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A produção destas proteínas está sob 
a regulação de um grande número de citocinas : Interleu-
cinas (IL-6, IL-1, IL-11), TNFα, TGFβ, γ-interferon, Fator de 
Crescimento Epidermal e Fator Inibidor de Leucemia (LIF)
Entre as inúmeras manifestações sistêmicas da 
reação de fase aguda está a alteração nas concentra-
ções de várias proteínas plasmáticas, que são denomina-
das de "proteínas de fase aguda". Elas são definidas 
como proteínas de produção hepática que aumentam ou 
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proteína C reativa, substância amilóide A, haptoglobina e 
o fibrinogênio, são denominadas de proteínas de fase 
aguda positivas, enquanto as que apresentam redução 
destes valores, como a albumina, transferrina e a TTR 
(pré-albumina), são denominadas de proteínas de fase 
aguda negativas. A produção destas proteínas está sob 
a regulação de um grande número de citocinas : Interleu-
cinas (IL-6, IL-1, IL-11), TNFα, TGFβ, γ-interferon, Fator de 
Crescimento Epidermal e Fator Inibidor de Leucemia (LIF)
Entre as inúmeras manifestações sistêmicas da 
reação de fase aguda está a alteração nas concentra-
ções de várias proteínas plasmáticas, que são denomina-
das de "proteínas de fase aguda". Elas são definidas 
como proteínas de produção hepática que aumentam ou 
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apresentam elevação de seus valores séricos, como a 
proteína C reativa, substância amilóide A, haptoglobina e 
o fibrinogênio, são denominadas de proteínas de fase 
aguda positivas, enquanto as que apresentam redução 
destes valores, como a albumina, transferrina e a TTR 
(pré-albumina), são denominadas de proteínas de fase 
aguda negativas. A produção destas proteínas está sob 
a regulação de um grande número de citocinas : Interleu-
cinas (IL-6, IL-1, IL-11), TNFα, TGFβ, γ-interferon, Fator de 
Crescimento Epidermal e Fator Inibidor de Leucemia (LIF)
Entre as inúmeras manifestações sistêmicas da reação de fase aguda está a alteração nas concentrações de várias proteínas plasmáticas, que são denominadas de proteínas de fase aguda. Elas são definidas como proteínas de produção hepática que aumentam ou diminuem a sua concentração em pelo menos 25% nos primeiros 7 dias após o dano tecidual. As proteínas que apresentam elevação de seus valores séricos, como a proteína C reativa, substância amilóide A, haptoglobina e o fibrinogênio, são denominadas de proteínas de fase aguda positivas, enquanto as que apresentam redução destes valores, como a albumina, transferina e a TTR (pré-albumina), são denominadas de proteínas de fase aguda negativas. A produção destas proteínas está sob a regulação de um grande número de citocinas: Interleucinas (IL-6, IL-1, IL-11), TNFα, TGFβ, γ-interferon, Fator de Crescimento Epidermal e Fator Inibidor de Leucemia (LIF)
4. O que é o Sistema do Complemento?
O sistema complemento é constituído por uma “cascata” enzimática que ajuda na defesa contra infecções. Muitas proteínas do sistema complemento ocorrem no soro como precursores enzimáticos inativos (zimógenos); outros são encontrados nas superfícies celulares. Esse sistema faz uma “ponte” entre a imunidade inata e a adquirida.
Vias de ativação do Sistema de complemento: 
· Clássica
· Lectina
· Alternativa
5. Qual é o órgão que sintetiza a maioria das proteínas do complemento?
As três vias de ativação convergem para uma via comum quando a C3 convertase cliva o componente C3 em C3a e C3b ( Vias de ativação do complemento.). A clivagem de C3 pode resultar na formação de MAC, o componente citotóxico do sistema complemento. O MAC causa lise de células estranhas. O fator I, com cofatores incluindo a proteína cofator de membrana (CD46), inativa o C3b e o C4b.
6. De que forma pode ocorrer a ativação do Sistema Complemento na presença dos patógenos?
· Linfócitos T – presença de CD4+ e CD8+;
· Linfócitos B – presença de IgD e IgM.
7. Quais as consequências da ativação deste sistema? Considere os produtos gerados e suas funções biológicas.
A capacidade do complemento de mediar as reações inflamatórias agudas e de produzir lesões letais nas membranas celulares constituem uma ameaça não apenas para os patógenos invasores mas também às células e aos tecidos do hospedeiro. Esse potencial de autolesão da ativação do complemento é normalmente mantido sob controle efetivo por diversos inibidores e inativadores que atuam em pontos de amplificação enzimática, bem como em nível das moléculas efetoras.
O C1 INH liga-se aos C1r, C1s, MASP-1 e MASP-2 ativados e os inibem, regulando assim a ativação da via clássica, bem como da via da lectina. Diversas proteínas no plasma e associadas à membrana, tais como C4bp, H, DAF, MCP e CR1, controlam a taxa de formação e a atividade das convertases do complemento. Algumas dessas proteínas atuam como co-fatores obrigatórios para a enzima proteolítica I, que cliva C4b e C3b em fragmentos menores. Duas proteínas séricas, a proteína S, também denominada vitronectina, e SP 40/40, bem como uma proteína associada a células, CD59, inibem a formação do MAC. Por fim, a C3a/C5a INA, uma carboxipeptidase, inativa as anafilatoxinas do complemento.
8. O que são citocinas? Quem as produz? Como podem atuar?
Citocinas são polipeptídeos ou glicoproteínas produzidas por diversos tipos celulares e capazes de modular a resposta celular de diversas células, incluindo dela própria. São moléculas hidrossolúveis e de tamanho variado. Podem ser divididas no grupos: interleucinas (IL), fatores estimuladores de colônias (CSF), fator de necrose tumoral (TNF), interferons (IFN) e fatores de crescimento (TGF). No entanto sua classificação pode estar relacionada com sua forma estrutural ou seu papel biológico/função. No geral as citocinas são produzidas por células tanto do sistema imune inato quanto o adaptativo, afim de ativar, mediar ou regular a resposta imune total. Elas possuem tempo de vida média, curta e dependem de ligação receptor-substrato específica, ou seja, só ativam células que tenham o receptor específico. Quanto suas repostas biológicas finais, podem ser: mediadores e reguladores da resposta inata; quimiocinas; citocinas mediadoras da função de linfócitos T e B; e citocinas estimuladoras da hematopoiese. Cada uma dessas funções está relacionada a uma habilidade do sistema imune, desde sinalizar para outras células, a invasão de organismos externos (geralmente feita pelas células do sistema imune inato), como sinalizar adesão rápida de leucócitos para a região necessária, e até a ativação e reestimulação de células efetoras (inatas ou adaptativas).
9. O que são quimiocinas?
São uma grande família de pequenas citocinas e seu peso molecular varia de 7 a 15kDa. As quimiocinas e seus receptores são capazes de controlar a migração e a residência de células imunes.