A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
8 pág.
SOS História - Primeiro Reinado

Pré-visualização | Página 1 de 2

PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
PRIMEIRO REINADO 
1. Sobre o processo de 
Independência deflagrado no 
Brasil em 1822, que 
implementou o Primeiro 
Reinado, é possível dizer que: 
a) Dom Pedro antecipou-se à 
estratégia de seu irmão, D. 
Miguel, que também queria 
ser imperador do Brasil. 
b) foi um processo deflagrado 
no Brasil após a morte de D. 
João VI. 
c) foi um processo 
coordenado pelos 
revolucionários latino-
americanos, como Bartolomé 
Mitre e Simon Bolívar. 
d) foi um processo articulado 
por Napoleão Bonaparte, que 
fugiu da ilha de Santa Helena 
para o Brasil em 1819. 
e) foi um reflexo da Revolução 
Liberal do Porto (1820), que 
exigiu o retornou de D. João VI 
para Portugal. 
 
 
2. O reconhecimento da 
independência brasileira por 
Portugal foi devido 
principalmente: 
a) à mediação da França e dos 
Estados Unidos e à atribuição 
do título de Imperador 
Perpétuo do Brasil a D.João VI. 
b) à mediação da Espanha e à 
renovação dos acordos 
comerciais de 1810 com a 
Inglaterra. 
c) à mediação de Lord 
Strangford e ao fechamento 
das Cortes Portuguesas. 
d) à mediação da Inglaterra e 
à transferência para o Brasil 
de dívida em libras contraída 
por Portugal no Reino Unido. 
e) à mediação da Santa 
Aliança e ao pagamento à 
Inglaterra de indenização 
pelas invasões napoleônicas. 
 
 
3. “Usando do direito que a 
Constituição me concede, 
declaro que hei de muito 
voluntariamente abdicado na 
pessoa de meu mui amado e 
prezado filho o Sr. D. Pedro de 
Alcântara. Boa Vista – 7 de 
abril de 1831, décimo da 
Independência e do Império – 
D. Pedro I.” 
 
Nesses termos, D. Pedro I 
abdicou ao trono brasileiro no 
culminar de uma profunda 
crise, que NÃO se caracterizou 
por: 
 
 
 
 
 
PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
a) antagonismo entre o 
Imperador e parte da 
aristocracia rural brasileira. 
b) empréstimos externos para 
cobrir o déficit público gerado, 
em grande parte, pelo 
aparelhamento das forças 
militares. 
c) aumento do custo de vida, 
diminuição das exportações e 
aumento das importações. 
d) pressão das elites coloniais 
que queriam o fim do Império 
e a implantação de uma 
República nos moldes dos 
Estados Unidos. 
e) conflitos entre o Partido 
Brasileiro e o Partido 
Português e medo da 
recolonização. 
 
 
4. São fatores que levaram os 
E.U.A. a reconhecerem a 
independência do Brasil em 
1824: 
a) Doutrina Monroe (América 
para os americanos) e os 
fortes interesses econômicos 
emergentes nos E.U.A. . 
b) A aliança dos capitais 
ingleses e americanos 
interessados em explorar o 
mercado brasileiro e a 
crescente expansão do 
mercado da borracha. 
c) A indenização de 2 milhões 
de libras pagos pelo Brasil ao 
governo americano e a 
Doutrina Truman. 
d) A subordinação econômica 
à Inglaterra e o interesse de 
aliar-se ao governo 
constitucional de D. João VI. 
e) A identificação com a forma 
de governo adotada no Brasil 
e interesses coloniais comuns. 
 
 
5. Como “mito de origem 
nacional” para a Bahia, a 
Guerra de Independência, de 
2 de julho de 1823, é sempre 
relembrada em festas e 
comemorações oficiais. 
Assinale a alternativa que 
melhor identifica o papel dos 
baianos no contexto da 
independência brasileira. 
a) A articulação revolucionária 
das camadas populares da 
capital baiana esteve restrita 
aos interesses dos libertos e 
dos homens livres e pobres, 
sem o apoio de parte dos 
intelectuais da cidade de 
Salvador. 
b) As independências do Brasil 
e da Bahia ocorreram no 
mesmo contexto político, sem 
particularismos locais. Nesse 
sentido, não é possível 
considerar a existência de 
 
 
 
 
 
PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
duas datas que marcam a 
independência do país. 
c) A sedição de 1798 na Bahia 
sepultou os desejos 
separatistas dos baianos e os 
afastou da política brasileira 
de 1822. Por essa razão, a 
população baiana esteve 
alijada do contexto político da 
independência. 
d) A comemoração da 
independência da Bahia 
justifica-se, pois nessa data, as 
tropas do Exército e da 
Marinha expulsaram 
definitivamente os 
portugueses da cidade do 
Salvador. 
e) A independência do Brasil 
esteve estritamente associada 
aos interesses ingleses e 
holandeses, instalados no 
Brasil e beneficiários da 
Abertura dos Portos. 
 
 
6. Como é para o bem do 
povo e felicidade geral da 
nação, estou pronto; diga ao 
povo que fico. D. Pedro, 
Príncipe Regente, 9 de janeiro 
de 1822 No contexto do 
processo emancipacionista 
brasileiro, o Dia do Fico 
representa 
a) a vitória das intenções 
recolonizadoras das cortes 
portuguesas. 
b) a rejeição do Príncipe 
Regente à Coroa Portuguesa 
após a morte do pai. 
c) o apoio de D. Pedro às 
propostas da Revolução 
Pernambucana. 
d) a aceitação do Regente às 
pretensões de independência 
das elites. 
e) o apoio popular à 
Constituição de 1824. 
 
 
7. Analise o trecho escrito por 
Maria de Lourdes Viana Lyra. 
“Após a aclamação de D. 
Pedro I como Imperador e 
defensor perpétuo do Brasil, 
José Bonifácio argumentava 
sobre a necessidade de 
fortalecer o novo Estado 
contra a ‘democracia e o 
partido republicano, que era 
numeroso e inquietante em 
todos os portos do mar, 
principalmente em 
Pernambuco’.” 
LYRA, Maria de Lourdes Viana. 
A utopia do poderoso Império. 
Citado em CAMPOS, Flávio de. 
Oficina de História. São Paulo : 
Moderna, 1999. P. 146. 
 
 
 
 
 
 
PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
A afirmação de José Bonifácio 
logo mostrou-se premonitória 
em razão da eclosão da(s) 
a) Revolução Pernambucana. 
b) Guerras de Independência. 
c) Revolução Praieira. 
d) Confederação do Equador. 
e) Revolta dos Malês. 
 
 
8. A liberdade política exige 
lutas e enfrentamentos, 
muitas vezes, violentos. Em 
Pernambuco, a insatisfação da 
população levou à 
organização da Confederação 
do Equador, logo depois de 
1822. Liderada pelos liberais, 
a Confederação tinha como 
objetivo 
a) afirmar um governo 
baseado numa Monarquia 
Constitucional, segundo os 
modelos do Iluminismo 
francês. 
b) definir um governo 
democrático, com o fim 
imediato da escravidão e do 
governo monárquico. 
c) reforçar a centralização 
política, sem, contudo, alterar 
a Constituição de 1824 e suas 
normas básicas. 
d) criar uma república 
federativa, facilitando a 
descentralização política e o 
fim do autoritarismo. 
e) destruir o poder dos 
grandes latifundiários, 
proclamando uma 
constituição radicalmente 
liberal. 
 
 
9. A luta pela emancipação 
política do Brasil foi marcada 
por rebeliões que 
enfraqueceram o domínio 
português, divulgando as 
ideias liberais. Com a chegada 
de D. Pedro I ao poder, a 
sociedade brasileira da época 
a) conseguiu sua autonomia 
econômica e libertou-se do 
poder dos europeus. 
b) conviveu com um governo 
descentralizado e liberal nas 
normas jurídicas. 
c) manteve a escravidão, mas 
fez mudanças importantes na 
legislação social. 
d) recuperou sua produção 
agrícola, destacando-se o 
algodão e o café. 
e) enfrentou dificuldades 
políticas, sendo D. Pedro I 
acusado de autoritarismo. 
 
 
10. Art. 91 - Têm voto nestas 
eleições primárias: 10. - os 
 
 
 
 
 
PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
cidadãos brasileiros que estão 
no gozo de seus direitos 
políticos. [...] Art. 92 - São 
excluídos de votar nas 
assembleias paroquiais: [...] 
50. - os que não tiverem de 
renda líquida anual cem mil 
réis por bens de raiz, 
indústria, comércio ou 
empregos. [...] Art. 94 - 
Podem ser eleitores e votar 
nas eleições dos Deputados, 
Senadores e membros dos 
Conselhos de Província os que 
podem votar na Assembleia 
Paroquial. Excetuam-se: 10. - 
os que não tiverem de renda 
líquida anual duzentos mil réis 
por bens de raiz, indústria, 
comércio ou emprego. [...]. 
Art. 95 - Todos os que podem 
ser eleitores são hábeis para 
serem nomeados Deputados. 
Excetuam-se : 10. - os que não 
tiverem quatrocentos mil réis 
de renda líquida, na forma dos 
artigos 92 e 94. [...] 30. - os 
que não professarem a 
religião do Estado."