar o sentido
legal prevalecente, eis aqui o primeiro e capital problema que a
doutrina da interpretação das leis terá de resolver. (ANDRADE, 1987,
p. 10)
Applicare em seu sentido original aponta para a idéia de enroscar,
juntar. No jargão jurídico aplicar é colocar a norma em contato com um
referente objetivo, que são os fatos e atos (FERRAZ JÚNIOR, 2003, p. 485).
(BROCHADO, Mariá. Apontamentos sobre hermenêutica jurídica. Revista Jurídica da Presidência, v.
13, n. 100, jul./set. 2011, pp. 227-261. Disponível em:
https://revistajuridica.presidencia.gov.br/index.php/saj/article/view/155/148. Acesso em: 31 jul.
2019).
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a
relação proposta entre elas.
A hermenêutica jurídica fixa o sentido e alcance das normas para
aplicá-las às relações sociais, ocupando-se de interpretar apenas a lei.
 PORQUE
Ao julgar, o juiz deve interpretar literalmente a lei, aplicando ao caso
concreto a sua percepção pessoal sobre as normas jurídicas, de modo
a definir com clareza sua incidência ao caso concreto.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
 
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição
verdadeira.
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma
justificativa correta da asserção I.
 As asserções I e II são proposições falsas. 
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não
é uma justificativa correta da asserção I.
 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma
proposição falsa
Alternativa A:
A resposta está correta, pois as duas asserções são falsas.
A asserção I é falsa, pois a hermenêutica jurídica é a ciência
que busca interpretar o Direito, revelando seu sentido e fixando
o alcance das normas jurídicas; ela não se ocupa de interpretar
apenas lei, ela também se ocupa de interpretar os

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