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Relatório Fenômenos de Transporte

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RELATÓRIO DE 
 PRÁTICA LABORATORIAL 
 
 
 
 
Instruções para o preenchimento do Quadro Descritivo de Prática 
 Ler atentamente as orientações complementares disponíveis no AVA, na sala de aula da 
disciplina; 
 O número da prática laboratorial estará disponível no Roteiro de Práticas no título da prática a 
ser realizada; 
 A quantidade de Quadros Descritivos a serem preenchidos estará vinculada à quantidade de 
práticas realizadas de cada disciplina. Para cada prática realizada, um quadro deverá ser 
preenchido; replique-os quando necessário. 
 Os textos devem estar formatados seguindo as normas da ABNT, digitados na cor preta, 
utilizando fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, com espaçamento entre linhas de 
1,5, no formato Justificado. figuras e caso existam, 
 
 lo, usando a mesma fonte 
utilizada no relatório obrigatoriamente a fonte 
(mesmo que seja de autoria própria 
 
 Toda atividade que exige no resultado, a exposição escrita, é uma oportunidade para o 
exercício da atividade intelectual e o fortalecimento de habilidades de argumentação, análise, 
 N “ ” 
construído de maneira individual. q “ ” 
ZERO. O plágio acadêmico configura-se quando um aluno е а 
Internet, ideias, conceitos, frases е autor е а о é е citá-lo 
como fonte de pesquisa. Quando utilizar trechos idênticos de autores lidos (seja de um único 
autor ou recortes de autores diversos), inclua como citação direta ou indireta (entre aspas e 
citando a fonte entre parênteses). Ao contrário, é sempre necessário parafrasear, ou 
seja, escrever o que o(s) autor(es) lido(s) disse(ram) com as suas próprias palavras. Copiar 
trechos sem inseri-los como citação, é plágio, independentemente se foram recortes de trechos 
da mesma fonte ou de fontes diversas. 
 Utilizar a norma culta e linguagem impessoal. 
 Composição da nota para avaliação: 
o 5% formatação segundo as normas da ABNT 
o 10% linguagem 
o 85% conteúdo do relatório 
 O aluno que obtiver nota igual ou superior a 60% será considerado habilitado. Notas iguais ou 
inferiores a 59% resultarão na inabilitação do aluno. 
 Não se esqueça, em caso de dúvidas, utilize a ferramenta Tira-dúvidas. 
 
 
 
ALUNO: Gilney de Freitas RA: 1099813 
PÓLO: Parauapebas - PA 
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 8ª Etapa 
DATA: 05/11 /2019 CARGA HORÁRIA: 2h 
DISCIPLINA: Fenômenos de Transporte 
PROFESSOR: Amanda Gil 
 
QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA 
PRATICA LABORATORIAL Nº: 918079-1 
DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS DO 
RESERVATÓRIO 
C.H.: 
2h 
DATA: 
05/11/2019 
INTRODUÇÃO: 
As instalações hidráulicas e sanitárias prediais são todos os sistemas responsáveis por 
conduzir e distribuir a água em uma edificação, bem como captar e destinar, para a rede pública, os 
esgotos produzidos. 
Os acessórios de tubulações são componentes utilizados em sistemas hidráulicos para: 
conectar tubos ou partes de tubulação; adaptar os diferentes tamanhos ou formas; regular fluxos de 
fluido; etc. São exemplos de acessórios de tubulação: as curvas, os joelhos (ou cotovelos), os tês, as 
peças em "Y", as cruzetas, as selas (saddles), os colares, os anéis de reforço, as reduções, as luvas 
(coupling), as uniões, os flanges, os niples e as virolas. 
 
OBJETIVOS: 
 Possibilitar ao aluno identificar as tubulações da bancada hidráulica de testes, juntamente 
com as peças que compõem o conjunto. 
 Proporcionar ao aluno a familiarização com as unidades de volume, além da utilização do 
rotâmetro, do hidrômetro e do recipiente graduado para medição da vazão. 
 Realizar um comparativo entre duas vazões: o sistema direto de vazão e a vazão do 
rotâmetro. 
 
MATERIAL: 
Item Quant. Descrição 
1 1 Bancada hidráulica marca Assimile 
2 1 Cronômetro 
 
 
METODOLOGIA: 
a) Reconhecimento da bancada Assimile; 
b) Identificação dos vários itens que compõem a bancada Assimile: Tubulações, curvas, 
recipiente para o fluido, válvulas, bombas, etc: 
 
 
c) Familiarização com Informações sobre as tubulações: 
Diâmetros da tubulação 
Referência Nominal (mm) Interno (mm) 
 /2’ 20 17 
3/4' 25 21,6 
 ’ 32 27,8 
 Tabela 1 - Referências de diâmetros das tubulações 
d) Cada aluno ou grupo de alunos deverá realizar os procedimentos a seguir: 
e) Abrir a válvula do circuito para liberar o fluido para o recipiente, mantendo as demais 
válvulas fechadas; 
f) Variar a vazão através da válvula de controle de fluxo; 
 
 Figura 1 - Válvulas de Fluxo 
g) Anotar, na folha de coleta de dados (Tabela 3), a altura (h) de água no reservatório; 
h) Anotar o intervalo de tempo para atingir a altura (h); 
i) Anotar o valor registrado no rotâmetro / volume do hidrômetro; 
 
 Figura 2 - Hidrômetro 
j) Repetir o experimento 5 vezes no total, variando a vazão; 
k) Preencher os dados na folha de coleta de dados; 
Medição 
N° 
Volume no 
hidrômetro 
(se houver) 
Volume (L) 
do 
reservatório 
 
Tempo 
(s) 
Cálculo da 
vazão do 
hidrômetro 
Cálculo da 
vazão do 
reservatório 
Condição 
da Válvula 
de Fluxo* 
1 15 L 15 30 100% aberta 
2 13L 13 60 50% aberta 
3 1L 0,7 15 25% aberta 
4 10L 10 20 100% aberta 
5 11L 10,7 45 50% aberta 
(*) A condição percentual de abertura da válvula de fluxo é aproximada. 
l) Realizar os cálculos de vazão; 
 
 Figura 3 – Cálculos de Vazão Volumétrica 
 
 
m) Fazer a conversão dos valores de vazão calculados para os seguintes sistemas de 
unidades: m³/s, cm³/s, ft³/min, ft³/s, lts/h, lts/s. 
 
 Figura 4 – Conversões entre unidades de medida para vazão volumétrica 
n) Demonstrar no relatório a memória de cálculo manuscrita, legível e de forma organizada. 
 
 Figura 5 – Exemplo de cálculos realizados para conversão de unidades de vazão 
 
 
 
 Figura 6 – Anotação dos valores registrados no hidrômetro durante prática 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
a) Os resultados finais da análise de dados devem ser relatados em tabelas, gráficos ou outras 
figuras, acompanhados do memorial de cálculo que foi realizado no experimento prático para que 
possa ser formado uma base de discussão dos resultados. Dessa forma, esta seção deve conter os 
resultados obtidos durante a realização da atividade prática (dados numéricos organizados 
individualmente numa tabela ou em forma gráfica, bem como as imagens, fotografias e esboços, 
dentre outros recursos apropriados a expor os resultados). 
Medição 
N° 
Volume no 
hidrômetro 
(se houver) 
Volume (L) 
do 
reservatório 
 
Tempo 
(s) 
Cálculo da 
vazão do 
hidrômetro 
Cálculo da 
vazão do 
reservatório 
Condição 
da Válvula 
de Fluxo* 
1 15 L 15 30 0,5 0,5 100% aberta 
2 13L 13 60 0,21 0,21 50% aberta 
3 1L 0,7 15 0,066 0,046 25% aberta 
4 10L 10 20 0,5 0,5 100% aberta 
5 11L 10,7 45 0,24 0,23 50% aberta 
Tabela 2 - Tabela preenchida com dados obtidos nos experimentos 
 
Observando a tabela 2, é possível afirmar que, a vazão obtida pela leitura dos dados do hidrômetro foi 
60% das vezes (3 medições de um total de 5) igual a vazão calculada a partir no volume no 
reservatório. 
Ainda podemos atribuir aos 40% (2 medições de um total de 5) que apresentaram resultados 
diferentes, a falta de precisão no controle da válvula de fluxo, as únicas posições que podemos ser 
totalmente assertivos é da válvula totalmente aberta ou totalmentefechada, posições intermediárias 
foram determinadas usando como referência o ângulo de deslocamento da válvula em relação ao seu 
corpo. 
CONCLUSÃO: 
O experimento realizado trouxe para diante de nossos olhos o comportamento do fluido em uma 
tubulação e em um reservatório. Utilizamos motores elétricos acoplados a bombas que faziam a 
sucção do fluido (água) e enviavam por uma tubulação até um reservatório. Na tubulação haviam 
válvulas para controle de fluxo e um hidrômetro para medir o volume de fluído que atravessava 
aquela tubulação. 
Percebemos que, caso tivéssemos feito os 5 experimentos com a válvula de controle de fluxo 
totalmente aberta, teríamos sempre a mesma vazão no circuito, bem como o mesmo volume no 
reservatório. 
Interessante comentar que, em um dos experimentos, a válvula de esgotamento do reservatório ficou 
um pouco aberta, resultando em uma diferença no volume do reservatório, que diminuía lentamente. 
Então nos lembramos da influência dos vazamentos em tubulações, pois de certa forma, o 
comportamento seria parecido, o hidrômetro da bancada indicava o volume que atravessava a 
tubulação, porém no reservatório, o volume estava menor. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
FOX, ROBERT W, McDONALD. Introdução à mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 
2008. 
 
ALUNO: Gilney de Freitas RA: 1099813 
PÓLO: Parauapebas - PA 
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 8ª Etapa 
DATA: 05/11 /2019 CARGA HORÁRIA: 2 h 
DISCIPLINA: Fenômenos de Transporte 
PROFESSOR: Amanda Gil 
 
QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA 
PRATICA LABORATORIAL Nº: 918079-2 
MEDIÇÃO DE VAZÃO ATRAVÉS DO 
TUBO VENTURI 
C.H.: 
2h 
DATA: 
05/11/2019 
INTRODUÇÃO: 
O tubo de Venturi foi proposto, por volta de 1797, pelo italiano Giovanni Battista Venturi, a partir da 
observação do escoamento em canais. Entretanto, uma forma utilizável de tubo de Venturi só foi 
fabricada por Herschel, no ano de 1887. Esse tubo consiste num dispositivo para medir a velocidade 
de escoamento de um fluido através de um tubo. É formado por duas secções adelgaçadas de um tubo 
ligadas por uma garganta estreita. A velocidade do fluido na garganta aumenta e a pressão diminui. 
Ligando um manômetro às duas seções do tubo, pode ser medida a diminuição de pressão e, em 
seguida, pode-se calcular a velocidade do fluxo através da garganta. 
OBJETIVOS: 
• Conhecer e comparar o funcionamento de alguns tipos de medidores de vazão. 
• Aprender a determinar o coeficiente de descarga de diferentes medidores de vazão. 
MATERIAL: 
Item Quant. Descrição 
1 1 Tubo de Venturi – Instalado na bancada Assimile 
2 1 Manômetro (Indisponível) 
 
Observação: A bancada Assimile possui 4 pontos para medição de pressão e um display para 
exibição do valor lido. 
METODOLOGIA: 
 
a) Garantir que apenas as válvulas mostradas na (Figura 3 do roteiro) estejam abertas. 
 
b) Conectar o tubo de Venturi (figura 4 do roteiro) no conector P4 da estação de medidas; 
 
 Figura 3 - Tubo de Venturi 
 
 
Figura 4 - Mangueiras do tubo de Venturi conectadas ao ponto P1 
c) Ligar as duas bombas; 
 
 Figura 5 - IHM que permite ligar as bombas 
 
d) Configurar a estação de medidas para contar 30 segundos, conforme Figura 5 (roteiro). 
 
e) Quando a contagem iniciar, monitorar a vazão com a estação de medidas pelo Tubo de Venturi. 
Seguir a configuração da Figura 6 (roteiro). Anotar o valor contido na monitoração na Tabela 3 
(roteiro). 
 
f) Enquanto a contagem é realizada, monitorar a diferença de pressão no tubo de Venturi usando a 
estação de medidas, conforme Figura 7 (roteiro). Anotar o valor medido na Tabela 3 (roteiro). 
g) Após a contagem, medir o nível do tanque e calcule pelo método da vazão direta a vazão. Anotar 
os dados na Tabela 3 (roteiro). 
h) Repetir os procedimentos anteriores até preencher totalmente a Tabela 3 (roteiro). 
 
 Figura 6 - Tabela 3 do roteiro totalmente preenchida 
i) Calcular o valor da vazão Q usando as equações 1 e 2. Para cada ensaio, anotar o resultado na 
Tabela 4 (roteiro). 
j) Calcular a velocidade do fluído pela tubulação usando as equações 3 e 4. Para cada ensaio, anotar o 
resultado na Tabela 4 (roteiro). 
k) Calcular a vazão usando a equação 5. Para cada ensaio, anotar o resultado na Tabela 4 e comparar 
com o resultado medido pela estação de medidas. 
 
 Figura 7 - Tabela 4 do roteiro 2 totalmente preenchida 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
a) Os resultados finais da análise de dados devem ser relatados em tabelas, gráficos ou outras 
figuras, acompanhados do memorial de cálculo que foi realizado no experimento prático para que 
possa ser formado uma base de discussão dos resultados. Dessa forma, esta seção deve conter os 
resultados obtidos durante a realização da atividade prática (dados numéricos organizados 
individualmente numa tabela ou em forma gráfica, bem como as imagens, fotografias e esboços, 
dentre outros recursos apropriados a expor os resultados). 
 
 
 Figura 8 - Resultados obtidos durante os ensaios 
 
 Figura 9 - Resultados obtidos durante ensaios 
 
 Figura 10 - Cálculos relativos ao 1º ensaio 
 
 
 Figura 11 - Cálculos relativos ao 2º ensaio 
 
 Figura 12 - Cálculos relativos ao 3º ensaio 
 
 
 
 Figura 13 - Cálculos relativos ao 4º ensaio 
 
CONCLUSÃO: 
Essa prática proporcionou uma maior familiarização com a estação de medidas da bancada assimile, 
exigiu que fizéssemos várias conversões de unidades de medidas, para que pudéssemos realizar os 
cálculos. 
De modo conclusivo, ficou claro que com as variações nos tempos, os itens: Pressão, vazão e 
velocidade do fluido mantiveram-se praticamente constantes, observando-se variação apenas no nível 
e volume do reservatório. 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
FOX, ROBERT W, McDONALD. Introdução à mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 
2008. 
 
ALUNO: Gilney de Freitas RA: 1099813 
PÓLO: Parauapebas - PA 
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 8ª Etapa 
DATA: 19/11/2019 CARGA HORÁRIA: 2h 
DISCIPLINA: Fenômenos de Transporte 
PROFESSOR: Amanda Gil 
 
QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA 
PRATICA LABORATORIAL Nº: 918079-3 
 PERDA DE CARGA EM CURVA DE 45º; 
PERDA DE CARGA UNITÁRIA E PERDA 
DE CARGA INDUZIDA 
C.H.: 
2h 
DATA: 
19/11/2019 
INTRODUÇÃO: 
A perda de carga pode ser distribuída ou localizada, dependendo do motivo que a causa. A Perda de 
Carga Localizada, é causado pelos acessórios de canalização, isto é, as diversas peças necessárias 
para a montagem da tubulação e para o controle do fluxo do escoamento, que provocam variação 
brusca da velocidade, em módulo ou direção, intensificando a perda de energia nos pontos onde estão 
localizadas, sendo por isso conhecidas como perdas de carga localizadas. O escoamento sofre 
perturbações bruscas em pontos da instalação tais como em válvulas, curvas, reduções, etc. 
OBJETIVOS: 
• Observar, para diferentes valores de vazão, as perdas de carga resultantes em conexões do tipo 
curva 45º. 
• Determinar a perda de carga em tubulação com carga induzida através de rosca interna, e 
comparar com a perda em conduto liso de mesmo diâmetro. 
• Comparar os resultados obtidos experimentalmente de perda de carga com aqueles previstos 
em teoria. 
MATERIAL: 
Item Quant. Descrição (bancada Mlab ou Assimile) 
1 1 Curva de 45º (já instalada na bancada Mlab ou Assimile) 
2 1 Quadro de pressões manômetros (já instalado na bancada Mlab ou Assimile) 
3 1 Trena 
4 1 Paquímetro 
 
 
METODOLOGIA: 
a) Garantir que apenas as válvulas necessárias ao experimento estejam abertas e, em seguida, seguir 
os procedimentos seguintes. 
b) Conectar os pontos de medição de pressão(figura 3 - Roteiro) no conector P1 da estação de 
medidas. 
 
 Figura 14 - Pontos de medição conectados a estação de medição 
c) Ligar uma bomba. 
d) Medir o diâmetro da tubulação. 
 Diâmetro Externo: Ø = 25 mm / Diâmetro Interno: Ø = 21,6 mm 
e) Configurar a estação de medidas para contar 30 segundos. 
f) Enquanto a contagem é realizada, monitorar a diferença de pressão na curva usando a estação de 
medidas. Anotar o valor medido na Tabela 4 (Roteiro). 
g) Enquanto a contagem é realizada, monitorar a diferença de pressão no tubo de Venturi usando a 
estação de medidas conforme figura 7 (Roteiro). Anotar o valor medido na Tabela 4 (Roteiro). 
h) Após a contagem, verificar o nível do tanque usando a régua graduada contida nele. Anotar o valor 
medido na Tabela 4 (Roteiro). 
i) Repetir os procedimentos anteriores até preencher totalmente a Tabela 4 (Roteiro). 
 
 Figura 15 – Tabela 4 do roteiro três totalmente preenchida. 
j) Calcular o valor da vazão Q usando as equações 1 e 2. Anotar o resultado na Tabela 5 (Roteiro) 
para cada ensaio. 
 
k) Calcular a velocidade do fluído pela tubulação usando as equações 3 e 4. Anotar o resultado na 
Tabela 5 (Roteiro) para cada ensaio. 
l) Calcular o coeficiente de perda de carga usando a equação 5. Anotar o resultado na Tabela 5 para 
cada ensaio. 
 
 Figura 16 - Tabela 5 do roteiro três totalmente preenchida 
m) Trocar o ponto de medição de pressão conforme Figura 6 (roteiro). 
 
 Figura 17 - Ponto de medição alterado 
n) Refazer os procedimentos anteriores e preencher as Tabelas 6 e 7 (roteiro). 
 
 Figura 18 - Tabela 6 do roteiro três totalmente preenchida 
 
 
 
 Figura 19 - Tabela 7 do roteiro três totalmente preenchida 
o) Demonstrar no relatório a memória de cálculo manuscrita, legível e de forma organizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
a) Os resultados finais da análise de dados devem ser relatados em tabelas, gráficos ou outras 
figuras, acompanhados do memorial de cálculo que foi realizado no experimento prático para que 
possa ser formado uma base de discussão dos resultados. Dessa forma, esta seção deve conter os 
resultados obtidos durante a realização da atividade prática (dados numéricos organizados 
individualmente numa tabela ou em forma gráfica, bem como as imagens, fotografias e esboços, 
dentre outros recursos apropriados a expor os resultados). 
 
 
 
 Figura 20 - Cálculos do primeiro experimento 
 
 
 
 
 
 
 Figura 21 - Cálculos do segundo experimento 
 
 Continua... 
 
 
 Figura 22 - Cálculo do terceiro experimento 
 
 Figura 23 - Cálculos do quarto experimento 
 
 Figura 24 - Cálculos do quinto experimento 
 
 Continua... 
 
 
 Figura 25 - Cálculos do sexto experimento 
 
 Figura 26 - Cálculos do sétimo experimento 
 
 
 Figura 27 - Cálculos do oitavo experimento 
CONCLUSÃO: 
Experimentos realizados para verificação da existência do coeficiente de perda de carga na tubulação, 
causada por curvas de 45º. 
Mesmo com a vazão constante, conseguimos concluir que o coeficiente de perda de carga é 
diretamente proporcional à vazão que passa por uma tubulação, já que a vazão está relacionada de 
modo direto com a velocidade do fluido na tubulação. 
Com a vazão constante o coeficiente se manteve basicamente igual, observamos também que a 
velocidade comportou-se com variações quase que desprezíveis. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
FOX, ROBERT W, McDONALD. Introdução à mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 
2008. 
 
ALUNO: Gilney de Freitas RA: 1099813 
PÓLO: Parauapebas - PA 
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 8ª Etapa 
DATA:19 /11/2019 CARGA HORÁRIA:2 h 
DISCIPLINA: Fenômenos de Transporte 
PROFESSOR: Amanda Gil 
 
QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA 
PRATICA LABORATORIAL Nº: 919063-5 
 MEDIÇÃO DE VAZÃO ATRAVÉS DA 
PLACA DE ORIFÍCIO 
C.H.: 
2h 
DATA: 
19/11/2019 
INTRODUÇÃO: 
A placa de orifício é um dispositivo de fabricação e instalação bastante simplificadas. É constituída 
por uma estrutura composta unicamente por uma placa perfurada, instalada de forma transversal ao 
escoamento. Tem baixo custo, ausência de partes móveis e pouca manutenção. Por essas razões, de 
todos os elementos primários inseridos em uma tubulação para gerar uma pressão diferencial (e assim 
efetuar medição de vazão), a placa de orifício é o mais simples, de menor custo e, portanto, o mais 
empregado. 
OBJETIVOS: 
• Comparar os resultados da medição da vazão através da placa de orifício e através do método 
direto; 
• Comparar funcionamento de alguns tipos de medidores de vazão e determinar seus 
coeficientes de descarga. 
MATERIAL: 
Item Quant. Descrição (bancada Mlab ou Assimile) 
1 1 Placa de orifício (já instalada na bancada Mlab ou Assimile) 
 
 
METODOLOGIA: 
 
a) Garantir que apenas as válvulas da figura 2 (roteiro) estejam abertas e siga os seguintes 
procedimentos. 
b) Conectar a placa de orifício (figura 3 – roteiro) no conector P3 da estação de medidas. 
 
 Figura 28 - Imagem da tomada de pressão na placa de orifício 
 
 
 Figura 29 - Conexão ao ponto P3 da Estação de Medição 
c) Ligar as duas bombas. 
d) Configurar a estação de medidas para contar 30 segundos conforme figura 4 (roteiro). 
e) Quando a contagem iniciar, monitorar a vazão com a estação de medidas pela placa de orifício. 
Seguir a configuração da figura 5 (roteiro). Anotar o valor contido na monitoração na Tabela 1 
(roteiro). 
f) Após a contagem, medir o nível do tanque e calcular a vazão pelo método da vazão direta (variação 
de volume do reservatório dividida pelo tempo). Anotar os dados na Tabela 1 (roteiro). 
g) Repetir os procedimentos anteriores até preencher totalmente a Tabela 1 (roteiro). 
 
 Figura 30 - Tabela totalmente preenchida com dados dos ensaios 
h) Demonstrar no relatório a memória de cálculo manuscrita, legível e de forma organizada. 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
a) Os resultados finais da análise de dados devem ser relatados em tabelas, gráficos ou outras 
figuras, acompanhados do memorial de cálculo que foi realizado no experimento prático para que 
possa ser formado uma base de discussão dos resultados. Dessa forma, esta seção deve conter os 
resultados obtidos durante a realização da atividade prática (dados numéricos organizados 
individualmente numa tabela ou em forma gráfica, bem como as imagens, fotografias e esboços, 
dentre outros recursos apropriados a expor os resultados). 
 
 
 Figura 31 - Reservatório totalmente vazio 
 
 
 Figura 32 - Cálculos relativos ao quarto roteiro 
CONCLUSÃO: 
Prática que mostrou a importância dos instrumentos de medição dentro de processos, no caso da placa 
de orifício, nas medições de vazão que fluem por condutos, ficou claro que existe uma diferença entre 
o valor calculado e o valor medido pela estação de medição, houve mais uma vez necessidade de 
exercitar as conversões de unidades de medida. 
Dessa forma, concluímos as atividades propostas como práticas dessa matéria, esses momentos 
trouxeramnovos conceitos, novas perspectivas, novos conhecimentos, bem como, nos colocou diante 
de situações que expuseram algumas de nossas dificuldades com manejo de valores com várias 
grandezas envolvidas. Por fim, fica o aprendizado, resultante das demonstrações, fórmulas e 
explicações, como também das dificuldades. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
FOX, ROBERT W, McDONALD. Introdução à mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 
2008.

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