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FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO-convertido

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AULAS DE FISIOPATOLOGIA DA REPRODUÇÃO 
Profª: Flávia Caroline Destro 
 
 Anatomia e Fisiologia do sistema Reprodutor 
Masculino 
 Funções 
 Escroto 
 Testículo 
 Epidídimo 
 Funículo espermatogênese 
 Termorregulação testicular 
 Pênis 
 Prepúcio 
 
 
 
ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA 
REPRODUTOR MASCULINO 
 
 
 
Divididos em: 
 
✓ Escroto; 
✓ Testículos; * 
✓ Epidídimos; * 
✓ Ductos deferentes; 
✓ Glândulas anexas ou 
✓ acessórias; 
✓ Uretra; 
✓ Pênis; 
✓ Prepúcio; 
 
*mais importantes, uma vez que, são responsáveis 
pela espermatogênese 
 
 
 
FUNÇÕES 
 
✓ Produção e transporte de gametas; função 
exócrina 
✓ Secreção do hormônio sexual masculino; 
função endócrina 
✓ Secreção de fluidos; plasma seminal, produzido 
pelas gl. sexuais acessórias. 
✓ Deposição de sêmen no trato reprodutor 
feminino; (a maioria das espécies dentro da 
vagina) 
✓ Função complementar – transporte de urina 
 
 
ESCROTO 
 
Função: Proteção física da gônada masculina; participa 
de termorregulação testicular. Assim como o musculo 
cremáster, veias, artérias vascularizando a área também 
são responsáveis pela termorregulação testicular. 
 
Histologia: 
 
 
 
Lembrar que esse tanto de camadas é devido as 
suas funções de termorregulação e proteção 
 
 
 
 
TESTICULO 
 
Gônada masculina. Órgão par. 
 
Funções primordiais: 
 
✓ Produção das células espermáticas Função 
exócrina: produção e liberação do gameta Só 
vão adquirir capacidade fecundante no 
epidídimo. Antes não consegue sozinha, não 
está pronta. 
✓ Produção hormônio sexual masculino – 
testosterona função endócrina 
✓ Produção de outros hormônios: progesterona, 
estrógeno e colesterol 
✓ Processo de esteroidogênese 
 
Função exócrina e endócrina dos testículos 
 
✓ Estas duas funções ocorrem nos túbulos 
seminíferos; 
 
✓ Sob controle do eixo hipotálamo-
hipofisário-gônadal. 
 
 
Importante saber todas essas estruturas 
Túbulos seminíferos: espermatogênese (produção 
do gameta masculino) 
Curiosidade: se juntar todos os túbulos seminíferos o 
total em cumprimento é próximo de 2.000 mil metros. O 
conteúdo desemboca no rede testis (rede testicular) 
Septos – partes onde alojam o túbulos seminíferos. 
 
 
TESTÍCULOS 
 
✓ Envolvido por uma cápsula de tecido conjuntivo 
denso Túnica albugínea 
Mediatismo testicular (rede testis) 
✓ Forma o mediastino testicular, de onde partem 
septos fibrosos que entram no testículo 
formando os lóbulos testiculares. 
 
✓ Cada Lóbulo possui os túbulos seminíferos 
 
 
 
 
Túbulos seminíferos envolvidos por: Tecido 
conjuntivo rico em vasos sanguíneos, linfáticos, nervos 
e células intersticiais Células de Leydig (responsáveis 
pela síntese de Testosterona). Extremamente 
importante para a espermatogênese 
 
 
 
 
 
 
 
 
EPITÉLIO SEMINÍFERO 
 
1. Células espermatogênicas 
2. Células de Sertoli (Não produzem testosterona) 
 
TECIDO CONECTIVO INTERSTICIAL: Células de 
Leydig 
 
 
 
Parênquima testicular 
 
Células espermatogênicas: espermatozoides 
Célula de Sertoli: Sustentação/ barreira hematotesticular 
Células de Leydig: Secreção hormonal – testosterona 
 
C. de Sertoli não é irrigado. Pq? Senão poderia chegar 
alguma célula do corpo, alguma substância ou antígeno. 
Por isso, essa barreira hematotesticular serve para 
proteger e evitar a entrada de substâncias e antígenos 
 
 
2- Células de Sertoli 
 
✓ Proteção e Nutrição das células 
espermatogênicas, 
 
✓ Fagocitose restos de espermátides; 
 
✓ Produzir ABP (proteína carreadora de 
andrógenos responsável por carrear a 
testosterona para dentro do túbulo seminífero), 
inibina e hormônio anti-mulleriano; 
 
✓ Estabelecer barreira hematotesticular 
 
✓ Barreira física entre os vasos sanguíneos e os 
túbulos seminíferos nos testículos 
 
Ductos intratesticulares e extratesticulares: 
 
Ductos intratesticulares: túbulos retos, rede testicular 
e ducto eferente. Conduzem os SPTZ imaturos e fluídos. 
 
Ductos extratesticulares: ducto epididimário, 
deferente e uretra. Transportam os SPTZ para o pênis. 
 
EPIDÍDIMO 
 
 
 
 
FUNÇÃO 
 
Maturação e armazenamento dos SPTZ; 
 
Partes do epidídimo: 
 
Cabeça: início da maturação espermática; 
 
Corpo: final da maturação espermática; 
 
Cauda: armazenamento dos espermatozoides. 
 
Capacidade Fertilizante ocorre no epidídimo: 
 
Inclui: 
 
✓ Obtenção da motilidade progressiva, 
 
✓ Mudanças morfológicas dos SPTZ, 
 
✓ Mudança das características da membrana dos 
SPTZ, 
 
✓ Mudança do metabolismo dos SPTZ 
 
Glândulas anexas ou sexuais acessórias 
 
 
 
Estruturas localizadas na pélvis 
 
Cada espécie possui um determinado tipo de gl. Sexual 
acessória. Todas as espécies possuem a próstata pelo 
menos. O cão por exemplo só tem a próstata. Equino, 
Súino, Bovinos tem gl. Bulbouretral que aumenta o 
volume do sêmen 
 
✓ Produção do plasma seminal 
 
✓ Atua como veículo para condução dos SPTZ do 
trato reprodutivo masculino para o feminino 
 
✓ Plasma seminal > responsável pelo volume do 
Ejaculado 
 
 
 
 
 
VARIAÇÃO ENTRE AS DIFERENTES ESPÉCIES EM 
TERMOS DE ANATOMIA, BIOLOGIA E FUNÇÃO. 
 
✓ Vesículas seminais; 
 
✓ Próstata; 
 
✓ Glândulas bulbouretrais; 
 
✓ Ampolas dos ductos deferentes; 
 
 
 
 
BOVINOS: 
 
✓ Ampola do D. deferente; 
✓ Vesícula semininal 
✓ Próstata 
✓ Gl. Bulbouretral 
 
 
 
 
 
 
Água influem na qualidade seminal. Não é muito bom 
água. É bom congelar com estremo cuidado. Usar o 
crioprotetor para reduzir esse comprometimento do 
sêmen 
 
FUNÍCULO ESPERMÁTICO 
 
O cordão espermático ou funículo espermático é a 
estrutura formada pelo epidídimo e os tecidos que o 
circulam que correm desde o abdômen até o testículo. 
 
Artéria testicular 
 
o Veias testiculares = plexo pampiniforme 
Troca de calor graças ao plexo pampiniforme, 
ramificação das veias. 
 
o Vasos linfáticos 
 
o Nervos testiculares 
 
o Ducto deferente 
 
o Músculo cremáster 
 
o Túnica vaginal 
 
 
 
 
Tº do testículo : 4º a 7ºC abaixo da temperatura corporal 
Músculo cremáster: posiciona o testículo dependendo 
da temperatura do ambiente. 
 
 
 
 
TERMORREGULAÇÃO TESTICULAR 
 
Processo que controla a temperatura dos testículos 
 
Quais mecanismo regulam a termorregulação testicular? 
 
✓ Sudorese; 
✓ Controle da posição do testículo em relação ao 
corpo; 
✓ Fluxo sanguíneo regular; 
✓ Troca de calor (plexo pampiniforme). 
 
 
 
Mecanismos termorregulatórios 
 
Coração bombeia sangue, chega na artéria testicular 
que é enovelada por veias. Veias essas com 
temperaturas mais baixas, esse retorno venoso enovela 
a artéria refrigerando a temperatura dela. Isso tudo 
graças ao plexo pampiniforme. 
 
Íntima relação entre artéria e veia testicular (Plexo 
pampiniforme). 
 
↓ 
 
Proporciona um eficiente mecanismo de contracorrente 
de perda de calor. 
 
↓ 
 
Sangue arterial que chega aos testículos cede calor ao 
sangue venoso que sai dos testículos. 
 
Escroto: 
 
✓ Penduloso ↑ área de superfície, 
✓ Facilitando, a exposição do cone vascular ao ½ 
ambiente, 
✓ Permitir que os testículos mantenham distância do 
corpo 
✓ Sudorese - Perda de calor por parte do escroto, pois 
possui grande quantidade de glândulas sudoríparas. 
 
Músculo cremaster: 
 
✓ Comandado pelos nervos simpáticos lombares; 
✓ Faz parte do cordão espermático 
 
Responde às mudanças na temperatura ambiental. 
 
✓ Posição dos testículos em relação ao corpo em 
função da temperatura ambiente. 
 
TESTÍCULOS NA CAVIDADE ABDOMINAL 
 
Curiosidade! 
 
 
 
PÊNIS 
 
✓ Órgão copulador 
✓ Formado pelo corpo, músculo retrator e glande 
 
 
 
✓ Cão – osso peniano 
 
✓ Gato – espículas penianas e orientação 
posterior (gato castrado perde essas espículas, 
já que depende da produção de testosterona, 
isso acontece gradualmente, uma vez que a 
circulação do hormônio continua no sangue, 
mas depois conforme o tempo não se mantém.) 
 
 
 
 
PREPÚCIO 
 
 
 
 
Aula 3 
 
 Endocrinologia reprodutiva do Macho 
 Hipotálamo 
 Hipófise 
 
 
ENDOCRINOLOGIA REPRODUTIVA DO MACHO

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