A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
10 pág.
Fraturas - Classificação e implicações clínicas

Pré-visualização | Página 2 de 2

torção interna e varo.
3. A lesão mais típica do menisco é a alça de balde que corresponde a uma rotura longitudinal apenas da porção central do menisco.
0. Luxações.
4. Perda da congruência articular
4. Tipos de luxação 
1. Luxação do ombro
0. Maioria dos casos anterior
0. É provocada por mecanismo indireto originado por um movimento abrupto de elevação do membro superior que força o ombro em abdução, extensão e rotação externa (esporte).
0. Características
- perda do contorno arredondado do ombro (sinal do cabide).
- atitude em semi-abdução do braço;
- vazio da cavidade glenoide;
- protrusão na face anterior do ombro (cabeça umeral)
0. Redução
5. Manobra hipocrática
5. Manobra de Kocher :tração, abdução, rotação externa, adução e
rotação interna.
0. Teste de Jerk 
6. Enquanto estabiliza da omoplata do paciente com uma mão e segura o braço a ser testado a 90° de abdução e rotação interna, o examinador segura o cotovelo e axialmente aplica carga sobre o úmero no sentido proximal. O braço é movido horizontalmente no sentido do corpo
0. Complicações
primeira é o descolamento da cápsula da face anterior da glenoide (lesão de Bankart) e, a segunda, é um afundamento na face posteromedial da cabeça do úmero, provocada por uma fraturaimpacção causada pela borda cortante da glenoide, na posição luxada (lesão de Hill-Sachs).
0. Diagnóstico de lesão meniscal ou ligamentar
1. Joelho
1. Meniscos 
1. Teste de Apley - Para o controle ou parte da distração do teste, o examinador estabiliza a coxa do paciente exercendo uma pressão para baixo com seu próprio joelho, enquanto traciona o pé do paciente para cima para produzir distração do joelho do paciente.A seguir, o examinador efetua alternadamente uma rotação lateral e medial do pé do paciente (Fig.6.71 e B).O paciente não deve sentir dor na parte de distração do teste.Se houver dor durante a manobra de distração, o teste não é considerado confiável (embora o paciente ainda possa ter laceração do menisco), sendo abandonado.
1. Teste de Macmurray
2. Para testar o menisco medial, o examinador segura o retro pé do paciente e efetua uma rotação lateral do pé enquanto exerce um estresse em varo no joelho para comprimir o menisco medial (Fig. 6.70 A).A seguir, o joelho é passivamente estendido enquanto o examinador palpa a interlinha articular medial com o dedo indicador da outra mão 
1. Teste de Smiles - palpa a interlinha articular
1. Ligamentos 
2. Teste de Lachman - ligamento cruzado anterior
0. Levanta a perna em 20-30º para cima e tenta empurrar a tíbia para frente, ao mesmo tempo que estabiliza o femur. Se vai para frente, significa que o ligamento está lesado
2. Teste da gaveta anterior - ligamento cruzado anterior
1. O paciente está com a perna flexionada em 90º, e o examinador senta em cima dos pés do paciente e empurra a perna si. No exame normal, não pode ter deslocamento maior que 5 mm.
2. Teste de pivot shift(Teste de rotação do pivô lateral) - ligamento cruzado anterior
2. Num paciente com LCA não-funcional, a gravidade provoca queda posterior do fêmur quando o membro inferior é mantido dessa maneira, resultando em subluxação anterior da tíbia em relação ao fêmur.A seguir, o examinador coloca a palma da outra mão na face lateral da porção proximal da perna, logo abaixo do joelho, e aplica uma força suave que resulta em estresse em valgo, bem como em flexão do joelho (Fig. 6.50 B).Em algum ponto entre 20°e 30°, a tíbia com subluxaçãoanterior sofre redução espontânea à sua posição normal em relação ao fêmur, resultando em ressalto ou deslocamento súbito visível.
2. Teste da gaveta posterior- ligamento cruzado posterior 
3. Mesma coisa do teste anterior, se que o movimento é para frente.
0. Ruptura do tendão do calcâneo
2. Homens, sedentários , entre 3ª e 5ª décadas de vida, a esquerda
2. Clinica:
1. Agudo 
0. Dor ao correr, não fica na ponta dos pés. Prejuizo leve na flexão plantar
1. Crônica
1. Claudicação, dificuldade de subir escadas
2. Diagnóstico
2. Teste de thompson - aperta a panturrilha e contrai o pé
2. USG ou RNM
2. Tratamento
3. Conservador ou cirúrgico, se atleta ou não 
3. Conservador 
Imobilização gessada
1º) 15° flexão plantar – 30 dias
2º) 90° + descarga de peso – 60 dias
3º) retira-se gesso + fisioterapia analgésica + fortalecimento muscular
0. Cirúrgico
Incisão póstero-medial de 10-15cm
Sutura tipo Kessler 2,5cm da ruptura 
Flexão plantar de 0-5º 
Manter gesso por 4 semanas
Pé na posição plantígrada e carga parcial por 2 semanas
6ª ou 8ª semanas liberar carga total c/ gesso
7. Classificação de Salter Harris - verifica se há ou não destruição da placa de crescimento
1. A fratura tipo I é definida como uma separação metaepifisária, com a linha de fratura localizada na fise de crescimento. Ao raio-X, nota-se uma separação do centro de ossificação epifisário. 
1. A fratura tipo II é a mais comum, caracterizada por uma linha de fratura na fise de crescimento. estendendo-se para a metáfise óssea. 
1. A fratura tipo III é a fratura da fise estendendo-se para a epífise e superfície articular. 
1. A fratura tipo IV acomete a metáfise, cartilagem de crescimento e epífise. 
1. A fratura tipo Vé rara, correspondendo a uma impactação da cartilagem de crescimento. Frequentemente, esta fratura não é vista ao raio-X, manifestando-se tardiamente como encurtamento ósseo e deformidades articulares. 
8.Classificação Gustilo e Anderson's ----------Fraturas expostas
0. 
	Classe
	Tamanho
	Características
	Tratamento
	I
	< 1 cm 
	Limpa, sem lesão muscular
	Cefuroxima ou Cefazolina 2 g EV
	II
	1. 1 cm 
	Lesão muscular
	Clindamicina 600 mg + Gentamicina 200 mg EV
	III
	>10 cm 
	A Cobre com a pele 
	Clindamicina 600 mg + Gentamicina 200 mg EV
	 
	 
	B Não cobre com pele
	Clindamicina 600 mg + Gentamicina 200 mg EV
	 
	 
	C Lesão vascular e neurológica
	Clindamicina 600 mg + Gentamicina 200 mg EV
9.Classificação AO/ASIF
0. Número-Número- Letra - Número
10- Bibliografia 
12. ORTOPEDIA E  TRAUMATOLOGIA PARA  A GRADUAÇÃO MÉDICA, SBOT, 2010
12. Fraturas do Platô tibial. Disponível em < https://www.cesarmartins.com.br/fratura> .Acesso em 02/04/2018 
12. Berg , Werner, et al.FRATURAS EXPOSTAS: CLASSIFICAÇÃO E MANEJO. Biblioteca virtual do MS, 2018

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.