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Resumo Enron - Os mais espertos da sala

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Enron: Os mais espertos da sala 
A Enron levou 16 anos para aumentar os seus ativos de 10 bilhões de dólares para 65 bilhões, e levou 24 dias para falir, o seu erro fatal foi o orgulho. Projetavam o futuro da energia e da eletricidade. A Enron foi fundada por Ken Lay (diretor geral) em 1985 no Leste do Texas. No início de 1987 houve o Escândalo da Enron Oil (Escândalo Vahalla), fizeram apostas se os preços subiam ou baixavam.
Louis Borget havia levado mais de 3 milhões de dólares de lucro corporativo e colocou na conta pessoal. Muitos começaram a desconfiar e com isso, fizeram uma auditoria, chegaram a conclusão que apostavam mais do que podiam, mas era a única parte que dava lucro, por isso, Lay incentivou seus corretores a jogarem mais, sabendo do risco que tomava.
Em 1922 Jeff Skilling solicitou a contabilidade conhecida como “reajuste a preço de mercado” (registrar lucros futuros). Lou Pai (dirigiu a SEE) se motivava com o dinheiro e bailarinas exóticas, que debitava nas contas de despesas da Enron, tirou aproximadamente 250 milhões de dólares da empresa.
Quando a bolsa de valores cresceu, a Enron deu um salto de 30% em ganhos. Demorou 4 anos para a Enron agregar 50 bilhões de dólares ao mercado de capitais. A previsão do aumento dos lucros só aumentava, mas com riscos enormes.
A Índia não podia mais pagar a energia que a Enron produzia. As ações da Enron continuavam subindo, mas seus negócios continuavam perdendo dinheiro. Skilling criou um mercado de comércio de banda larga (espaço na internet).
Os executivos começaram a vender suas ações entre eles: Ken Lay, Jeff Skilling, Baxter e Ken Rice.
Andy Fastow era diretor financeiro, ele manteve os preços das ações em alta, escondendo as dívidas de Enron. A LJM daria oportunidade a Fastow (gerente da LJM) de conjurar 45 milhões para ele.
Saiu do correio eletrônico: “A Enron produz dinheiro, mas não tem que mostrar a dívida no balanço patrimonial”. Marrill Lynch “fingiu” comprar uma parte dos ativos da Enron quando na verdade era um empréstimo.
Califórnia foi eleita pela Enron para experimentar o novo conceito de eletricidade desregulamentada. Tim Beldem arbitrava o mercado da Califórnia no ritmo de 1 à 2 milhões de dólares diários. A crise energética de 1ano custaria 30 bilhões de dólares ao estado. A CFRE se negou a intervir.
As ações da Enron começaram a cair, Jeff Skilling anunciou que renunciava como diretor geral em agosto de 2001, Ken Lay (presidente da Enron) assumiu o cargo.
Ocorreu uma fraude de enormes proporções, ia muito além de irregularidades contábeis. A listagem de ativos foi de mais ou menos 12 ativos, e a matemática não batia. 
O escritor contábil da Enron Arthur Andersem, destruiu todos os documentos da empresa. As contas dos empregados de Enron foram congeladas e quando liberadas, não tiveram acesso a todo o dinheiro. O erro da Enron foi o clássico pânico bancário. Quatro meses após a renúncia de Skilling, Enron declarou falência, sete semanas depois Cliff Baxter se suicidou. Fastow se declarou culpado e cedeu 23 milhões em ativos. O escritório contábil da Enron foi acusado de obstrução da justiça e saiu junto com a Enron. 29.000 pessoas perderam seus empregos e Ken Lay foi preso.
Enron
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Os mais espertos da sala 
 
A Enron levou 16 anos para aumentar os seus ativos de 10 bilhões de dólares 
para 65 bilhões, e levou 24 dias para falir, o seu erro fatal foi o orgulho. 
Projetavam o futuro da energia e da eletricidade. A Enron foi 
fundada por Ken 
Lay (diretor geral) em 1985 no Leste do Texas. No início de 1987 houve o 
Escândalo da Enron Oil (Escândalo Vahalla), fizeram apostas se os preços 
subiam ou baixavam.
 
Louis Borget havia levado mais de 3 milhões de dólares de lucro corporativ
o e 
colocou na conta pessoal. Muitos começaram a desconfiar e com isso, fizeram 
uma auditoria, chegaram a conclusão que apostavam mais do que podiam, 
mas era a única parte que dava lucro, por isso, Lay incentivou seus corretores 
a jogarem mais, sabendo do 
risco que tomava.
 
Em 1922 Jeff Skilling solicitou a contabilidade conhecida como “reajuste a 
preço de mercado” (registrar lucros futuros). Lou Pai (dirigiu a SEE) se 
motivava com o dinheiro e bailarinas exóticas, que debitava nas contas de 
despesas da Enro
n, tirou aproximadamente 250 milhões de dólares da 
empresa.
 
Quando a bolsa de valores cresceu, a Enron deu um salto de 30% em ganhos. 
Demorou 4 anos para a Enron agregar 50 bilhões de dólares ao mercado de 
capitais. A previsão do aumento dos lucros só aume
ntava, mas com riscos 
enormes.
 
A Índia não podia mais pagar a energia que a Enron produzia. As ações da 
Enron continuavam subindo, mas seus negócios continuavam perdendo 
dinheiro. Skilling criou um mercado de comércio de banda larga (espaço na 
internet).
 
O
s executivos começaram a vender suas ações entre eles: Ken Lay, Jeff 
Skilling, Baxter e Ken Rice.
 
Andy Fastow era diretor financeiro, ele manteve os preços das ações em alta, 
escondendo as dívidas de Enron. A LJM daria oportunidade a Fastow (gerente 
da LJM
) de conjurar 45 milhões para ele.
 
Saiu do correio eletrônico: “A Enron produz dinheiro, mas não tem que mostrar 
a dívida no balanço patrimonial”. Marrill Lynch “fingiu” comprar uma parte dos 
ativos da Enron 
quando na verdade era um empréstimo.
 
Califórnia 
foi eleita pela Enron para experimentar o novo conceito de 
eletricidade desregulamentada. Tim Beldem arbitrava o mercado da Califórnia 
no ritmo de 1 à 2 milhões de dólares diários. A crise energética de 1ano 
custaria 30 bilhões de dólares ao estado. A CFRE
 
se negou a intervir.
 
Enron: Os mais espertos da sala 
A Enron levou 16 anos para aumentar os seus ativos de 10 bilhões de dólares 
para 65 bilhões, e levou 24 dias para falir, o seu erro fatal foi o orgulho. 
Projetavam o futuro da energia e da eletricidade. A Enron foi fundada por Ken 
Lay (diretor geral) em 1985 no Leste do Texas. No início de 1987 houve o 
Escândalo da Enron Oil (Escândalo Vahalla), fizeram apostas se os preços 
subiam ou baixavam. 
Louis Borget havia levado mais de 3 milhões de dólares de lucro corporativo e 
colocou na conta pessoal. Muitos começaram a desconfiar e com isso, fizeram 
uma auditoria, chegaram a conclusão que apostavam mais do que podiam, 
mas era a única parte que dava lucro, por isso, Lay incentivou seus corretores 
a jogarem mais, sabendo do risco que tomava. 
Em 1922 Jeff Skilling solicitou a contabilidade conhecida como “reajuste a 
preço de mercado” (registrar lucros futuros). Lou Pai (dirigiu a SEE) se 
motivava com o dinheiro e bailarinas exóticas, que debitava nas contas de 
despesas da Enron, tirou aproximadamente 250 milhões de dólares da 
empresa. 
Quando a bolsa de valores cresceu, a Enron deu um salto de 30% em ganhos. 
Demorou 4 anos para a Enron agregar 50 bilhões de dólares ao mercado de 
capitais. A previsão do aumento dos lucros só aumentava, mas com riscos 
enormes. 
A Índia não podia mais pagar a energia que a Enron produzia. As ações da 
Enron continuavam subindo, mas seus negócios continuavam perdendo 
dinheiro. Skilling criou um mercado de comércio de banda larga (espaço na 
internet). 
Os executivos começaram a vender suas ações entre eles: Ken Lay, Jeff 
Skilling, Baxter e Ken Rice. 
Andy Fastow era diretor financeiro, ele manteve os preços das ações em alta, 
escondendo as dívidas de Enron. A LJM daria oportunidade a Fastow (gerente 
da LJM) de conjurar 45 milhões para ele. 
Saiu do correio eletrônico: “A Enron produz dinheiro, mas não tem que mostrar 
a dívida no balanço patrimonial”. Marrill Lynch “fingiu” comprar uma parte dos 
ativos da Enron quando na verdade era um empréstimo. 
Califórnia foi eleita pela Enron para experimentar o novo conceito de 
eletricidade desregulamentada. Tim Beldem arbitrava o mercado da Califórnia 
no ritmo de 1 à 2 milhões de dólares diários. A crise energética de 1ano 
custaria 30 bilhões de dólares ao estado. A CFRE se negou a intervir.