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EPIFISIÓLISE (COXA VARA)

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VICTORIA CHAGAS 
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EPIFISIÓLISE 
(COXA VARA) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 VICTORIA CHAGAS 
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EPIFISIÓLISE – COXA VARA 
 A epifisiolise é uma fratura da cartilagem de crescimento (fise), causando separação da 
cabeça de um osso largo → coxa vara do adolescente 
 A região hipertrófica é a mais afetada 
 As causas são trauma, fatores nutricionais, metabólicos, obesidade, doença autoimune 
 10-13 anos em meninas. 
 10-15 anos em meninos 
 Mais comum em meninos e negros 
 Bilateralidade em 60% dos casos. 
 A etiologia não está bem definida. As mais discutidas são: traumática, anatômica, 
hormonal e a causada pela sinovite. 
 
❖ FISIOPATOLOGIA 
 
 O deslizamento da epífise femoral ocorre quando a placa de crescimento não consegue 
suportar as forças que cruzam pela cabeça femoral 
 Esse fenômeno somente ocorre enquanto a placa de crescimento está aberta, ou seja, 
antes do termino do crescimento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
❖ SINAIS CLÍNICOS 
 
 Queixas vagas e pouco expressivas no início do escorregamento 
 Na epifisiólise aguda, o paciente apresenta dor súbita, aguda, intensa e persistente, tendo 
dificuldade para apoiar o membro acometido, e não deambula 
 
•Aguda: as queixas referidas pelo paciente aparecem de forma súbita, e o diagnóstico é 
estabelecido antes de três semanas do início do quadro. 
•Crônica: os sintomas vão aparecendo aos poucos, e o diagnóstico é feito após três 
semanas do início do quadro. 
•Crônico-agudizada: associação dos dois outros tipos. O paciente apresenta dor e 
claudicação já crônicas quando refere, de repente, exacerbação dos sintomas, em geral 
decorrente de trauma de baixa intensidade. 
 VICTORIA CHAGAS 
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❖ DIAGNÓSTICO 
 
 Radiografia 
 Análise clínica 
- Limitação da rotação interna do quadril, da abdução e para haver flexão o membro 
inferior tem necessidade de rodar externamente (manobra de Drheman positivo) → ao 
levantar a perna, coxa precisa abrir para conseguir dobrar 
 
❖ TRATAMENTO 
 
 Correção cirúrgica (pino) 
 DECF é geralmente progressivo e requer cirurgia tão logo o diagnóstico seja confirmado. 
Os pacientes não devem suportar objetos pesados do lado afetado até que o DECF seja 
descartado ou tratado. O tratamento cirúrgico consiste na fixação de pinos na fise.