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ATIVIDADE DE ADMINISTRAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

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abrindo poucas margens de desvios aos
funcionários. Até a ordem das atividades do caixa e a maneira de embrulhar os presentes eram preestabelecidos. Em função disso, Thiago não precisava exercer um controle rigoroso sobre seus subordinados e, durante os três meses em que trabalhou na loja, desenvolveu um bom relacionamento com todos eles, satisfeitos por terem liberdade para realizar seus trabalhos e por perceberem a confiança depositada pelo gerente.
Encerrado o programa de trainee, o jovem foi contratado e trabalhou nas áreas de logística e operações da empresa. Após quatro anos em O Botiqueiro, no entanto, achou que era hora de seguir em frente e procurou um novo desafio para sua carreira. Ele gostaria de trabalhar mais ao ar livre, mas sem sair do ramo administrativo. Recebeu, então, uma proposta de um parque de diversões de Paranaguá para gerir os 30 funcionários do empreendimento. 
A situação encontrada por Thiago era caótica. Os funcionários eram muito jovens e inexperientes e a rotatividade na empresa era muito elevada. Seus subordinados há mais tempo no parque tinham apenas três meses de emprego e diziam que aquele era um “trabalho provisório”. As remunerações eram muito baixas e a autoridade não era bem aceita pelos jovens empregados. Por essa razão, a equipe de Thiago não era muito motivada e costumava descumprir as recomendações de segurança e manutenção dos brinquedos. Além disso, eles não seguiam as regras sobre a maneira de se vestir, mostrando certa rebeldia juvenil quanto ao tema.
Ao encontrar essa situação, Thiago aceitou o desafio e teve que adotar um estilo de gestão mais “linha dura”, controlando rigidamente seus subordinados. Com isso, ele tinha que especificar como cada tarefa deveria ser feita e definia metas que deveriam ser cumpridas. Para motivá-los, ele solicitou aos donos do parque o direito a conceder folgas remuneradas caso os empregados tivessem bons comportamentos e realizassem adequadamente seus trabalhos. 
Após seis meses no cargo, a situação do empreendimento melhorou significativamente. A rotatividade reduziu e os serviços prestados pelos funcionários ganharam qualidade. Os clientes perceberam a mudança e a receita da empresa cresceu 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os donos do parque ficaram muito impressionados e convidaram Thiago para ser gerente de um hotel também de sua propriedade, algo que ele aceitou prontamente.
No novo trabalho, o jovem gestor encontrou uma situação diferente daquela observada no parque de diversões. Seus novos subordinados tinham mais idade e trabalhavam, em média, há 12 anos no hotel. Todos tinham grande experiência na execução de suas tarefas, mas pareciam acomodados em suas funções. A verdade é que eles não se sentiam desafiados, visto que realizavam as mesmas atividades todos os dias. A rotina atrapalhava bastante o hotel, pois não forçava os funcionários a se superarem. Em decorrência disso, o número de hóspedes reduzia ano a ano, já que o hotel não oferecia nenhum diferencial, a qualidade dos serviços era mediana e os funcionários não demonstravam alegria em seu trabalho.
Para modificar essa situação, Thiago promoveu uma série de mudanças. Primeiramente, ele se reuniu com os membros de sua equipe para descobrir que outras tarefas eles teriam interesse em desempenhar. Após isso, alocou-os em diferentes áreas, cabendo aos antigos ocupantes das posições treinar seus substitutos. O gerente implantou um sistema de objetivos desafiadores e vinculou a avaliação dos subordinados não apenas ao seu desempenho, mas também ao de seu “pupilo”.
Em pouco tempo, o nível de satisfação dos clientes elevou-se fortemente, fazendo com que o hotel passasse a atrair mais hóspedes. Além disso, a equipe ficou mais motivada e passou a dar sugestões de mudanças, engajando-se ativamente no negócio. Mais uma vez, os donos da empresa ficaram muito satisfeitos e promoveram Thiago a diretor-geral do parque e do hotel. Resta saber, agora, quanto tempo ele ficará no cargo e qual será seu estilo de liderança nesse período.
Com base na experiência de Thiago, respondam as questões 7 e 8.
7) Caracterizem os estilos de liderança adotados pelo gestor apresentados no texto. O que influenciou as ações de Thiago em cada um de seus empregos?
O nível de rendimento dos profissionais varia de acordo com sua satisfação no trabalho, ou seja, depende de como se sentem em determinado ambiente corporativo e dos fatores que influenciam em sua motivação e desmotivação.
Assim, Thiago observou cada comportamento em cada empresa, determinando assim qual parâmetro iria seguir para conseguir melhorar o desempenho dos funcionários e o rendimento da empresa, sair da zona de conforto é crucial para isso.
 A liderança autocrática, utilizada no parque de diversões é baseada na centralização total da autoridade, na qual o líder foca todas as decisões apenas em si mesmo. Seu cargo vira um instrumento de coerção dos liderados, que trabalham apenas por medo de uma punição ou de uma demissão.
A liderança democrática permite que cada colaborador tenha liberdade para tomar decisões e compartilhar as suas ideias, mas sem assumir todo o controle da empresa, essa foi aplicada no hotel.
 A liderança técnica possui uma forte influência na performance da empresa, graças ao alto conhecimento e capacidade analítica dos líderes que atuam sob a sua influência. Seu alto rendimento é alvo de confiança tanto dos superiores, como dos colaboradores, que sabem que contam com uma figura relevante para executar processos de maneira bem-sucedida e alcançar os resultados almejados, os líderes técnicos são designados a acompanhar equipes em desenvolvimento, tal liderança se aplica na loja de um shopping center.
8) Olhando para as teorias sobre motivação, o que se pode induzir sobre as estratégias utilizadas por Thiago que vieram a motivar mais os funcionários em cada realidade de trabalho?
 As estratégias que Thiago se basearam em que a motivação para o desempenho dos indivíduos se apoiam na antecipação dos eventos futuros como consequência, ou seja, o indivíduo se motiva na base da consequência das ações que ele vai obter no futuro, por exemplo no caso da folga remunerada, em cada situação ele cria um ambiente para que isso aconteça.
9) Defina a função administrativa controle, e comentem sobre seus objetivos e etapas na gestão de uma empresa.
 O objetivo da função controle é corrigir as falhas e os erros considerando todas as fases do projeto administrativo, ou seja, planejando a organização e a direção indicando medidas de correção e prevenir novas falhas que possam aparecer futuramente. A importância do controle está em fazer com que todas as tarefas sejam cumpridas da melhor maneira e como foi planejado de acordo com as ordens transmitidas.
10) O “cyberloafing” designa o envolvimento de profissionais, no horário de trabalho, em atividades não relacionadas a suas tarefas por meio do acesso à internet e foram reconhecidos como uma forma de comportamento de trabalho contraproducente, que pode prejudicar as organizações. Essas atividades incluem: navegar na internet, utilizar redes sociais, como Instagram, Facebook, Whatsapp; participar de jogos on-line ou, simplesmente, acessar e-mails pessoais. As consequências organizacionais do cyberloafing podem variar desde a distração de funcionários até o esgotamento do uso de recursos empresariais ou da segurança da empresa. Como medidas de controle, muitas empresas restringem o uso de celulares no ambiente de trabalho e ou até proíbem sua utilização para não comprometer o desempenho dos funcionários. Baseado no estudo sobre a função “controle”, como o grupo enxerga essa medida olhando para o desempenho da empresa e dos funcionários? e se vocês tivessem uma empresa, o que fariam quanto a esse processo?
 Nós concordamos com essa medida, acreditamos que o uso do celular, redes sociais, e-mails, entre outros, fará com que a produtividade desse funcionário

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