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APOL II TERCEIRA TENTATIVA

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APOL II – TERCEIRA TENTATIVA
Questão 1/10 - Análise de Política Externa
Leia o trecho a seguir:
“Todas essas alterações internas chinesas também causaram dúvidas em relação a ideologia do país. Precisou-se encontrar uma forma adequada de identificar o modelo econômico chinês, compreendendo que, ainda que tenha aberto suas portas à economia mundial, o governo ainda assim mantinha seu controle sobre as empresas que fariam parte de seu país, entre diversos outros aspectos ligados a essa nova dinâmica. Assim, a China, ainda que passando a ser mais ativa no processo internacional, não poderia ser comparada com outros países que também faziam parte desse processo”.
Fonte: Rota de aprendizagem da aula 6. Análise da Política Externa com a profa. Prof.ª Bruna Leal Barcellos. Tema 1: Política Externa Chinesa após a Reforma Econômica de 1978.
Tendo como base os conteúdos discutidos na disciplina de Análise de Política Externa, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, qual é o termo utilizado para se referir à postura chinesa na economia a partir das reformas: 
Nota: 10.0
A	Autoritarismo Chinês.
B	Modo de Produção Asiático.
C	Estrutura Econômica Sino-Asiática.
D	Socialismo Sino-Contemporâneo.
E	Pragmatismo Chinês.
Você acertou!
O termo utilizado para abordar o novo modelo econômico chinês e a sua nova postura na economia internacional é o pragmatismo econômico (Xuetong, 2018, p. 7). Nesse momento de pragmatismo econômico chinês, novas forças internas passaram a executar seus interesses. Como visto nas aulas anteriores, não se pode perceber a criação de políticas públicas – essas incluindo também políticas externas – como sendo somente um fruto do raciocínio governamental. A influência de diferentes grupos de pressão, stakeholders, entre outros atores, também deve ser adicionada a essa análise.
 
Referência: Rota de aprendizagem da aula 6. Análise da Política Externa com a profa. Prof.ª Bruna Leal Barcellos. Tema 1: Política Externa Chinesa após a Reforma Econômica de 1978.
Questão 2/10 - Análise de Política Externa
Leia o trecho a seguir:
“Se formos tratar sobre a questão de números, observamos que o pico de investimentos chineses tanto anunciados quanto confirmados, no Brasil, se deu no ano de 2010, quando chegou a 13,1 bilhões de dólares frente aos 35,8 bilhões que haviam sido tanto confirmados quanto anunciados. Em 2014, o número de investimentos somando os anunciados e confirmados foi de somente 2 bilhões de dólares, no entanto, desse número, 1,7 bilhões de dólares foram confirmados. Esses números voltaram a crescer em 2017, quando o total de investimentos chegou a 8,8 bilhões de dólares, voltando a cair em 2018, quando alcançou somente 3 bilhões de dólares, próximo ao patamar que foi observado no ano de 2012 (3,4 bilhões de dólares) (Cariello, 2019, p.9).”
Fonte: Rota de aprendizagem da aula 6. Análise da Política Externa com a profa. Prof.ª Bruna Leal Barcellos. Tema 5: Perspectivas futuras para a política externa da China.
Tendo como base os conteúdos discutidos na disciplina de Análise de Política Externa, assinale a alternativa que apresente, corretamente, qual a relação entre os investimentos estrangeiros chineses e a política externa do país:
Nota: 10.0
A	Os Investimentos Estrangeiros Diretos chineses representam o projeto global da China de dominação econômica, uma vez que priorizam países de ideologia socialista e autoritária.
B	Os Investimentos Estrangeiros Diretos chineses se configuram em um mecanismo de controle e imposição da visão política e cultural confucionista chinesa ao resto do mundo.
C	Os Investimentos Estrangeiros Diretos chineses constituem-se em uma política pragmática da China para subverter o domínio norte-americano na Ásia e América Latina.
D	Os Investimentos Estrangeiros Diretos chineses se apresentam como uma ferramenta de aproximação da China com os países ocidentais, de modo que a China possa ser aceita dentro da ordem internacional como um ator legitimo.
E	Os Investimentos Estrangeiros Diretos chineses se mostram como uma representatividade da identidade que a China quer construir, baseada essencialmente em seu posicionamento pacífico e na primazia da cooperação.
Como mencionado anteriormente, os IEDs chineses tanto no Brasil quanto no restante do mundo se mostram como uma representatividade da identidade que a China quer construir. Debatemos no início dessa aula sobre como a China se posiciona diferente de outras nações nas relações internacionais, adotando uma postura menos agressiva e com um comportamento pautado na cooperação e benefício mútuo. Logo, podemos observar os IEDs chineses como uma extensão dessa visão chinesa de introdução no cenário internacional de forma pacífica.
Você acertou!
Referência: Rota de aprendizagem da aula 6. Análise da Política Externa com a profa. Prof.ª Bruna Leal Barcellos. Tema 5: Perspectivas futuras para a política externa da China.
 
Questão 3/10 - Análise de Política Externa
Leia o texto abaixo:
A atual discussão sobre as vantagens e desvantagens dos diversos métodos de pesquisa social desenvolvidos na área da saúde requer um exame muito atento acerca de alguns problemas relacionados à integração entre as perspectivas qualitativa e quantitativa. O debate e a contraposição frequentemente registrada entre as duas abordagens não são novos, nem exclusivos do campo das ciências sociais aplicadas à saúde. A discussão vem se desenvolvendo desde a fundação das ciências sociais, e precisamente desde a análise durkheimiana do suicídio. As correntes positivistas e neopositivistas definem como científicas somente as pesquisas baseadas na observação de dados da experiência e que utilizam instrumentos de mensuração sofisticados. Por isso, afirmam que os métodos qualitativos não originam resultados confiáveis. Por outra parte, os teóricos qualitativistas sustentam que os quantitativistas, na medida que não se colocam no lugar do sujeito, não realizam investigações válidas.
Fonte: SERAPIONI, Mauro. Métodos qualitativos e quantitativos na pesquisa social em saúde: algumas estratégias para a integração. Ciênc. saúde coletiva vol.5 no.1 Rio de Janeiro 2000. p. 188. Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/csc/v5n1/7089.pdf>
Considerando o trecho citado acima e os conteúdos discutidos ao longo da disciplina Análise de Política Externa, análise as assertivas abaixo, que tratam as diferenças entre métodos qualitativos e quantitativos nas análises comparadas:
I. Em uma análise comparada é muito importante que se leve em conta quais são as variáveis da pesquisa no momento de escolha do método a ser utilizado – qualitativo ou quantitativo
PORQUE
II. em uma pesquisa existem variáveis independentes, responsáveis por exercer influência nas demais variáveis da pesquisa, e as dependentes, que sofrem a influência dessas variáveis independentes.
Avalie as assertivas acima e depois assinale a alternativa que faz uma análise correta:
Nota: 10.0
A	As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
B	A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa
C	A asserção II é uma proposição verdadeira, e a I é uma proposição falsa
D	As asserções I e II são proposições falsas
E	As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II não é uma justificativa da I.
Você acertou!
A resposta correta é aquela que indica que as asserções I e II são proposições verdadeiras, mas que a II não é uma justificativa da I. Como vimos no decorrer da disciplina, a afirmação I está correta porque o processo de escolha da ferramenta de pesquisa (quali ou quanti) no método comparativo deve considerar as variáveis que serão analisadas. A afirmação II está correta, porque temos as variáveis independentes e dependentes. As varáveis independentes são aquelas que de alguma forma influenciam outras variáveis, enquanto as variáveis dependentes são as que sofrem influência. Todavia, a afirmação II não é uma justifica da I, uma vez que ela não explica por que se deve levar em conta as variáveis no momento da seleção da técnica de pesquisa.

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