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Prévia do material em texto

N-1693 REV. E SET / 2003
 
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 22 páginas e Índice de Revisões 
CRITÉRIOS PARA PADRONIZAÇÃO 
DE MATERIAL DE TUBULAÇÃO 
 Procedimento 
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. 
 
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do 
texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o 
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. 
CONTEC 
Comissão de Normas 
Técnicas 
 
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que 
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma 
eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve 
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo 
Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: 
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. 
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições 
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de 
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A 
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da 
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: 
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter 
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. 
SC - 17 
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam 
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a 
CONTEC - Subcomissão Autora. 
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - 
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o 
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. 
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. 
 
Tubulação 
 “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação 
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.” 
 
 
Apresentação 
 
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho 
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas 
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs 
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e 
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das 
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a 
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para 
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em 
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas 
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. 
../link.asp?cod=N-0001
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
2 
1 OBJETIVO 
 
 
1.1 Esta Norma estabelece os critérios para padronização dos materiais de tubulação a 
serem usados nas classes de pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900 e 1 500, nas instalações 
da PETROBRAS, compreendendo: 
 
a) instalações terrestres e marítimas de perfuração e produção; 
b) instalações de processo e utilidades em refinarias; 
c) parques de armazenamento em refinarias; 
d) estações de bombeamento, compressão e medição de oleodutos/gasodutos 
em refinarias; 
e) tubovias dentro dos limites de refinarias; 
f) drenagem industrial; 
g) oleodutos, gasodutos, bases de armazenamento e terminais (incluindo 
estações de bombeamento, compressão e medição, parques de 
armazenamento, estações de tratamento de efluentes) em áreas fora de 
refinaria. 
 
 
1.2 Esta Norma não se aplica a tubulações que pertençam aos seguintes sistemas: 
 
a) instrumentação e controle; 
b) despejos industriais; 
c) tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos por sistema de pacote 
(compactos). 
 
 
1.3 Esta Norma se aplica a projetos para a PETROBRAS, iniciados a partir da data de sua 
edição. 
 
 
1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos. 
 
 
2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 
 
Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. 
 
PETROBRAS N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação Industrial; 
PETROBRAS N-76 - Materiais de Tubulação; 
PETROBRAS N-115 - Montagem de Tubulações Metálicas; 
PETROBRAS N-381 - Execução de Desenho e Outros Documentos Técnicos 
em Geral; 
PETROBRAS N-1647 - Material para Tubulação - Folha de Padronização; 
PETROBRAS N-1673 - Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação; 
PETROBRAS N-1706 - Projeto de Vaso de Pressão para Serviço com H2S; 
PETROBRAS N-1744 - Projeto de Oleodutos e Gasodutos Terrestres; 
PETROBRAS N-2232 - Válvula Gaveta de Aço Fundido e Forjado; 
PETROBRAS N-2247 - Válvula Esfera em Aço para Uso Geral e Fire Safe; 
PETROBRAS N-2296 - Válvula de Retenção Tipo Portinhola Flangeada de 
Aço Fundido; 
PETROBRAS N-2299 - Válvula de Retenção Wafer Tipo Portinhola Dupla e 
Simples; 
PETROBRAS N-2444 - Material de Tubulação para Dutos, Bases, Terminais e 
Estações; 
../link.asp?cod=N-0057
../link.asp?cod=N-0076
../link.asp?cod=N-0115
../link.asp?cod=N-0381
../link.asp?cod=N-1647
../link.asp?cod=N-1673
../link.asp?cod=N-1706
../link.asp?cod=N-1744
../link.asp?cod=N-2232
../link.asp?cod=N-2247
../link.asp?cod=N-2296
../link.asp?cod=N-2299
../link.asp?cod=N-2444
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
3 
ABNT NBR 5893 - Papelão Hidráulico para Uso Universal e Alta Pressão 
(Material para Juntas); 
ABNT NBR 7669 - Conexão de Ferro Fundido Cinzento; 
ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 
and Smaller for the Petroleum and Natural Gas 
Industries; 
API RP 14E - Design and Installation of Offshore Production Platform 
Piping Systems; 
API SPEC 5L - Specification for Line Pipe; 
API SPEC 6A - Wellhead and Christmas Tree Equipment; 
API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline 
Transportation Systems; 
API STD 594 - Check Valves: Wafer, Wafer-Lug and Double Flanged 
Type; 
API STD 599 - Metal Plug Valves - Flanged, Threaded and Welding 
Ends; 
API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and 
Natural Gas Industries; 
API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded, 
Welding and Extended Body-Ends; 
API STD 609 - Butterfly Valves: Double Flanged, Lug-and 
Water-Type; 
ASME B1.1 - Unified Inch Screw Threads (UN and UNR Thread 
Form); 
ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch); 
ASME B16.1 - Cast Iron Pipe Flanges and Flanged Fittings Classes 
25, 125 and 250; 
ASME B16.3 - Malleable Iron Threaded Fitting Classes 150 and 300; 
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 Through 
NPS 24; 
ASME B16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings; 
ASME B16.10 - Face-to-Face and End-to-End Dimensions of Valves; 
ASME B16.11 - Forged Fittings, Socket - Welding and Threaded; 
ASME B16.14 - Ferrous Pipe Plugs, Bushings and Locknuts with Pipe 
Threads; 
ASME B16.15 - Cast Bronze Threaded Fittings Classes 125 and 250; 
ASME B16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring-Joint, Spiral-
Wound and Jacketed; 
ASME B16.21 - Nonmetallic Flat Gaskets for Pipe Flanges; 
ASME B16.24 - Cast Copper Alloy Pipe Flanges and Flanged Fittings 
Class 150, 300, 400, 600, 900, 1500 and 2500; 
ASME B16.25 - Buttwelding Ends; 
ASME B16.28 - Wrought Steel Buttwelding Short Radius Elbows and 
Returns; 
ASME B16.34 - Valves-Flanged, Threaded and Welding End; 
ASME B16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Unions Classes 150, 
250 and 300; 
ASME B16.47 - Large Diameter SteelFlanges NPS 26 Through 
NPS 60; 
ASME B18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws (Inch Series); 
ASME B18.2.2 - Square and Hex Nuts (Inch Series); 
ASME B31.3 - Process Piping; 
ASME B31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid 
Hydrocarbons and Other Liquids; 
ASME B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping Systems; 
ASME B36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe; 
ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe; 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
4 
ASME B46.1 - Surface Texture (Surface Roughness, Waviness and 
Lay); 
ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, 
Division I; 
BSI BS 1868 - Steel Check Valves (Flanged and Butt-Welding Ends) 
for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries; 
BSI BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves 
(Flanged and Butt-Welding Ends) for the Petroleum, 
Petrochemical and Allied Industries; 
BSI BS 5159 - Cast Iron and Carbon Steel Ball Valves for General 
Purposes; 
BSI BS 5351 - Steel Ball Valves for the Petroleum, Petrochemical and 
Allied Industries; 
CEN EN 13789 - Industrial Valves. Cast Iron Globe Valves; 
MSS SP-6 - Standard Finishes for Contact Faces of Pipe Flanges 
and Connecting - End Flanges of Valves and Fittings; 
MSS SP-43 - Wrought Stainless Steel Butt-Welding Fittings; 
MSS SP-70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends; 
MSS SP-71 - Gray Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded 
Ends; 
MSS SP-80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves; 
MSS SP-83 - Class 3 000 Steel Pipe Unions, Socket-Welding and 
Threaded; 
MSS SP-97 - Integrally Reinforced Forged Branch Outlet Fittings - 
Socket Welding, Threaded and Buttwelding Ends. 
 
 
3 CONDIÇÕES GERAIS 
 
Antes da elaboração de uma nova padronização de material de tubulação deve ser 
verificado se o serviço em questão já está contemplado nas normas PETROBRAS N-76 ou 
N-2444. 
 
 
3.1 Elaboração 
 
A padronização de material de tubulação deve ser elaborada utilizando o formulário da 
norma PETROBRAS N-1647. 
 
 
3.2 Itens Especiais 
 
Itens especiais de materiais de tubulação que não consigam ser designados no formulário 
padronizado pela norma PETROBRAS N-1647 (não cobertos no preenchimento do 
formulário), devem ser emitidos em folhas específicas, conforme formulário adequado, 
padronizado pela norma PETROBRAS N-381. 
 
 
3.3 Corrosão Admissível 
 
Deve ser considerada uma sobreespessura mínima para a corrosão conforme determinado 
nas normas PETROBRAS N-1673 ou N-1744. 
../link.asp?cod=N-0076
../link.asp?cod=N-2444
../link.asp?cod=N-1647
../link.asp?cod=N-1647
../link.asp?cod=N-0381
../link.asp?cod=N-1673
../link.asp?cod=N-1744
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
5 
 
3.4 Serviço com Hidrocarbonetos 
 
Não é permitido o uso de conexões roscadas, flange sobreposto e uniões. 
 
 
3.5 Serviços com Hidrogênio, Ácido Sulfídrico (H2S) e Ácido Fluorídrico (HF) 
 
Todas as soldas devem ser de penetração total, não sendo permitido o uso de tubos e 
acessórios com solda de encaixe ou rosca. 
 
 
3.6 Tubulações de Pequeno Diâmetro 
 
Devem ser consideradas a definição e os critérios da norma PETROBRAS N-57. 
 
 
4 TUBOS DE CONDUÇÃO 
 
 
4.1 Ferro Fundido 
 
Os tubos de ferro fundido devem ser utilizados apenas para sistemas de drenagem, em 
linhas enterradas, usando ferro fundido centrifugado com junta elástica, conforme norma 
ABNT NBR 7669. 
 
 
4.2 Aços-Carbono e Aços-Liga 
 
 
4.2.1 Os tubos de aços-carbono e aços-liga, nos diâmetros nominais até 80”, devem 
atender à norma dimensional ASME B36.10, observando-se os seguintes critérios: 
 
a) não devem ser adotados os diâmetros nominais de 1/8”, 3/8”, 1 1/4”, 3 1/2”, 5” 
e 7”; 
b) o emprego de tubos com diâmetros nominais de 22”, 28”, 32”, 34”, 38”, 40”, 44” 
e 46”, deve ser precedido de análise econômica, sujeito à aprovação da 
PETROBRAS; 
c) tubos de 2 1/2” devem ser utilizados apenas em sistemas de combate a 
incêndio. 
 
 
4.2.2 As espessuras de tubos para os diâmetros nominais até 10” devem ser designadas 
pela série (“schedule”) ou pelas siglas correspondentes à indicação de parede (STD), (XS) e 
(XXS) ou pela espessura em polegadas quando necessário; para diâmetros nominais iguais 
ou superiores a 12” as espessuras devem, preferencialmente, ser designadas em 
polegadas. 
 
 
4.3 Aços Inoxidáveis 
 
 
4.3.1 Os tubos em aço inoxidável nos diâmetros nominais até 30” devem atender à norma 
dimensional ASME B36.19, observando-se os critérios citados no item 4.2.1. 
 
 
4.3.2 Quando a espessura não constar da norma ASME B36.19, deve ser utilizada a norma 
ASME B36.10 (exceto para tubos ASTM A 409). 
../link.asp?cod=N-0057
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
6 
 
4.4 Espessura de Parede 
 
O critério de seleção para espessura de parede deve ser o definido pela norma 
PETROBRAS N-1673, obedecendo-se às espessuras mínimas na norma relacionadas. 
 
 
4.5 Extremidades 
 
As extremidades devem ser conforme as seguintes normas: 
 
a) ASME B1.20.1 - para extremidades roscadas (NPT); 
b) ASME B16.25 - para extremidades para solda de topo; 
c) ASME B16.11 - para extremidades para solda de encaixe. 
 
 
4.6 Seleção de Materiais 
 
Para seleção dos materiais devem ser utilizados os critérios definidos pelas TABELAS 1 
(aço-carbono), TABELA 2 (aços-liga), TABELA 3 (aços inoxidáveis) e TABELA 4 (aplicação 
em baixa temperatura), que apresentam também alternativas que só devem ser utilizadas 
em casos devidamente justificados e sujeitos à aprovação da PETROBRAS. Estes critérios 
são os requisitos mínimos para a seleção de materiais. Para cada aplicação devem ser 
consideradas todas as condições específicas do processo. 
 
 
TABELA 1 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇO-CARBONO 
 
Aplicação 
Típica 
Diâmetro 
Nominal Especificação Básica Alternativas 
1/2” a 14” ASTM A53 Gr. B s/cost. ou c/cost. ASTM A 106 Gr. B 
ASTM A 134 c/chapa 
ASTM A 283 Gr. C 
ASTM A 134 c/chapa 
ASTM A 285 Gr. C 
Uso exclusivo em 
tubulação de água 16” e 
maiores ASTM A53 Gr. B c/cost. 
ASTM A 139 Gr. B 
1/2” a 14” API 5L Gr. B PSL 2 
s/cost. ou 
c/cost. 
(ver Nota) 
ASTM A 106 Gr. B Uso com hidrocarbonetos ou vapor com temperatura 
até 400 °C (exceto para 
serviços com H2S) 16” e maiores 
API 5L Gr. B 
PSL 2 c/cost. ASTM A 672 Gr. A55 Cl.12
1/2” a 14” ASTM A 106 Gr. B s/cost. - Uso com hidrocarbonetos ou vapor com temperatura 
na faixa de 400 °C a 
430 °C e para serviços 
com H2S e H2 
16” e 
maiores 
ASTM A 672 
Gr. B 60 Cl. 22 c/cost. ASTM A 106 Gr. B 
Descarte e carregamento 
de catalisador limitado à 
temperatura de 430 °C 
1/2” a 10” ASTM A 106 Gr. B s/cost. - 
 
 
Nota: Definido em função do cálculo de espessura (ver norma PETROBRAS N-1673). 
../link.asp?cod=N-1673
../link.asp?cod=N-1673
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
7 
 
TABELA 2 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS-LIGA 
 
AplicaçãoTípica Temperatura °C 
Diâmetro 
Nominal Especificação Básica Alternativas 
1/2” a 14” ASTM A 335 Gr. P11 (1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo) s/cost. - até 520 
16” e maiores ASTM A 691 Gr. 1 1/4 CR Cl. 22 (1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo) c/cost. - 
1/2” a 14” ASTM A 335 Gr. P22 (2 1/4 % Cr - 1 % Mo) s/cost. - 
Hidrocarbonetos e 
vapor em temperaturas 
superiores a 430 °C 
 
Finalidade: 
resistir à fluência até 570 
16” e maiores ASTM A 691Gr. 2 1/4 CR Cl. 22 (2 1/4 % Cr - 1 % Mo) c/cost. - 
1/2” a 14” ASTM A 335 Gr. P5 (5 % Cr - 1/2 % Mo) s/cost. - 
Hidrocarbonetos em 
temperaturas superiores a 
430 °C 
 
Finalidade: 
resistir à corrosão 
até 480 
16” e maiores ASTM A 691Gr. 5CR Cl. 22 (5 % Cr - 1/2 % Mo) c/cost. - 
Descarte de catalizador 
acima de 430 °C 
 
Finalidade: 
resistir à fluência 
540 1/2” a 14” ASTM A335 Gr. P5 (5 % Cr - 1/2 % Mo) s/cost. - 
 
 
TABELA 3 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS 
AUSTENÍTICOS 
 
Aplicação 
Típica 
Liga 
Básica Diâmetro 
Especificação 
Básica 
Tipo de 
Fabricação Alternativas 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304 s/cost. (ver Nota 1) 
ASTM A 358 Gr. TP 304 
Cl. 3 (ver Nota 3) 
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 304 Cl. 3 c/cost. 
ASTMA 409 Gr. TP 304 
(ver Nota 2) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 321 s/cost. (ver Notas 1 e 4) 
ASTM A 358 Gr. TP 321 
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) 
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 321 c/cost. (ver Nota 4) 
ASTM A 409 Gr. TP 321 
(ver Notas 2 e 4) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 347 s/cost. (ver Notas 1 e 4) 
ASTM A 358 Gr. TP 347 
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) 
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 347 Cl. 3 
c/cost. 
(ver Nota 4) 
ASTM A 409 Gr. TP 347 
(ver Notas 2 e 4) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304L s/cost. (ver Notas 1 e 4) 
ASTM A 358 Gr. 304L Cl. 3 
(ver Nota 3) 
Hidrocarbonetos 
com misturas com 
hidrogênio, água 
decationizada, 
água deanionizada 
e desmineralizada 
18 Cr -8 Ni 
16” a 30” ASTM A 358 Gr. 304L Cl. 3 
c/cost. 
(Ver Nota 4) 
ASTM A 409 Gr. TP 304L
(ver Nota 2) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L s/cost. (ver Nota 1) 
ASTM A 358 Gr. 316 
Cl. 3 (ver Notas 3 e 5) 
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 316L Cl. 3 c/cost. 
ASTM A 409 Gr. TP 316L
(ver Notas 2 e 5) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L s/cost. (ver Nota 1) 
ASTM A 358 Gr. 316L 
Cl. 3 (ver Notas 3 e 5) 
18 Cr - 11 Ni- 2 Mo 
(ver Nota 5) 
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 316 Cl. 3 c/cost. 
ASTM A 409 Gr. TP 316L
(ver Notas 2 e 5) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317L s/cost. (ver Nota 1) 
ASTM A 312 Gr. 316L 
(ver Notas 3 e 5) 
16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317L c/cost. ASTM A 358Gr. TP 316LCl. 3 (ver Notas 2 e 5) 
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317 s/cost. (ver Nota 1) 
ASTM A 312 Gr. 316L 
(ver Notas 3 e 5) 
Hidrocarbonetos 
com presença de 
ácido naftênico 
18 Cr - 8 N i- 3 Mo 
16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317 c/cost. ASTM A 358 Gr. TP 316L Cl. 3L (ver Notas 2 e 5) 
17 Cr - 9 Ni - Ti 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 321 s/cost. ou c/ cost. (ver Nota 4) 
ASTM A 358 Gr. TP 321 
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) 
Descarte de 
catalisador do 
regenerador antes 
da injeção de ar 17 Cr - 9 Ni - Cb 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 347 
s/cost. ou c/ cost. 
(ver Nota 4) 
ASTM A 358 Gr. TP 321 
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
8 
 
Notas: 1) O tubo sem costura deve ser usado como especificação básica para serviços 
com hidrogênio ou outros em que for exigido esse tipo de fabricação. Nesse 
caso, a alternativa deve ser a especificação ASTM A 376 no grau 
correspondente. 
2) Os tubos ASTM A 409 são limitados aos diâmetros nominais 14” e 30” e às 
espessuras Sch. 10S e 5S. 
3) A especificação ASTM A 358 limitado a diâmetros maiores ou igual a 8”. 
4) Prever tratamento térmico de estabilização e teste de corrosão intergranular na 
aquisição da matéria-prima conforme requisitos suplementares das 
especificações listadas abaixo: 
 
a) ASTM A 312 - S6 e S7; 
b) ASTM A 358 - S5 e S6; 
c) ASTM A 376 - S9 e S10; 
d) ASTM A 409 - S5 e S6. 
 
5) Para serviços com ácidos naftênicos deve-se utilizar, em ordem de prioridade, 
os seguintes aços inoxidáveis tipo: 317L, 317, 316L e 316. Quando forem 
especificados os tipos 316L ou 316, incluir na especificação teor mínimo de 
Mo de 2,5 %. 
 
 
TABELA 4 - QSELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO PARA BAIXA 
TEMPERATURA 
 
Faixa de Temperatura de Projeto (T) e Espessuras de Tubo (e) - (Ver Nota 1) 
15 °C ≥ T ≥ - 29 °C - 45 °C > T ≥ - 90 °CTipo de Fabricação 
esp. até 12,5 mm 12,5 mm > e ≥ 17,5 mm e > 17,5 mm
-29 °C > T ≥ - 45 °C 
esp. até 51 mm 
ASTM A 106 Gr. B 
ASTM A 333 Gr. 6 (ver Nota 2) Tubo SC 
ASTM A 333 Gr. 3 
ASTM A 671 Gr. CC60 ASTM A 671 Gr. CC 60 Cl. 32 c/ teste suplementar S2 
ASTM A 333 Gr. 6 
ASTM A 333 Gr. 3 
Tubo CC 
ASTM A 671 Gr. CF 71 
 
 
Notas: 1) Para casos específicos fora dos limites aqui estabelecidos, devem ser 
atendidos os requisitos para teste de impacto da norma ASME B31.3. 
2) Como alternativa pode ser utilizado o ASTM A 106 Gr. B, com tratamento 
térmico de normalização e ensaio de impacto. 
 
 
5 FLANGES 
 
 
5.1 Materiais 
 
Os materiais para flanges devem ser compatíveis com a TABELA 5. 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
9 
 
TABELA 5 - MATERIAIS PARA FLANGES DE TUBULAÇÃO 
 
Liga Básica Material do Tubo Material do Flange 
ASTM A 106 Gr. B 
ASTM A 153 Gr. B 
API 5L Gr. B Aço-Carbono 
ASTM A 672 Gr. B60 
ASTM A 105 
Aço-Liga ASTM A 333 Gr. 6 ASTM A 350 Gr. LF1 
1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P1 ASTM A 182 Gr. F1 
1 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P11 ASTM A 182 Gr. F11 
2 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P22 ASTM A 182 Gr. F22 
5 % Cr -1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P5 ASTM A 182 Gr. F5 
ASTM A 312 TP304 
ASTM A 358 TP304 
ASTM A 376 TP304 
ASTM A 409 TP304 
ASTM A 182 Gr. F304 
ASTM A 312 TP304L 
ASTM A 358 TP304L 
ASTM A 376 TP304L 
18 Cr - 8 Ni 
ASTM A 409 TP304L 
ASTM A 182 Gr. F304L 
ASTM A 312 TP316 
ASTM A 358 TP316 
ASTM A 376 TP316 
ASTM A 409 TP316 
ASTM A 182 Gr. F316 
ASTM A 312 TP316L 
ASTM A 358 TP316L 
ASTM A 376 TP316L 
18 Cr - 11 Ni - 2 Mo 
ASTM A 409 TP316L 
ASTM A 182 Gr. F316L 
ASTM A 312 TP317 
ASTM A 409 TP317 ASTM A 182 Gr. F317 
ASTM A 312 TP317L 
18 Cr - 11 Ni - 3 Mo 
ASTM A 409 TP317L ASTM A 182 Gr. F317L 
ASTM A 312 TP321 
ASTM A 358 TP321 
ASTM A 376 TP321 
ASTM A 409 TP321 
ASTM A 182 Gr. F321 
ASTM A 312 TP321L 
ASTM A 358 TP321L 
ASTM A 376 TP321L 
17 Cr - 9 Ni - Ti 
ASTM A 409 TP321L 
ASTM A 182 Gr. F321L 
ASTM A 312 TP347 
ASTM A 358 TP347 
ASTM A 376 TP347 17 Cr - 9 Ni - Cb 
ASTM A 409 TP347 
ASTM A 182 Gr. F347 
 
 
Nota: Para os flanges de aço inoxidável austenítico valem as Notas 4 e 5 da TABELA 3, 
onde aplicáveis. 
 
 
5.2 Fabricação 
 
Os flanges de aço devem ser forjados. 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
10 
 
5.3 Padrões Dimensionais 
 
 
5.3.1 Os flanges de aço e ferro fundido devem atender à padronização estabelecida nas 
TABELAS 6 e 7. 
 
 
TABELA 6 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-CARBONO 
 
FLANGES DE AÇOS-CARBONO 
CLASSES DE PRESSÃO
Norma ASME B16.1 Norma ASME B16.5 
Diâmetro 
Nominal 
125 250 150 e 300 400 a 900 1 500 2 500 
1” a 12” ASME B16.5 
14” a 24” 
Usar Flange 
ASME B16.5 
Classe 150 
Usar Flange 
ASME B16.5 
Classe 300 
26” a 36” ASME B16.47 Série A 
42” a 60” 
Usar Flange 
ASME B16.47 
Série A 
Usar Flange 
ASME B16.47
Série A ASME B16.47 Série B 
Calculados 
pelo 
ASME BPVC 
Sec. VIII 
Divisão 1 
Apêndice 2 
(Ver Nota) 
 
 
Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a 
norma ASME B16.5. 
 
 
TABELA 7 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-LIGA 
 
FLANGES DE AÇOS-LIGA 
CLASSES DE PRESSÃO 
Norma ASME B16.5 
Diâmetro 
Nominal 
150 a 900 1 500 2 500 
1” a 12” ASME B16.5 
14” a 24” 
26” a 36” ASME B16.47 Série A 
42” a 60” ASME B16.47 Série B 
Calculados 
pelo ASME 
BPVC Sec. VIII 
Divisão 1 
Apêndice 2 
(ver Nota) 
 
 
Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a 
norma ASME B16.5. 
 
 
5.3.2 Os flanges de bronze devem ser conforme norma ASME B16.24. 
 
 
5.3.3 Para acoplar flanges de aço com flanges de ferro fundido das classes 125 e 250, 
devem ser usados flanges de aço das classes 150 e 300, respectivamente, com face plana. 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
11 
 
5.4 Tipos 
 
 
5.4.1 Os flanges de DN 2” e maiores devem ser do tipo pescoço, com chanfro para solda de 
topo, conforme norma ASME B16.25, com espessura igual à do tubo ao qual se destina, 
exceto nas situações previstas no item 5.4.3. 
 
 
5.4.2 Os flanges de DN 1/2” e menores devem ser de solda de encaixe ou roscados, 
dependendo da padronização das conexões, exceto em serviços com hidrogênio, ácido 
sulfídrico (H2S) e ácido fluorídrico (HF), quando seu uso não é permitido, conforme item 3.4, 
devendo ser utilizados flanges de pescoço, com solda de topo. 
 
 
5.4.3 Os flanges sobrepostos podem ser utilizados em tubulações para serviço com fluidos 
não tóxicos e não inflamáveis, exceto quando soldados diretamente em curva. Esses 
flanges devem ser limitados à 300# e temperatura até 150 °C. 
 
 
5.5 Faces 
 
 
5.5.1 Face com Ressalto 
 
A utilizada para flanges de aço até classe de pressão 600, inclusive. 
 
 
5.5.2 Face Plana 
 
Tipo de face das válvulas de ferro fundidoASME B16.1, classes 125 e 250. Este mesmo tipo 
de face deve ser usado nos flanges de aço ASME B16.5 e ASME B16.47, nas classes 150 e 
300, quando usados como contraflange das válvulas de ferro fundido; nas classes de 125 e 
250 respectivamente. 
 
 
5.5.3 Face Junta Anel 
 
Deve ser usada para as classes de pressão 600 ou maiores, admitindo-se, também, nas 
outras classes quando o serviço exigir. 
 
 
5.6 Acabamento das Faces para Flanges de Aço 
 
 
5.6.1 O acabamento das faces de contato para vedação dos flanges com face plana ou face 
com ressalto deve ser conforme a norma MSS SP-6 e padrão visual conforme norma 
ASME B46.1 e obedecendo ao seguinte critério: 
 
a) face com ranhuras espiraladas, excêntricas ou concêntricas, com rugosidade 
na faixa de 125 µm RMS a 250 µm RMS quando a junta de vedação for de 
papelão hidráulico; 
b) face com acabamento liso (“smooth finish”) com rugosidade máxima de 125 µin 
ARRH (3,2 µm ARRH) ou 125 µm RMS, quando a junta de vedação for do tipo 
semimetálica espiralada (“spiral wound”); 
c) face para junta de anel (“ring type”) rugosidade máxima de superfície de 
contato do flange e da junta deve ser de 63 µin RMS. 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
12 
 
5.6.2 A face dos flanges que trabalham com junta de vedação tipo anel sólido (“ring type 
joint”) deve ter as seguintes durezas mínimas: 
 
a) aço-carbono: 120 Brinell; 
b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 160 Brinell; 
c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 160 Brinell; 
d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 140 Brinell. 
 
 
6 PARAFUSOS E PORCAS 
 
 
6.1 Geral 
 
Os parafusos tipo estojo devem ser integralmente roscados. As porcas devem ser 
hexagonais, série pesada (“heavy semifinished”). 
 
 
6.2 Materiais e Padrões Dimensionais 
 
 
6.2.1 Parafusos 
 
As dimensões dos parafusos para flanges devem ser conforme as normas ASME B16.5 e 
ASME B18.2.1. As roscas devem ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que para 
parafusos de diâmetros 1” e menores devem ser do tipo “coarse thread series” UNC-2A e 
para parafusos de diâmetros 1 1/8” e maiores devem ser do tipo “8 thread series” 8UN-2A. O 
material deve ser conforme TABELA 8. 
 
 
TABELA 8 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA PARAFUSOS E PORCAS 
 
Material 
Item T ≤ 540 °C Válvula Testada a Fogo (“Fire Tested Type”) T ≤ - 29 °C PVC 
Parafusos máquina - - - ASTM A307 Gr. B
Parafusos estojo ASTM A193 Gr. B7 ASTM A193 Gr. B16 ASTM A320 Gr. L7 - 
Porcas ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 4 ASTM A194 Gr. 2H
 
 
6.2.2 Porcas 
 
As dimensões das porcas devem ser conforme a norma ASME B18.2.2. As roscas devem 
ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que, para porcas de diâmetros 1” e menores, usar 
a série UNC-2B, para diâmetros de 1 1/8” e maiores, usar a série 8UN-2B. O material deve 
ser conforme TABELA 8. 
 
 
Notas: 1) Para ambiente com salinidade utilizar parafuso cadmiado ASTM B 766 Cl. 8 
Tipo II, bicromatizado amarelo brilhante, com alívio de tensões e de hidrogênio 
e testes suplementares S1, S2 e S3. 
2) Para serviço com H2S utilizar estojos em dureza a 235 Brinell, conforme norma 
PETROBRAS N-1706. 
 
../link.asp?cod=N-1706
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
13 
 
7 JUNTAS DE VEDAÇÃO 
 
 
7.1 Padrões Dimensionais 
 
As normas dimensionais para juntas de vedação devem ser conforme a norma 
ASME B16.5 e TABELA 9. 
 
 
TABELA 9 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA JUNTAS DE VEDAÇÃO 
 
Normas Uso 
ASME B16.21 e ABNT NBR 5893 - Para juntas não metálicas 
ASME B16.20 e API SPEC. 6A (ver Nota) - Para juntas metálicas tipo anel 
ASME B16.20 
- Para juntas metálicas com enchimento não 
metálico tipo semimetálica espiralada e 
semimetálica encamisada 
 
 
Nota: Aplicável em árvore de natal em instalações “offshore”. 
 
 
7.2 Anel Metálico 
 
Todas as juntas tipo anel devem ser ovais ou octogonais e com durezas máximas como 
segue: 
 
a) aço-carbono: 90 Brinell; 
b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 130 Brinell; 
c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 150 Brinell; 
d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 110 Brinell. 
 
 
7.3 Critérios para Seleção de Juntas de Vedação para Ligações Flangeadas 
 
Para seleção de juntas de vedação deve ser utilizada a TABELA 10. 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
14 
 
TABELA 10 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE JUNTAS DE VEDAÇÃO DE 
LIGAÇÕES FLANGEADAS 
 
Aplicação Neoprene 
Papelão 
Hidráulico em 
Aramida + NBR 
ASME B16.21 
Metálica Espiralada 
em AISI 304 com 
Enchimento de 
Grafite Flexível 
ASME B16.20 
(ver Notas 1, 2 e 3 ) 
Anel Metálico 
ASME B16.20 
Metálica Espiralada 
em 1)Monel® com 
enchimento de PTFE
ASME B16.20 
Água 
Vapor 
Ar 
Produtos Químicos 
Nitrogênio, CO2 
Espuma 
Neoprene 
até 150# 
0 ≤ T ≤ 100 °C 
até 150# 
0 ≤ T ≤ 150 °C 
até 600# 
T ≤ 430 °C 
a partir de 
600# _______ 
Álcool _________ até 150# 0 ≤ T ≤ 80 °C ___________ _______ _______ 
Gases Liquefeitos 
Hidrocarbonetos 
Glicol 
Processos Gerais 
DEA 
_________ ___________ até 600# -60 °C ≤ T ≤ 430 °C 
a partir de 
600# _______ 
Serviços Categoria 
M _________ ___________ 
até 300# 
T ≤ 430 °C 
a partir 
de 600# _______ 
Serviços Sujeitos a 
Ciclos Térmicos _________ ___________ 
até 600# 
T ≤ 430 °C _______ _______ 
MTBE até 150# até 100 °C ___________ 
até 300 # 
T ≤ 430 °C _______ _______ 
Ácido Fluorídrico _________ ___________ _______ _______ Até 300# (T ≤ 204 °C) 
Hidrocarboneto 
Presença de 
Ácidos Naftênicos 
_______ _______ 
até 300# 
T ≤ 430 °C 
(ver Nota 2) 
_______ _______ 
 
 
Notas: 1) Anel de encosto interno deve ser utilizado para pressões acima de 40 kgf/cm2 
ou DN ≥ 8”. 
2) Para serviços com ácidos naftênicos usar espirais em AISI 316 ou 317. 
3) Para serviços em temperaturas acima de 430 °C usar espiras de 
AISI 321 ou 347. 
 
 
8 CONEXÕES 
 
 
8.1 Conexões para Solda de Topo 
 
 
8.1.1 Padrões Dimensionais 
 
Devem ser obedecidas as seguintes normas dimensionais: 
 
a) norma ASME B16.9 - conexões de aço-carbono e aço-liga; 
b) norma MSS SP-43 - conexões de aço inoxidável; 
c) norma ASME B16.25 - extremidades para solda de topo; 
d) norma ASME B16.28 - curvas de raio curto. 
 
 
1)MONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de internos de válvulas e outros componentes de 
tubulação para maior resistência à corrosão. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização 
desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser 
utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual. 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
15 
 
Notas: 1) Exceto onde indicado em contrário, a espessura de parede nas extremidades 
da conexão deve ser igual à espessura do tubo conectado. 
2) Exceto onde indicado em contrário, as curvas com extremidade para solda de 
topo devem ser de raio longo. 
3) Preferencialmente a fabricação deve ser sem costura. 
 
 
8.1.2 Curva em Gomos 
 
Para curvas em gomos, fabricadas de tubo ou chapa, devem ser atendidas as limitações 
citadas na norma ASME B31.3, tais como: inflamabilidade e toxidez do fluido transportado, 
pressão de projeto, temperatura de projeto e condições cíclicas severas. Para a 
determinação do número de soldas e da espessura de parede, devem ser utilizados os 
critérios da norma citada. 
 
 
8.1.3 Ramificações 
 
 
8.1.3.1 O critério para a seleção do tipo de ramificação deve seguir a orientação da 
TABELA 11. 
 
 
TABELA 11 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE RAMIFICAÇÕES 
 
TRONCO 
<2” 2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” 24” >24” 
TE COLAR ROSQUEADO (VER NOTA 1) COLAR DE ENCAIXE (VER NOTA 1) MEIA LUVA (VER NOTA 1) <2” 
 2” 
 SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO 3” 
 
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: 
USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER 
NOTA 2) 
 COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO OU BOCA DE LOBO COM REFORÇO 4” 
 6” 
 COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU COLAR DE TOPO OU TE (VER NOTA 2) 8” 
 10” 
 SEM NECESSIDADE DEREFORÇO: USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER NOTA 2) 12” 
 COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO OU BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU TE (VER NOTA 2) 14” 
 16” 
 18” 
 20” 
 24” 
 
C 
A 
L 
C 
U 
L 
A 
R 
>24”
R 
A 
M 
I 
F 
I 
C 
A 
Ç 
Õ 
E 
S 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
16 
 
Notas: 1) Para serviço com H2S, H2, fluído enquadrado na categoria M e serviço cíclico 
severo, devem ser utilizadas ramificações suscetíveis a exame radiográfico, 
tais como: tês forjados, tês extrudados e selas forjadas, sempre que não for 
possível utilizar o exame por ultra-som como alternativa. Para limitações no uso 
do exame por ultra-som ver norma PETROBRAS N-115. 
2) A escolha final deve ser baseada em critérios econômicos, prazos de 
instalação ou outras diretrizes. Na folha de padronização devem constar as 
diversas alternativas que se aplicam a cada caso. 
3) Não é recomendável utilização de boca-de-lobo em plataformas marítimas (ver 
norma API RP 14E). 
 
 
8.1.3.2 Os padrões dimensionais dos colares devem ser conforme a norma MSS SP-97. 
 
 
8.2 Conexões para Solda de Encaixe e Roscadas - Padrões Dimensionais 
 
Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais: 
 
a) norma ASME B1.20.1 - rosca NPT; 
b) norma ASME B16.3 - conexões roscadas de ferro maleável; 
c) norma ASME B16.11 - conexões de aço forjado roscadas ou para solda de 
encaixe: dimensões, tolerâncias e limites de aplicação; 
d) norma ASME B16.14 - bujões e buchas roscadas de ferro maleável; 
e) norma ASME B16.15 - conexões roscadas de bronze fundido; 
f) norma ASME B16.39 - uniões roscadas de ferro maleável; 
g) norma MSS SP-83 - união roscada e encaixe de aço-carbono. 
 
 
Notas: 1) Os diâmetros nominais utilizados são 1/2”, 3/4”, 1” e 1 1/2”. 
2) Somente devem ser utilizadas conexões de ferro maleável da classe de 
pressão 300. 
3) Deve ser utilizada a TABELA 12 para correspondência entre a classe de 
pressão de conexões de aço forjado e espessura de parede de tubo. 
 
 
TABELA 12- CORRESPONDÊNCIA ENTRE CLASSE DE PRESSÃO E 
ESPESSURA DE PAREDE DE TUBO 
 
Espessura de Parede do Tubo Tipo de 
Conexão 
Classes de 
Pressão da Conexão Série Designação da Parede 
3 000 80 XS Roscada 
6 000 - XXS 
3 000 80 XS 
6 000 160 - Solda de Encaixe 
9 000 - XXS 
 
../link.asp?cod=N-0115
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
17 
 
9 VÁLVULAS 
 
 
9.1 Seleção de Materiais 
 
Para seleção dos materiais devem ser utilizadas as TABELAS 13, 14 e 15. 
 
 
TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 
1/2” A 1 1/2” 
 
Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio 
Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho 
Diâmetro 1/2” - 1 1/2” 
 
Aplicação Classe Corpo Internos (ver Nota 2) Corpo 
Internos 
(ver Nota 2) 
200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62 
300 Bronze ASTM B 61 Bronze ASTM B 61 
AFO ASTM 
A 182 Gr. F6a 
800 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 180Gr. F6a 
Água 
1 500 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / 2)Stellite® 
Vapor até 400 °C AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / Stellite® 
Hidrocarbonetos até 
400 °C sem H2S 
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFO ASTM A 105 
AFO ASTM A 182
Gr. F6a 
Hidrocarbonetos até 
400 °C com H2S 
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos 
corrosivos em alta 
temperatura até 540 °C 
AFO ASTM A 182 
Gr. F5a 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
Hidrocarbonetos com 
ácido naftênico 
AFO ASTM A 182 
Gr. F317L 
AFO ASTM A 182 
Gr. F317L 
Vapor a alta pressão AFO ASTM A 182 Gr. F11 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a / Stellite® 
Gás natural à baixa 
temperatura até - 29 °C 
AFO ASTM A 350 
Gr. LF2 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFO ASTM A 350 
Gr. LF2 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos à baixa 
temperatura até - 29 °C AFO ASTM A 105 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 AFO ASTM A 105 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos à baixa 
temperatura até - 45 °C 
AFO ASTM A 350 
Gr. LF2 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFO ASTM A 350 
Gr. LF2 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos à baixa 
temperatura até - 60 °C 
AFO ASTM A 350 
Gr. LF3 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFO ASTM A 350 
Gr. LF3 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos até 
150 °C sem H2S 
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFO ASTM A 105 
AFO ASTM A 182
Gr. F6a 
Hidrocarbonetos até 
150 °C com H2S 
AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
 
 
Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200. 
2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação 
AISI equivalente. 
 
2) STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e 
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa 
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, 
desde que conduza a resultado igual. 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
18 
 
TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2” 
E MAIORES 
 
Bloqueio Retenção Bloqueio 
Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho 
Diâmetro 2” e 
Maiores 
 
Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos 
125 FFU ASTM A 126 Cl. B 
FFU ASTM 
A 126 Cl. B 
Bronze 
ASTM B 62 
FFU ASTM 
A 126 Cl. B Bronze ASTM B 62 
150 AFU ASTM A 216Gr. WCB Bronze ASTM B 62 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB Bronze ASTM B 62 
250 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 61 
FFU ASTM 
A 126 Cl. B Bronze ASTM B 61 
900 AFU ASTM A 216Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 Gr. 
F6a/Stellite® 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a/Stellite® 
Água 
1 500 AFU ASTM A 216Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 Gr. 
F6a/Stellite® 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a/Stellite® 
Vapor até 400 °C AFU ASTM A 216Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 Gr. 
F304/Stellite® 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304/Stellite® 
Hidrocarbonetos até 
400 °C sem H2S 
AFU ASTM A 216
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182
Gr. F6a 
Hidrocarbonetos até 
400 °C com H2S 
AFU ASTM A 216
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos 
corrosivos em alta 
temperatura até 540 °C 
AL ASTM A 217 
Gr. C5 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AL ASTM A 217 
Gr. C5 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
Hidrocarbonetos com 
ácido naftênico 
AFU ASTM A 351
Gr. CG8M 
AFO ASTM A 182 
Gr. F317L 
AFU ASTM A 351 
Gr. CG8M 
AFO ASTM A 182 
Gr. F317L 
Vapor a alta pressão AL ASTM A 217 Gr. WC6 
AFO ASTM A 182 Gr. 
F6a/Stellite® 
AL ASTM A 217 
Gr. WC6 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a/Stellite® 
Gás natural à baixa 
temperatura até - 29 °C 
AFU ASTM A 352 
Gr. LCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 352 
Gr. LCB 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos à baixa 
temperatura até - 29 °C 
AFU ASTM A 216
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos à baixa 
temperatura até - 45 °C 
AFU ASTM A 352
Gr. LCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 352 
Gr. LCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 352 
Gr. LCB 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos à baixa 
temperatura até - 60 °C 
AFU ASTM A 352
Gr. LC3 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 352 
Gr. LC3 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 352 
Gr. LC3 
AFO ASTM A 182
Gr. F304 
Hidrocarbonetos até 
150 °C sem H2S 
AFU ASTM A 216
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F6a 
Hidrocarbonetos até 
150 °C com H2S 
AFU ASTM A 216
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFO ASTM A 182 
Gr. F304 
AFU ASTM A 216 
Gr. WCB 
AFOASTM A 182
Gr. F304 
 
 
Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação 
AISI equivalente. 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
19 
 
TABELA 15 - SELEÇÃO DE MATERIAIS NÃO METÁLICOS PARA SEDES DE 
VÁLVULAS 
 
Tipo de Material Aplicação Limites de Temperatura °C 
Buna-N Água, Ar e Nitrogênio 0 até 100 
Ebonite, Neoprene Produtos Químicos 0 até 65 
3)Viton® Hidrocarbonetos 0 até 150 
PTFE Hidrocarbonetos - 60 até 150 
 
 
9.2 Padrões Dimensionais 
 
Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais conforme TABELA 16. 
 
 
TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS 
 
Material do Corpo e Extremidades da Válvula 
Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço Forjado Tipo de 
Válvula 
Rosca Flange “WAFER” Flange Solda de Topo Encaixe de solda 
Gaveta MSS SP-70 API STD 600 
Globo CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761 
Retenção 
MSS SP-80 
MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868 
Esfera API SPEC 6D BSI BS 5351 
Borboleta API STD 609 
Macho API STD 599 
 
 
9.3 Operação com Redutores 
 
O uso de redutores de engrenagens para melhor operação de válvulas deve ser adotado 
nos diâmetros iguais ou maiores que os indicados na TABELA 17. 
 
 
3) VITON® é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e 
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa 
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, 
desde que conduza a resultado igual. 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
20 
 
TABELA 17 - USO DE REDUTORES DE ENGRENAGENS 
 
Tipo Classe 
Usar Redutores para 
Diâmetros Nominais das 
Válvulas ≥ 
150 14” 
300 12” 
600 6” 
900 6” 
Gaveta 
1 500 e 2 500 6” 
600 e 900 6” 
Globo 1 500 e 2 500 4” 
150 e 300 6” 
600 e 900 6” Esfera e Macho 
1 500 e 2 500 4” 
Borboleta 125 12” 
 
 
9.4 Válvulas de Esfera 
 
 
9.4.1 As válvulas esfera testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser como especificadas 
na norma PETROBRAS N-2247. 
 
 
9.4.2 As válvulas de esfera devem ser do tipo passagem plena. 
 
 
9.5 Válvulas de Borboleta 
 
Para DN de 2” a 20” deve ser utilizado o tipo “wafer” ou “lug” e para DN de 24” e maiores, 
deve ser utilizado o tipo flangeado. 
 
 
9.6 Válvulas de Retenção 
 
 
9.6.1 Para DN de 1/2” a 1 1/2” deve ser utilizado o tipo pistão (horizontal ou vertical) quando 
a válvula for de aço, e tipo portinhola quando a válvula for de bronze. 
 
 
9.6.2 Para DN de 2” e maiores deve ser utilizado o tipo portinhola flangeada. Como 
alternativa, pode ser utilizado o tipo “wafer” dupla ou simples portinhola com sede em 
BUNA-N até 100 °C, Viton® de 100 °C a 150 °C e sede metal-metal acima de 150 °C. 
 
 
9.7 Ressaltos para Conexões Auxiliares 
 
As válvulas flangeadas e para solda de topo dos tipos gaveta, globo, macho e retenção 
devem ser fornecidas com ressaltos para possibilitar instalação de conexões auxiliares, 
conforme Figuras 1 e 5 da norma ASME B16.34 e segundo o indicado na TABELA 18. 
 
../link.asp?cod=N-2247
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
21 
 
TABELA 18 - RESSALTOS PARA CONEXÕES AUXILIARES 
 
Tipo Diâmetro Nominal da Válvula 
Diâmetro Nominal da 
Conexão Auxiliar 
Posições da 
ASME B16.34 
2” a 4” 1/2” 
6” a 8” 3/4” Gaveta 
> 10” 1” 
A, B e H 
2” a 4” 1/2” 
6” a 8” 3/4” Retenção 
> 10” 1” 
G 
2” a 4” 1/2” 
Globo 
6” a 8” 3/4” 
G 
2” a 4” 1/2” 
6” a 8” 3/4” Esfera 
> 10” 1” 
G 
 
 
9.8 Intervalo de Diâmetros Utilizados 
 
A TABELA 19 apresenta os diâmetros nominais padronizados para cada tipo de válvula, em 
função do material do corpo e tipo de extremidade da válvula. 
 
 
TABELA 19 - DIÂMETROS NOMINAIS PADRONIZADOS PARA VÁLVULAS 
 
Material do Corpo e Extremidade da Válvula 
Bronze FFU AFU AFO 
Tipo 
de 
Válvula RO FLG “WAFER” FLG ST ES 
VGA ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2” 
VGL ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2” 
VRE 
1/2” - 1 1/2” 
2” - 24” ≥ 26” ≥ 2” ≥ 2” 
VES - - - ≥ 2” - 
1/2” - 1 1/2” 
VBO - - ≥ 2” - - 
 
 
Nota: Os limites das normas dimensionais para cada tipo de válvula devem ser 
atendidos. 
 
 
9.9 Gaxetas 
 
A TABELA 20 apresenta o critério de seleção de gaxetas para válvulas industriais. 
 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
22 
 
TABELA 20 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE GAXETAS PARA VÁLVULAS 
INDUSTRIAIS 
 
Aplicação Padronizações Não-Amianto 
Produto Químico 
Solventes 
Água 
Aa, Ab, Ac, Ad, Ae, Af, Ag, Bh, Bp, 
Cf, Ch, Ci, Ta, Xa, Xb, Xc, Xd e Xe PTFE (T ≤ 150 °C) 
Água de Caldeira 
Vapor D’água 
CO 
Hidrocarbonetos 
DEA 
Álcool 
Vapor de Alta 
Hidrocarbonetos a Alta 
Pressão e Temperatura 
Ba, Bb, Bc, Bd, Be, Bf, Bg, Bj, Bm, Bo, Ca, 
Cb, Cc, Cd, Ce, Cf, Cg, Cm, Co, Ea, Eb, Ec, 
Ed, Ee, Ef, Eg, Fa, Fb, La, Lb, Lc, Ld, Ma, 
Mb, Mc, Md, Oa, Ob, Pa e Qa 
T ≤ 760 °C, anel superior e 
inferior em grafite flexível 
com fios de 4)Inconel® e anéis 
intermediários em grafite 
expandido. 
 
 
_____________ 
 
 
4)INCONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de liga metálica de boa resistência à corrosão, 
tensão de ruptura e estabilidade térmica. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta 
Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado 
produto equivalente, desde que conduza a resultado igual. 
 
 N-1693 REV. E SET / 2003
 
IR 1/1 
 
ÍNDICE DE REVISÕES 
REV. A, B, C e D 
Não existe índice de revisões. 
REV. E 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
1.1, 1.2 e 1.4 Revisados 
2 e 3 Revisados 
3.6 Revisado 
4.5 e 4.6 Revisados 
5.5.1 Revisado 
5.6.1 e 5.6.2 Revisados 
6.2.1 Incluído 
6.2.2 Revisado 
7.2 Revisado 
7.3 Incluído 
8.2 Revisado 
9.4.1 Revisado 
9.8 Incluído 
TABELAS 1, 2 e 3 Revisadas 
TABELAS 4 e 5 Incluídas 
TABELAS 6 Revisada 
TABELAS 8 Incluída 
TABELAS 8 e 9 Revisadas 
TABELA 10 Incluída 
TABELAS 12 e 13 Revisadas 
TABELAS 14, 15 e 16 Revisadas 
TABELA 15 Incluída 
TABELA 18 Revisada 
TABELAS 19 e 20 Incluídas 
 
 
 
 
_____________

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