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RESUMO CIRURGIA (PARTE 2)

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supranumerários;
· Dentes associados a lesões patológicas;
· Radioterapia;Avaliação Radiográfica
Visualização das estruturas vitais
Seios, nervos, canais
Visualização de estrutura radicular
Dilacerações na raiz, hipercementose, restaurações extensas, tratamento endodôntico
Visualização de estrutura óssea
Atrofia, densidade do osso
· Dentes envolvidos em fraturas ósseas;
· Questões financeiras;
Contraindicações
· Comprometimento sistêmico (não controlado); 
· Dentes em áreas de lesões tumorais;
· Pericoronarite;
· Processos infecciosos agudos;
· Idade;
Técnicas Exodônticas
· Técnica Primeira – fórceps
· Técnica Segunda – alavanca
· Técnica Terceira – ostectomia vestibular
· Técnica Fechada – sem retalho
· Técnica Aberta – com retalho
Fórceps
Princípios de ação dos fórceps: Anatomia e localização
Forças aplicadas: força de manutenção e força de deslocamento
Indicações:
· Dentes com coroas hígidas ou remanescentes de coroa ou raiz suficiente para apreensão com o fórceps;
· Dentes com porção radicular e estrutura óssea alveolar dentro dos padrões de normalidade anatômicos;
· Pacientes com doença periodontal;
Contra indicações:
· Dentes anquilosados; 
· Dentes com hipercementose;
· Dilaceração radicular;
· Sem estrutura coronariana o radicular adequados;
· Dentes hígidos e isolados há muito tempo;
Tipos: 
· 1 – Incisivos e Caninos Superiores
· 150 – Incisivos Centrais e Laterais, Caninos e Pré-Molares Superiores;
· 151 - Incisivos Centrais e Laterais, Caninos e Pré-Molares Inferiores;
· 18R – Molares Superiores Direitos;
· 18L – Molares Superiores Esquerdos;
· 17 – Molares Inferiores;
· 16 – Molares Inferiores com destruição coronária;
· 69 – Raiz residual Inferior;
· 68 – Raiz residual Inferior
· 65 – Incisivos e Raiz residual Superior;
Caracterização:
· Para dentes ântero-superiores o cabo e os mordentes encontram-se no mesmo alinhamento reto, diferentemente dos fórceps para póstero-superiores, que possuem duas curvaturas
· Para dentes inferiores, os fórceps apresentam apenas uma curvatura (monoangulados), estando os mordentes e o cabo em relação perpendicular
· Movimentos Exodônticos: 
· Intrusão: rompe as fibras do ligamento periodontal e muda o centro da gravidade (para todos os dentes);
· Lateralidade: movimentos pendulares – primeiro para a cortical mais espessa, para um rompimento das fibras do ligamento;
· Rotação: apenas para os dentes unirradiculares – auxilia na dilatação e rompe o restante das fibras;
· Tração: dente luxado – associado a lateralidade ou rotação (exérese).
Alavancas
Principio de ação:
1. Potência – força exercida no cabo.
2. Ponto de apoio – base óssea.
· São os septos ósseos alveolares interdentarios ou inter-radiculares, pela cortical óssea vestibular ou palatina.
3. Resistencia – porção radicular do dente
Interfixa – o apoio está entre a resistência e a potencia (mais efetiva).
Inter-resistente – resistência está entre a resistência e a potencia.
Inter-potente – a potencia está entre o apoio e a resistência (menos efetiva).
Indicações:
· Raízes e ápices residuais ou recém fraturados;
· Dentes com porção coronária destruídos ou frágeis;
· Dentes hígidos para luxação;
· Dentes retidos ou semi-retidos;
· Não utilizar o dente adjacente como apoio;
· Não utilizar as corticais palatinas ou linguais como ponto de apoio;
· Aplicar força na região Mesial ou Distal da raiz a ser removida;
Tipos:
1. Apical reta 301 – superfície côncava em um dos lados.
2. Apical angulada esquerda 302 - cunha
3. Apical angulada direita 303 - cunha
4. Seldin reta 2 - separar raízes
5. Seldin angulada esquerda 1L – raiz fraturada com dente vizinho ausente
6. Seldin angulada direita 1R - raiz fraturada com dente vizinho ausente
· Trabalho de Cunha: 
· Quando coloco a alavanca no espaço do ligamento periodontal, estou ocupando o espaço que antes era do dente, então estou dilatando aquele espaço, promovendo a remoção daquele elemento. 
· A medida que eu entro com a alavanca, a raiz tende a sair, pois dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço.
· Roda e Eixo: 
· Movimento de rotação;
· Para que aconteça a elevação da raiz do elemento dentário;
· Na luxação previa à colocação do fórceps, introduzimos a alavanca perpendicular ao longo eixo do dente no espaço do ligamento periodontal (cunha), assim teremos um apoio entre a crista óssea e o dente (alavanca) e realizamos um movimento de rotação (roda e eixo)
Odontosecção e Osteotomia
Osteotomia: desgaste ósseo (cinzel, alta e baixa rotação, brocas e irrigação com soro fisiológico)
Ostectomia: remoção de fragmento ósseo
Odontosecção: separação das raízes 
· Se utiliza de brocas de alta rotação, ou cinzel e martelo, dependendo da conformação anatômica. 
· A técnica pode ser removendo toda a coroa primeiro e daí atuar nas raízes, ou já seccionar a coroa de início. 
· Deve-se sempre lembrar da anatomia radicular (numero e formato das raízes).
· O sepultamento radicular é um tratamento de escolha principalmente nos casos em que a tentativa de remoção do fragmento será muito traumática ou arriscada. 
· O fragmento deve ter de 2 a 3 mm no máximo;
· Raiz deve estar profundamente embutida no osso;
· O dente a qual pertencia deve estar completamente hígido, livre de infecções.
Objetivo:
· Diminuir a resistência óssea;
· Facilitar a luxação;
· Dificuldade de apoio para USP do fórceps ou alavanca;
· Corticais rígidas;
· Melhor visibilidade e acesso;
Indicações:
· Raízes e ápices radiculares residuais;
· Dentes com anquilose;
· Hipercementose;
· Dilaceração radicular;
· Raízes divergentes; 
· Raízes fraturadas;
· Dentes com anomalias radiculares;
· Dentes com lesões periapicais;
· Dentes restidos ou semi-retidos;
· Dentes frágeis com porção coronária destruidos e sem apoio;
· Exodontia atípicas;
· Exodontia múltipla, para regularização;
· Dentes com evidencias de bruxismo;
Quando deixar a raiz:
· Técnica excessivamente traumática;
· Não maior que 4mm;
· Totalmente inserida no osso;
· Sem infecção;
· Risco maior que o beneficio 
- Destruição do osso e estruturas anatômicas;
- Deslocamento para os espações faciais ou seio maxilar.