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Relações Sindicais e Negociações Trabalhistas

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ADMINISTRAÇÃO – PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PESSOAL
GUSTAVO KRAUSE PRAXEDES - 215052019
PORTFÓLIO DE RELAÇÕES SINDICAIS E NEGOCIAÇÕES TRABALHISTAS
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Guarulhos
2020
GUSTAVO KRAUSE PRAXEDES
PORTFÓLIO DE RELAÇÕES SINDICAIS E NEGOCIAÇÕES TRABALHISTAS
Trabalho apresentado ao Curso de Administração do Centro Universitário ENIAC para a disciplina de Relações Sindicais e Negociações Trabalhistas.
Prof. Me. Rogério Pimentel de Carvalho
Guarulhos
2020
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Desafio Assunto 4
Resposta
Trata-se aqui de uma negociação de autodefesa por parte do SESCON/RS, com probabilidades futuras de as negociações se enquadrarem na característica de
autocomposição.
De acordo com o Art. 611 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a convenção coletiva representa o resultado das negociações entre os sindicatos das categorias profissionais e patronais, em que são estabelecidas algumas regras jurídicas, de forma impessoal, com o intuito de normatizar situações futuras.
Sendo assim, Carlos precisa ter em mente que a convenção coletiva é um instrumento que deve conter as regras jurídicas, o qual deve conter as obrigações e os direitos incorporados aos contratos individuais de trabalho. Essa convenção deve conter também as cláusulas contratuais, expressando, de forma detalhada, os direitos e as obrigações acordadas entre os sindicatos das categorias profissionais e patronais. Ou seja, Carlos precisa compreender que a convenção coletiva é um instrumento solene em que as reivindicações negociadas e aceitas são materializadas por escrito, de acordo com o art. 613 da CLT, que deve ser depositado em órgão competente do Ministério do Trabalho e Emprego, vigorando, então, após três dias
após o devido registro.
Outra informação importante que Carlos deve ter é de que o prazo de validade desse instrumento, conforme o art. 614, § 3o da CLT, não poderá superar dois anos.
No entanto, a prática tem demonstrado que o prazo tem sido de 12 meses. Outro detalhe importante é que, de acordo com a CLT, a convenção coletiva não prevê a possibilidade de estender a convenção coletiva para fora das bases patronal e profissional representadas.
Conclusão
Depois de realizar algumas pesquisas para assimilação do desafio apresentado, conseguimos observar um vínculo entre a economia e as negociações de acordo coletivo, e é de suma importância que o registro seja executado pelo Ministério da Economia de acordo com a legislação trabalhista.
No assunto em questão, não há descrição exata sobre o que que Carlos está reivindicando, mas independentemente de qual for essa reinvindicação, é imprescindível que ele tenha ciência de como opera os acordos coletivos seguindo as leis mencionadas nos Artigos 611, 613 e 614 constantes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Carlos, no entanto, deve ter conhecimento de que as propostas serão retratadas e estudadas pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (SESCON/RS) onde eles irão expor as contrapropostas. Logo após a negociação entre as partes, o acordo coletivo é firmado. 
É crucial lembrar que o tratado exercido irá provocar um grande efeito na economia, por realizar reajustes de salários ou, processos logísticos dentro do funcionamento da organização, e caso não haja verba para tal ação, o SESCON/RS poderá ser prejudicado.