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Estrongiloidiase e ancilostomiase - nematelminto 2

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Nematelmintos – Estrongiloidíase - Larissa Leslye 
- Strongyloiddes Stercoralis 
→ Traz comprometimentos sérios, principalmente as 
pessoas imunocomprometidas 
→ Distribuição geográfica é ampla. As áreas de 
hiperendemicas; endêmicas e esporádicas. 
Sudeste; Centro-Oeste do Brasil – hiperendemica. 
→ Podemos ter serios comprometimentos no tecido 
cutaneo; tecido pulmonar e intestino delgado (habitat 
natural do strongyloides em humanos) 
Na pele podemos ter lesões como edemas, petéquias, areas hipereiadasque podem se infectar, essas 
lesões são decorrentes da penentração da forma larvaria do strongyloides através da pele. Elas por via 
hematogenica alcaça pulmões atravessa vasos, alveolos e bronquilos causando lesões, areas 
hemorragicas e ate mesmo abcessos depedndendo da carga parasitária. Dali elas podem atingir 
intestino delgado gerando dois principais meanismos de ação: ações mecanicas e irritativas, 
promovendo uma enterite de mucosas. 
→ Em individuos imunocomprometidos acontece uma forma grave – DISSEMINADA que pode levar esse 
individuo a morte. 
→ Em que condições pode ocorrer a forma disseminada? Em indiivduos com doenças linfoproliferativas – 
infecções pelo HTLV 1. Outra doenças associadas com a Strongyloidise disseminada são doenças 
eritematosas: lupus eritematoso; artrite reumatóide; polimiosite 
Doenças metabólicas como diabetes mellitus; defeitos congenitos ou adquiridos do sistema imune; farmacos 
imunossupressores 
ASPECTOS MORFOLOGICOS DAS LARVAS: 
Temos varias formas evolutivas do Strongtloides: 
Femeas de vida parasitária = femea partenogenética (respordução por partenogenese: reprodução 
que os ovocitos evoluem para ovulos e ovos sem fusão de gametas, apenas por estimulos fisicos e 
quimicos) 
Femeas e Machos de vida livre 
→ Tantos as femeas partenogeneticas (por partenogeneses) quando as de vida livre (resprodução sexuada) 
produzem ovos que embrionam-se tornam-se larvados, eclodem e liberam a larva rabditóide que no ambiente 
evolui para larva filarióide. 
Esse ambiente pode ser externo ou no intestino, dependendo do transito intestinal. Obs: É mais comum evoluir 
no meio ambiente. 
 
 
 
 
 
 
CICLO BIOLÓGICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Um indivíduo parasitado com a femea partenogenética, por estudo químico e físico, produz ovos e põe esses 
ovos no intestino, que embrionam-se, tornam-se larvários, o ovo eclode e libera a larva rabdtóide no ambiente 
favorável – solo poroso, úmido, sombreado e temperatura em torno de 25,28,30 C. 
Essas larvas nesse tipo de ambiente evoluem para larva filarióide (L3) essa L3 precisa de um hospedeiro. Essa 
larva filarióide encontrando uma pele humana delicada e desprotegida (região dorsal; região de glúteo; face 
posterior da coxa; planta do pé), penetra na pele e ganha circulação e por via hematogênica vai para o coração 
→ pulmão, e no pulmão perfura os vasos saindo deles, vão para os alvéolos, sobem para a traqueia, vão para 
laringe (causando um reflexo de coceira que vai levar a pessoa a deglutição). Vão ser deglutidas, descem pelo 
esôfago e chegam até o intestino delgado. Essa larva no intestino delgado evolui para femea partenogenética 
– SEMPRE e o ciclo se fecha. 
Ciclo pulmonar ou Ciclo de Loss: coração – pulmão – arvore traqueobrônquica – laringe 
Acontece que no ambiente, algumas dessas larvas rabdtóides podem evoluir para machos e femeas de vida 
livre. Os machos e femeas se acasalam, as femeas produzem ovos que se tornam larvados, liberando as larvas 
rabdtoides que se transformam em filariodes penetra pela pele e fazer tudo que já foi tido, ou pode gerar 
novamente machos e femas de vida livre... 
Esse ciclo que acontece no ambiente é o geociclo 
OBS: 
❖ No ambiente só temos a forma evolutiva de vida livre 
❖ A forma parasitária = femea partenogenética 
 
Obs: Seta de autoinfecção: é quando o individuo tem o transito intestinal mais lento, o ovo eclode dentro do 
intestino, formando a rabdtóide que evolui para filarioide dentro do intestino, penetra na mucosa do intestino 
grosso, cai na corrente sanguinea e faz o ciclo de Loss – pulmão – traqueia – esofago – intestino delgado 
formando a femea partenogenética. 
 
Pq no intestino a larva filarioide ela sempre se torna Fema Partenogenética? Por condições genéticas, um 
fenomeno chamado de POLIEMBRIONIA 
POLIEMBRIONIA: a femea partenogenética é 3n e produz ovos que vão formar larvas rabdtóides → 
filaroides → podendo ser haploides (n); dipoloides (2n); triploides (3n) 
Se for 3n larvas filarioides que penetram na pele – ciclo de Loss – femea partenogenética → CICLO DIRETO 
Se for 2n formam femeas de vida livre 
Se for n forma machos de vida livre 
Macho e femea vão se reproduzir – 2n e n – podendo dar origem as tres opções citadas. No caso se for 3N vai 
infctar pela pele – ciclo de Loss – femea partenogenética, há isso chamamos de → CICLO INDIRETO 
 
 
 
 
 
 
RESUMINDO 
 
Hospedeiro Humano parasitado com femea partenogenética → essa femea partenogenética produz três tipos 
de óvulos que vão gerar larvas rabdtoides → larvas filarioides que podem ser 3N, 2N ou N 
3N – infecta 
2N (femea de vida livre) N (macho de vida livre) = que no meio ambiente acasalam produzindo larvas 
filarioides que podem ser 3N, 2N ou N 
CICLO DIRETO: larvas filarioides 3N oriundas de uma fêmea partenogenética 
CICLO INDIRETO: larvas filarioides 3N oriundas do cruzamento de um macho de vida livre com uma femea 
de vida livre 
GEOCICLO: ciclo dos machos e femeas de vida livre se cruzando e dando origem a mais machos e femeas de 
vida livre 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MECANISMOS DE TRANSMISSÃO 
1- Hetero ou primo infecção: consiste na penetração de larvas filarioides 3N através da pele. Ou larvas 
filarioides 3N que contaminaram os alimentos, e esses são ingeridos, essas larvas vão penetrar na 
mucosa oroesofagianas fazendo o ciclo de Loss... 
 
2- Auto infecção interna ou Hiperinfecção (auto infecção endógena): transito intestinal do individuo é 
mais lento, ovo eclode dentro do intestino liberando as larvas filarioides, e as 3N penetram na mucosa 
intestinal, faz o ciclo de loss e volta para o intestino delgado virando a femea partenogenética. 
Isso clinicamente é ruim pois causa a cronicidade da parasitose. Ocorre em indivíduos com retardo do fluxo 
intestinal. 
Essa hiperinfecção em indivíduos imunocompenentes ela mantem a cronicidade da infecção, mas em 
indivíduos imunocomprometidos, ela leva a morte. 
 
3- Auto infecção externa ou exógena: temos a larva rabdtóide na região perianal que evolui para 
filarioide, penetra atraves da pele e faz o ciclo de Loss. 
Quais os fatores que que predispõe a essa infecção externa? Crianças mal cuidas quanto a sua 
higienização (fraldas, cuecas e calcinhas que não são trocadas e ficam com restos de fezes e se tiver o 
ovo vai eclodir e as larvas 3N vão penetrar na pele); adultos com deficiência de higiene; restos de 
fezes nos pelos perianais) 
 
4- Forma disseminada: exacerbação da hiperinfecção em pacientes imunocomprometidos (por uso de 
fármacos imunossupressores, por comorbidades como doenças como malária, esquistossomose, HIV) 
→ estes fazem uma auto-infecção intensa aumentando a carga parasitária desse indivíduo. 
Portanto há uma alta produção de larva filarioide no intestino que penetra na mucosa e entra para o 
ciclo de Loss, aumentando a carga parasitaria... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nematelmintos – Ancilostomíase 
 
→ Constituído de duas espécies: ancylostoma duodenales e mecartor americanus 
→ Distribuição geográfica: americas; áfrica; ásia; oriente médio 
→ Podemos ter serios comprometimentos no tecido cutaneo; tecido pulmonar e intestino delgado (habitat 
natural do strongyloides em humanos) . Também fazem o ciclo pulmonar, entram pela pele ou pelas mucosas, 
fazem o ciclo pulmonar e vão para o intestino delgado. 
Portanto temos: 
 Pele: edema, pápulas, podem ou