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PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: 
Desenvolvimento Psíquico em Jean Piaget 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lara Cristina Q. Ferreira 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lins – SP 
2009 
 
 
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: 
Desenvolvimento Psíquico em Jean Piaget 
 
 
 
RESUMO 
 
Este artigo aborda questões teóricas e práticas sobre a Psicologia do 
Desenvolvimento, tendo como recorte a proposta feita por Jean Piaget. 
Inicialmente contextualiza todo o desenvolvimento psíquico e a metateoria de 
Piaget. Em seguida comenta-se sobre o desenvolver da prática por teoria, 
desde a preparação do aluno até o contato com o sujeito experimental, para se 
elaborar relatórios que concluem a experiência com a relação entre o que se 
observou na prática com a teoria em sala de aula. Conclui-se o artigo 
relevando a importância da observação do comportamento humano para o 
desenvolvimento profissional do Psicólogo. 
 
 
 
Palavras-chave: desenvolvimento, psicologia, sujeito experimental, Jean 
Piaget, observação. 
 
 
1 
INTRODUÇÃO 
 
O desenvolvimento é um processo contínuo que principia com a própria 
vida, no ato da concepção. Imediatamente após a concepção o óvulo 
fecundado, uma célula única, divide-se e subdivide-se rapidamente até que 
milhões de células sejam informadas. 
À medida que o desenvolvimento prossegue, as novas células assumem 
funções altamente especializadas, convertendo-se em parcelas de vários 
sistemas do corpo-nervoso, ósseo, muscular ou circulatório. 
Desta forma, o desenvolvimento orgânico continua evoluindo, a fim de 
atingir um nível relativamente estável – caracterizado pela conclusão do 
crescimento e pela maturidade dos órgãos. 
Assim como o desenvolvimento orgânico, o desenvolvimento psíquico 
também evolui rumo ao equilíbrio, embora este equilíbrio seja mais móvel do 
que o equilíbrio orgânico, pois se trata de uma construção contínua, onde 
ações são desequilibradas pelas transformações que aparecem no mundo, 
exterior e interior, e novas condutas vão funcionar para restabelecer o 
equilíbrio e tender a um estágio mais estável para o interior. 
“O que herdamos de positivo é construtivo do ponto de vista biológico e o modo de 
funcionamento intelectual, uma maneira de transação com o ambiente. Este modo de 
funcionamento permanece constante por toda a vida, e é através dele que as 
estruturas cognitivas surgem.” (Piaget – 1992). 
A Psicologia do Desenvolvimento juntamente com a Teoria de Jean 
Piaget, representam uma abordagem para a compreensão da criança e do 
adolescente, através da descrição e exploração das mudanças psicológicas 
que as crianças sofrem no decorrer do tempo. Pretendendo explicar de que 
maneiras importantes as crianças mudam no decorrer do tempo e como essas 
mudanças podem ser descritas e compreendidas. 
Sendo esta seqüência básica dos estágios do desenvolvimento 
propostos por Piaget, contextualizadas em pesquisas empíricas, como 
arcabouço conceitual na descrição do desenvolvimento do pensamento da 
criança. 
 
 
 
 
2 
1.1 METATEORIA 
Jean Piaget demonstrou ênfase principal ao estudo da natureza do 
desenvolvimento de todo conhecimento, como também e principalmente no 
desenvolvimento intelectual da criança. 
A preocupação central de Piaget foi o “sujeito epistêmico”, isto é, o 
estudo dos processos de pensamento presentes desde a infância inicial até a 
idade ideal. Concentrava-se principalmente na investigação teórica e 
experimental do desenvolvimento qualitativo das estruturas intelectuais. 
Procurou estudar cientificamente quais os processos que o indivíduo usa para 
conhecer a realidade. 
Passou grande parte de sua carreira profissional interagindo com 
crianças e estudando seu processo de raciocínio. Seus estudos tiveram um 
grande impacto sobre os campos da Psicologia e Pedagogia. 
A essência do trabalho de Piaget ensina que ao observarmos 
cuidadosamente a maneira com que o conhecimento se desenvolve nas 
crianças, podemos entender melhor a natureza do conhecimento humano. 
Suas pesquisas sobre a psicologia do desenvolvimento tiveram o objetivo de 
entender como o conhecimento evolui. 
Formulou sua teoria de que o conhecimento evolui progressivamente 
por meio de estruturar de raciocínio que substituem umas às outras através de 
estágios. 
“Preocupa-se, portanto, com a gênese do conhecimento, isto é, em saber quais os 
processos mentais envolvidos numa dada situação de resolução de problemas e 
quais os processos que ocorrem na criança para possibilitar aquele tipo de atuação” 
(RAPPAPORT, 1981). 
Deste modo, identificou os quatro estágios de evolução mental de uma 
criança. Cada estágio é um período onde o pensamento e comportamento 
infantil é caracterizado por uma forma específica de conhecimento e raciocínio. 
Esses quatro estágios são: sensório-motor, pré-operatório, operatório concreto 
e operatório formal. 
 
 
 
 
 
 
3 
1.2 PERÍODOS DO DESENVOLVIMENTO 
 
O primeiro período, sensório-motor (0 a 24 meses), baseia-se em uma 
inteligência que trabalha as percepções e as ações através dos deslocamentos 
do próprio corpo. Neste período a criança não possui representação mental, ou 
seja, para eles os objetos só existem se estiverem em seu campo visual. A 
conduta social, neste período, é de isolamento e indiferenciação, onde o 
mundo se volta inteiramente a própria criança (o mundo é ela). 
Entre os 8 a 12 meses a criança começa a ter representação mental, já 
entre os 18 a 24 meses ocorre o surgimento da linguagem. 
O pré-operatório (2 a 7 anos) é o segundo período onde surge a função 
dos sistemas de significação que permite o surgimento da linguagem. Podendo 
criar imagens mentais na ausência do objeto ou da ação, é o período do faz de 
conta, no jogo simbólico com a capacidade de formar imagens mentais 
transformar o objeto em outro que lhe traga prazer, satisfação, como por 
exemplo, brincar com uma caixa fazendo de conta que é um carrinho ou com 
uma escova de cabelo fazendo de conta que é um microfone. É também o 
período que a criança dá alma aos objetos (“O meu carrinho está dormindo”, 
“a minha boneca está comendo comidinha”). A linguagem está em nível de 
monólogo coletivo, ou seja, todas falam ao mesmo tempo sem fazer relações 
com a fala das outras, ou seja, dizem frases que não tem relação com a frase 
que a outra está dizendo. 
Daí a idéia de fala egocêntrica ou centralizada, conversa consigo 
mesmo, sem ter interação comunicativa, pois não há preocupação com o 
interlocutor. Esse pensamento continua centrado no seu próprio ponto de vista 
quando a linguagem não mantém uma conversação longa, mas já é capaz de 
adaptar sua resposta às palavras do companheiro. 
O terceiro período (7 aos 11/12anos), é o das operações concretas, a 
criança conhece e organiza o mundo de forma lógica ou operatória. A 
conversação torna-se possível (já é uma linguagem socializada), pois a fala 
egocêntrica desaparece devido o desejo de trabalhar com os outros (idade 
escolar), sem que no entanto possam discutir diferentes pontos de vista para 
que cheguem a uma conclusão comum. 
 
 
4 
 O quarto período é o das operações formais (11/12 anos em diante), 
corresponde ao nível do pensamento hipotético-dedutivo que é o auge do 
desenvolvimento da inteligência. A partir desta estrutura de pensamento é 
possível o diálogo, que permite que a linguagem se dê á nível de discussão 
para chegar a uma conclusão. 
 
1.3 A IMPORTÂNCIA DE SE DEFINIR OS PERÍODOS DE 
DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA 
 
“É preciso ficar bem claro que é possível, válida erecomendável uma utilização dos 
conhecimentos trazidos à luz por Piaget a respeito das estruturas mentais que se 
acham presentes em cada faixa etária e do modo de funcionamento característico 
dessas estruturas em cada fase do desenvolvimento” (RAPPAPORT, 1981). 
A importância de se definir os períodos de desenvolvimento da 
inteligência reside no fato de que, em cada um, o indivíduo adquire novos 
conhecimentos ou estratégias de sobrevivência, de compreensão e 
interpretação da realidade. 
 
 
2.1 PIAGET E O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA 
 
Para Piaget a inteligência não aparece repentinamente como um 
mecanismo inteiramente montado e completamente diferente, pelo contrário, 
ela aparece como uma continuidade de processos interiores, alguns dos quais 
inatos (processos instintivos, não aprendidos). Desse modo para entender a 
inteligência em si mesma é preciso analisar o surgimento de hábitos e o 
exercício dos reflexos. 
“Piaget apresentou uma visão interacionista. Mostrou a criança e o homem num 
processo ativo de contínua interação, procurando entender quais os mecanismos 
mentais que o sujeito usa nas diferentes etapas da vida para poder entender o 
mundo” (RAPPAPORT, 1981). 
A inteligência seria um mecanismo de adaptação do organismo a uma 
situação nova e, como tal, implica a construção contínua de novas estruturas. 
 
 
5 
Desta forma, os indivíduos se desenvolvem intelectualmente a partir de 
exercícios e estímulos oferecidos pelo meio que os cercam. 
Estas ações do sujeito que no início são essencialmente exteriores vão 
se tornando cada vez mais interiorizadas à medida que a inteligência surge e 
se desenvolve. Porém por mais desenvolvida que seja a inteligência sempre 
dependerá da ação do sujeito sobre o objeto. 
Com o desenvolvimento da inteligência o sujeito se torna cada vez mais 
adaptada ao meio podendo inclusive transformar este meio através de suas 
ações. 
 
2.2 CONCEITOS FUNDAMENTAIS NO DESENVOLVIMENTO DA 
INTELIGÊNCIA 
 
Para entender o processo de organização e adaptação intelectual, ou 
seja, para compreender como ocorre o desenvolvimento cognitivo é preciso 
entender quatro conceitos básicos: esquemas, assimilação, acomodação e 
equilibração. 
Os esquemas são estruturas mentais ou cognitivas pelas quais os 
indivíduos se adaptam e organizam o meio. A existência dessas estruturas é 
inferida através dos comportamentos apresentados pelo sujeito. 
Estes esquemas podem ser simples, como por exemplo, uma resposta 
específica a um estímulo, ou, complexos, como o modo de solucionarmos 
problemas matemáticos. Os esquemas estão em constante desenvolvimento e 
permitem que o indivíduo se adapte aos desafios ambientais. 
Os processos responsáveis pela evolução do desenvolvimento cognitivo 
se definem na assimilação e na acomodação. 
A assimilação é o processo cognitivo pelo qual uma pessoa integra um 
novo dado perceptual, motor ou conceitual nos esquemas ou padrões de 
comportamentos já existentes. Pode ser vista como um processo cognitivo de 
colocar (classificar) novos eventos em esquemas já existentes. 
Já a acomodação diante de certas situações que geram conflito 
cognitivo, o organismo é impelido a se modificar, a se transformar para se 
ajustar às demandas impostas pelo ambiente. A acomodação pode ocorrer de 
 
 
6 
duas formas; uma através da criação de novos esquemas ou através da 
modificação dos velhos esquemas, com o objetivo de assimilar um novo 
estímulo. 
O processo de passagem do desequilíbrio para o desequilíbrio, 
denomina-se por equilibração. Trata-se de um processo auto-regulador, 
necessária para assegurar uma eficiente interação da criança com o meio 
ambiente. 
 
3.1 PRÁTICAS POR TEORIAS 
 
Na disciplina, Psicologia do Desenvolvimento I, lecionada pela docente 
Ana Elisa S. B. de Carvalho e coordenadora do curso de Psicologia, foi 
proposto para os alunos desenvolverem e relatarem trabalhos empíricos com a 
teoria exposta pela disciplina. 
 
3.2 PREPARAÇÃO 
 
Antecipadamente a abordagem dos exercícios apresentados ao sujeito, 
o experimentados se estabelecia a uma preparação. 
Dever-se-ia ler antecipadamente os exercícios propostos, procurando 
entender o processo de realização de cada um, elaborando um roteiro prévio 
dos exercícios que seriam aplicados e preparar o material a ser utilizado. 
Entrar em contato com os pais, esclarecer os objetivos do trabalho, 
esclarecer quanto ao caráter confidencial das respostas da criança, uma vez 
que não seriam anotados dados que a identifique. Somente a professora da 
disciplina teria acesso ao material. 
 
3.3 O DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA 
 
Dentre estas práticas por teorias se desenvolveram exercícios 
propostos, procurando entender o objetivo e o processo de realização de cada 
um. Sendo o sujeito destas experiências, crianças, que representassem a faixa 
etária de cada período de desenvolvimento propostos por Jean Piaget. 
 
 
7 
A criança era exposta a exercícios que as estimulavam a desenvolver 
ações motoras e psíquicas. A partir das respostas da criança para cada 
exercício realizado, elaborava-se a localização da mesma dentro do esquema 
proposto por Piaget. 
 
3.4 CONTATOS COM A CRIANÇA 
 
Para o contato com a criança exposta aos exercícios, o experimentador 
deveria tomar cuidado para não induzi-la a dar respostas esperadas, evitando 
expectativas em relação à criança e às suas respostas o que, habitualmente, 
prejudicaria o trabalho. 
 
3.5 ELABORAÇÕES DOS RELATÓRIOS 
 
A elaboração dos relatórios era baseada a partir das respostas dados 
pelas crianças dentro de cada exercício proposto, identificando o período em 
que se encontrava e esclarecendo sua experiência realizando a prática. 
Por fim relacionava-se a teoria com a prática. Estabelecendo-se 
relações entre a teoria de Piaget, as observações realizadas e suas 
implicações. 
 
4.1 CONCLUSÃO 
 
A referência deste estudo foi a teoria de Jean Piaget cujas proposições 
nucleares dão conta de que a compreensão do desenvolvimento humano 
equivale à compreensão de como se dá o processo de constituição do 
pensamento lógico-formal. Tal processo, que é explicado segundo o 
pressuposto de que existe uma conjuntura de relações interdependentes entre 
o sujeito conhecedor e o objeto a conhecer, envolve mecanismos complexos e 
intrincados que englobam aspectos que se entrelaçam e se complementam, 
tais como: o processo de maturação do organismo, a experiência com objetos, 
a vivência social e, sobretudo, a equilibração do organismo ao meio. 
 
 
8 
Em face às discussões apresentadas no decorrer do trabalho, conclui-se 
que as idéias de Piaget representam um salto qualitativo na compreensão do 
desenvolvimento humano de integração entre o sujeito e o mundo que o 
circunda. 
 “A necessidade da observação do comportamento humano é um fato reconhecido 
pelo psicólogo” (DANNA & MATOS, 1999). 
As práticas por teorias se tornam assim, de grande valia para a 
formação profissional do Psicólogo, pois ao longo do desenvolver da prática, a 
observação dos comportamentos dados pela criança a cada exercício 
proposto, se aprimorou tornando-se gradativamente minuciosa. 
“O psicólogo, quando atua como cientista do comportamento, investiga, descreve e/ou 
aplica princípios e leis comportamento” (DANNA & MATOS, 1999). 
Pode-se desenvolver, relacionar e comprovar a teoria elaborada por 
Piaget sobre o desenvolvimento psíquico, com base nos comportamentos que 
eram observáveis através dos sujeitos em cada situação exposta e 
conseqüentemente identificar a qual período do desenvolvimento, este sujeito 
se encontrava.9 
PSYCOLOGY OF THE DEVELOPMENT: Jean Piaget's Psychic 
Development. 
 
 
 
ABSTRACT 
This article discusses theoretical and practical questions about the 
Psychology of Development, focusing on the proposal made by Jean Piaget. 
Initially contextualizes all psychic development and meta-theory of Piaget. Next 
we comment on the development of practice by theory, since the preparation of 
the student to the contact with the experimental subjects, to make reports 
concluding that the experience with the relationship among what is observed in 
practice and theory in the classroom class. We conclude the article 
emphasizing the importance of human's behavior's observation to the 
professional development of the Psychologist. 
 
 
keywords: development, psychology, experimental subject, Jean Piaget, 
obervation. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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5.1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 
FLAVELL, H. J. Psicologia do Desenvolvimento de Jean Piaget. São Paulo: 
Pioneira, 2001. 
 
FURTH, G. H. Piaget na sala de aula. 4º edição. Rio de Janeiro: Forense-
Universitária, 1982. 232 p. 
 
MATOS, M. A.; DANNA, M. F. Ensinando Observação. 4º edição. São Paulo: 
EDICOM, 1999. 143p. 
 
RAPPAPORT, R. C. Psicologia do Desenvolvimento. Vol. 1 São Paulo: 
E.P.U., 1981. 74p. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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AUTOR: 
 
Lara Cristina Q. Ferreira - Graduanda em Psicologia 
lara.cristina2105@hotmail.com.br – fone: (14) 3541-1540 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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