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Anatomia dos animais de produção I

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TENDÃO OU APONEUROSE: são compostos de tecido fibroso denso, são esbranquiçadas e 
brilhantes, 
esqueleto. 
3.2) Considerações sobre o músculo esquelético: 
- fibra muscular: é um composto de várias células musculares unidas por 
- esse tecido conjuntivo é dividido em: epimísio, perimísio e endomísi
Epimísio: tecido conjuntivo que envolve todo o músculo esquelético 
Perimísio: tecido conjuntivo que envolve um feixe de fibras mus
E
 
3.3) Fáscia muscular: 
- São mem
posição. 
- Tipos de fáscia: 
1. Fáscia P
músculos). 
 16
2. Fáscia Muscular: tendão (formado de tecido colágeno) ou aponeurose de inserção 
4. Inscrições Tendinosas: subdividem o mesmo músculo, aumentando a sua resistência. 
 
 
músculos estriados esqueléticos: 
- 500 músculos. 
O: água 75%, proteínas 18%, carboidratos, gorduras, sais minerais e outros 
 
 
 – flexores: 
3. Ligamentos Anulares ou Retináculos: prendem os tendões. 
 
 
3.4) Outras considerações sobre os 
- VOLUME: extremamente variável 
- PESO: em torno de 50% do peso corporal 
- NÚMERO: também variável, dependendo da espécie, eqüino com +
- SITUAÇÃO: quase todos pares, exceto: diafragma e esfíncter anal. 
- CONSTITUIÇÃ
compostos 7%. 
- ARQUITETURA DA FIBRA: fusifor
 
 
- AÇÃO MUSCULAR: 1 – adutor: aproxima do meio, 2 – abdutor: afasta do meio, 3
me, 
unipenado, bipenado e pluripenado. 
1 2 
3 4 
flexiona uma ou mais articulações, 4 – extensores: estende uma ou mais articulações. 
 17
** Músculos com fibras longas realizam muito movimento, mas tem pouca força e, 
riais. Estes são fusos neuromusculares 
N) e órgãos tendinosos de golgi (OTG). FN: informam ao córtex sobre o estiramento 
 vel a bre 
ida
 
utânea movem a pele. Exemplo: músculo cutâneo (“espanta mosca”). 
plo esfíncter e orbicular. 
QUANTO AO NÚMERO DE TENDÕES DE ORIGEM: CABEÇAS, podendo ser bíceps (duas 
abeças), tríceps (três cabeças) ou quadríceps (quatro cabeças). 
músculos com fibras penadas realizam muita força, mas com movimentos limitados. Para 
produzir movimento o músculo deverá cruzar pelo menos uma articulação. 
 
- VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO: para o músculo executar trabalho precisa de energia, e 
para isso deve apresentar um extenso leito vascular, sendo que músculos ativos são corados e os 
músculos atrofiados são pálidos. Os nervos que se dirigem aos músculos podem originar-se de 
várias partes da medula espinhal, sendo que uma vez destruído o suprimento nervoso o músculo 
entra em atrofia. Os músculos recebem o comando do movimento através do corno ventral da 
medula espinhal, e nos músculos existem receptores senso
(F
ocid de de alteração. OTG: informam ao córtex so
de de alteração. 
(comprimento) da fibra muscular e sua
a tensão nos tendões e sobre essa veloc
 
 
 
** Novas fibras musculares não são 
manho através do 
pode aumentar pela 
eposição de gordura. 
. Exemplo: músculo tríceps 
braquial, inervado pelo nervo radial e músculo 
formadas após o nascimento. 
** Aumento do ta
exercício. 
** O peso corporal 
d
** O reparo do músculo é por substituição 
de tecido conjuntivo. 
 
- QUANTO A FUNÇÃO MUSCULAR: 
AGONISTA: músculos que produzem 
determinado movimento e 
ANTAGONISTAS: oposição ativa a 
determinado movimento. Grupos de músculos 
antagonistas são normalmente supridos por 
nervos diferentes
bíceps braquial, inervado pelo nervo 
musculocutâneo. 
** Determinados músculos por associação com a fáscia superficial e com ancoragem
c
 
- QUANTO A DIREÇÃO DAS FIBRAS: retilíneo ou curvilíneo, exem
 
- QUANTO AO NÚMERO DE VENTRES: monogástrico (apenas um ventre), digástrico (com 
dois ventres) e poligástricos (com mais de dois ventres). 
 
- 
c
 
 
 
 
 
 18
 
 
 
 
 ESQUELETO AXIAL (base do estudo: eqüino) 
 
 
 
 
 
 
 
 
OSSO
TENDÃO
BOLSA SINOVIAL
- OUTRAS ESTRUTURAS: 
Bolsa e bainha sinoviais tem a função de 
facilitar a movimentação. 
Linha Alba é um cordão fibroso, segue a linha 
mediana, desde cartilagem xifóide até sínfise 
púbica e é ponto de inserção para os músculos 
abdominais. 
Canal inguinal é uma passagem oblíqua da 
parte caudal da parede abdominal que se inicia 
no ânulo inguinal profundo e termina no ânulo 
inguinal superficial. 
Na fêmea:
 
 
TENDÃO BAINHA 
SINOVIAL
BAINHA 
FIBROSA
 vasos pudendos externos, 
ramos dos nervos ilioinguinal e genitofomoral e 
ligamento redondo do útero (cadela). No macho: 
cordão espermático, túnica vaginal, músculo 
cremaster, artéria pudenda externa, vasos 
linfáticos e ramos dos nervos ilioinguinal e 
oral. 
 
 
 genitofom
 
 
5
 
5.1 CABEÇA 
 
OSTEOLOGIA 
 É a porção elevada e anterior das espécies domésticas, estando em posição normal. Está 
dividida em crânio e face. 
CRÂNIO: é a porção mais caudal, está dividido em porção basal e porção dorsal. 
Porção basal: lembra a continuação da coluna vertebral, estando formado pelos seguintes ossos: 
o 
s ossos: parietais, interparietais, frontais e interparietais. 
 oral e restante da cabeça, é constituída pelos ossos: nasais, lacrimais, 
axilares, vômer, pterigóides, hióide, zigomáticos, incisivos, cornetos, palatinos e mandíbula. 
occipital, esfenóides, etmóide e temporais. Delimita a cavidade craniana. 
Porção dorsal: forma o teto e parte das paredes laterais da cavidade craniana, compreendend
o
FACE: forma a porção
m
 
OSSOS DO CRÂNIO 
 
1) OCCIPITAL 
É o mais caudal dos ossos do crânio. 
Côndilos do occipital – se articulam com o atlas (1ª vértebra cervical) 
l. 
Protuberância occipital externa – situada na linha média. 
o em três partes: corpo, asas 
rbitais. Apresenta um espaço revestido de mucosa, seio do esfenóide. 
Forame magno – localizado entre os côndilos, serve de entrada para medula espinha
Crista nucal 
Processos paracondilares ou jugulares ou paramastóides– ao lado dos côndilos. 
 
2) ESFENÓIDE 
Tem o formato semelhante a uma borboleta. Encontra-se dividid
temporais e asas o
 19
Corpo amente liso. Internamente encontramos os seguintes acidentes ósseos: sela 
ipofisária – onde se acomoda a glândula hipófise. 
sas orbitais 
 e a face. Apresenta a crista gali e a lâmina crivosa. 
o em: 
e: 
cesso temporal do zigomático e forma o arco 
ca; - côndilos: articula-se com os côndilos da mandíbula. 
) Porção petrosa – tem a forma de uma pirâmide. Acidentes: 
terno e externo 
rtes laterais do teto da cavidade craniana. 
xternamente: crista parietal externa 
ietal interna e impressões dos giros cerebrais. 
. 
AL 
presenta a protuberância occipital externa. Seu tamanho e visualização são variáveis de 
écie. 
 – é extrem
túrcica e fossa h
Asas temporais 
A
 
3) ETMÓIDE 
Está localizado no limite entre o crânio
 
4) TEMPORAIS 
Localizados de cada lado da cavidade craniana. Está subdividid
a) Porção escamosa – externament
- processo zigomático do temporal: une-se ao pro
ou ponte zigomáti
b
meato acústico in
bolha ou bula timpânica – aloja a orelha interna 
processo hióideo 
 
5) PARIETAIS 
Os parietais formam as pa
E
Internamente: crista par
Nos ruminantes: não entra na formação do teto da cavidade craniana, constitui a parte dorsal da 
parede caudal do crânio
 
6) INTERPARIET
A
acordo com a esp
 
OSSOS DA FACE 
 
1) FRONTAIS 
Estão no limite entre o crânio e a face. 
rocesso zigomático do frontal. 
o teto da cavidade craniana e apresenta o processo cornual. 
lateral da face. Apresenta: 
 cavidades ou alvéolos para dentes pré-molares e 
olares superiores. 
rocesso palatino: projeta-se medialmente formando a maior parte do palato duro. Seios do 
axilar: são espaços entre duas lâminas ósseas, cobertas por mucosa, e preenchidos por ar. 
os ruminantes: não apresenta crista facial. 
Externamente: p
Internamente: seio do frontal. 
Nos ruminantes: