Princípios da VM atual
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Princípios da VM atual


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Princípios da Ventilação 
Mecânica
Princípios de Princípios de 
Funcionamento
Profa Dra Carolina Fu
Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional- FMUSP
Alivio total ou parcial do trabalho respiratório 
através da reversão da hipoxemia, fadiga muscular, 
OBJETIVOS DA VENTILAÇÃO 
MECÂNICA
através da reversão da hipoxemia, fadiga muscular, 
acidose respiratória, redução do consumo de 
oxigênio, desconforto respiratório e permissão de 
terapêuticas específicas(hiperventilação)
\ufffd O\u2019Dwyer - 1887
\ufffd Fell - 1893
\ufffd Frenkner \u2013 1934: início da ventilação controlada 
mecânica através da invenção do Spiropulsatormecânica através da invenção do Spiropulsator
\ufffd 1930-1950 - epidemia
de poliomielite 
(EUA e Europa)
HISTÓRICOHISTÓRICO
(EUA e Europa)
\ufffd Pulmões de aço - Início em 1928 por Drinker e McKhann
\ufffd Respiradores do tipo couraça \u2013 desenvolvidos na 
primeira metade do século
\ufffd 1957 \u2013 lançamento do Bird Mark 7
\ufffd 1957 \u2013 lançamento do Bird Mark 7
\ufffd Década de 80 \u2013 início dos ventiladores \ufffd Década de 80 \u2013 início dos ventiladores 
microprocessados
\ufffd Década de 80 \u2013 início dos ventiladores 
microprocessados
INTUBAÇÃO TRANSLARÍNGEA
PRESSÃO POSITIVAPRESSÃO POSITIVA
VENTILAÇÃO VENTILAÇÃO 
MECÂNICAMECÂNICA
\ufffd\ufffdQUANTIDADE QUANTIDADE \u2013\u2013 VOLUMEVOLUME
\ufffd\ufffdVELOCIDADE VELOCIDADE \u2013\u2013 FLUXOFLUXO
EM UM SISTEMA EM UM SISTEMA 
FECHADOFECHADOFECHADOFECHADO
\ufffd\ufffdPRESSÃO RESULTANTEPRESSÃO RESULTANTE
MÚSCULO E VENTILAÇÃO
MECÂNICA RESPIRATÓRIA
PALVPALV
PALV
MECÂNICA RESPIRATÓRIA
PALV
MECÂNICA RESPIRATÓRIA
PALV
MECÂNICA RESPIRATÓRIA
PTOT PRES PEL= +
COMPLACÊNCIA
\u25ba\u25ba CAPACIDADE DE TRANSFORMAR VOLUME EM PRESSÃOCAPACIDADE DE TRANSFORMAR VOLUME EM PRESSÃO
Complacência pulmonar
\u25ba C= Volume / (Palv- PEEP) L/cmH2O
\u25ba Ex: PEEP= 5 cm H2O Vt= 0,50L 
PP= 15 cm H2OPP= 15 cm H2O
Csr= 0,50L/(15 \u2013 5) cm H2O = 0,05 L/cm H2O-
(50ml/cm H2O)
Nl= 60 a 100ml/cmH2O
RESISTÊNCIA
\u25ba A relação entre a diferença de pressão entre dois 
pontos de um tubo ou a via aérea , ee o fluxo através do 
mesmo.
PRESSÃO DE VIA AÉREA
Pmus + Pvent = V . R + VC
C
Paw = Pmus + Pvent
Pmus + Pvent = Pres + Pel
EQUAÇÃO DO MOVIMENTO
Pwa = Componente elástico + Componente resistivo
Componente Resistivo:
\ufffd Passagem de ar pelas vias aéreas
\ufffd Forças friccionais
Componente elástico:
\ufffd Tensão Superficial
\ufffd Complacência de caixa torácica
\ufffd Fibras de colágeno e elastina
\ufffd PressãoAbdominal
EQUAÇÃO DO MOVIMENTO
=Raw
\u2206P
V
Cst =
V
C
\u2206P
Ciclo Respiratório
Pode ser dividido em quatro fases:
\ufffd Mudança da fase expiratória para a fase inspiratória:
disparo do respirador
\ufffd Fase inspiratória: ocorre a insuflação dos pulmões \ufffd Fase inspiratória: ocorre a insuflação dos pulmões 
vencendo as propriedades elásticas e resistivas do 
sistema respiratório.
\ufffd Mudança da fase inspiratória para a fase expiratória:
ciclagem do respirador.
\ufffd Fase expiratória: esvaziamento dos pulmões que ocorre 
de forma passiva. 
Classificação dos Modos Ventilatórios
\ufffdVariável de controle:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Ventilação mandatória contínua\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Ventilação mandatória contínua
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Ventilação mandatória intermitente
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Ventilação espontânea contínua
Classificação dos Modos Ventilatórios 
\ufffdVentilação mandatória contínua:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo pelo ventilador \ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo pelo ventilador 
\ufffdVentilação mandatória contínua:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo combinado 
Classificação dos Modos Ventilatórios 
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo combinado 
\ufffdVentilação mandatória intermitente:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo pelo ventilador: IMV
Classificação dos Modos Ventilatórios 
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo pelo ventilador: IMV
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Disparo combinado: SIMV
\ufffdVentilação espontânea contínua:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Assistida pelo ventilador
Classificação dos Modos Ventilatórios 
\ufffdVentilação espontânea contínua:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Não assistida pelo ventilador
Classificação dos Modos Ventilatórios 
Volume Controlado
Volume Controlado
Volume Controlado
\ufffd Programação do aparelho
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Volume corrente
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Fluxo
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Tempo inspiratório ????\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Tempo inspiratório ????
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd FR
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd PEEP
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd FIO2
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Pausa inspiratória
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Pressão inspiratória ????
Pmus + Pvent = V . R + VC
C
Paw = Pmus + Pvent
Pmus + Pvent = Pres + Pel
Pressão Controlada
Pressão Controlada
Pressão Controlada
\ufffd Programação do aparelho
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Pressão inspiratória
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Tempo inspiratório 
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Fluxo ????
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd FR
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd PEEP
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd FIO2
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Pausa inspiratória ????
Pmus + Pvent = V . R + VC
C
Paw = Pmus + Pvent
Pmus + Pvent = Pres + Pel
Pressão de Suporte
Pressão de Suporte
Pressão de Suporte
Pressão de Suporte
\ufffd Programação do aparelho
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Pressão inspiratória
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd PEEP
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd FIO2
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Fluxo ????
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Tempo inspiratório ???
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd FR ???
Pressão Positiva Contínua nas
Vias Aéreas (CPAP)
Os ciclos respiratórios ocorrerão de forma 
espontânea sob uma pressão positiva tanto espontânea sob uma pressão positiva tanto 
na inspiração quanto na expiração.
Modos Ventilatórios
Qual o melhor?