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A Inclusão Digital na EJA e a Expectativa de Trabalho 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Acadêmicos[footnoteRef:1] [1: Almir Cardoso; Luciene Monteiro da Silva; Jucelma Maria Cruz da Silva.] 
Tutora-Externa[footnoteRef:2] [2: Maria de Lourdes Pereira do Amaral Lima, prática Interdisciplinar VI. Turma: PED2129 – Licenciatura em Pedagogia. Lajedo, 28 de julho de 2020.] 
RESUMO
Este trabalho tem como objetivo mostrar A Inclusão digital na EJA e a Expectativa do Mercado de trabalho, com o intuito de apresentar o quanto é importante para os alunos dessa modalidade de ensino ser inserido os conhecimentos tecnologicos para os mesmos possam ser inseridos no mercado profissional. Uma vez que, atualmente o mercado Trabalho em seu novo perfil requer além de uma formação acadêmica adequada ele exige também alguns conhecimentos básicos de recursos e ferramentas tecnologicas e nessa pesquisa será proposto uma junção de ambos ambos ensinamentos nas salas da EJA. No primeiro tópico está introdução onde vem apresentando a escolha do tema para ser desenvolvido, a justificativa pela escolha do tema, os objetivos que serão alcançados, ou seja, quais conhecimentos serão adquiridos pelos acadêmicos e demais leitores, situação problema e possíveis soluções. No segundo tópico será apresentado a fundamentação teórica, onde estará dividido em três partes: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, sendo explanado suas definições; INCLUSÃO DIGITAL NA EJA, apresentando a sua importância para os alunos dessa modalidade e EJA E O NOVO MERCADO DE TRABALHO, mostrando um pouco das exigências que ele apresenta em torno dos conhecimentos digitais e o Ensino da EJA, assim formando todo o desenvolvimento do trabalho. No terceiro tópico, as considerações finais, onde estará contido todo o aprendizado adquirido durante o processo de pesquisas e estudos sobre o tema e por fim, no quarto tópico as referências Bibliográficas, que são fontes de pesquisa utilizadas, livros, revistas, periódicos, sites e artigos relacionados com a temática escolhida.
Palavras-chave: eja; Inclusão Digital; Mercado de Trabalho. 
1. INTRODUÇÃO
A Educação de jovens e Adultos é uma modalidade de ensino direcionado para aquelas pessoas que por algum motivo não tiveram chance de concluir os estudos na idade certa, sendo assim, atualmente vem surgindo vários estudos em torno da EJA, principalmente sobre a temática: A inclusão digital na EJA e a expectativa de trabalho. Uma vez que, como a clientela da EJA são Jovens e Adultos com idade de estar em busca de trabalho, a EJA proporcionar a eles o máximo de conhecimentos pedagógicos e técnicos.
Com isso, a escolha desse tema visa apresentar considerações teóricas de como a inclusão digital pode auxiliar os estudantes da EJA a ingressar no mercado de trabalho com certa facilidade uma vez que as tecnologias vêm evoluindo em alta velocidade. Dessa forma tem como objetivo geral mostrar o quanto as Tecnologias da Informação e comunicação - TICs é importante para o desenvolvimento de ensino e aprendizagem dos alunos da EJA e as expectativas que elas podem trazer em sua formação para o mercado de trabalho após concluir os estudos.
Além disso de maneira específica pode-se dizer que também tem como objetivo: Mostrar como a inclusão digital pode ajudar no processo de profissionalização dos alunos da eja; Analisar as exigências que o mercado de trabalho apresentam com relação aos conhecimentos das TICs; Identificar as várias formas de uso das TICs; Reconhecer as tecnologias como ferramenta importante de trabalho. 
Pois, como as TICs estão presente em todos os lugares no mercado de trabalho não ficou atrás e evoluiu de acompanhou essa evolução, assim exigindo que seus funcionários sejam capacitados para manusear esses equipamentos. Com isso, surge uma certa problemática com relação aos alunos da EJA, que exclusão digital, já que, esses por esses indivíduos ter pouco conhecimento educacional e sem noção alguma sobre o manuseio de equipamentos tecnológico.
Por isso que ao implantar a inclusão digital nas salas de aula da EJA é de grande importância devido, além do processo de ensino-aprendizagem estar ocorrendo de maneira inovadora, o professor da EJA estará preparando esses alunos para que possa se sobressair profissionalmente após o término dos estudos.
2. Fundamentação Teórica
2.1. Educação de Jovens e Adultos – EJA
A EJA é a educação de jovens e adultos, é uma modalidade criada pelo governo Federal destinada a quem não teve acesso a escola convencional. EJA É voltado especialmente para os adultos, que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos quando jovens, assim permitindo que o aluno retorne os estudos e os conclua em menos tempo, possibilitando sua qualificação para o mercado de trabalho.
Anteriormente, o EJA era conhecido como supletivo EJA tem duas modalidades, a presencial e a distância. Mais dentro de cada uma, é dividida em etapas, a partir do momento em que abrangem desde o ensino fundamental até o médio.
Dessa forma as turmas da EJA são voltadas para jovens com faixa etária de idade partir de 15 anos quem não conseguimos completar o ensino fundamental, ou seja, não completaram a etapa entre o 1 e 9 anos, esses jovens são inseridos no processo de ensino aprendizado. Sendo dividido em 4 (quatro) fase onde as duas primeiras correspondendo as séries inicias do ensino fundamental e as últimas fases corresponde as séries finais do ensino fundamental, assim com período de 2 (dois) ano para conclusão. 
Já a EJA ensino médio é direcionado aonde alunos maiores de 18 anos desejam retomar os estudos, a partir do ensino médio. Assim completando a educação básica para o ingresso em universidades, incluindo vestibular e Enem. No ensino médio a EJA é dividida em módulos com duração de seis meses cada assim totalizando 18 meses de duração.
Contudo, de acordo com a lei de diretrizes e bases da educação nacional (leis 9. 394/96) estabeleceu no capítulo||, seção v a educação de jovens e adultos, onde o artigo 37 diz que: "a educação de jovens e adultos será destinada aqueles que não tiveram acesso ou oportunidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria." 
Com isso, nota-se que ao ser estabelecida na LDB, a EJA ganhou força, assim permitindo que sejam feitos investimentos para incentivar essa modalidade educacional das barreiras culturais, sem a necessidades de critérios pela idade, sem dúvidas se sentirão introduzidos na sociedade como possibilidade de se elevar o índice de ensino da população. 
2.2. Inclusão digital na EJA.
Ao conhecer e utilizar as tecnologias, jovens e adultos podem ir além do saber. Ao começar a apresentar as novas tecnologias em sala de aula, o professor deve familiarizar e proporcionar uma exploração de tais tecnologias, o professor deve evitar nesse contexto cobranças excessivas, mas deixar de forma clara que aprendizagem é algo que envolve resultados, de tentativas e erros, sendo de grande importância a experiência adquirida através dessa interação do aluno e professor no conhecimento de novas tecnologias.
É importante destacar que as tecnologias inseridas no ambiente escolar não substituem o docente segundo Moran: “Elas atuam de modo que modificam algumas funções, transformando informação em conhecimento e conhecimento em saber” (Moran 1995, p.06).
Nesse cenário surge a necessidade de ajustar as novas tecnologias ao currículo escolar, o computador e as mídias sociais integrado como instrumento pedagógico tem sido bastante indicado, todavia, ainda é reduzido o número de docentes que atuam na educação do Jovens e adultos que se ajusta as novas tecnologias e fazem uso na dessa pratica da educativa. 
A nossa preocupação enquanto professor é usar as novas tecnologias como um estimulo para a criação e imaginação do discente. Ao usarmos os recursos tecnológicos em sala de aula é transformar os dispositivos eletrônicos num recurso educacional, proporcionando a adaptação, as relações pessoais para a aprendizagem e adquirir conhecimento. Isto ajudara a ampliar, assim, um lequede oportunidades tendo em vista as dificuldades na aquisição reduzida de tais ferramentas.
Assim, fazer a relação com as novas tecnologias na educação do Eja, significa contribuir a sociedade e o mundo do trabalho, cabe a escola fornecer esse acesso permitindo a inclusão digital e social. Segundo Léa Fagundes, em entrevista à revista nova escola edição 184, 
 “A inclusão digital não é só o amplo acesso à tecnologia, mas a apropriação dela na resolução de problemas e que a escola pratica a inclusão digital quando a inclusão quando incorpora em sua pratica a ideia de que, se educa aprendendo quando usa recursos tecnológicos”.
Faz-se necessário que a escola por meio de seus docentes facilite aos seus discentes o acesso a essas novas tecnologias e inovações, não há dúvidas da necessidade de inserir os professores e discentes, favorecendo o domínio e habilidades para atender a necessidade do aluno como um todo.
Com a velocidade de como as informações chegam aos alunos, é notável que eles também se cansem na mesma proporção. Por isso e importante o uso de novas tecnologias para conseguir prender a atenção do alunado a fim de ajudar na fixação. A utilização das novas tecnologias em sala de aula pode ir muito além da aplicação de conteúdos e apresentação das informações para o aluno. 
A novas tecnologias ajuda muito o docente em sala de aula, como a verificação das dificuldades dos alunos, como dados individuais ou em grupo, o professor que usa os recursos tecnológicos adquire de forma mias simplificada o que pode ser melhorado em sala de aula, para desenvolver da melhor forma os assuntos propostos a ajudando o aluno a vencer seus próprios desafios. 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) deixa claro que o uso de nova tecnologia para dentro da realidade escolar com intuito de “ utilizar essas tecnologias para incentivar o aluno buscar mais informação de forma crítica significativa, reflexiva e ética em todos os âmbitos escolar ou na sociedade”, para uma troca de conhecimento bem como resolver problemas e desenvolver projetos para seu crescimento pessoal e em sociedade.
Utilizar novas formas de tecnologias a favor da educação e uma tarefa difícil para todo docente ,procurar manter-se atualizado sobre as novas tecnologias educacionais para manter os alunos interessados em sala de aula, mas cabe ao educador entender a necessidade do aluno, por isso a BNCC contempla o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas ao uso crítico e responsável das tecnologias digitais tanto da forma transversal, presente em todas áreas do conhecimento e destacadas em diversas competências e habilidades com o objetos de aprendizagem variados. 
As razões pelas quais as novas tecnologias precisam estar presentes no dia a dia das escolas, para o engajamento do professor e aluno é a promoção da acessibilidade de novas formas de aprendizado tornando assim um ambiente mais dinâmico, criativo, crítico e reflexivo. Por entender do quanto importante é inserir novas tecnologias e o ganho da flexibilidade e o aumento de formas de pesquisas e a forma rápida de adaptar-se a uma nova forma de melhorar a comunicação ente o professor e o aluno, apostar no uso das novas tecnologias no ensino já é necessária para todas as escola que desejam se visível pela a inovação e atualização com as mais modernas tendências pedagógicas, mas que para essas novas tecnologias não tenha mau uso é necessário estudar as melhores maneiras de emprega-las afim de alcançar benefícios 
2.3. EJA e o novo mercado de trabalho.
Atualmente estamos passando por diversas mudanças devido a globalização e isso implica no avanço educacional e tecnológico, sendo assim, o mercado de trabalho também vem acompanhando essas evoluções, assim fazendo com que as pessoas deixem suas zonas de conforto um pouco de lado. com isso, exigindo que as pessoas entrem em um processo de profissionalização constante principalmente no que diz respeito às novas tecnologias.
Diante desses novos panoramas profissionais é que as salas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) entra em ação, já que essas turmas são direcionadas para esse público, e sendo considerada a esperança para aqueles que não tiveram oportunidade de obter conhecimentos profissionais no devido tempo. 
Contudo são frequentes os casos em que estudantes voltaram ou continuam frequentando a escola através da EJA em dessas qualificações e terem mais sucesso em suas vidas profissionais, uma vez que o mercado está muito competitivo, e sendo assim, as instituições envolvidas com a EJA “devem suprir essa necessidade, visto que o trabalho é o contexto mais importante da experiência curricular".(PARECER CNE/CEB, 11/ 2000).
Pois, com o desenvolvimento desenfreado das tecnologias, se faz importante a inserção de seus conhecimentos nessas turmas de EJA, tendo em vista que as TICs estão sendo as maiores responsáveis pelo processo produtivo, ou seja, além de ter todos os conhecimentos acadêmicos necessário o mercado de trabalho também exige um grande conhecimento em torno dos equipamentos de digitais e tecnológicos. 
Dessa forma, esse processo de formação tecnológica deve ser implantado mesmo que seja de forma básica nas salas de aula assim permitindo que os indivíduos tenham a possibilidade de pelo menos concorrer uma vaga no mercado de trabalho. Segundo Méndez (2013), a EJA se depara com a exigência do mercado por uma educação formal que contribua para a formação de sujeitos dotados de multifuncionalidade,
Contudo, as questões relacionadas com trabalho e educação são temáticas que se convergem, pois abrigando vários pontos de intersecção, ainda mais quando estamos nos referindo à EJA: “emprego”, "mercado profissional" e "qualificação" são os tópicos usualmente associados à EJA e presentes em seu currículo. Com a precarização do trabalho, os estudantes e também trabalhadores dessa modalidade de ensino passaram a viver em condições sociais e econômicas cada vez mais instáveis, devido serem alvo do desemprego no país (COSTA,2013).
3. Considerações Finais
Com tudo que foi exposto fica bastante evidente o quanto as turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), são importantes para o Desenvolvimento social, cultural e profissional dessas pessoas que por algum motivo foram privadas do ensino acadêmico. 
Porém, vale salientar que como que também é de suma importância que os professores que atua nessa modalidade de ensino venha ter uma consciência de que as salas de EJA não são apenas para conhecimentos acadêmicos, mas de certa forma uma maneira que os indivíduos que estão na EJA encontraram para se adequar ao mercado de trabalho. daí surge a questão da inclusão digital na EJA, pois muitos desses alunos pouco ou nada conhecem sobre as tecnologias, suas funções e formas de uso,
Com isso ao incluir nas aulas da EJA recursos tecnológicos ou um pouco de conhecimentos sobre o assunto poderá ser de grande ajuda para que essa pessoa tanto conheça o que são as tecnologias e qual sua importância bem como irá auxilia-lo na de ingressar no mercado de trabalho, onde atualmente requer que o candidato a vaga de emprego tenha essa mescla de conhecimento em seus currículo.
4. Referências Bibliográficas 
BRASIL. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Brasília. 1996.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Parecer nº 11, de 10 de maio de 2000. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação de Jovens e Adultos. Diário Oficial da União, Brasília (DF), 10 de maio de 2000. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja/legislacao/parecer_11_2000.pdf Acesso em: 9 de julho de 2015.
COSTA, Claudia. Borges. Educação de Jovens e Adultos (EJA) e o mundo do trabalho: 
trajetória histórica de afirmação e negação de direito à educação. Belo Horizonte:Universidade Fumec, ano 10, nº 15. 2013.
MÉNDEZ, Natalia Pietra. Educação de Jovens e Adultos e o mundo do trabalho. In: STECANELA, N. (org.) Cadernos de EJA 1. Caxias do Sul, RS: Educs, 2013, p.42-53. 
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