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Aulas de Silvestre 6 semestre

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problema de disbiose).
Se o grau está avançado realiza a bandagem, para retirar a pressão do local (só faz bandagem geralmente que se faz curetagem). 
Nas aves a pomada acaba incomodando muito. 
Metiolate é muito bom para todas as espécies. Tem uma ação bactericida muito boa; fúngica OK, em casos iniciais; 
Desaint – óleo muito bom. Usar em pouca quantidade porque é muito oleoso. Ajuda na lesão do machucado. 
Traumeel – pomada um pouco homeopática. Tem uma quantidade de Arnica, ajudando. Essa pomada não é o único tratamento, é em casos mais leves. 
BANDAGENS 
São umas borrachas” de EVA. Corta no tamanho da pata do animal e deixar um furo no meio da onde está a lesão (vai prender com vetrap o EVA). 
Tem que ir trocando a bandagem. Mas depende da lesão. 
*Tem que mudar o manejo. 
ABCESSOS 
Independente do tamanho de abcesso tem eu realizar a cirurgia. Isso porque o pus fica mais duro. 
O dente pode gerar o abcesso 
Qualquer lesão pode gerar um abcesso. 
Etiologia: 
Suscetíveis: Logomorfos (principalmente)
Fatores predisponentes: Quando é dente pode ser por uma oclusão dentária, fratura dentária, laceração de gengivas e lesões em pele. Quando tem um abcesso em face (sempre pensar que existe a possibilidade que deve ser secundário a um problema dentário) 
Transmissão: Contato direto com a bactéria 
Sinais clínicos: Edema e exsudato purulento (caseoso). Uma ausência de pelos. 
Diagnóstico: Quando é em face faz um RX de mandíbula e de maxila para ver os dentes e cultura bacteriana. 
Tratamento: Excisão cirúrgica do exsudato (caseoso), extração dentária e antibioticoterapia (quando demora para realizar a cirurgia, em casos de quando é língua porque tem que fazer todo o plano cirúrgico, assim entra com anti-inflamatório e antibiótico para diminuir). 
Na palpação é abcesso é firme. 
TRICOBEZOAR 
Etiologia: Dieta inadequada (pouca fibra), manejo inadequado. 
Suscetíveis: Coelhos. Um animal que é muito bem cuidado não terá esse problema. 
Sinais clínicos: Hiporexia (o intestino tem mais receptor de dor quando está distendido, por gás por exemplo por gás, causando dor), diminuição do volume fecal, prostração. 
Diagnóstico: Sinais clínicos, histórico da dieta, observa se está em época de muda (queda de pelos), perguntar se o animal vive solto (obstrução por um corpo estranho), palpação (as vezes ele ta com muita dor não dando para sentir) e exame radiográfico (intestino om gases), tem o local mais dilatado vendo uma obstrução; em alguns casos o US ajuda. Nenhum deles fecham o diagnóstico. 
Tratamento: Pode ser o medicamentoso (que tenta ajudar a passagem, se souber que não está obstruído), ou pode partir para o cirúrgico. 
Medicamentos
Pode usar também o óleo mineral quando não esta obstruído, para ajudar junto com o metoclopramida para ajudar na motilidade.
Simeticona se usa muito em coelhos. 
Em furão tem pouco porque ele é o oposto do coelho, isso porque vomita, ele se alimenta de carne, tem um intestino mais curto. O que pode facilitar é dar só ração seca. 
Qual espécie de mamíferos que tem alguma diferença anatômica que facilita a presença de tricobezoar? CHINCHILA, porque ela tem o trato intestinal mais fino, assim tem muita chance de ter corpo estranho e ter tricobezoar. Eles não vomitam também. 
DOENÇAS BACTERIANAS- ENTERITES 
Bastante problema de diarreia, principalmente em coelhos e roedores, pensando também na disbiose. 
Cuidado para não confundir com cecotróficos, os cecotróficos são mais macios, e se o coelho não esta comendo ele pode pisar, e parecer uma diarreia. 
Precisa entender se é uma diarreia recorrente ou não
Ele não come cecotrófico as vezes porque está obeso, porque esta com algum problema no dente, ou porque ele está com gases, dor. Importante observar essa diferença, porque pode sugerir outro problema. 
Etiologia: As enterites pode ocorrer por diversas bactérias (Escheria coli; Clostridium piliforme, Salmonela spp. E Pseudomonas spp. 
Se usa um antibiótico ele entra em contato com uma bactéria, o animal pode morrer em 24 horas, por isso se usa o probiótico. 
Suscetiveis: Lagomorfos e roedores
Uma dieta inadequada pode ser fatal para o animal. Ela vai ajudar muito animal a ter a flora bacteriana alterada ou utilização inadequada de antibiótico. 
Transmissão: via oro-fecal – Fazer uma boa higienização das folhas que dá para os animais. 
Sinais clínicos: Diarreia com sangue, desidratação, perda de peso, prolapso retal
Diagnóstico: Cultura bacteriana e antibiograma, pode fazer um US para analisar como está as alças intestinais. 
Tratamento 
 Correção de dieta (nível adequado de finras)
 Probiótico 
 Oferecer fezes de animal saudável (cuidado com a fonte!) – É muito interessante se tem um animal saudável, e pode dar. Essas fazes vem com bactérias boas, e funciona como se fosse um probiótico. As fezes não tem o mesmo efeito que o probiótico, isso porque tem muitas bactérias na flora do TGI, e laboratório comum elas não conseguem ser cultivadas 100% em laboratório para ser colocado no medicamento. Não pode ter GRAM – nas fezes. 
 Enrofloxacina VO, SC ou IM, 5mg/kg, BID, 14 dias.
· 
DOENÇAS BACTERIANAS - PASTEURELOSE
Etiologia: Pasteurella multocida
Doença muito comum em coelhos
É uma zoonose
É uma bactéria muito resistente. 
Transmissão: contato direto, aerossóis, fômites e aleitamento – relacionados também a imunossupressão
Sinais clínicos: Espirros, estertores, descarga nasal e/ou ocular de coloração esbranquiçada ou amarelada. 
Desde o começo já é grave por atingir o sistema respiratório. 
Muitas vezes evolui para otite média, podendo gerar um problema neurológico 
Pode ser portadores – cultura pura. Geralmente ela coloniza pele, então tomar cuidado. 
É uma bactéria muito resiste, assim o tratamento acaba sendo mais demorado. 
Podem ser que tenha sinais clínicos simples
Diagnóstico: cultura bacteriana ou exsudato, sangue ou tecidos. 
Se faz RX pode ter a presença de diversos nódulos em pulmões. 
Tratamento: Enrofloxacina (sempre faz antes a cultura para ter certeza), sendo bom fazer o sistêmica e tópico; Ciprofloxacina (colirio), BID ou TID; suporte (alimentação, fluido, limpeza [nasal, ocular]); probiótico. 
ANATOMIA E FISIOLOGIA DE RÉPTEIS 
São extremamente rústicos 
Também tem cavidade celomática, não tem diafragma. 
São tão rústicos 
São ectotérmicos- ou seja que dependem da temperatura do ambiente. Se a temperatura do ambiente não está adequada ele não vai ter metabolismo pra digerir alimento, ou algum medicamento que está dando para algum problema. Assim sendo muito importante. A temperatura também está relacionado a imunidade, então se não está em uma temperatura adequada a temperatura estará baixa. 
Também influência no comportamento do animal. 
Algo importante é que quando eles botam ovo, a temperatura influencia se vai nascer macho ou fêmea. 
Cada espécie tem uma temperatura especifica para saber se vai nascer macho ou fêmea. 
Durante o inverno, tem uma queda de imunidade, assim tem uma maior quantidade de animais doentes, como pneumonia. Comum também receber animais com anorexias quando tem uma queda brusca de temperatura, como Jabutis por exemplo. O fato deles pararem de comer não quer dizer que eles estão doentes, mas que teve uma alteração de metabolismo. 
Além de manter a temperatura adequada, tem que fazer um gradiente de temperatura. 
Esse animal pode escolher a temperatura que ele quer, assim que mesmo vai se achar achando um ponto ideal. A imagem acima ilustra o ambiente. 
COMO AQUECER? 
Pode utilizar luz
Utilizar pedras aquecidas é muito bom
Pode utilizar o fundo viveiro. 
Répteis diurnos – média de 27 – 35 graus 
Répteis noturnos ou de montanhas – 21 a 27 graus – uma área mais quente de 32 graus. 
Luminosidade de 14 horas no verão e 12 horas no inverno (influência diretamente a reprodução).
UVA x UVB 
Lagartos diurno – UVA – bem estar 
UVB – Vitamina D – pode ser pela luz solar ou alguma luz especifica. Precisa saber qual tipo de animal, pra saber qual