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avaliação psicológica

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FACHO- FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE OLINDA
ALUNOS: 
TURMA: Psicologia 3° período (noite)
DISCIPLINA: Fundamentos da Avaliação Psicológica 
PROFESSORA: Sony Clea 
1. Memória
A memória é muito importante no processo psicológico, é responsável pela nossa identidade individual e por direcionar em nosso dia a dia. Ela tem a função de adquiri e armazena informações, uma das funções mais complexas do organismo humano. Podemos definir memória como o processo cognitivo que permite integrar, reter e recuperar informação e recordar o que aprendemos. 
Não existe um tipo só de memória, existem diversas classificações de memórias como memória de curto prazo, logo prazo, memória do trabalho, memória sensorial entre outras.
Os principais sistemas de memória são: memória sensorial, memória em curto prazo e memória em longo prazo. 
A memória sensorial é aquela que permite reter as informações que chegam até nós através dos sentidos, podendo ser estímulos visuais, auditivos, gustativos, olfativos, táteis ou proprioceptivos. 
Memória de curto prazo é uma memória rápida em que nos permite armazenar uma informação apenas quando estamos fazendo uso dessa informação, quando queremos encomendar uma comida, por exemplo, olhamos para o imã de geladeira conseguimos guarda o tempo suficiente até chegar o telefone para digitar o numero. Ela pode se perde após um período de até 30 segundos. 
A memória de longo prazo como o nome já diz tudo, é aquela que armazena informações de longo período de tempo, meses, anos ou até mesmo década. Tem a capacidade de guarda informação por tempo indeterminado, ela é divindade em duas categorias principais: memória declarativa que estão prontamente acessíveis à nossa consciência e memória não declarativa que correspondem às memórias que estão em nível subconsciente. 
2. Instrumentos de avaliação da memória 
A. Teste Infantil de Memória- (TIME-R) 
Tem por objetivo avaliar os processos subjacentes á memória de curto prazo, especialmente os seus componentes fonológicos e visuo-espaciais. O teste aplicado nas fases iniciais do desenvolvimento infantil tem maior probabilidade de identificação de atraso cognitivo para interversão precoce. 
Ficha Técnica 
Autores: Cintia Perez Duarte, Elizeu Coutinho De Macedo, Tatiana Prontelli Mecca. 
Público Alvo: Crianças pré-escolares de 3 até 6 anos e 11 meses 
Aplicação: Individual 
B. Teste de memória visual de Rosto (MVR) 
Memória visual de rostos (MVR) é um instrumento de avaliação de memória, que tem por objetivo avaliar a capacidade da pessoa recordar rostos e informações associadas a eles, como: nomes, sobrenomes, profissão, localização, dentre outros. Por meio de visualização de imagens.
Ficha técnica 
Autores: Irene F. Almeida De Sá Leme, Ivan Santana Rabelo, Milena De Oliveira Rossetti, Sílvia Verônica Pacanaro. 
Público Alvo: De 18 a 80 anos
Aplicação: Individual ou Coletivo
C. Testes de Memória de Reconhecimento (TEM-R)
O teste de memória de reconhecimento (TEM-R) tem por objetivo, avaliar a capacidade de identificar qualquer tipo de estímulo ou situação já visualizada ou vivida anteriormente. 
Ficha técnica
Autores: Alexandre José Raad, Fabián Javier Marin Rueda , Rebecca De Magalhães Monteiro.
Público Alvo: De 17 até 53 anos
Aplicação: Individual ou Coletivo. Possui tempo determinado, sendo que todo processos de explicação e aplicação do teste não ultrapasse de 10 minutos. 
D. Memória de Faces 
O teste de memória de faces tem por objetivo medir o nível da capacidade das pessoas em memorizar e evocar faces de forma mediata. 
Ficha Técnica 
Autores: Alina Gomide Vasconcelos, Clauco Piovani, Elizabeth Do Nascimento, Marcos Antônio Silva Alvarenga. Tempo de aplicação 3 minutos para retenção e 2 minutos para evocação. 
Público Alvo: De 18 a 89 anos dos níveis fundamental, médio e superior. 
Aplicação: Individual ou Coletivo. 
E. Teste Pictórico De Memória (TEPIC-M) 
O teste TEPIC-M tem por objetivo avaliar a capacidade do indivíduo de recuperar uma informação num curto período de tempo. 
 
Ficha técnica 
Autores: Fabian Javier Marín Rueda, Fermino Fernandes Sisto 
Público Alvo: De 17 a 97 anos 
Aplicação: Individual ou Coletivo
3. Avaliações compulsórias 
​No vídeo proposto, temos a realização de um debate cordial relativo ao meio de atuação e formas de aplicação de testes psicológicos e sua eficácia diante da realidade o qual o mesmo é proposto. Contando com a participação da doutora em psicologia Cristiane que também atua com o governo em consursos e o psicólogo Eduardo que tem sua atuação em meio a frentes de estudos e palestras sobre liberação de direito ao porte de arma de fogo. Entendo o termo avaliação compulsória, podemos definir como um determinado grupo de estudos analíticos referentes ao indivíduo sendo estes propostos pelo governo por meio de uma forma aquisitiva de legislação federal, por meio de requisições de concursos públicos, em casos de normas regulamentadoras oficiais nacionais, em caso de liberação individual acerca de porte de armas de fogo, entre outras mais que necessitem de uma determinada particularidade. Esta deve ser de cunho estritamente científico, assim deve ser de caráter impessoal de forma a qual tenha aparatos para afirmar sua competência de veracidade de resultados como instrumentos que auxiliem na medição de determinadas situações aplicáveis, regulamentações padrões de cunho nacional que sirva como organizativo para suas devidas aplicações e resoluções regionais de apoio que auxiliem em diferenças sejam elas regionais,culturais e naturais que venham a influenciar no seu resultado. Nos concursos somos apresentados a uma visão geral e algumas particularidades de aplicação, de modo a questionamentos como o acerca do cumprimento de uma carga horária estabelecida pode ser variante de região por exemplo, assim somos elucidados acerca do tema. Quando somos apresentados ao regimento em torno da liberação de armas de fogo, observamos que dada a seriedade a qual se trata esta liberação, a aplicação de testes deve ser de total importância e seu cumprimento de carga horária e aplicação deve ser de clara utilidade. Esta liberação diz respeito a uma análise acerca do campo de segurança pessoal, porém tal qual deve ter um olhar apurado do aplicador do teste, este sendo um psicólogo orientado na área, em torno do campo social o qual o indivíduo vai estar inserido. Logo após somos apresentados ao meio o qual se trata dos testes psicológicos no trânsito, este sendo o mais comum pois trata-se do mais antigo regulamento que atue em conjunto com o campo psicológico no Brasil. Tem cerca de 60 anos mas no decorrer dos tempos passou por transformações em torno de sua estrutura. N década de 90 vem a sofrer sérias críticas que vem a resultar numa melhora em torno das aplicações psicológicas assim como na quantidade de testes que vem a ser aplicados no meio. Este passou por três períodos distintos, sendo o primeiro de regulamentação e atuação prática, o segundo como sendo de críticas que foi iniciado no final da 
década de 80 e toma um tom mais acentuado na década de 90 e por último o período de análise, este o qual vem tomando um sentido mais voltado às mudanças no trânsitos, as culturas e suas transformações e um olhar acerca do indivíduo que está incluso no meio de transformação. Vale ressaltar outros fatores como ambientais muito ligados ao tecnológico. Deste modo adentramos em conversas mais focais em pontos diversos, tais como a eficácia em torno dos testes e suas formas de aplicação para pessoas portadoras de deficiências físicas. Debates em torno de ações desastrosas policiais que dizem respeito ao olhar mais apurado em torno do perfil do indivíduo, cumprimento de carga horária dos testes e pessoas qualificadas em ciências psicológicas para guiar estas aplicações. Um ponto importante é o olhar crítico em torno da falta de empoderamento dos órgãos de psicologia vigentes em meio a suas atuações governamentais e judiciais alinhadas aos requisitos predispostos nos parâmetros de direitos humanitários. Pontos