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Resumo DSV Aulas 1-32

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até hoje. 
• Olhando mais atentamente, podemos perceber algumas características básicas encontradas nessa classe. 
O corpo é dividido em três partes: cabeça, tórax e abdômen (existem três pares de pernas e um par de 
antenas. As antenas estão presas à cabeça e as patas (e asas) presas ao toráx. No abdômen estão as 
estruturas sensoriais e outras que auxiliam na copula. 
• Para a sua locomoção em terra, os insetos possuem três pares de pernas e, em geral, um ou dois pares 
de asas para voar. Cada par de pernas é composto por cinco segmentos e, conforme suas funções, elas 
podem ser classificadas em marchadoras, saltatoriais, natatoriais, raptoriais e fossoriais. 
 
As plantas 
• Nas plantas clorofiladas, a hierarquia dos caracteres nos mostra que o estado terrestre das plantas 
vasculares é secundário em relação ao estado aquático das algas. 
• Vemos ainda que a vida terrestre dessas plantas coincide com o surgimento dos tecidos condutores de 
seiva e, numa medida menor, com a presença da cutícula ou de esporos. Assim, o ancestral comum das 
plantas vasculares e dos musgos deveria resistir aos raios ultravioleta e à desidratação graças a sua 
cutícula protetora, mas ainda era muito dependente de um ambiente apropriadamente úmido 
 
Vertebrados 
 
• A Paleontologia nos mostra que, logo que apareceram os primeiros vertebrados terrestres, no período 
Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, a história dos vertebrados já contava com mais de 200 
milhões de anos de vida aquática, e que todos os grandes grupos de peixes atuais ( lampréias, tubarões, 
peixes ósseos com nadadeiras raiadas, celacantos e peixes pulmonados) já existiam há muito tempo. 
Assim, toda uma quantidade de dados comparativos, biológicos, embriológicos e paleontológicos 
convergem para a anterioridade da vida aquática em relação à vida terrestre nos vertebrados. 
 
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LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – CEDERJ - UENF 
 
SEGUNDO PERÍODO 
DISCIPLINA: Diversidade dos Seres Vivos 
 
Resumo: Aula 20 – A diversificação das plantas 
 
 
Introdução 
• Todas as plantas são eucariontes multicelulares autotróficos fotossintéticos, com uma parede celular de 
celulose, e armazenam o excesso de nutrientes, como amido. 
• Os cloroplastos absorvem primariamente a luz vermelha e azul e refletem e transmitem a luz verde. 
• As primeiras plantas terrestres ocorreram no Período Siluriano (cerca de 430 milhões de anos atrás). 
• Na passagem para o modo de vida terrestre, o aspecto mais fundamental da adaptação é a prevenção da 
perda de água pela evaporação na superfície celular. 
 
Briófitas 
• São as formas mais simples de plantas terrestres, incluindo dente as quase 17.000 espécies descritas os 
musgos. 
• Não são consideradas plantas vasculares, entretanto, algumas espécies apresentam tecidos específicos 
para transporte de água e nutrientes como o floema e o xilema das plantas vasculares. 
• Uma teoria, sobre evolução das plantas, diz que as briófitas evoluíram de algas e mais tarde se 
desenvolveram em plantas vasculares. 
 
Pteridófitas 
• As plantas pteridófitas possuem tecidos como o xilema e floema, que permitem a distribuição de água e 
nutrientes até suas partes mais altas. 
• O xilema é o tecido que transporta minerais e água da raiz até as folhas. 
• O floema transporta os nutrientes fabricados por fotossíntese das folhas para outras partes da planta. 
• Dentre as pteridófitas estão as samambaias com cerca de 10.000 espécies. 
 
Gimnospermas 
• Plantas com sementes nuas que de acordo com o registro fóssil apareceram durante o Carbonífero, há 
360 milhões de anos. Hoje existem menos de 1.000 espécies de gimnospermas. 
 
Angiospermas 
• Os primeiros fósseis (grãos de pólen) de angiospermas (plantas com sementes cobertas), apareceram no 
início do período Cretáceo, há cerca de 130 milhões de anos atrás. 
• No final do Cretáceo, 50 famílias modernas já eram encontradas. Hoje são conhecidas 500 famílias com 
250.000 espécies. 
• Diferente das gimnospermas, cujas sementes são nuas, as angiospermas abrigam as suas dentro de um 
ovário. Esse ovário protege as sementes do ambiente contra infeções fungais, ressecamento, e contra o 
ataque de insetos. 
• O aparato reprodutivo feminino das angiospermas consiste nas pétalas e no carpelo. 
• A vantagem adaptativa da polinização por animais é simples. Em primeiro lugar, garante a fertilização 
cruzada com outros membros de sua espécie usando apenas uma pequena quantidade de pólen 
• Uma outra adaptação importante foi o desenvolvimento de genes de autoincompatibilidade, ou 
autoesterilidade. Assim, pólen com o mesmo alelo do óvulo não o fecundaria. Isso é importante em 
plantas cujas flores são bissexuais, protegendo a variabilidade da espécie. 
 
 
 
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LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – CEDERJ - UENF 
 
SEGUNDO PERÍODO 
DISCIPLINA: Diversidade dos Seres Vivos 
 
Resumo: Aula 21 – Invertebrados 
 
 Fauna de Ediacara 
 
• Uma característica dos organismos da Fauna de Ediacara é que não possuíam esqueleto. 
• Não se sabe ao certo se estes organismos eram animais ou plantas, embora é possível que tenham sido 
animais. Um exemplo é a similaridade com os penatuláceos, que são membros da Classe Anthozoa, e do 
Filo Cnidária. 
 
Explosão do Cambriano 
 
• Estudar o Período Cambriano é um desafio interessante. O maior obstáculo não é a ausência de fósseis, 
mas sim a enorme diversidade deles encontradas no Cambriano. Realmente, a diversidade de fósseis do 
Cambriano é tão grande e, mais importante do que isso, tão diferente de tudo que conhecemos que, para 
muitos organismos, não temos a menor ideia de que nicho ecológico eles ocuparam. 
• A montagem de um Paleocenário, pode ajudar a compreender melhor a Explosão Cambriana. 
• Paleocenário: Uma hipótese de ecossistema ancestral ou antigo, baseado principalmente em evidências 
fósseis. 
 
Xisto de Burgess 
 
• O XISTO DE BURGESS é uma montanha em meio a uma cadeia chamada Montanhas Rochosas, que 
atravessa o Canadá. Ela abriga milhares de fósseis de organismos perfeitamente preservados que viveram 
há mais de 500 milhões de anos. 
• Os primeiros fósseis encontrados são os comuns trilobitas, presentes na totalidade de fósseis desse 
período. Entretanto, pouco a pouco novos fósseis foram surgindo e eles eram cada vez mais estranhos. 
 
• É importante deixar claro que os invertebrados não formam um grupo monofilético. Ou seja, 
invertebrados não são mais próximos filogeneticamente entre si do que qualquer invertebrado com 
membros de outros grupos. 
 
 
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LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – CEDERJ - UENF 
 
SEGUNDO PERÍODO 
DISCIPLINA: Diversidade dos Seres Vivos 
 
Resumo: Aula 22 – Introdução aos vertebrados 
 
• Os peixes foram os primeiros organismos a apresentar coluna vertebral. 
• Como os invertebrados visto na aula anterior, os peixes não formam um grupo monofilético. Eles formam 
um grupo parafilético basal de vertebrados. 
• Uma teoria que explica a evolução dos vertebrados (ou craniados) é que eles foram formados por 
pedomorfose. 
• Pedomorfose é a retenção de características jovens por adultos. Por exemplo, se um filhote se torna 
maduro sexualmente e dá origem a uma nova espécie, isso é pedomorfose. 
 
Agnatos 
• Na literatura corrente, encontramos como representantes atuais dos agnatos as myxines (peixes-bruxa) 
e os petromizontídeos (lampréias), muitas vezes considerados juntos, formando um grupo denominado 
Ciclostomados. Todavia, os Ciclostomados não formam um grupo monofilético 
 
Peixes-Bruxa 
• Esse grupo de craniados com aparência vermiforme vive em ambiente marinho, enterrado na lama 
alimentando-se de peixes doentes ou mortos. O