A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
7 pág.
EXERCICIO Metodologia Científica

Pré-visualização | Página 1 de 2

EXERCICIOS UNIDADE III
Metodologia da Pesquisa Científica
Unidade III - Nas trilhas da argumentação acadêmica: por uma cultura de tolerância e diálogo Livro
.
Exercício de fixação_11
	Iniciado em
	quinta, 7 Nov 2019, 10:01
	Estado
	Finalizada
	Concluída em
	quinta, 7 Nov 2019, 10:01
	Tempo empregado
	10 segundos
	Comentários
	
Parte superior do formulário
Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Marcar questão
Texto da questão
De acordo com o que foi apresentado acima, pode-se dizer que a argumentação transcendental não consiste em:
Escolha uma:
a. Utilizar argumentos religiosos para fundamentar o pensamento científico.
b. Um tipo de argumento que empresta da realidade uma espécie de fundamentação que se pretende que seja indiscutível.
c. Um argumento que vem de fora do texto para sustentar uma ideia do texto e conferir a ela o status de “objetiva” e, por isso, indubitável.
Feedback
Sua resposta está correta.
RESPOSTA DO PROFESSOR: Embora uma discussão sobre teologia e revelação apareçam como exemplo da explicação do que “transcendental” significa, em momento algum foi dito que o argumento transcendental, nesse caso, tenha a ver com um argumento tipicamente religioso, como sugere a alternativa ‘a’. Já as alternativas ‘b’ e ‘c’ estão bem calcadas no texto. 
A resposta correta é: Utilizar argumentos religiosos para fundamentar o pensamento científico.
.
Exercício de aplicação_12
	Iniciado em
	quinta, 7 Nov 2019, 10:02
	Estado
	Finalizada
	Concluída em
	quinta, 7 Nov 2019, 10:03
	Tempo empregado
	15 segundos
	Comentários
	
Parte superior do formulário
Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Marcar questão
Texto da questão
Imagine que uma pessoa compartilhe uma notícia na linha do tempo de sua página ou conta pessoal do Facebook. Esta notícia, que na verdade é um artigo de opinião de um colunista do jornal ‘Folha de São Paulo’, como qualquer outra, contém uma série de informações, digamos, sobre o desastre acontecido em 2018 em uma das barragens da Companhia Vale do Rio Doce, em Brumadinho, no Estado de Minas Gerais. No título da notícia se diz: “Desastre em Brumadinho: a culpa é das autoridades governamentais!”. Suponha que seu “amigo”, que compartilhou a notícia, tenha lido (o que nem sempre é tão óbvio assim, que as pessoas compartilhem apenas o que leram) e concorde com as opiniões expressas naquele artigo. De modo que seu único comentário “original” no post, ao compartilhar o link que direciona para o artigo em sua página, foi apenas: “Fato! E contra fatos, não há argumentos”. Diante do exposto até aqui nesta unidade, escolha abaixo o comentário ao post que esteja mais de acordo com a discussão sobre “fato”:
Escolha uma:
a.
Sem dúvida isso é um fato. Por mais que haja um natural joguete entre a companhia Vale do Rio Doce e as autoridades do governo, estadual e federal, acerca de quem errou mais – se a empresa, por não dar prioridade a uma fiscalização mais acurada de suas barragens, ou se as autoridades, por não cobrarem relatórios periódicos desta empresa, detalhando um plano de proteção ambiental e humana que previna esse tipo de acidentes – não há dúvidas de que a parte governamental tem mais responsabilidade na história toda deste triste desastre humano e ambiental.
b.
Respeito seu posicionamento, mas não chamaria isso de fato, ao menos não no sentido que você quer dar. Lembremos que: por mais razão que possa ter em alguns aspectos; e por mais informações verídicas que forneça, isto é, informações que se confirmam com as fontes, que foram grandemente noticiadas e reconhecidas por todos, tais como a data, hora e local do ocorrido, bem como a estimativa de uma quantidade de pessoas desaparecidas, de acordo com os informes oficiais, este é um artigo de opinião. Ele quer convencer seus leitores, com base nesses mesmos dados, de que o governo é a contraparte culpada mais que a companhia Vale, que, aliás, também é em parte governamental. Isso, porém, não é um fato (no sentido de que é incontestável), nem pela via das informações que ele fornece, nem pela via da argumentação apresentada.
Feedback
Sua resposta está correta.
RESPOSTA DO PROFESSOR: A segunda alternativa é a quem melhor faz jus à discussão acima apresentada sobre o fato. No mínimo, porque contesta o uso corrente da palavra ‘fato’ para inibir outras formas de argumento, que podem, sim, ser contrárias à opinião expressa na notícia pela simples constatação de que ela é uma opinião, isto é, não o espelho da realidade retratada, mas uma percepção possível dessa realidade. Como vimos, utilizar a palavra “fato” como forma de encerrar um argumento é um resultado típico da argumentação de tipo “transcendental”. Todo texto, por mais calcado na realidade que esteja, tem tanto componentes “achados” (nessa mesma realidade, como a barragem de Brumadinho e as toneladas de lama), quanto componentes inventados (isto é, componentes que não foram fornecidos pela realidade, mas pelo olhar ou a interpretação do autor do texto). Sigamos estudando!
A resposta correta é:
Respeito seu posicionamento, mas não chamaria isso de fato, ao menos não no sentido que você quer dar. Lembremos que: por mais razão que possa ter em alguns aspectos; e por mais informações verídicas que forneça, isto é, informações que se confirmam com as fontes, que foram grandemente noticiadas e reconhecidas por todos, tais como a data, hora e local do ocorrido, bem como a estimativa de uma quantidade de pessoas desaparecidas, de acordo com os informes oficiais, este é um artigo de opinião. Ele quer convencer seus leitores, com base nesses mesmos dados, de que o governo é a contraparte culpada mais que a companhia Vale, que, aliás, também é em parte governamental. Isso, porém, não é um fato (no sentido de que é incontestável), nem pela via das informações que ele fornece, nem pela via da argumentação apresentada.
.
2-Exercício de reflexão_13
	Iniciado em
	quinta, 7 Nov 2019, 10:05
	Estado
	Finalizada
	Concluída em
	quinta, 7 Nov 2019, 10:13
	Tempo empregado
	7 minutos 16 segundos
Parte superior do formulário
Questão 1
Completo
Vale 1,00 ponto(s).
Marcar questão
Texto da questão
Diante do exposto, agora pare, pense sobre a frase de Demo – “quem não sabe pensar acredita no que pensa. Quem sabe pensar, questiona o que pensa” – e então responda: Tendemos a questionar ou interrogar mais a nossa própria forma de pensar ou a dos outros? Em sua opinião, por que isto ocorre?
 “quem não sabe pensar acredita no que pensa. Quem sabe pensar, questiona o que pensa” 
QUANDO DIZEMOS OU AFIRMAMOS QUE "SOU BEM RESOLVIDO E POSICIONADO" acredito que é uma fuga, um refugio , uma estratégia, para não demostrar nossas fraquezas, mas na realidade somos o tempo todos incertos, mal resolvidos e principalmente agimos pelo coração e não pela razão, bom, pelo menos é assim comigo.
É dificil acreditar no que pensamos, mas ao mesmo tempo, quando temos a Deus já melhora um pouco, pois nossos conceitos e valores tem mais fundamentos e estão mais num pensamento do obvio, sensato, então nem sempre o que penso esta errado, mas ai vem outra pessoa com outro pensamento e nos leva ao confrontamento, ai fico a titubiar um pouco, mas na maioria das vezes o obvio e, através do bom senso tem me levado a atitudes mais sensatas.
Feedback
RESPOSTA DO PROFESSOR: A questão pede sua opinião, portanto a resposta é pessoal. Meu palpite particular é o de que tendemos mais a questionar o pensamento alheio e a acreditar, muitas vezes acriticamente, naquilo que já estamos acostumados a pensar. Por que isso ocorre? Bem, as razões podem ser várias. Uma delas tem a ver com a forma dogmática de pensar, não aberta a questionamentos, pois já possui a verdade. Outra razão é que raramente “habitamos nosso interior” (como disse Arthur Danto), ao menos não por tempo suficiente para reconhecer que nosso interior é permeado por dúvidas, por lacunas, por incertezas e imperfeições, para não falar em “pecados”. Se habitássemos,