A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
16 pág.
Dentística- resumo

Pré-visualização | Página 4 de 6

clinicas e radiológicas de contato prematuro patogênico: síndrome de dor e disfunção miofacial; bruxismo; aumento da mobilidade dentária; diastemas; facetas de desgaste; fratura de raízes/ coroas/restaurações; reabsorções radicular; pulpite; necrose pulpar.
→Ajuste oclusal:
1) Ajuste oclusal em dentes posteriores:
a) Antes da restauração: Pedir para o paciente morder na posição habitual, observando se os dentes estão em intercuspidação máxima. Colocar uma tira de papel celefone entre os pares dos dentes anteriores e posteriores ao dente que receberá a restauração (MIH). Demarcar os contatos com o papel carbono em MIH e RC.
b) Após a restauração: Observar se o contato RC e MIH são os mesmo. Observar lado de trabalho e balanceio e ver se a guia de desoclusão não foi alterada. Evitar estabelecer contatos oclusais na interface dente-restauração. Ajuste em protusão.
2) Ajuste oclusal em dentes anteriores:
a) Antes da restauração: demarcar o contato em MIH. Verificar os dentes em que ocorrem guia anterior e lateral. Verificar a presença de desgaste dental. Com o papel celofane entre os pares de dentes contíguos e verificar a intensidade de contato.
b) Após a restauração: Repetir o procedimento com celofane. Verificar se nos movimentos protusivos e lateral, o dente não interfere guias desoclusais. Corrigir borda incisal quanto a forma e comprimento do dente. Evitar que ocorra contato na interface dente- restauração.
LEMBRETES:
- Contração da RC: estresse mecânico = pode causar falhas marginais; infiltração; manchamento; recidiva de cárie e alterações pulpares.
- Necessidade do jato de ar: após desempenharem seu papel, os solventes devem ser evaporados ao máximo possível, pois podem trazer prejuízo a união adesiva. Aumenta pressão de vapor do solvente, maior a umidade necessária na dentina para promover uma adesão eficaz.
- Otosporin: Ação anti-inflamatória e antibacteriana. Serve para hemostasia, estimula a reparação por tecido mineralizado; elimina microrganismo e impede a proliferação deles.
- Hibridização: formação da camada hibrida na dentina (quando aplica o sistema adesivo sobre a dentina, joga um jato de ar = evapora solvente do adesivo, penetrando nos túbulos odontoblasticos, formando a camada hibrida. Se não for realizado certo pode causar falhas e trincas.
→Restauração em dentes fraturados:
-Grupo I: criança/ adolescente em que a fratura ocorreu por trauma
- Grupo II: adulto; amplas restaurações e/ ou lesão de cárie.
Remanescente: o que sobrou na boca. Fragmento: a parte que foi quebrada (pedaço do dente; é melhor do que restaurar)
- Tática operatória: 
1° Seleção de cor do material restaurador
2° Isolamento
3° Preparo do dente
4° proteção
5° condicionamento ácido
6° aplica e polimeriza sistema adesivo (hibridização)
7° seleção, instalação e estabilização da matriz
8° Inserção e polimerização da RC
9° Ajuste oclusal
10° acabamento e polimento (2 a 3 dias)
11° controle pós operatório
OBS: proteger a última camada com vaselina para impedir a entrada de oxigênio que atrapalha a hibridização.
O fragmento para poder ser utilizado deve ser colocado em local úmido. Para a colagem deve leva-lo em posição, aplicar adesivo no remanescente e no fragmento e aplicar RC. Coloca na posição e polimeriza por V e L após isso acrescenta RC entra a junção e faz o acabamento necessário.
→Tipos de retenção:
1) Pino rosqueado em dentina: em dente vital. Localizado entre a polpa e a superfície externa, paralela à superfície externa do dente, 1 pino por cúspide ausente, colocado na ares doas ângulos. Técnica: orifício guia broca ½, orifício com broca própria, inserção do pino manualmente ou baixa rotação, inclinação do pino.
2) Pino cimentado em dentina: NÃO é comercializado. P/dente vital; cimentação adesiva.
3) Pino intracanal: Indicado para dente tratado endo.; pinos pré fabricado; metal; cerâmica; fibra de vidro; fibra de carbono. Técnica: preparo do conduto com broca de largo ou gates; seleciona o pino (+ comprimento, + retenção – probabilidade de fratura, deixar 5 mm do selamento apical). Agente cimentante: CIV, cimento resinoso, cimento fosfato de zinco. Cimentação com broca de lentulo ou seringa centrix; travamento do pino. Comprimento: manter no selamento do canal de 3 a 5 mm. Restauração: RC ou Ag.
4) Amalgapin: indicado para dente vital; elimina o uso de pinos e facilita o procedimento. Vantagem: dente com coroa curta, custo baixo. Técnica: orifício em dentina, posicionado na base de cúspide ausente, broca 1156, 1157,1158, 330 e 245, profundidade de 1,2 ou 3mm, chanfrado na embocadura com broca carbide n°4 ou 5.
Amalgama em adesivo: reforço da estrutura dental enfraquecida devida a união química ou mecânica dos materiais intermitentes com estrutura dental. Restauração extensa de dentes com altura gengivo-oclusal reduzida. Materiais: ionômero de vidro; resina para cimentação ou sistema adesivo quimicamente ativado.
Amalcon: é indicado para Cl II extensa cervicalmente, onde não existe esmalte, a fim de que com a utilização do Ag nessa região, ocorra um melhor selamento marginal. Junção amalcon é melhor que resina-dente.
→Clareamento dental.
A concentração e o tempo de utilização depende da causa.
A alteração de cor pode ser por motivos:
↪ Extrínseca: ingestão de alimentos com corantes por muito tempo; fumo; acumulo de placa; uso de medicamento. É possível remover com profilaxia.
↪ Intrínseca: Fluorose, tetraciclina, trauma, má formação de tecidos... Remove apenas com clareamento.
	Alterações
	Característica
	Causa
	Tratamento 
	Fluorose
	Mancha branca na incisal podendo chegar a manchas castanhas
	Ingestão excessiva de flúor durante a formação do dente
	Leve: clareamento dental.
Moderada: micro abrasão/clareamento.
Severa: clareamento + faceta
	Tetraciclina
	Cor do dente é dividida por bandas de tonalidade acinzentada
	Ingestão excessiva de medicamentos durante a formação do dente.
	Leve: clareamento
Moderada: clareamento+ faceta.
Severa: clareamento a longo prazo e/ou restauração.
	Trauma
	O dente apresenta cor rose até marrom escura
	Trauma do elemento
	Endo + clareamento dental.
- Alteração dental e possibilidade de tratamento prévio:
1) Trinca e fissura: selar com sistema adesivo auto condicionante ou bochecho com flúor
2) Lesão cervical não cariosa: aplicação tópica ou bochecho com flúor; pasta dessensibilizante; selamento com sistema adesivo; ou restauração com CIV, depois clareamento.
3) Dentina exposta por bruxismo: selar com sistema adesivo autocondicionate.
- Mecanismo de ação do gel clareador: o oxigênio difunde pelo esmalte/ dentina e penetra na cadeia molecular grande(macromolécula) da mancha, com isso, a molécula é quebrada em molécula menores que reflete + luz e aparentam assim uma cor mais clara.Peroxido de carbamida= + lenta, + tempo de contato com a superfície dentaria
Peroxido de hidrogênio puro= + rápido, - tempo de contato
*Varia o tempo de ACORDO COM A SENSIBILIDADE do pc
	Limiar de sensibilidade dental
	Técnica de clareamento
	- Sensibilidade nula ou baixa
	- Técnica caseira: 
Carbamida 10 a 16% → 4 a 8 h/dia
Hidrogênio 7,5 a 10% → 30 min a 1 hr/dia
- Técnica de consultório:
Hidrogênio 35 a 40%
	- Sensibilidade Média
	- Técnica caseira:
Carbamida 10 a 16% → 1 a 4 h/dia
Hidrogênio 3,5 a 6% → 15 min a 1 h/dia
	- Sensibilidade alta 
	-Técnica caseira:
Carbamida 10% → 1 a 4 h/dia
Hidrogênio 3,5 % → 15 a 30 min/dia
LIMITAÇÕES: dentina hipersensível, trinca visível, classe V e hábitos do paciente.
-Técnica caseira supervisionada:
1° Registro de cor dos dentes com a escala de cor
2° Moldagem e moldeira (alginato e gesso pedra)
3° Confecção da moldeira
4° Recorte e prova da moldeira
5° Instrução de uso
OBS: se houver sensibilidade dental ou irritação, devemos romper o clareamento, aplicar flúor, dentifrício fluoretado, dessensibilizante a base de potássio 10% por 10 min.
- Clareamento em consultório:
1° Registro de cor
2° Profilaxia
3° Instalar afastador bucal e proteção pc/profissional
4° proteger a gengiva com resina fluida (top dam) e fotopolimerizar por 20 seg
5°