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Neoprocessualismo e a primazia do mérito: uma análise principiológica e legal sobre a evolução do Novo Código Processo Civil no judiciário brasileiro.[footnoteRef:1] [1: Paper apresentado à disciplina Teoria do Processo do Centro Universitário Dom Bosco - UNDB] 
Eduarda Beatriz Alves Miranda[footnoteRef:2] [2: Aluna do 2º período do curso de Direito da UNDB] 
Estefani Pinheiro Caldas[footnoteRef:3] [3: Aluna do 2° período do curso de Direito da UNDB] 
Yuri Ferreira Pinheiro[footnoteRef:4] [4: Aluno do 2º período do curso de Direito da UNDB] 
José Murilo Duailibe Salem Neto [footnoteRef:5] [5: Professor mestre, orientador.] 
RESUMO
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
Palavras-chaves: xxxxxx, xxxxx, xxxxx, xxxxx
7
1 INTRODUÇÃO
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 A radicalização da formalidade ritualística em conflito com os preceitos contemporâneos do novo Código de Processo Civil.
A formalidade é um requisito de extrema importância para o cumprimento do direito, haja vista que sua funcionalidade efetiva é um elemento indispensável para a prevalência da ordem e organização do processo, como corrobora Oliveira (2006). Além disso, cabe mencionar a influência da previsibilidade, por meio da forma, que dá maior segurança aos titulares.
Por isso, pode-se afirmar que o formalismo adequado garante a seguraça coletiva, assim como tem a “tarefa de indicar as fronteiras para o começo e o fim do processo”, como corrobora Oliveira (2006). Além disso, é válido destacar que o rito evita possiveis abusos no que tante à atividade jurisdicional, possibilitando o cumprimento da justiça e equitadade tão considerada pela constitituição cidadã. Todavia, o exarcebamento da tecnica, isto é , quando o rito sobressai a efetividade do direito material, a formalidade se torna um verdadeiro obstáculo, podendo retardar irrazoavelmente a solução do litígio, e contrazendo seu próprio objetivo, como advertiu Bedaque (2001, p. 50): 
“O processualismo exagerado normalmente acaba por criar enormes dificuldades para o próprio escopo do processo. A grande atenção que se dá para os conceitos processuais configura inversão de valores, pois o que realmente importa são os resultados alcançados pelo processo, no plano do ordenamento material e da pacificação. A preocupação com a técnica é justificável enquanto meio para atingir fins. A precisão conceitual é necessária a qualquer ciência. Apenas não pode se transformar a técnica, os conceitos e as definições em objeto principal da ciência processual. Pretende- se demonstrar que todos os fenômenos inerentes ao processo devem ser concebidos em função do direito material. A técnica adequando-se ao objeto, com vistas ao resultado.”
Outrossim, com a perspectiva processual contemporânea , afirma-se que o acesso a atividade jurisdicional não é mais suficiente ,haja vista que para considerar ,de fato, a prestação do direito, é necessário garantir uma finalização concreta ,ou seja, resultados do processo civil. 
Dessa maneira, ao analisar as necessidades processuais contemporâneas, destaca-se o surgimento do formalismo valorativo, como alternativa viável para ultrapassar intempéries extremamente burocráticas e desnecessárias. Por conseguinte, é valido descrever, de forma simpliicada, a evolução positiva do formalismo - valorativo nas fases metodologicas do processo civil. 
Primeiramente, o método sincretista predominava , reduzindo o direito processual, no que tange ao direito material. Logo após, a fase procedimentalista atuou dando maior autonomia ao direito processual. Todavia, com a fase instrumentalista o processo passou ser vizualisado como um mecanismo para a realização do direito material, considerando-se o acesso à justiça. 
Ademais, processeguindo com essa perspectiva evolucionista, percebe-se que o processo cívil se encontra na quarta fase metodologica, o formalismo valorativo, ressaltado pelo neoconstitucionalismo. Dessa maneira, há uma proximidade maior entre a Constituição Federal e o processo, evidenciando inclusive, a efetivação dos direitos fundamentais, com a garantia do devido processo legal, como corrobora Dias (2015). Dessa maneira, é possível perceber, metaforicamente, o direito processual contornar os novos paradigmas do Estado Democrático de Direito. Por conseguinte, o novo Código de Processo Civil trouxe no seu enredo - artigo 4º - o princípio da primazia do mérito, precedido do neoprocessualismo, o qual garante às partes o direito de possuir, em um prazo modesto, a solução integral do mérito, como corrobora Didier Jr (2015, p. 136). 
Infere-se, ainda, que o princípio da precedência do julgamento do mérito incentiva o órgão julgador a priorizar a decisão do mérito. Destarte, esse princípio estimula o juiz a oportunizar as partes à correção de eventuais vícios, assim como reconsiderar sua decisão de não apreciar a resolução de mérito. Percebe-se, com isso, o abandono do formalismo excessivo, dando maior oportunidade ao formalismo valorativo. Portanto, é indubitável que o Novo Código de Processo Civil valoriza e convida a sociedade a enaltecer o diálogo, a conciliação e a mediação, como instrumentos utilizados para garantir uma solução rápida efetiva dos processos. 
 “a norma deve acompanhar os avanços da sociedade, todavia, não é a simples edição ou alteração das leis que vai solucionar os problemas inerentes à prestação jurisdicional no país”, porém, “é preciso acreditar no Direito, é preciso traçar as rotas que permitam ao Direito trilhar caminhos menos burocráticos e mais eficientes, perseguindo os ideais da verdadeira justiça, em defesa dos Direitos dos cidadãos” (DIAS, 2013, p. 1).......
Portanto, acentua-se que as modificações do novo Código de Processo Civil (CPC) objetivaram, de forma simplificada, satisfazer as necessidades sociais, no que se refere à efetividade fatual à prestação jurisdicional. Seguindo essa máxima, pode-se considerar o formalismo exacerbado, como obstáculo para a realização do direito material, haja vista que os vícios formais projetam a ocorrência de inúmeros casos processuais sem resolução do mérito, como corrobora Lacerda (1983), no que tange à excessiva valorização da forma que “foi responsável por séculos de equívoco, na radicalização do rito, como um valor em si mesmo [...] descarnado do [...] verdadeiro objetivo do processo, que é sempre um dado concreto da vida, e jamais um esqueleto de formas sem carne”. 
2.2 As inovações do neoprocessualismo provenientes dos preceitos atuais do prisma jurídico.
3 DISCUSSÃO DO TEMA
3.1 terceiro objetivo específico
4 CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS
DIDIER JR. Fredie. Curso de Direito Processual Civil: introdução ao direito processual civil, parte geral e processo de conhecimento. 17 ed. Salvador: Jus Podivm, 2015.