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CIDADES MEDIEVAIS

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UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR 
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO HISTÓRIA 
Gabriele Kelly Ferreira da Silva
AS CIDADES ANTIGAS E AS CIDADES MEDIEVAIS
Ipatinga 
2019
Gabriele Kelly Ferreira da Silva
AS CIDADES ANTIGAS E AS CIDADES MEDIEVAIS
Trabalho apresentado ao Curso de licenciatura em História para as disciplinas, Historiografia, História Antiga, Fundamentos Filosóficos, História Medieval, Práticas Pedagógicas em Ciências Humanas: Espaço Geográfico, Identidades e Organização Cultural, Social e Política, Ed - Lógica Matemática.
Prof. Igor Guedes Ramos, Prof. Fabiane Tais Muzardo, Prof. Jose Adir Lins Machado, Prof. Patricia Graziela Goncalves, Prof. Sergio Aparecido Nabarro. 
Tutor eletrônico: Janaina dos Santos Correia Rodrigues
Tutor de sala: Natanael 
IPATINGA
2019
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................4
2 DESENVOLVIMENTO..............................................................................................5
3 CONCLUSÃO.........................................................................................................13
3
4 REFERÊNCIAS.......................................................................................................15
1 INTRODUÇÃO
Hoje acordamos de manhã, vamos a padaria comprar pães, pegamos o carro e vamos ao trabalho. Essa pode ou não ser a rotina de todos, mas é uma rotina que faz parte da grande maioria no mundo todo. Pensar na nossa acessibilidade a segurança de uma casa, a comida, ao trabalho assalariado e a educação pode parecer apenas coisas corriqueiras do nosso cotidiano, mas desde quando as coisas são assim? Como nossas cidades se formaram para que isso acontecesse? Quando começamos a temos acesso as lojas e mercados, como as padarias, loja de roupas e etc? 
Com essas indagações vamos iniciar uma longa trajetória, desde o mundo antigo do Império Romano ao nascimento do Cristianismo e por toda Idade Média, observando cada evento que influenciou para que hoje tivéssemos as cidades que nos cercam. Tudo isso, pensando na situação problema apresentada, onde vamos a seguir identificar a trajetória histórica de todos esses períodos e com tudo ajudar Guilherme em seu texto para a editora. 
Nos devemos descontrair por um momento a nossa concepção de sociedade ideal e se livrar de preconceitos, pois veremos desde cidades escravistas, a um sistema de servidão com impostos altíssimos, e dessa forma entender como essas pessoas viveram as coisas que presenciaram e como isso e como foram de estrema importância, e assim para que possamos contextualizar todas essas conquistas.
2 DESENVOLVIMENTO
Cidades no Império Romano
Com os 500 anos da República romana, os romanos tiveram uma gigantesca expansão territorial onde cada local conquistado por meio de lutas e guerras mostrava o poder do exercito de Roma, cada cidade ao ser conquistada era brutalmente saquiada e seus bens mais valiosos como ouro, prata e pedras preciosas eram confiscado para o governo, fazendo com que a capital se tornasse cada vez mais rica e mais poderosa formando então o Império Romano. 
A partir dessa breve explicação da historia da formação do Império partimos para o ponto que deste momento em diante só nos trataremos da data de “depois de Cristo”, pois Jesus de Nazaré nasce durante o governo do primeiro imperador Otávio Augusto, que já governava a 27 a.C. a 14 d.C. então percebemos que quando Otávio Augusto morre Jesus estava com 14 anos.
Entramos agora na primeira parte do Império Romano que se trata do Alto Império que se segue entre 27 a.C. até 235 d.C., essa parte que seria o auge do império onde os romanos mais abastardos principalmente na capital Roma desfrutava de um alto padrão de vida nas cidades, vivendo de modo luxuoso. Otávio Augusto Primeiro Imperador era filho adotivo e sobrinho de Júlio César ultimo monarca de Roma, Augusto que entrou no poder após uma guerra civil com Marco Antônio que também procurava o poder máximo mas foi derrotado pela tropa de Otávio Augusto. Este que começa a governar e logo pensa nas suas cidades. 
Nesse momento nasce o “assistencialismo” da parte desse novo governo romano, onde as camadas mais empobrecidas de todo o império eram sustentadas de algumas formas pelo governo rico, é neste momento que se cria a Política do Pão e Circo, onde eram organizados grandes espetáculos para entreter e “alienar” os mais pobres, se esperava que de certa forma o povo se preocuparia mais com a ocupação de seu tempo do que gastando tempo para reflexões do seu modo de vida precário e do modelo de governo, isto que deixava o imperador com mais confiança das massas. Esse assistencialismo não eliminava a pobreza, mas sim permanecia os pobres no mesmo patamar, agora apenas com maiores divertimentos, o que para eles já eram o suficiente para viver. 
Nesse mesmo movimento de calmaria no império nas mãos de Otávio Augusto nasce a Pax Romana (Paz romana) sendo isso uma interrupção nas invasões e guerras, ou seja, uma quebra no motor principal de Roma, pois as maiores riquezas vinham dessas invasões e com isso os grandes generais não poderiam mais se vangloriar de suas grandes conquistas com seus soldados nem superar o senado romano, e como já estava nos planos de Otávio Augusto não teria alguém mais renomado e maior que ele, então por outro lado começa assim os primeiros problemas do imperador, de frente as maiores preocupações estavam no inicio de uma revolta militar.
Outro ponto era que os cidadães romanos estavam desfrutando das maravilhas arquitetônicas como os aquedutos que levavam água a grande maioria das casas, palácios, praças e banhos públicos, e esse domínio da água fazia com que o ego do cidadão crescesse por cima dos demais, pois os romanos eram “limpos e higiênicos” e sempre com projetos arquitetônicos magníficos. Mas para isso funcionar assim como todo o restante das manobras das cidades, era preciso a mão de obra escrava, e como as invasões param começaram a ecasses de escravos interferir em todas as relações, e criarem problemas não só para o imperador Otávio Augusto mas na vida de todos. 
Por outro olhar se via se sobressaindo sobre os problemas a grande imposição e crescimento nas cidades da literatura e das artes, pelo Ministro Mecenas que era um grande incentivador dessas artes. Nesse período se data a obra A Eneida do autor Virgílio, uma obra no estilo épico inspirada em Homero, e a obra Os Lusíadas de Luís de Camões relando as grandes navegações. E para crescimento e desenvolvimento de renda e principalmente proteção do imperador se criou nas cidades as Guarda Pretoriana.
Otávio Augusto morre de causas naturais e como a sucessão do império não precisaria ser uma linhagem de sangue o próximo a comandar todas essas cidades e esse grande império foi o filho da sua esposa Lívia Drusa, o Tibério César, que comandou com tranquilidade sem maiores gravações nos problemas sociais, seguindo com grandes feitos de arquitetura para as cidades, e foi no seu tempo de poder que Jesus de Nazaré foi crucificado. E os demais imperadores do auto império não enfrentaram grandes complicações com a sociedade e seu estilo de vida até que começa as escassez de bens e Nero se tornar imperador em 60 d.C. e começa uma perseguição do cristianismo.
Com apenas 30 anos após a crucificação de Jesus de Nazaré a religião cristão estava sendo tomada por todas as cidades, e o imperador e todos os outros poderosos viram essa religião como uma negação das dividades romanas e a mesma divindade do imperador, negando também a escravidão que como já vimos era o modo de produção que gerava valores para os romanos. E tudo isso gera uma perseguição por demagogia, tudo que acontecia de ruim era culpa dos cristãos desde doenças as catástrofes, eram descritas por serem supostamente dadas por castigos dos deuses romanos para ao cristãos. 
Assim se inicia o período denominado como Baixo Império, ou seja, a Queda do Império Romano, marcada principalmente