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PCC NEUROCIÊNCIAS COGNITIVAS

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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DE SÁ 
 
 
 
 
 
 
 
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
Curso: Pedagogia 
Disciplina: Neurociências Cognitivas 
Professor/ Tutor: Caroline Kern 
Aluno: Keila Cristina Marques da Silva 
Matrícula: 202002241641 
Data: 25/09/2020 
 
 
NEUROCIÊNCIAS COGNITIVAS 
 
 
 
 
 
Neurociência: 
 
Consiste no estudo sobre o sistema nervoso e suas funcionalidades, além de 
estruturas, processos de desenvolvimento e alguma alteração que possa surgir 
no decorrer da vida. É uma análise minuciosa sobre o que manda e desmanda 
em nossa vida. 
 
 
Neurociência cognitiva: 
 
Este campo foca na capacidade cognitiva (conhecimento) do indivíduo, como o 
raciocínio, a memória e o aprendizado. 
 
 
 
 
 
Você sabia que há áreas no cérebro que são desenvolvidas ainda na infância 
em crianças a partir de quatro anos, mas completam sua formação apenas na 
adolescência? No momento que essas áreas estão formadas, o aluno adquire 
maior capacidade de solucionar problemas, analisar e controlar 
comportamentos, além de melhorar a memorização de curta duração, 
raciocínio abstrato, gerenciar respostas emocionais, entre outros. 
 
 
 
 
 
 
Referente ao vídeo assistido, que há uma relação teórica entre o vídeo e as 
funções executivas, são algumas delas: O autocontrole (quando as crianças 
estavam observando o doce e sabiam que o melhor era se controlar e comer 
posteriormente) , A memória de trabalho (a capacidade de memorizar o que a 
professora disse) e A flexibilidade cognitiva (quando sabiam que o melhor era 
não comer , optaram por modos diferentes de saciar a inquietação , como por 
exemplo: cheirar o doce). 
 
 
 
 
 
 
 
Funções Cognitivas do Cérebro 
 
As funções cognitivas são divididas em: memória, atenção, linguagem, 
percepção e funções executivas. O sistema cognitivo nada mais é do que a 
relação entre estas funções, desde os comportamentos mais simples até os de 
maior complexidade, que exigem muito mais do nosso cérebro. 
A cognição é, sistêmica, emerge do cérebro como o resultado da contribuição, 
interação e coesão do conjunto de funções mentais acima apontadas que 
operam segundo determinadas propriedades fundamentais. 
Embora a cognição humana não possa ser reduzida a um modelo de 
processamento de informação puro (metáfora computacional), por efetivamente 
ilustrar um modelo exageradamente simples, é consensual equacionar que a 
cognição e o ato de aprender envolvem a integração dinâmica, coerente e 
sistêmica das três ferramentas cognitivas principais acima referidas. 
Trata-se de uma teoria que foi fundadora das ciências cognitivas, 
principalmente da inteligência artificial, da cibernética e da robótica, que serve 
para explicar, de modo fácil e acessível, o que é a cognição e o que se passa 
mais ou menos na cabeça dos alunos quando aprendem ou quando pensam e 
agem de forma inteligível. 
Aprender a aprender é, portanto, praticar, treinar, aperfeiçoar tais funções e 
capacidades cognitivas, integrando harmoniosamente as capacidades 
conativas e executivas, que são pouco estimuladas culturalmente e 
escolarmente, por isso, mal adaptadas, deficitárias, frágeis ou fracas em muitas 
crianças e jovens que lutam diariamente na sala de aula para terem mais 
rendimento e aproveitamento na aprendizagem. 
O treino de funções cognitivas, conativas e executivas é, quanto a nós, uma 
das chaves do sucesso escolar e do sucesso na vida, quanto mais 
precocemente for implementado, mais facilidade tende a emergir nas 
aprendizagens subsequentes. 
O aperfeiçoamento e o enriquecimento da tríade de funções mentais da 
aprendizagem resultam de uma alquimia neuro psicopedagógica complexa 
porque elas influenciam-se mutuamente em termos de comportamento, de 
performance e produtividade. 
De fato, à luz das neurociências, as funções cognitivas operacionais e 
sistêmicas, como: o enfoque e a concentração atencionais; o processamento 
simultâneo e sucessivo, analítico e sintético, rápido e preciso de dados; a 
memória de trabalho; o raciocínio analógico, indutivo e dedutivo; a planificação, 
a elaboração e a execução de soluções de problemas e de respostas 
adaptadas a situações ou tarefas têm um impacto direto, funcional ou 
disfuncional, nas funções conativas e executivas. 
 
Bibliografia 
https://www.youtube.com/watch?v=77XIyD0YTqU 
https://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching-e-psicologia/neurociencia-
cognitiva-ciencia-aprendizagem-educacao/ 
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/neuropsicologia-
funcoes-cognitivas/52407 
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
84862017000300009 
 
https://www.youtube.com/watch?v=77XIyD0YTqU
https://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching-e-psicologia/neurociencia-cognitiva-ciencia-aprendizagem-educacao/
https://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching-e-psicologia/neurociencia-cognitiva-ciencia-aprendizagem-educacao/
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/neuropsicologia-funcoes-cognitivas/52407
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/neuropsicologia-funcoes-cognitivas/52407
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862017000300009
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862017000300009