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IC/v1S. 
riando-se os regulamentos 
ormas complementares aos 
separação entre Ciência do Direito Financeiro e Ciência e Política Fi-
nanceiras, que esvazia o pensamento jurídico das considerações valo-
ratiyas, traduz, no plano metodológico, a separação que, no plano fáti-
co, os positivisrnos estabelecem entre direito, economia e política., o 
que transforma o direito em mero subsistema, superestrutura ou pro-
jeção do econôrnico ou do político, independentemente do valor ou 
desvalor desses sistemas econômicos ou políticos. 
Mas a pouco e pouco, com a paulatina superação das posições 
positivistas, o Direito Financeiro e a Ciência das Finanças retomam, 
de modo integrado, ao estudo dos grandes temas da tributação, pelo 
coeficiente axiológico de que são dotados. Assuntos como o da redis-tribuição de rendas pela via &é imposto ou o da tributação ótima rein-
gressam nas suas cogitações, posto que não se prendem exclusivamen-
te à abordagem empírida' ou científica, transitando antes pelo campo 
da ética e dar filosofia social.. Também são objeto da pesquisa interdis-
ciplinar o,,s 'sistemas de tributação e de discriminação de rendas, bem 
como os Princípios gerais decorrentes da ideia de justiça, segurança ou utilidade... 
5.6. Psicologia 
A Psicologia Financeira é um ramo de estudo que vem ganhando 
importância nos últimos anos. Há certas resistências psicológicas ao 
pagamento dos impostos, algumas das quais se transformam em mani-
festações alérgicas e problemas de pele, que devem ser objeto de aná-
lise científica para permitir que melhore o relacionamento Fisco/Con- 
tribuinte. 
.... 	_ 
5.7. História 
Importantíssimo é o relac:ionamento entre o Direito Financeiro e 
a História do Direito, especialmente a do Direito Constitucional. 
Sabendo-se -que c) Direito Financeiro apresenta o seu grau de his-
toricidade, não- Se pode deixar de considerar, na elaboração de sua 
Teoria, a História dó desenvolvimento do federalismo fiscal, dos siste-
mas dos diverso—s-friiiiitos, das relações internacionais fiscais, dos direi-
tos fundamentais e da função da propriedade privada. 
Nem a História das Ideias Políticas (ou História do Pensamento 
Constitucional), pela função critica que exerce, pode ser esquecida. O 
balanço e a avaliação do positivismo na cultura brasileira, por exerci- 
30 
blicação interrompida entre 1943 e 1949; Stev-er und 
IVirtschaft. 	0. 
Iniciou-se em 1922 (nova série em 1971). Dirigida por I. LA_NG. Trimestral. 
d) Repertórios de jurisprudência e legislação: 
Revista Bimestral de Jurisprudência do 
Supremo Tribunal Federal. 
Brasnia: Imprensa Nacional ( até v. 177(1), de julho de 
2001) e Brasilia Jurídica ( a partir do v. 177 (2), de agosto de 2001 até v. 196 (1), de 
abril de 2006, quando se transformou em revista digital); ADCOAS; COAD; 10B; 
Internet: www.stf.jus.br e www.stj.jus.br. 
II. Direito Positivo: 
Código Tributário Nacional (Lei 5.172, de 25.10.66); Código Tribu-
tário da República Federal da Alemanha (Abgabenordnung, 1977). Há tradução brasi-
leira de Alfredo Schmidt e outros. 
Novo Código Tributário Alemão. São Paulo, Forca-
se/IBDT, 1978; Ley General Tributaria da Espanha, de 2003 (Ley 58); Lei 4.320, de 
17.3.64: estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orça-
mentos e balanços da União, dos Estados e dos Municípios; Código de Administração 
Financeira do Estado do Rio de Janeiro (Leiria 287, de 4.12.79); Lei de Responsabilida-
de Fiscal (LC 101, de 4.5.00): estabelece normas de finanças públicas voltadas para a 
responsabilidade na gestão fiscal. 
NOTAS COMPLE?vIENTARES 
1 - Bibliografia 
a) Obras Gerais: BALEEIRO, .Aliomar. Direito 
Tributário Brasileiro. Atualizado por 
Misabel Abreu Machado Derzi. Rio de Janeiro: Forense, 2006; BEC10ER, Alfredo Au-
gusto. Teoria Geral do 
Direito Tri&utário. São Paulo: LFJUS, 2007; BERLIRI, Antonio. 
Principios de Derecho 
Tributaria. Madrid: Ed. Derecho Financiero, 1971; FALCÃO, 
Amilcar de Araújo. Introdução ao Direito 
Tributário. Rio de Janeiro: Forense, 2007; 
GENY, François. O Particularis-mo iao Direito Fiscal. Revista de Direito Administrativo 
20: 6-31, 1950; GIANNINI, Adtille Donato. Istituzioni di Diritto 
Tributario. Milano: 
Giuffré, 1956; GIULIANI FONROUGE, Carlos M. Derecho 
Financiero. Buenos Ai-
res: Depalma, 1993; GRIZIOTT1, Benvenuto. Principios de 
Ciencia de Ias Finanzas. 
Buenos Aires: Depalma, 1949; JARACH, Dino. Curso Superior 
de Derecho Tributario. 
BUenos Aires: Liceo Professicnial Cima, 1957; MARTINS, Ives Gandra da Silva 
(coord.). Comentários ao Códjgo Tributário Nacional. 
São Paulo: Saraiva, 2008, 2 v.; 
MYRBACH-RHEINFELD, F4iliz Von, Précis de Droit Financiei. 
Paris: V. Giard & E. 
Brière, 1910; PÉLJLICK, Heiriz. Lehrbuch des allgemeine-n Steuerrechts. 
Kóln: Carl 
---, Haymanns, 1977; SAMPAIÓ DÓRIA, Antonio Roberto. 
Elisa° e Evasão Fiscal. São 
Paulo: José Suslibtsky, 1977; SAINZ DE BUJANDA, Fernando. 
Sistenta de Derecho 
Financiem 
Madrid: Facultad de Derecho de la Universidad Complutense, 1977; TIP-
KE, Klaus/LANG, J. Steuerrecht. 
20' ed. Kiiln: O. Schmidt, 2009; TORRES, Ricardo 
Lobo. Tratado de Direito Constitucional Financeiro e Tributário V I 
Constituição Fi-
nanceira, Sistema Tributário e Estado Fiscal. 
Rio de Janeiro: Renovar, 2009; TROTA-
BAS, Louis. Ensaio sobre o Direito Fiscal. Revista de Direito 
Administrativo 26: 34-59, 
1951; —. Finances Publiques. Paris: Dalloz, 1969_ 
b) Obras didáticas: AMARO, Luciano. 
Direito Tributário Brasileiro. São Paulo: Sarai-
va, 2010; BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Financeiro e de 
Direito Tributário. 
São Paulo: Saraiva, 2002; CARVA4H0, Paulo de Barros. Curso de Direito 
Trilnaário. 
São Paulo: Saraiva, 2010; COELHO, Sacha Calmou Navarro. Curso de Direito 
Tributá-
rio Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2010; MACHADO, Hugo de Brito. 
Curso de 
Direito Tributário. 
Rio de Janeiro: Malheiros, 2010; MORAES, Bernardo Ribeiro de. 
Compêndio de Direito Tributário. 
Rio de Janeiro- Forense, 1999; NOGUEIRA, Ruy 
- Barbbsa: Oursirde Iiirãita Tributário. Sáo Patilo: Sataiva,1999; ROSA TR., Luis Emyg-
dio. Manual de Direito Financeiro e Direito 
Tributário. Rio de Janeiro: Rimovar, 2007; 
SA1NZ DE BUJANDA, Fernando. Lecciones de Derechç Financiei°. 
Madrid: Facultad 
de Derecho de la Universidad Complutense, i 982; SOUZA, Rubens; Gomes de. 
Com-
pendio de Legislação Tributária. Rio de Janeiro: Ed. Financeiras, s/d. . 
c)P eriódicosespecializados: CIV1TAS — Revista Espariola de Derecho 
Financiero. Ma-
drid: Ed. Civitas; National Tax Journal_ 
Cambridge: National Tax Association; Resenha 
Tributária. Rio. de Janeiro: ABDF; Revis. ta Dialética de Direito 
Tributário. São Paulo (a 
partir de 1995); Revista de Direito Tributário. 
São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais (até 
1991, n2 58) e Malheiros Editores (a partir do nQ 59); Revista de Finanças Públicas , 
Rio 
de Janeiro; Revista de Derecho Financiei° y de Hacienda Publica. 
Madrid: Ed. Derecho 
Financiero; Revista dos Trilmnais. 
Cad.ernos de Direito Tributário e Finanças Públicas 
(de 1992 a 1999). Passou a se chamar Revista Tributária 
e de Finanças Públicas a partir 
de janeiro de 2000 (ns2 30). São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais; Rivista di Dirimo 
Finanziario e Scienza delle Finanze. 
Milano: Giuffrè. Fundada ern 1937 teve a sua pu- 
; 33 
Fontes do Direi 
I. INTRODUÇÃO 
1. O CONCEITO DE FONTES D 
( 
Entende-se por fontes do Dire 
mas, preceitos e princípios que com 
finanças públicas. O probleina dás 
mesmo das fontes do direito em ger 
des: dá-se ênfase à lei como fonte 
legalidade estrita desse ramo do D 
sirna importância_ 
A fonte superior do Direito Fin 
ra. Fontes principais são as emanad 
plementar, a lei ordinária, os tratad 
nios ICMS. Fontes