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APS - Psicologia Sócio-interacionista| Wallon

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3
UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE PSICOLOGIA
 
 
Julia Maria de Sousa Andrade – N4484D9
Uliana Spindola Damasceno – D929GA8
 
 
 
HENRI WALLON E O PERSONALISMO NO FILME “O PEQUENO NICOLAU”
 
 
 
 
Atividade Prática Supervisionada (APS) apresentada à disciplina de Psicologia Socio Interacionista, sob orientação da Prof.ª Flavia Barbosa. 
Campus Assis – São Paulo 
2020
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................3
1.1 Metodologia............................................................................................................3
2 HENRI WALLON.......................................................................................................4
 2.1 Os estágios do desenvolvimento infantil por Wallon.....................................4
2.1.1 Impulsivo emocional........................................................................................5
2.1.2 Sensório-motor e projetivo..............................................................................5
2.1.3 Personalismo..................................................................................................6
2.1.4 Categorial.......................................................................................................7
2.1.5 Puberdade e adolescência.............................................................................7
3 O PERSONALISMO NO FILME “O PEQUENO NICOLAU”...................................8
4 CONCLUSÃO.........................................................................................................10
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................................11
ANEXO A – FICHA APS JULIA ANDRADE.............................................................12
ANEXO B – FICHA APS ULIANA SPINDOLA.........................................................13
1 INTRODUÇÃO
O seguinte trabalho acadêmico tem como proposta o estudo da Teoria do Desenvolvimento e da Aprendizagem do filósofo e psicólogo francês, Henri Paul Hyacinthe Wallon (1879-1962). Seu objetivo é de ampliar a compreensão sobre os estágios de desenvolvimento infantil, estudados por Henri Wallon e apresentados previamente ao longo do desenvolvimento deste, escolhendo a passagem de um filme a fim de articular com a teoria.
Neste trabalho em específico, será feita a análise de fragmentos do filme “O Pequeno Nicolau”, produzido em 2009 por Laurent Tirard, sob a perspectiva do estágio de personalismo (3-6 anos) desenvolvida pelo autor em questão. 
1.1 Metodologia
Trata-se de uma pesquisa bibliográfica desenvolvida por meio de consultas à literatura disponível sobre o assunto, artigos científicos, livros específicos e o filme selecionado.
Pata tal, também foram consultados os materiais didáticos oferecidos através da disciplina de Psicologia Sócio Interacionista, do curso de Psicologia da UNIP/Assis.
2 HENRI WALLON
Henri Paul Hyacinthe Wallon (1879-1962) foi um filósofo, médico, psicólogo e político francês, vivenciou as duas grandes guerras mundiais, participando como médico na primeira (1914-1918), onde pode observar lesões orgânicas e seus reflexos sobre processos psíquicos, já na segunda guerra mundial (1939-1945), Wallon participou do movimento de resistência contra invasores nazistas, esta vivencia reforçou sua crença na necessidade de a escola assumir valores de solidariedade, justiça social e antirracismo como condições para construção de uma sociedade mais justa e democrática.
A primeiro momento, dedicou-se a psicopatologia trabalhando com crianças portadoras de deficiência mental de 1908 a 1931, Wallon registrou 214 minuciosas observações de crianças de 2 a 15 anos, internadas com profundas perturbações de comportamento em serviços psiquiátricos, estudo esse que deu origem a sua tese de doutorado, posteriormente transformada no livro “L’Enfant Turbulent” de 1925. Entretanto, o estudo foi posteriormente revisto e comparado a outras observações de soldados feridos realizada na guerra, estas também indicavam a possibilidade de relações entre lesões neurológicas e efeitos no psiquismo. 
Após a Segunda Guerra (1945), Wallon voltou suas obras para a educação alcançando o Projeto Langevin-Wallon, proposta construída em conjunto com o físico Langevin e outros educadores, para a reforma completa do sistema educacional francês. 
2.1 Os estágios do desenvolvimento infantil por Wallon
Depois da psicopatologia, Wallon dedicou-se ao desenvolvimento da criança, para ele, o melhor caminho para compreender a consciência, tida como questão fundamental desta área, seria buscar sua gênese. Concentrou-se, então, no processo de desenvolvimento para explorar as origens biológicas da consciência. Comparando semelhanças e diferenças entre o desenvolvimento de crianças normais e patológicas e entre crianças e adultos, Wallon extraiu princípios reguladores desse processo e identificou seus vários estágios, criando assim, sua teoria do desenvolvimento.
Sua obra é perpassada pela ideia de que o processo de aprendizagem é dialético, não é adequado postular verdades absolutas, mas, sim, revitalizar direções e possibilidades, fugindo do raciocínio dicotômico que fragmenta a pessoa (ou motor ou afetivo; ou afetivo ou cognitivo), na direção de um raciocínio que coloque a pessoa como constituída dessas dimensões em conjunto.
Sua teoria tem duas ordens de fatores que irão constituir as atividades de cada estágio: fatores orgânicos e fatores sociais. A vivência do organismo em dada cultura, em determinada época desenvolverá as características de cada estágio. A interação entre esses fatores define as possibilidades e os limites dessas características. A existência individual como estrutura orgânica esta enquadrada na existência social de sua época.
2.1.1 Impulsivo emocional (0-1 ano);
Este primeiro estágio é dividido em dois momentos, a primeira fase (0-3 meses) é marcada por reflexos e movimentos impulsivos e chamada de momento impulsividade motora, as atividades realizada pelo bebe estão diretamente ligadas as suas necessidades primarias fisiológicas, tais necessidades não são mais atendidas automaticamente como eram durante o período fetal, o que provoca momentos de espera, ansiedade e desconforto, o que provocará descargas motoras de movimentos impulsivos não intencionais, que não tem nenhuma outra utilidade a não ser a de obter a diminuição desse estado de tensão. A partir dos impulsos a criança comunica sua necessidade, provocando uma reação em seu meio ambiente, tendo como resposta intervenções uteis e desejáveis, iniciando um processo de comunicação entre a criança e seus envolventes.
A segunda fase (3-12 meses) é chamada de momento emocional, neste já é possível reconhecer padrões emocionais diferenciados para medo, alegria, raiva, surpresa etc. As manifestações expressivas da criança, compreendidas e atendidas pelo adulto passam a ser graduadas de tal maneira que todas as variedades essenciais da emoção possam ser compreendidas. É uma linguagem primitiva, sendo a primeira forma de sociabilidade. A emoção é um instrumento de comunicação e de sobrevivência típico da espécie humana, neste usada para suprir a insuficiência cognitiva do início da vida.
2.1.2 Sensório-motor e projetivo (1-3 anos);
Cada vez mais a criança responde aos estímulos do mundo exterior, tomando-o como instrumento de seu interesse a ser manipulado e explorado, as relações alargam os horizontes sociais das crianças, suas manifestações tornam-se gradativamente intencionais. A exploração do ambiente físico se acentua na medida em que a criança aprende a segurar objetos e a se deslocar. 
Nesta fase tudo o que é visto, precisa ser tocado, isso se dá porque os atos mentais são projetados em atos motores, mas, com o tempo a criança passa para a segunda etapa deste estágio, a projetiva, o ato motor diminui e cede lugar para o pensamento, se antes a criança não era capaz de imaginar semrepresentar, agora ela consegue localizar objetos e distribui-los no espaço, e aos poucos, torna-se capaz de elaborar seu pensamento, deixando de ordena-lo somente pelos acontecimentos concretos e presentes. Este estágio é caracterizado pela investigação e exploração do meio, bem como pela aquisição da aptidão simbólica e pelo início da representação.
2.1.3 Personalismo (3-6 anos); 
Neste estágio a criança volta-se para si mesmo, a fim de enriquecer e construir sua personalidade, para Wallon (1981, Pg. 217) a criança entra num período em que sua necessidade de afirmar, de conquistar sua autonomia vai lhe causar, em primeiro lugar, uma série de conflitos.
Este estágio é marcado por três fases: oposição, sedução e a imitação. Por volta dos três anos de idade, inicia-se a crise de oposição ao outro, a criança nega os adultos muitas vezes se opondo a eles, está oposição precisa ser compreendida como uma busca de afirmação de si , de uma pessoa se construindo, de um eu que apenas está iniciando sua diferenciação em relação ao outro, seu pensamento volta-se quase que exclusivamente para si, a criança que até então se referia a si mesma na terceira pessoa do singular começa a fazer uso constante do pronome pessoal na primeira pessoa.
Logo após a oposição, começa a fase da sedução, a criança tem a necessidade de ser admirada, de sentir que agrada os outros, pois assim, poderá se admirar também. A maturação motora ocorre nesta fase também, transformando seus movimentos, fazendo-os com perfeição. Ela se torna o centro de atenção infantil, se mostrando o que ela acredita poder agradar aos outros para obter exclusividade de atenção.
A terceira fase é marcada pela imitação, nesta a criança cria personagens a partir das pessoas que ela admira, não são mais suficientes para a criança suas próprias qualidades e passa a cobiçar as dos outros, apoderando-se dessas. O estágio do personalismo é marcado então por conflito que envolve a busca por independência, mas ao mesmo tempo tem necessidade de assegurar-se do afeto e da proteção dos outros.
2.1.4 Categorial (6-11 anos);
A Inteligência e o interesse pelo mundo externo são aspectos que predominam neste estágio, ao contrário da afetividade e interesse pelo mundo interno. A criança aprende a denominar corretamente objetos familiares, a separá-los em sua própria existência e perceber a existência das coisas independentemente de sua pessoa, por exemplo, pode entender que um objeto perdido pode ser reencontrado mais tarde, em outro lugar.
Neste período a criança continua se desenvolvendo no plano motor e afetivo, mas as características do comportamento são determinadas, principalmente, pelo desenvolvimento intelectual, tomando conhecimento de suas possibilidades, adquirindo um conhecimento mais completo e concreto de si mesma. A criança toma uso do pensamento abstrato, ganha maior controle de habilidades como a memória voluntaria e maior controle da atenção.
2.1.5 Puberdade e adolescência (11 anos em diante);
Para Wallon, essa última etapa é a que separa a criança do adulto que ela tende a ser. É nesse momento em que ocorre a maturação sexual que acarreta grandes transformações corporais e psíquicas. 
As diferenças entre os organismos masculinos e femininos são acentuadas, como por exemplo: menstruação, seios, formato do rosto, traços marcados, barba, voz, entre outros. Tamanhas mudanças fazem com que esse jovem olhe pra si e não se reconheça, sentindo-se perdido nesse novo corpo. 
Há também a necessidade de se encaixar em grupos (religiosos, afetivos, etc.) como forma de traçar sua personalidade, pois, nesse estágio é onde há o desejo de criar a própria identidade e desligar-se dos ideais passados e imitados anteriormente por figuras adultas. 
Basicamente, esse momento é marcado pela busca por autonomia, pelo questionamento dos valores paternos e a busca de fugir do domínio dos mesmos, é onde há a sensação de perda e o encontro de sua identidade, além das intensidades emocionais e afetivas, e o grande desejo de independência.
3 O PERSONALISMO NO FILME “O PEQUENO NICOLAU”
A obra é contada sob o ponto de vista da mente criativa do menino Nicolau, e logo nos primeiros minutos a professora pede aos alunos que redijam sobre o que querem ser quando crescer. Nicolau chega à conclusão de que não sabe, já que não quer crescer, considerando-se realizado com a sua vida exatamente como está. Isso porque o garoto é muito mimado pela sua mãe e ama essa situação, acreditando veemente que sua mãe nasceu apenas para ser sua mãe.
 Nesse mesmo dia na escola, seu colega de classe desabafa dizendo que seus pais estavam sempre discutindo, mas que mudaram completamente após descobrirem uma nova gravidez, sendo agora um casal mais gentil e carinhoso. Acontece que, os pais de Nicolau também estavam diferentes, não discutiam mais e demonstravam mais carinhos e afetos, o que foi o suficiente para o garoto acreditar que já não era mais filho único.
A possibilidade de ter um irmão e não ser mais a única atenção dos pais geraram diversos conflitos em Nicolau, considerando que o menino está no estágio do personalismo, é comum o desejo de propriedade e o sentimento de posse, o que nesse caso é representado por não querer dividir a atenção, os pais e os brinquedos com outra pessoa. É típico da fase da oposição que haja grande frustação se algo considerado como “seu” pela criança é dado a outro sem o seu consentimento.
Nicolau e seus amigos são donos de mentes férteis e imaginaram diversos cenários com a suposta notícia de que o garoto teria um irmão, um deles, o lembrou do “Pequeno Polegar” e o fez acreditar que, com a chegada do bebê, seus pais o abandonariam na floresta assim como na história.
Uma característica comum do personalismo é a fase da sedução, o que fica evidente quando Nicolau, que para não perder seu lugar, sente a necessidade de fazer de tudo para agradar e ser admirado por sua mãe: compra rosas para lhe presentear e chama todos os seus amigos para fazerem uma grande faxina na casa para deixá-la feliz e ser elogiado, o que acaba sendo uma tentativa frustrada, pois destroem vários elementos da casa e os pais brigam com o menino.
Sendo assim, apesar dos esforços, nada muda para o menino, e como recorrente da fase da sedução, a possibilidade de não ser mais o centro das atenções lhe causa grande sofrimento, já que renunciar seu lugar de filho único é algo difícil nesse período, tanto que tal frustração pode marcar de forma duradoura o comportamento dessa criança nas relações estabelecidas com o ambiente.
Apesar de tudo, as crianças não desistem e armam diversos planos mirabolantes para se livrar do suposto bebê, o que gera diversas situações engraçadas e, claro, frustradas para os meninos.
Para a surpresa de Nicolau e seus amigos, o primeiro colega volta feliz com seu irmão mais novo e mostra o lado legal de ter alguém com quem compartilhar, brincar, ensinar e ser um exemplo de comportamento. 
Chega então a terceira e última fase desse estágio, a imitação. Mesmo após tantos conflitos, bastou seu colega dizer que era legal ter um irmão para que Nicolau quisesse de fato ter um, assim como o amigo. Sendo assim, foi até os seus pais e agradeceu por ter um irmão, mas descobre que nada disso era verdade e, por fim, se frustra por não haver um bebê e pede aos pais por um.
Acontece que, futuramente sua mãe engravida, mas toda a sua idealização cai por terra ao descobrir que não teria um irmão como seu amigo, mas sim, uma irmã. Espontaneamente Nicolau conta aos amigos de seus pais que ela é chorona, não brinca, parece um gato pelado e que se soubesse que seria assim, teria pedido um cachorro ao invés de um bebê. Todos riem muito, o que deixa Nicolau contente e o faz lembrar sobre a pergunta - “o que quer ser quando crescer?” - e nesse momento, ele sabia: queria fazer as pessoas rirem. O desejo de rir e fazer rir nos retoma novamente à fase da sedução, momento em que há o desejo de se exibir e o prazer em ser o centro das atenções. 
4 CONCLUSÃO
O estágio do personalismo é caracterizadoprincipalmente por três fases: a oposição, a sedução e a imitação. Como esperado, o filme “O pequeno Nicolau” de Laurent Tirard, nos demonstra todo esse período em diversos fragmentos do mesmo.
Desde o início, é notória a sensação de posse, típico da oposição, que Nicolau tem sob, principalmente, sua mãe. Ele acredita que ela nasceu pra ser sua mãe e nada mais, e ao fantasiar que teria um irmão, a possibilidade de não ser mais filho único lhe causa diversos conflitos e muito ciúmes, também comum dessa primeira fase.
A fase da sedução é a mais ilustrada no filme, visto que é marcada pela necessidade de admiração do outro, o que ocorre repetidas vezes por Nicolau ao tentar agradar a mãe para “convencê-la” a não abandoná-lo. Essa competitividade de atenção e dificuldade em renunciar o lugar de caçula e filho único, também são grandes características desse período. 
Nessa segunda fase, a criança sente necessidade em ser o centro das atenções e se exibir ao outro, isso é nítido no filme ao longo de diversas cenas, e a ideia de não mais ser esse centro, causa sofrimento ao menino Nicolau, que até mesmo chora ao pensar que não seria mais o único.
A última fase, a imitação, é muito bem demonstrada nas últimas cenas, quando seu amigo mostra o lado bom de ter um irmão, o que provoca em Nicolau o desejo de, assim como seu amigo, também ter um bebê em casa, mesmo que tenha passado a obra toda tentando “se livrar” de um.
A análise torna evidente que todas as fases do personalismo estão presentes e ilustradas ao longo do filme, ou seja, Nicolau e seus amigos correspondem fielmente aos estudos apresentados por Henri Wallon sobre essa fase de desenvolvimento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MAHONEY, Abigail Alvarenga; ALMEIDA, Laurinda Ramalho de. (Org.) Henri Wallon. Psicologia e Educação. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
O PEQUENO NICOLAU; Direção: Laurent Tirard. Produção: Fidélité Productions. França: 2009.
ANEXO A – FICHA APS JULIA ANDRADE
ANEXO B – FICHA APS ULIANA SPINDOLA

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