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Dentística- resumo

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a área plana e localização das cristas: quanto maior a área plana o dente aparenta ser mais curto e largo; quanto menor a área o dente aparenta ser comprido e estreito.
- Cor: Técnica de clareamento; facetas/laminados. (Quanto mais claro, aparenta ser + alto e largo.)
 -Textura de superfície: Detalhe anatômico superficial, confecção dos sulcos proximais (jovens apresentam mais)
2) Fatores relacionados aos dentes vizinhos
- Proporcionalidade: Depende da relação altura/largura e alinhamento. Proporção áurea = 0,618 (divide parte maior pela menor). É feito com o compasso binário.
-Relação de contato: As relações se deslocam para cervical no sentido distal
-Ameias incisais: se alargam no sentido distal
IC- IC = Ameia corresponde a ¼ da medida da ameia até a papila
IC- IL = ameia corresponde a 1/3 da medida da ameia até a papila
IL- C= ameia corresponde a ½ da medida da ameia até a papila.
-Simetria ou equilíbrio: sempre optar pelo EQUILÍBRIO
3) Fatores genéricos: Tipos de lábio e sorriso; linha do sorriso; linha de fala e linha média.
→Complexo dentino-pulpar: Qualquer terapia que minimize a injuria a este tecido pela proteção dos efeitos nocivos de agentes físicos, químicos e bacterianos.
Proteger as paredes pulpares e axiais!
Função da proteção: estimular a recuperação das funções biológicas da polpa; estimular o processo reparativo do tecido pulpar; estimular a formação da dentina terciaria; inibe ou diminuiu infiltração das bactérias. 
Inervação pulpar:
-Fibras nervosas tipo A (mielínicas) :produz dor aguda e declínio rápido a remoção do estimulo; vitalidade pulpar.
-Fibras nervosas tipo C (amielinicas): produz dor latente e declínio lento, indica inflamação pulpar severa.
→Diagnóstico das alterações pulpares:
1) Característica da dor:
- Condição do aparecimento: provocada ou espontânea
- Duração: rápida ou lenta
- Frequência: intermitente ou continua
- Sede: localizada ou difusa
2) Exame físico: cárie, inchaço, fistula, mobilidade, palpação, percussão (bater com cabo de espelho na oclusal. VERTICAL= indica tratamento endodôntico; HORIZONTAL= doença periodontal)
3) Exame radiográfico: O diagnóstico NÃO pode ser apenas baseado com o rx.
Alterações pulpares de origem inicias e necrose pulpar sem lesão não são observáveis na radiografia.
Espessamento de lamina dura é indicativo de inflamação pulpar.
→Diagnóstico das pulpopatias:
1) Polpa normal: dente assintomático; resposta de curta duração e intensidade moderada aos teste de vitalidade pulpar; ausência de dor ao teste de percussão; lâmina dura intacta.
2) Polpa alterada por processo inflamatório: “pulpite”, polpa provoca DOR 
-Pulpite reversível: dor é PROVOCADA; declínio rápido; agudo e localizado. Quando exposto apresenta sangramento ao toque, sangramento normal de fácil estancamento, vermelho vivo e resistente ao corte.
Tratamento:
Remoção do fator etiológico;
Proteção pulpar adequada indireta =capeamento pulpar indireto ou tratamento expectante; Direta= capeamento direto, curetagem pulpar ou pulpotomia.
Cavidade muito profunda sem expor a polpa: tratamento expectante, terapia pulpar indreta ou capeamento pulpar indireto.
Proteção pulpar indireta:
-No tratamento expectante, após 90 dias retira todo civ e faz a restauração.
-No capeamento pulpar, após 60 dias, rebaixa o CIV e faz restauração em cima.
- Em ambos, NÃO há contato com a polpa e é retirado a dentina infectada e deixa dentina CONTAMINADA nas paredes de fundo.
Proteção pulpar direta: indicado quando HÁ exposição da polpa
Matérias para tratamento: hidróxido de cálcio pasta (Ph alto, efeito bactericida e bacteriostático) ou pó ou MTA (estimula a formação de dentina esclerosa, reparadora, apresenta melhor propriedade mecânica).
OBS: não se usa sistema adesivo por causa da necrose pulpar (+ toxicidade).
Capeamento pulpar direto: cavidade que houve exposição pulpar SEM contaminação e SEM tecido cariado.
1° Radiografia
2°teste de vitalidade
3°anestesia
4°isolamento
5°remove dentina infectada
6°
 Limpeza c/ hidrox. Cálcio
7° aplica otosporin
8°aplica do pó ou pasta de hidrox. Cálcio
9°forrado-cim hidrox. cálcio
10°matriz de base-civ
11°checa oclusão
Curetagem pulpar: caso de exposição pulpar COM contaminação. Remoção parcial da polpa na área de exposição.
1) radiografia
2) vitalidade pulpar
3) anestesia
4) isolamento
5) remoção dentina infectada
6) Amplia orifício de exposição
7) avalia tecido pulpar
8) irrigação com soro
9) hemostasia com bola de algodão
10) aplica otosporin 10 min
11) lava c/ sol. Hidrox cálcio
12) Aplicar Pó ou pasta de Ca (OH)2
13) aplicar cim de Ca(OH)2
14) material de base- CIV
Aguardar 90dias, não tendo relato de dor pelo pc, realizar procedimento.
Pulpotomia: remoção da polpa coronária, preservando vitalidade da polpa radicular. 
Técnica imediata (restaura no mesmo dia)
1° anestesia
2° isolamento
3°remove dentina cariada
4°remove teto da câmara pulpar
5° excisão da polpa coronária
6° lavar com soro
7° hemostasia e secagem c/ BAE
8° aplicar otosporin por 10 min
9° aplicar hidrox de cálcio puro ou MTA
10° aplicar cim de Ca (OH)2
11° aplicar CIV
Técnica mediata: passos iguais ao imediato até a aplicação do otosporin. O medicamento fica 72 horas, na 2ª sessão faz a restauração.
Pulpite transicional: dor espontânea de declínio lento. Dor é desencadeada pelo frio/calor.
O analgésico faz efeito. Tratamento conservador ou tratam. Endodôntico.
Prognostico duvidoso com possível agravamento do quadro submetido ao tratamento conservador
Pulpite Irreversível: Dor espontânea, continua e difusa. Quando exposta apresenta vermelha rubro, pastoso, sem resistência ao corte. Dor NÃO sede com analgésico, pode ocorrer hiperplasia da polpa = pólipo pulpar. Tratamento endodôntico
3) Polpa necrosada: ausência de dor, exceto com teste térmico de calor.
Proservação: em caso de dor espontânea, fazer tratamento endodôntico. Em caso de dor provocada após a terapia clinica instituir o analgésico + anti-inflamatório por 3 dias.
- Exames radiográficos: observar se há formação de ponte dentária; ausência de rarefação de lâmina dura no Periápice.
- Cuidados: não aplicar anestesia intrapulpar em casos de pulpite reversível; não lavar a cavidade com hipoclorito de sódio, usar clorexidina, soro ou água de cal.
→Oclusão:
1) Posições mandibulares:
a) Relação Centrica (RC): posição fisiológica reproduzível, que independe de contato oclusal e é de extrema importância no diagnóstico de problemas oclusais. Posição + superior e anterior que os côndilos podem assumir na cavidade, apoiados no disco articular e estabilizados por músculos e ligamentos.
b) Máxima intercuspidação habitual (MIH): posição mandibular decorrente da relação entre os dentes dos 2 arcos e é onde ocorre maior número de contato dentários. Os côndilos NÃO estão em RC. Posição variável, não é posição patológica.
c) Relação de oclusão Centrica (ROC): É onde ocorre maior número de contato dentinarios com os côndilos posicionados em RC (RC= MIH). Não existe contato prematuro, estabilidade oclusal. A RC é determinada e mantida pelos músculos, ligamento e disco, portanto não é uma posição rígida.
2) Movimentos mandibulares:
a) Lado de trabalho: lado para qual a mandíbula se movimenta, onde as cúspides com o mesmo nome se relacionam, guia canino e função em grupo.
b) Lado de balanceio: lado oposto ao lado de trabalho, onde as cúspides adotam uma relação de alinhamento.
c) Protusão: guia anterior ou incisal: os dentes anterior inf. Deslizam pela concavidade palatina dos dentes anteriores sup, desocluindo os posteriores,
-Oclusão mutuamente protegida: RC= MIH, contatos bilaterias simultâneos, relação oclusal tipo cúspide-fossa, guia anterior bem definida; durante a protusão os dentes posteriores desocluem.
- Interferência oclusal (contato prematuro): contatos oclusais que produzem desvio na mandíbula durante o fechamento para a MIH ou que impedem o suave deslize mandibular nos movimentos laterais e protusivos.
Fisiológico: não promove nenhuma alteração as estruturas do sistema estomatognático
Patogênico: promove alterações.
Manifestações