Prova de DIREITO PROCESSUAL PENAL APLICADO
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Prova de DIREITO PROCESSUAL PENAL APLICADO


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Disciplina: DIREITO PROCESSUAL PENAL APLICADO 
	AV
	
	
	
	
	
	 16/06/2020 15:38:26 (F) 
			Avaliação:
9,0
	Nota Partic.:
	Av. Parcial.:
2,0
	Nota SIA:
10,0 pts
	 
		
	DIREITO PROCESSUAL PENAL APLICADO
	 
	 
	 1.
	Ref.: 815124
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	No Brasil, segundo a maioria dos doutrinadores, vige o sistema processual penal do tipo acusatório. São características deste sistema processual penal
		
	
	o sigilo absoluto do inquérito policial, a publicidade dos atos processuais e o duplo grau de jurisdição.
	 
	a igualdade das partes, o contraditório e a publicidade dos atos processuais.
	
	a absoluta separação das funções de acusar e julgar, a publicidade dos atos processuais e a inexistência da coisa julgada.
	
	a a imparcialidade do julgador, a flexibilização do contraditório na medida da necessidade para reconstrução da verdade real e a relativização do duplo grau de jurisdição.
	
	o sigilo das audiências, a imparcialidade do julgador e a vedação ao duplo grau de jurisdição.
	
	
	 2.
	Ref.: 983937
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	O Supremo Tribunal Federal consagrou, em 05 de outubro de 2016, que o Judiciário pode mandar prender os réus antes mesmo de esperar o trânsito em julgado da condenação. Por maioria de votos, o STF autorizou o recolhimento à prisão a partir do julgamento em segunda instância, utilizando como argumento, dentre outros, a morosidade do judiciário brasileiro, o que violaria decisões do STF que consagraram o princípio da vedação à proteção ineficiente. Com base nestas informações, responda: A DECISÃO PROLATADA PELO STF E DEMONSTRADA NO TEXTO RELATIVIZA QUAL DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS ABAIXO ?
		
	 
	Princípio da Presunção de Inocência;
	
	Princípio da Vedação à Autoincriminação;
	
	Princípio do Contraditório.
	
	Princípio da Igualdade das Partes;
	
	Princípio da Ampla Defesa;
	
	
	 3.
	Ref.: 2960963
	Pontos: 0,00  / 1,00
	
	O inquérito policial
		
	
	poderá ser iniciado nos crimes de ação penal pública condicionada sem a representação do ofendido.
	 
	não poderá ser instaurado por requisição do Ministério Público.
	 
	poderá ser instaurado mesmo se não houver nenhuma suspeita quanto à autoria do delito.
	
	pode ser arquivado pelo Delegado Geral de Polícia.
	
	só poderá ser instaurado para apurar crimes de ação pública.
	
	
	 4.
	Ref.: 941602
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	O Juiz de Direito da comarca de Dourados-MS ao receber determinado processo penal para a prolação da sentença de mérito verificou a necessidade em colher depoimento de pessoa não arrolada pelas partes considerando que os fatos colocados em debates não se apresentavam perfeitamente esclarecidos. Nesta hipótese:
		
	 
	o compromisso do magistrado é com o núcleo do princípio da verdade real e, como tal, tem liberdade na colheita da prova mesmo não requerida pelas partes em contenda.
	
	por ser o magistrado mero espectador do processo não pode o mesmo quebrar a sua imparcialidade na busca de prova necessária ao esclarecimento do fato penal;
	
	é legalmente vedado ao magistrado produzir prova não requerida pelas partes que compõem a relação processual;
	
	o valor da prova acusatória prevalece sobre a prova da defesa. Diante disto, referida conclusão deve nortear a liberdade do magistrado quando do julgamento de mérito.
	
	na hipótese de proceder na colheita da prova em espécie e a mesma servir de base para a condenação há entendimento uniforme e previsto em Súmula Vinculante que sendo a sentença condenatória a mesma será tida como nula de pleno direito;
	
	
	 5.
	Ref.: 2960985
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	Com base nos dispositivos legais atinentes a provas ilícitas, interceptações telefônicas, juízes, citações e intimações, assinale a opção correta.
		
	
	Nos juízos coletivos, poderão servir no mesmo processo os juízes que forem parentes, em linha colateral, de segundo grau.
	
	No CPP, é prevista, conforme redação dada pela Lei n.º 11.719/2008, a intimação por hora certa, mas não a citação por hora certa, de modo que esta somente é cabível no processo civil, e não no processo penal.
	 
	Excepcionalmente, o juiz poderá admitir que o pedido de interceptação das comunicações telefônicas, uma vez presentes os pressupostos que o autorizem, seja formulado verbalmente, situação em que a concessão será condicionada à sua redução a termo.
	
	São inadmissíveis, no processo penal, as provas ilícitas, que devem ser desentranhadas dos autos, sendo, entretanto, admissíveis em qualquer situação as provas derivadas das ilícitas.
	
	É possível a autorização judicial de interceptação de comunicações telefônicas, mesmo quando possível a comprovação, por outros meios, dos fatos a elas relacionados.
	
	
	 6.
	Ref.: 3037579
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	Em um determinado processo criminal, Mévio, acusado da prática de crime de homicídio, produz e apresenta uma prova ilícita. Considerando a situação hipotética enunciada, assinale a alternativa correta quanto à admissibilidade dessa prova.
		
	
	A prova não pode ser aceita, pois foi produzida pelo acusado.
	
	A prova deverá ser aceita servindo para comprovar a inocência de mévio e servir de meio para a condenação do verdadeiro criminoso como demonstrado nesta prova.
	
	A prova só poderia ser aceita se, mesmo produzida pelo acusado, tivesse sido obtida com autorização do juiz.
	
	A prova não pode ser aceita, pois está contaminada pela ilicitude.
	 
	A prova deve ser aceita, mas apenas para inocentar o acusado.
	
	
	 7.
	Ref.: 1067461
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	(II Exame de Ordem Unificado) Em uma briga de bar, Joaquim feriu Pedro com uma faca, causando-lhe sérias lesões no ombro direito. O promotor de Justiça ofereceu denúncia contra Joaquim, imputando-lhe a prática do crime de lesão corporal grave contra Pedro, e arrolou duas testemunhas que presenciaram o fato. A defesa, por sua vez, arrolou outras duas testemunhas que também presenciaram o fato. Na audiência de instrução, as testemunhas de defesa afirmaram que Pedro tinha apontado uma arma de fogo para Joaquim, que, por sua vez, agrediu Pedro com a faca apenas para desarmá-lo. Já as testemunhas de acusação disseram que não viram nenhuma arma de fogo em poder de Pedro. Nas alegações orais, o Ministério Público pediu a condenação do réu, sustentando que a legítima defesa não havia ficado provada. A Defesa pediu a absolvição do réu, alegando que o mesmo agira em legítima defesa. No momento de prolatar a sentença, o juiz constatou que remanescia fundada dúvida sobre se Joaquim agrediu Pedro em situação de legítima defesa. Considerando tal narrativa, assinale a afirmativa
		
	
	e) Nenhuma das alternativas anteriores.
	
	a) O ônus de provar a situação de legítima defesa era da defesa. Assim, como o juiz não se convenceu completamente da ocorrência de legítima defesa, deve condenar o réu.
	
	b) O ônus de provar a situação de legítima defesa era da acusação. Assim, como o juiz não se convenceu completamente da ocorrência de legítima defesa, deve condenar o réu.
	
	d) Permanecendo qualquer dúvida no espírito do juiz, ele está impedido de proferir a sentença. A lei obriga o juiz a esgotar todas as diligências que estiverem a seu alcance para dirimir dúvidas, sob pena de nulidade da sentença que vier a ser prolatada.
	 
	c) O ônus de provar a situação de legítima defesa era da defesa. No caso, como o juiz ficou em dúvida sobre a ocorrência de legítima defesa, deve absolver o réu.
	
	
	 8.
	Ref.: 988691
	Pontos: 1,00  / 1,00
	
	FUNIVERSA - 2015 - PC - DF - Perito Médico - Legista No que se refere às perícias em geral, assinale a alternativa correta.
		
	
	Quando a infração deixar vestígios, será dispensável o exame de corpo de delito.
	 
	Nos crimes cometidos com destruição ou rompimento de obstáculo, subtração da coisa, ou por meio de escalada, os peritos, além de descrever os vestígios, devem indicar com que instrumentos, por que meios e em que época presumem ter sido o fato praticado.
	
	É vedado às