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Resumo prova endodontia parte 1

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- CRT e a adaptação do mesmo nos 3 últimos
milimetros. 
 
Nesse caso o limite é compatível com polpa
mortificada.
PROVA DO CONE
Adptação do cone ao CRT
Após a seleção do cone principal, marcar o cone na referência oclusal ou
incisal,  imprimindo pressão com o mordente da pinça perry e, retirá-lo,
mantendo-o no pote dappen contendo hipoclorito de sódio à 1% ou na
compressa de gaze e hipoclorito de sódio à 1%, valendo-se de nova irrigação
com seringa e irrigação.
Fig1 Marcar o cone na referência incisal
e removê-lo. Levar à compressa de gaze
Fig2, Nova desinfecção do cone principal e cones
secundários, seta indica os cones de menor para maior
calibre a serem utilizados nesta ordem
Secagem do Canal
Iniciar aspiração com cânulas de grosso, médio e fino calibre (Fig1),
respectivamente, de cervical à proximidades do comprimento de trabalho
(CT), Fig 2, sem necessidade de calibrar com limitadores os
comprimentos das cânulas.
SECAGEM DO CANAL
Fig1 Cânulas de aspiração grossa (branca),
média (verde) e fina (roxa) acopladas no
intermediário plástico (transparente), autoclaváveis
Fig2, Cânula fina, após uso das grossa e média
Secagem do Canal
Seguir a secagem com cones de papel;
 
 Cone de papel de calibre e comprimento
idêntico (Fig2) ao instrumento utilizado no
preparo apical (PA).
Fig2 Cone de papel #40 no CT
SECAGEM DO CANAL
Obturação
Para a  manipulação do cimento endodôntico AH-Plus utilizar placa de
vidro ou bloco de papel e espátula número 24, valendo-se de porções
iguais das pastas, cerca de 0,5 cm de cada pasta para cada canal.
 
 
OBTURAÇÃO
Fig1 Cimento endodôntico obturador AH
Plus - Dentsply®eis
Fig2, Bloco de papel, cerca de
0,5cm de cada pasta para cada canal
No momento da obturação, os cones principais e secundários devem estar secos com
gazeestéril, antes de ser aplicado o cimento obturador.
Normalmente utiliza-se no máximo 3 cones de papel de mesmo calibre do instrumento do preparo apical para
secar adequadamente o canal, à partir deste número, se os cones de papel ainda evidenciar a presença de
umidade-exsudação (serosa, hemorrágica ou purulenta), provavelmente estamos diante de um processo
inflamatório persistente ou contaminação residual, como mostra a Fig2. O qual seria necessário rever o CRT com
o instrumento do PA, recapitular as 2 últimas limas do PQC, valendo-se das  SQA, renovar a MIC, selamento
provisório e aguardar a segunda sessão.
Fig1 Após secagem, proteger o canal
com cone de papel seco estéril
Fig2, Cones de papel absorvente apresentando
exsudação persistente, o que impossibilitaria a
obturação nesta sessão
Secagem do Canal
Obturação
 
O paciente deve estar posicionado de forma que o ápice do dente esteja
num plano inferior a entrada do canal radicular. 
 
O cone principal ou secundário deve ser utilizado para levar o cimento para
o interior do conduto. Um pouco de cimento, é levado na ponta do cone, ao
interior do canal radicular, pincelando as paredes do conduto de apical para
cervical, tomando-se o cuidado de não bombear cimento para o forame, o
que poderia provocarextravasamentos. Esse procedimento deverá ser
repetido até que o cimento flua para a câmara pulpar. Posicionar o cone
principal na medida do CRT
 
No caso de dentes multirradiculares, promover a colocação de todos os
cones principais. Levando cimento no interior do 
 canal radicular
INSERÇÃO DO CIMENTO
Obturação
 
 Em seguida realizar a condensação lateral, a partir do
primeiro cone secundário, com espaçadores digitais de
calibre adequado buscando espaço para a colocação
dos cones secundários, sempre dos menores para os
maiores diâmetros e os mais longos precedem os curtos,
buscando maior quantidade de guta percha do terço
apical para o cervical, com menor quantidade possível
de cimento obturador.
 
Vale lembrar que, os cones secundários devem ter conicidade ligeiramente
inferior aos espaçadores utilizados, normalmente utilizamos os de número
25 (vermelho) no terço apical, 30 (azul) terço médio e 35 (verde) do terço
médio para o cervical.
Iniciar a condensação lateral 
após a inserção do cone principal
CONDENSAÇÃO LATERAL
Observar que o limitador ou stop do espaçador calibrado previamente de 2 a 3mm aquém do CRT, vai
paulatinamente recuando da referência incisal, conotando que o canal está sendo preenchido por guta percha do
terço apical para o cervical.
Fig2, Cones de papel absorvente apresentando
exsudação persistente, o que impossibilitaria a
obturação nesta sessão
Obturação
Após inserção do 1o. cone secundário
envolto por cimento, nova condensação
Introduzir o cone secundário envolto com cimento
rapidamente após remoção do espaçador
Repetir a condensação e introdução
 de mais cones secundários
Repetir a condensação e introdução de mais
cones secundários
Repetir a condensação e introdução de mais
cones secundários
Parar quando não é mais possível
introduzir cones no terço cervical
Obturação
 
Tomar a radiografia de qualidade da
obturação, sob isolamento absoluto.
 
Caso houver falhas de preenchimento, limite
inadequado ou bolhas, necessário se faz
remover toda a obturação, puxando todos
os cones de uma só vez. Rx de qualidade da obturação
RADIOGRAFIA DE QUALIDADE
Selecionar calcador modelo Paiva (Fig1) de tamanho compatível à entrada do canal. Aquecer ao rubro o
calcador Paiva, valendo-se da lamparina (limpa e sem cera - Fig2) e cortar os cones, aproximadamente 2 mm
abaixo do colo clínico nos dentes anteriores e pré-molares e ao nível do assoalho da câmara pulpar nos
molares, valendo-se de um movimento único, de uma parede à outra, sem ultrapassar mais do que 3 segundos
para esse procedimento Fig3.
Fig1 Jogo de calcadores modelo 
 Paiva, do número 1 ao 4. Fig2, Calcador no.3 ao rubro
Obturação - Cortes dos Cones
Obturação
Com calcadores frios e de menor calibre
do que a entrada do canal, realizar a
manobra de condensação vertical
(simples), Fig4. 
 
Se possível umedecer antes em álcool,
valendo-se de pote dappen com álcool.
 
 
 
CONDENSAÇÃO VERTICAL 
A FRIO SIMPLES
Fig3 Corte com calcador ao rubro Fig4 Condensação vertical a frio 
 (simples)
Bolinha de algodão embebida em 
 álcool
Cavidade devidamente limpa, 
 observar o corte nas imediações do
colo anatômico
Fig1 Introdução de cimento 
 
 
 
 
Fig2 Cavidade selada com 1 a 2mm 
 de espessura de cimento provisório
Obturação
 
 
Se possível umedecer antes em álcool,
valendo-se de pote dappen com álcool.
 
Limpar o excesso de cimento da câmara
pulpar com bolinhas de algodão
embebidas em álcool.
 
LIMPEZA DA CAVIDADE
Fig3 Corte com calcador ao rubro Fig4 Condensação vertical a frio 
 (simples)
Bolinha de algodão embebida em 
 álcool
Cavidade devidamente limpa, 
 observar o corte nas imediações do
colo anatômico
Fig1 Introdução de cimento 
 
 
 
 
Fig2 Cavidade selada com 1 a 2mm 
 de espessura de cimento provisório
Secar e preencher toda a cavidade com Ionômero de vidro selando toda a câmara pulpar, com no mínimo 3mm
de espessura, evitando neste sentido, provável infiltração coronária, até que o paciente submeta-se à restauração
definitiva posterior.
Fig1 Cavidade preenchida com 
 ionômero de vidro
Rx final tomado sem isolamento e 
 com posicionador
Obturação - Cortes dos Cones
REMOVER O ISOLAMENTO ABSOLUTO E RELATIVO, VERIFICAR A OCLUSÃO,
REALIZANDO ALÍVIO ARTICULAR SE NECESSÁRIO.
Obturação
Aplicar de 1 a 2mm de cimento provisório
(Citodur, Cavit, Cimpat, Cotosol,
Tempore), umedecer uma bolinha de
algodão em água, deixar por 1 minuto.
 
 
 
SELAMENTO FINAL
Fig3 Corte com calcador ao rubro Fig4 Condensação vertical a frio 
 (simples)
Bolinha de algodão embebida em 
 álcool
Cavidade devidamente limpa, 
 observar o corte nas imediações do
colo anatômico
Fig1 Introdução de cimento 
 
 
 
 
Fig2 Cavidade selada com 1 a 2mm 
 de espessura de cimento provisório
Obturação
 
 
Radiografar com posicionador para a técnica do paralelismo e, se
possível, utilizar filme duplo para realizar a radiografia