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C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
AGREGADOS 
ENSAIO DE CUAk .I_ I_ __. . I”AnE nE ACQEGA,,(, Ml,jW 10.923 
NBR 7221 
I 
M&do de ensaio AGO11907 
Esta Errata rP 1 de MAR 2000 tern par objetivo corrigir na NBR 7221 o seguinte: 
No Capitulo 2 e em 4.2: 
- onde se I& “NBR 9441” 
- leia-se: “NBR 9941” 
Oiigem: Projeto NBR 7221/67 (M&95/87) 
CB-16 - Cornit Brasileiro de Cimento, Concrete e Agregados 
CE-18:02.01 - Corn&% de Estudo de Ensaio de Qualidade 
NBR 7221 -Aggregates - Quality testing of fine aggregates - Test method 
SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOCIA@IO BRASILEIRA 
METROLOGIA, NORMALlZACiiO DE NORMAS TkNICAS 
E QUALIDADE INDUSTRIAL 0 
Palavrachave: Agregado NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA 
CDU: 691.223:620.1 Todos os direitos reservados 1 pegina 
Copia impressa pelo Sistema CENWIN 
AGREGADOS - ENSAIO DE QUALIDADE 18.923 
DE AGREGADO MlljDO 
NBR 7221 
Mltodo de onsaio AGO11987 
I OSJETIVO 
Esta Norma prescreve o metodo para determinx& da qualidade de urn agregado miri - 
do, considerado suspeito do ponto de vista de impurezas orgsnicas, atraves de 
ensaio comparative de resistkcia 5 compressso de argamassas, preparadas corn es - 
se agregado nas condiC6es de lavado e no estado original. 
2 NORMAS CDMPLEMENTARES 
Na aplicatio desta Norma i necessirio COnsultar: 
NBR 7211 - Agregado para concrete - Especificasao 
NBR 7215 - Ensaio de cimento portland - Metodo de ensaio 
NBR 7220 - Agregados - DeterminaCzo de impurezas orgsnicas himicas em agreg 
do miido - M&odo de ensaio 
NBR 9777 - Agregados - DeterminaGso da absorGo de agua em agregados miidos 
- Mkodo .de ensaio 
NBR 9441 - RedusSo de amostra de campo de agregados para ensaio de laborato 
rio - Procedimento 
3 APARELHAGEM 
A aparelhagem necessiria i a prescrita para determinasao da resistkcia 5 corn - 
press& na NBR 7215, sendo obrigatirio o use da mesa para indice de consist& 
cia. 
4 EXECLJCAO DO ENSAIO 
4. I PrinoCpio do mi-todo 
4.1.1. 0 significado deste mitodo de ensaio se prende 5 especifica& de agrega 
OrQam: Projsta NBR 7221187 (MB-95/87) 
c&18 - comita Bra&ire de Cimanto, Concrew e Aerepadot 
C5.19: 92.91 - Comiub de Estudo de haio ds Qualidade 
NBR 7221 -Aggregate - Quality testing Of fine a99rWt= - Teat method 
SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ABSOCIACAO BRASILEIRA 
METROLOGIA, NORMALIZACAO DE NORMAS TkNlCAS 
E QUALIDADE INDUSTRIAL 0 
Phv~hm agregdo. NSR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA 
CDU: 591223: MO.1 Todot 01 diniMI mwvada 5 p&ins8 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
2 NBR7221l1987 
do mifido para concrete, prescrita na NBR 7211, relativamente a impurezas orgsni 
cas. 
4.1.2 Este mgtodo de ensa~io 6 aplicivel aos agregados miGdos que, ensaiados co” 
forme a NBR 7220, produzem uma solu5ao de colora5k mais escura que a da solo 
520 pad rao. 
4.1.3 Este ensaio 6 comparative e executado corn uma por5ao da amostra que tenha 
sido imersa em solu5ao de hidrsxido de s6dio a 3% e lavada corn aqua e outra por - 
520 no seu estado original. 0 tempo de imersao e o nfimero de lavagens corn .~- aqua 
da por5ao da amostra devem ser suficiente para que a por5k lavada, conforme 
NBR 7220, apresente solu5So de coloragao mais Clara que a solu5ao padrao. 
IV&~: Durante a lavagem tomar cuidado para evitar a perda dos fines, sendo que o 
module de finura nao deve variar mais do que 0,lO em rala5ao 2 amostra ori 
ginal. A iqua de lavagem deve ser verificada corn urn indicador ~adequado, 
tal coma a fenolftaleina, para garantir que o hid&id0 de s6dio seja to 
talmente removido do agregado antes da preparagao da argamassa. 
4.2 Amostragem 
A amostra de ensaio dew ser obtida conforme NBR 9441, a partir da mesma amostra 
de campo utilizada no ensaio NBR 7220. A amostra de ensaio deve ser dividida em 
duas por56es, uma,a ser utilizada no estado natural e a outra a ser lavada CO” 
forme descrito em 3.3. 
4;3 Ensaio 
4.3.1 Materiais 
4.3.1.1 OS materiais necesssrios sk os prescritos para determina5So da resis 
tsncia 2 compresszo na NBR 7215, corn excesskio da areia normal. 
4.3.1.2 0 agregado mi!ido utilizado corn base de compara5ao 6 aquele obtido a pay 
tir da amostra original, por lavagem corn solu5~0 de hid&id0 de s6dio a 3%, corn - 
forme descrito em 4.1.3. 
4.3.2 Condi&s gerais 
As condi56es do ambiente e da camsra Gmida, exigidas para estes ensaio, Go as 
prescritas na NBR 7215. 
4.3.3 Pr~pa~a&io has argamassas 
4.3.3.1 Utilizando o procedimento mecsnico, descrito de 6.3.4 a 6.3.7, prepa 
rar, preferencialmente, num mesmo dia e de forma alternada, duas misturas de ar 
gamassa corn agregado lavado corn hid&id0 de sodio e duas corn o agregado no seu 
estado original. Para cada mistura moldar seis corpos-de-prova, sendo trk para 
cada idade de ensaio. 
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NBR 7221/1997 3 
4.3.3.2 As quantidades de agua e cimento devem ser tais que produzam uma rela - 
& .Ggua/cimento igual a 0,6, em massa. Sugere-se utilizar 6.20 g de cimento e 
372 g de sgua para cada mistura. A quantidade de agregado 6 dosada para prod2 
zir urn indice de consistsncia 225 mm + 5 mm, medido conforme NBR 7215. 
flota: Na eventual possibilidade do agregado miido apresentar grzos grandes, cc 
pazes de prejudicar o desempenho do misturador, remov;-los passando a 
amostra pela peneira 4,8 mm ou 2,4 mm. Se este procedimento for emprega 
do, dew constar no relat6rio a quantidade de material removido. 
4.3.3.3 Levar as por~$es (lavada e original) do agregado miGdo 5 condisao sat! 
rada superficie seca, conforme descrito na NBR 9777, preparando quantidades Ii 
geiramente maiores que as necesssrias para confec&o das misturas. 
~&a: Se a absorC:o do agregado nas condi&s lavada e original, for conhecida 
e determinada conforme NBR 9777, adicionar a uma massa conhecida de agre 
gado seco a quantidade de,sgua a ser absorvida. Misturar completamente , 
deixando em repouso num recipiente coberto por 30 min, antes do “so. 
4.3.3.4 Colocar toda a ggua de tiistura na cuba e adicionar o cimento. Ligar o 
misturador 2 baixa velocidade (140 + 5) r.p.m. por 30 s. Nos 15 s seguintes co 
locar uma po&o de agregado preparado, tal que forne5a a consistgncia deseja 
da. Mudar para a velocidade alta (285 + 10) r.p.m. e misturar por 30 s. 
4.3.3.5 Parar o misturador e deixar a argamassa descansar por 1,5 min. Duran _ 
te,os primeiros 15 s deste intervalo, raspar rapidamente para baixo as por&?oes 
de argamassa aderidas 5s paredes internas da cuba e no restante deste i nterva - 
lo mant&la coberta corn pano Gmido. 
4.3.3.6 Finalizar misturando por I min 5 velocidade alta. Se a argamassa aw _ 
renta estar muito fluida, adicionar mais agregado apes os primeiros 30 s deste 
period0 de mistura. Para isto, interromper rapidamente a mistura, adicionar o 
agregado, e entao completar o tempo de mistura por 30 s. 
4.3.3.7 Em cases de necessidade de urn interval0 !a mistura, as por&zs de arga 
massa aderidas 2s paredes internas da cuba devem ser raspadas rapidamente para 
baixo corn uma eSp&Ula, antes do prosseguimento. 
4.3.4 Detemnha&?o do &dice de consist&c?ia 
Daterminar o indice de consistkcia da primeira mistura de cada argamassa con - 
forme NBR 7215. 
4.3.5 Moldagm dos corpos-de-prova 
Moldar seis corpos-de-prova de acordo corn a NBR 7215, sendo tr6s para cada ida 
de de ensaio. 
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4 NBR 722111987 
4.3.6 cum e preparo dos tops 
A cut-a initial ao ar, o preparo dos topos e a cura final em agua devem ser execu - 
tados conforme a NBR 7215. 
4.3.7 Deteminac& da carp de ruptura 
4.3.7.1 Idades dos corpos-de-prom 
4.3.7.1.1 OS corpos-de-prova, corn OS topos preparados conforme indicado em 
4.3.6, devem ser rompidos 2 compressao 5s idades de 7 e 28 dias, cornas seguin - 
tes tolerkcias: 
a) J dias + 2 h; 
b) 28 dias + 4 h. 
4.3.7.1.2 A idade de cada corpo-de-prova < contada a partir do instante em que 
o cimento & posto em contato corn a Sgua de mistura. 
4.3.7.2 Preparac& da mdquina de ensaio 
Limpar completamente os pratos da prensa e adotar uma escala dinamomGtrica, tal 
que a carga de ruptura prevista seja maior que 10% e menor que 90% da capacidade 
nominal desta escala. 
4.3.7.3 Posicionmento do co2rpo-de-prova 
Colocar o corpo-de-prova diretamente sobre o prato inferior da prensa, de manei 
ra que fique rigorosamente centrado. 
4.3.7.4 Velocidade de soZicitaco 
A velocidade de solicita&, ao transmitit-se a carqa de compressso ao corpo-de- 
prova deve ser de CO,25 i 0,OS) MPa/s. 
4.3.7.5 Carga de ruptura 
A carga de ruptura 6 a mkima indicada pela.miquina de ensaio, e expressa em N. 
5 RESULTADDS 
5.1 Calcular a resist8ncia 2 compressk de cada corpo-de-prova, dividindo a car -, 
ga msxima, em N, pela 5re.s da se& transversal, em mm2. A resistincia deve ser 
arredondada ao d&imo mais pr&imo. 
5.2 Calcular a m&dia das resistincias individuais, em MPa, dos seis corpos-de- 
prova de cada ssrie, ensaiados 2 mesma idade. A resistkia m&dia deve ser arre - 
dondada ao d&imo mais prkimo. 
5.3 Calcular o desvio relative mkximo da ssrie de seis resultados obtidos con - 
forme 5.1, dividindo o valor absolute da diferenga entre a resist&cia m6dia e a 
resistsncia individual que mais se afasta desta msdia, para mais ou para: menos, 
pela resistgncia m6dia e multiplicando este quociente por 100. A porcentagem ob - 
C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 
NBR 722111987 5 
tida deve ser arredondada ao dkkimo mais prcximo. 
5.4 A serie de seis corpos-de-prova de uma idade dew ser desconsiderada, quan - 
do o desvio relative m&imo for superior a 8%. 0 ensaio dew ser repetido i nte - 
gralmente, na mesma idade, at& que se obtenha desvio relative maxima menor ou 
igual a 8%. 
5.5 Calcular para cada idade a resisthcia, dividindo a resistsncia media obti - 
da a partir do agregado original pela resisthcia m6dia correspondente ao agre - 
gado lavado, expressa em porcentagem. 
5.6 0 certificado deve canter as resistsncias msdias das series, OS desvios re - 
lativos m&imos e a resist&cia relativa em cada idade.

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