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sistema reprodutor masculino - fisiologia

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parassimpático, entram fluidos provenientes das glândulas bulbouretrais e uretrais. É pouco significativa, não apresenta tanta relevância: a maior parte da lubrificação é proveniente do sistema genital feminino
· EMISSÃO E EJACULAÇÃO = ORGASMO MASCULINO 
Esses processos serão regulados pelo sistema simpático. A ejaculação é a exteriorização do sêmen já a emissão é quando o sêmen está todo completo no canal deferente e está caminhando para a uretra e está chegando todo o líquido proveniente das vesículas seminais e líquido prostático, o seu volume já está ali. À medida que isso tiver estímulo da musculatura e força com que haja a liberação, ocorre a ejaculação. Após isso, de maneira muito rápida ocorre a resolução. Na ejaculação precoce, esses processos ocorrem de forma mais rápida. 
· Introdução dos líquidos no sêmen, aumento o volume do mesmo (não houve contração dos músculos para liberação do sêmen) e expulsão do sêmen
· Função simpática
· Estímulo sexual intensa
· Enchimento da uretra interna com sêmen
· RESOLUÇÃO/ DESTUMESCÊNCIA 
Após o orgasmo masculino, a excitação sexual desaparece em cerca de 2 minutos e a ereção cessa.
· PRIAPISMO 
Ejaculação que dura muito tempo: sangue não muito bem oxigenado acaba sendo acumulado – podem ter efeitos mais severos, como isquemia. As células do sangue que não apresentam formato adequado, poderão dificultar a drenagem do membro e isso pode ser um dos fatores. 
· Distúrbios hematológicos: anemia falciforme e leucemia
· Distúrbios neurológicos (lesão ME)
· HORMÔNIOS SEXUAIS MASCULINOS (ANDROGÊNIOS)
A testosterona será produzida pelos testículos e atuarão nos tecidos alvo. Como já falado anteriormente, esses últimos apresentam uma enzima chamada de 5 alfa redutase, que converte a testosterona em DHT – acaba sendo considerada mais ativa. As células de Leydig estarão bastante numerosas no recém-nascido e depois ficam praticamente inexistentes, atuando apenas posteriormente quando chega a puberdade – eixo hipotálamo adeno-hipófise ativo. Nesse período, de recém-nascido, há um pico de LH que estimula resquícios das células de Leydig a produzirem testosterona. Isso só acontece nesse momento, depois há um reequilíbrio do corpo. 
· Níveis elevados de testosterona no período fetal: diferenciação
· Período neonatal: há um pico de testosterona que logo decai e as células de Leydig ficam quiescentes
BIOSSÍNTESE DA TESTOSTERONA NOS TESTÍCULOS
Precursor: colesterol. As células de Leydig não apresentam toda a maquinaria como as células das glândulas suprarrenais apresentam e por isso elas só conseguirão produzir a testosterona a partir do colesterol. Dentro dos túbulos seminíferos as concentrações de testosterona são mais elevadas pela presenta de ABP. As aromatases podem converter a testosterona em estradiol e a 5 alfa redutase em DTH, nos tecidos alvo. À nível de circulação sanguínea a proteína transportadora pode ser a globulina transportadora de hormônio ou a albumina. 
· Há produção de dehidrotestosterona: os tecidos alfas apresentam uma enzima que transformam a testosterona nesse hormônio – é mais ativo. 
· TESTOSTERONA – METABOLISMO E EXCREÇÃO
A testosterona que não foi para os tecidos alvo e permaneceu na circulação sanguínea, irá passar pelo fígado para ser conjugada e será excretada. Todos os seus metabólitos serão inativos e excretados. 
· Meia vida: 15 a 30 minutos
· Ela é transportada chega ao seu tecido alvo e realiza seus efeitos. A circulante, os metabólitos, são inativos e serão excretados. O que acontece é que essa testosterona que não atua é conjugada e excretada. 
· MECANISMO DE AÇÃO
Tanto existe uma ação genômica e não genômica. 
· Ação genômica: a testosterona no tecido alvo, pode ser convertida em DHT e tanto o DHT como a testosterona agem no mesmo receptor de andrógenos – porém, ele é um pouco mais sensível a DHT por isso diz-se que ele é mais ativo. Esse complexo receptor hormônio migra para o núcleo dessa célula alvo e propicia o aumento da transcrição gênica. Lembrando que esse receptor está no citoplasma. 
· Ação não genômica: na gônada das taxas de testosterona são muito elevadas, acima do número de receptores. É um efeito adicional e muito importante para manter esses níveis elevados na gônada para que se conclua a espermatogênese. Ocorre na própria gônada e o efeito é bem mais rápido – é um efeito complementar. 
· FUNÇÃO – TESTOSTERONA e DTH
Os efeitos são inúmeros. Alguns efeitos são provenientes do DHT, enquanto outros são provenientes da testosterona. A diferenciação sexual tem muito mais a ver com aquela testosterona produzida por influência do hormônio Beta HCG, que será convertida em DHT e esse vai fazer a diferenciação sexual. O testículo inicialmente encontra-se a nível cavitário e ele precisa migrar para a região do escroto, que quando não migra causa criptorquidismo. Outra ação do DHT é a sua relação com os pelos, ao aumento do tamanho do pênis, formação das gônadas, desenvolvimento das glândulas. 
· Desenvolvimento fetal
· Aumento do tamanho do pênis: atuação da testosterona também
Os hormônios auxiliam no desenvolvimento do menino, migração dos testículos, caracteres sexuais secundários. 
· Calvície: herança genética. A testosterona tem uma afinidade pelo folículo piloso da região da cabeça. Quanto maior a carga gênica, maior a atuação da testosterona. 
· Testosterona: 
· Atua na mudança no timbre da voz, ocorre alargamento da laringe
· Na pele, nas glândulas sebáceas: desenvolvimento de acne
· Musculatura: Constituição óssea diferente da das mulheres
· Número de hemácias
· ANDROPAUSA
Fisiologicamente, existe.
No homem a redução à sensibilidade ao LH é particular e reduz de acordo com a idade. É mais significativa quando se aproxima dos 70 anos. As células não conseguem fazer sua diferenciação de forma adequada. 
· HIPOGONADISMO
· Testículos fetais não funcionais: há formação de órgãos femininos
· Eunuquismo (perda dos testículos antes da puberdade)
· Órgãos e características mais infantis
· Estatura ligeiramente maior, mas com ossos mais finos, pouca musculatura,
· EUNUQUISMO HIPOTALAMICO
Há um defeito no eixo, normalmente apresenta genitália pequena e acúmulo de gordura visceral. 
· Ausência de GnRH: incapacidade do hipotálamo de secreta-lo
· Centro da fome estimulado
· Obesidade 
· HIPERGONADISMO
· Causa rara: tumores de células intersticiais de Leydig
· Crescimento rápido dos ossos e músculos
· Menor estatura
· VARICOCELE
· Mais predominante do lado esquerdo
· CASTRAÇÃO
Método mais utilizado como forma de punição/castigo
· VASECTOMIA
· Corte e ligadura dos canais deferente: maior local de estocagem nos espermatozoides
· Os sptz produzidos degeneram e são reabsorvidos no epidídimo, o volume ejaculado é pouco afetado. É irreversível.