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ARTE E MUSICALIZAÇÃO APLICADAS À EDUCAÇÃO

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Material Complementar
MATERIAL COMPLEMENTAR
Brincando com a música na sala de aula
Bernardete Zagonel
Editora: Intersaberes
Sinopse: este livro é dedicado especialmente aos 
professores que desejam trabalhar a música na escola 
de forma criativa, simples e alegre. Aqui, você encontrará 
sugestões de atividades práticas e apropriadas para 
o ensino da música na escola, traduzidas em jogos 
baseados, principalmente, na voz, no gesto corporal, no 
movimento e na criação, sempre dentro das características 
da música contemporânea, que traz consigo elementos que facilitam o trabalho criativo. Certamente, 
o pro� ssional de educação se enriquecerá com esta obra que, além de retratar os elementos presentes 
em um plano de aula, propõe uma mudança de postura e de paradigma do ensino de música na sala 
de aula. 
Comentário: ideias e práticas que podemos utilizar na escola, uma nova forma de entender o espaço 
escolar.
Como usar a música na sala de aula
Martins Ferreira
Editora: Contexto
Sinopse: esta abrangente obra de Martins Ferreira 
foi desenvolvida com o intuito de capacitar o 
professor na utilização deste surpreendente veículo 
de comunicação que é a música. Com exercícios e 
muitos exemplos práticos, este livro serve como um 
guia para atividades com música desenvolvidas em 
todas as disciplinas. Da ópera às canções populares, de Beethoven a Waldick Soriano, o autor não teme 
em ousar, apresentando exemplos que envolvam todos os gêneros musicais para achar as melhores 
soluções direcionadas a cada área do conhecimento. Fundamental para professores e educadores que 
desejam trazer a criatividade e o prazer musical para a sala de aula, ampliando o horizonte de seus 
alunos e garantindo um aprendizado mais criativo e duradouro.
Comentário: uma visão crítica e com exemplos práticos da utilização da música na sala de aula, vale 
a pena ler.
MATERIAL COMPLEMENTAR
Música na infância e na adolescência
Beatriz Ilari
Editora: Intersaberes
Sinopse: os bebês, as crianças e os adolescentes são 
cientistas natos. Eles buscam, xeretam, perguntam, 
remexem, indagam, experimentam... Inclusive quando 
o tema é música, mas, para que se transformem 
em adultos musicalmente críticos, eles precisam da 
ajudinha de alguém: você!
Comentário: Música para todos, bebês, adolescentes e 
tudo isso pode estar na sala de aula, entender as faixas 
etárias e suas necessidades pode nos ajudar a trabalhar 
com a música nas escolas.
REFERÊNCIAS
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ALDEIA da Lusofonia Musical. Ciranda da bailarina. Disponível em: https://aldeia-
dalusofoniamusical.com/2014/05/05/adriana-partimpim-ciranda-da-bailarina/>. 
Acesso em: 28 jun. 2016.
BARBOSA. A. M. A arte educação no Brasil: das origens ao modernismo. São Paulo: 
Perspectiva, 1994.
Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: 
arte/Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997.
DÓRIA, L. M. F. T. Linguagem do Teatro. Curitiba: Ibpex, 2009.
FERRAZ, M. H. C. de T.; FUSARI, M. F. de R. e. Metodologia do Ensino de Arte. São 
Paulo: Cortez, 2009.
HOBSAWM, E. J. A Era do Capital (1848 – 1875). Tradução de Luciana Costa Neto. 
São Paulo: Terra e Paz, 1989.
MÚSICA para a Escola Elementar. 1955. Disponível em: <http://www.dominiopubli-
co.gov.br/download/texto/me001580.pdf>. Acesso em: 28 jun. 2018.
OLIVEIRA, D. A. de. Musicalização na educação infantil. ETD - Educação Temática 
Digital. Campinas, 2001.
SÉRULLAZ, M. Enciclopédia do Impressionismo. Lisboa: Verbo, S.d.
TADRA, D. et al. Linguagem da dança. Curitiba: Ibpex, 2009.
REFERÊNCIA ON-LINE
1 Em: <http://www.redalyc.org/pdf/715/71518580013.pdf>. Acesso em: 1 jun. 2016.
GABARITO
1. C
2. A
3. O teatro utiliza diversas ferramentas para sua execução, portanto sua utilidade 
em sala de aula é grande. Ele pode potencializar a experiência com os sons, a fala, as 
cores, facção de materiais, os movimentos e expressão do corpo.
4. A música pode promover a interação entre o lúdico e a realidade, a expressão 
corporal, o entendimento do ritmo, conhecimento e manufatura de instrumentos 
musicais, a interação com os colegas por meio das atividades musicais e o autoco-
nhecimento.
5. A timidez, a falta de conhecimento do corpo e seus limites podem ser trabalha-
dos na escola pela dança, mas não só isso a motricidade, a transformação corporal, 
o entendimento de uma postura saudável, a percepção artística e a sensibilidade 
humana estão atreladas à dança.
CONCLUSÃO
179
Bandeirada final tremula neste momento para você, aluno(a). Esta disciplina termi-
nou, e tenho certeza que nossa jornada foi complexa, como deve ser, e, ao mesmo 
tempo, muito proveitosa.
Nesta nossa corrida metafórica, o mais importante não é simplesmente chegar ao 
final, mas, sim, correr. Correr bravamente, pois, durante a corrida, sofremos, apren-
demos, ensinamos, entendemos nossos limites e habilidades, superamos desafios e 
conseguimos chegar um pouco mais perto de nós mesmos, e só assim nos conhe-
cendo mais, conseguiremos entender melhor o próximo: o nosso aluno.
Na primeira volta, unidade 1, discutimos sobre o conceito de arte, seus fundamen-
tos, paradigmas e estabelecemos parâmetros para utilizá-la na sala de aula. Já na 
segunda volta, unidade 2, voltamos no tempo e estudamos o percurso construído 
pelo homem com a arte ao longo da nossa história, vislumbrando períodos, artistas 
e obras fundamentais para nosso estudo. Na terceira volta, unidade 3, aceleramos 
no universo musical, discutindo particularidades, tendências, a história e evolução 
da música e da musicalidade. Na quarta volta, unidade 4, a corrida continuava quen-
te, e o nosso olhar era para as metodologias que fundamentam o uso da arte e da 
musicalização em sala de aula, atentando para o que a LDB e os Parâmetros Curri-
culares trazem. Na quinta e última volta, unidade 5, observamos cuidadosamente 
práticas que podemos aplicar e repensar o uso da arte e musicalização no âmbito 
escolar.
Apesar de serem apenas cinco voltas - cinco unidades - a nossa corrida não foi rápi-
da e passageira, mas sim um caminho profícuo e edificante, isto é, chegamos neste 
momento final com a certeza de que a nossa missão é árdua e muito valorosa, ser 
professor é ensinar e aprender todos os dias, estudar e aplicar novas práticas peda-
gógicas constantemente.
Esta bandeirada final é simbólica, uma vez que a nossa verdadeira corrida profissio-
nal inicia-se logo após concluirmos o curso, e a nossa profissão exige atualizações 
regulares, por isso, enxergue o fim desta disciplina como combustível para você 
continuar a sua corrida pessoal e profissional.
Abraços,
Professor Me. João Carlos Dias Furtado

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