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Pele e Anexos

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- recobre a superfície do corpo → pelo considerada o maior órgão do corpo humano 
- representa 15-20% do peso corpóreo 
- apresenta continuidade com as mucosas 
- absorção​ → administração de agentes terapêuticos (transdérmica) 
- proteção​ → contra raios UV (função da melanina) 
- termorregulação e excreção → ​secreção do suor por glândulas sudoríparas, vasodilatação de                       
capilares na derme 
- informações sobre o ambiente → ​terminações nervosas sensoriais (receptores) 
- proteção na forma de barreira física → ​contra invasão de microorganismos (cels do sistema                           
imunitário) 
- proteção contra desidratação e atrito → ​capacidade conferida pela camada de queratina 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EPIDERME → ​epitélio estratificado pavimentoso (muito) queratinizado 
origem ectodérmica 
pele fina x pele grossa (constante abrasão → epiderme mais espessa; mais 
 queratinizada) 
DERME → ​tecido conjuntivo altamente vascularizado 
 origem mesodérimica 
HIPODERME → ​tecido conjuntivo frouxo, normalmente com abundância de céls adiposas  
forma o chamado ​panículo adiposo 
ESSA CAMADA NÃO FAZ PARTE DA PELE → conexão da pele com o tecido adjacente 
 
- epitélio estratificado pavimentoso queratinizado 
 
 
Pele e Anexos 
Funções do sistema tegumentar 
Composição da pele 
EPIDERME 
- queratinócitos → ​células epiteliais que separam o organismo do seu ambiente externo (produção e                           
acúmulo de filamentos intermediários de queratina em seu citoplasma) 
- melanócitos → ​células produtoras de pigmentos 
- céls de Langerhans → ​sinalização do sistema imune 
- céls de Merkel → ​terminações nervosas sensoriais 
 
- tipo celular predominante na epiderme 
- presente em todas as cinco camadas da epiderme →                 
dependendo do grau de diferenciação do queratinócito e               
sua localização, são estabelecidas as camadas na             
epiderme (​citomorfose ​(diferenciação celular) ​durante a           
migração pela epiderme estabelece as camadas/estratos) 
- produção e acúmulo progressivo de queratinas           
(filamentos intermediários): citoplasma com até         
85% de queratina (em queratinócitos mais           
diferenciados) → da camada basal à superficial, o               
acúmulo de queratina vai aumentando 
- formação da ​barreira hídrica epidérmica: ​previne           
desidratação 
 
CAMADA BASAL:​ ​germinativa 
- camada única de queratinócitos 
- separada da derme pela membrana basal 
- células prismáticas ou cubóides, com citoplasma           
basófilo 
- presença de queratina no citoplasma 
- alta atividade mitótica​: camada germinativa →           
proliferação e regeneração constante da epiderme 
- presença de desmossomos e hemidesmossomos →           
união entre células e aderência à membrana basal e o                   
tecido conjuntivo que repousa sob a camada basal 
 
EPIDERMÓLISE BOLHOSA → falha na produção de queratina que não permite a formação correta de                             
hemidesmossomos e a realização de sua função junto à MB 
- destacamento constante da epiderme da derme com a formação de bolhas 
 
CAMADA ESPINHOSA:​ ​mais espessa das cinco camadas 
- várias camadas de queratinócitos cubóides ou ligeiramente pavimentosos, nas regiões mais                     
superficiais; núcleo central 
- apresentam feixe (agrupamento) de filamentos de queratina → tonofilamentos 
- queratinócitos também apresentam intensas mitoses 
- renovação da epiderme:​ proliferação da camada basal e espinhosa (15 a 30 dias) 
- por que espinhosa? ​queratinócitos apresentam muitos desmossomos e, com a preparação                     
histológica, a retração que ocorre no tecido evidenciam as junções dos desmossomos, o que faz                             
com que a célula pareça que tenha pequenos espinhos 
 
CAMADA GRANULOSA: ​queratinócitos começam a acumular grânulos em seu citoplasma (facilmente                     
visíveis em microscopia óptica) 
- 3 a 5 fileiras de queratinócitos poligonais achatados, com núcleo central e citoplasma com                           
grânulos basófilos 
- grânulos de querato-hialina: ​visto em microscopia óptica → proteínas responsáveis pela                     
agregação dos filamentos de queratina 
- grânulos lamelares​: vistos apenas em microscopia eletrônica 
- material lipídico liberado para o espaço intercelular → cria a barreira hídrica epidérmica                         
(grânulos hidrofóbicos): impede a desidratação excessiva 
Tipos celulares da epiderme 
Queratinócitos 
- a presença desses grânulos lipídicos acelera da morte de células das camadas mais                         
superficiais: nutrientes vindo dos vasos sanguíneos localizados na derme não passam para                       
mais superficialmente, acelerando a morte das células das camadas acima da granulosa 
- última camada que apresenta queratinócitos nucleados 
 
CAMADA LÚCIDA:​ ​primeira camada de queratinócitos mortos (sem núcleo e com poucas organelas) 
- uma fileira de queratinócitos achatados, eosinofílicos e translúcidos (pouco corados) 
- núcleo e organelas ​ausentes ​(foram digeridos por lisossomos) 
- citoplasma com numerosos filamentos de queratina → processo de queratinização avançado (a                       
riqueza de queratina no citoplasma garante às céls a coloração mais eosinofílica) 
- limitada à pele grossa → na pele fina, a camada granulosa faz conexão diretamente com a camada                                 
córnea 
 
CAMADA CÓRNEA: ​camada mais superficial do epitélio, de espessura variável (depende da quantidade de                           
atrito que a região tem - quanto mais atrito, mais grossa) 
- queratinócitos achatados, mortos e sem núcleo e organelas → queratinócitos mais diferenciadas                       
da pele (menos diferenciados estão na camada basal) 
- citoplasma repleto de queratina → nessa camada, os queratinócitos podem ter até 85% do                           
citoplasma composto de queratina 
- descamação de queratinócitos sem vida → substituídos por queratinócitos provenientes das                     
camadas inferiores que vêm se diferenciando 
 
PELE GROSSA → ​visualização das cinco camadas da epiderme 
 camada córnea bem espessa 
 limites irregulares com a pele 
 
DESCAMAÇÃO DOS QUERATINÓCITOS: 
queratinócitos são mantidos unidos por desmossomos → no meio extracelular, há uma progressiva                         
acidificação em direção ao estrato córneo → no meio extracelular, existem proteínas que degradam as                             
ligações entre os desmossomos → em pH básico (ou ligeiramente ácido), estas proteínas são inibidas → em                                 
pH ácido, essa inibição é perdida e ocorre a desorganização dos desmossomos 
- a acidificação progressiva das camadas provavelmente tem ligação com a formação da barreira                         
hídrica que impede a passagem de moléculas para as camadas mais superficiais) 
 
SÍNDROME DE NETHERTON → ​síndrome rara ​que tem ausência da produção da proteína LEKTI que inibe                               
a enzima de quebra das ligações entre os desmossomos, o que gera uma descamação dos queratinócitos                               
em estratos precoces 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PELE FINA  PELE GROSSA 
epiderme menos espessa 
interface ​regular​ com a derme 
recobre a maior parte do corpo 
epiderme com 75-150 nm de espessura 
estrato córneo delgado 
sem estrato lúcido 
presença de pêlos, gll. sebáceas e sudoríparas 
epiderme espessa - 1,5mm 
interface ​irregular​ com a derme → aumenta a 
associação entre derme e epiderme para não 
descolar devido ao grande atrito 
recobre a palma das mãos, planta dos pés, regiões 
das articulações → áreas propensas a muito atrito 
epiderme com 400-600 nm de espessura 
epiderme com 5 camadas 
ausência de pêlos e gll. sebáceas 
presença de gll. sudoríparas 
- localizadosna camada basal da epiderme 
- especializados em produção de pigmento → melanina 
- origem: células da crista neural 
- citoplasma globoso, com prolongamentos que penetram na             
camada da espinhosa 
- não possuem desmossomos com queratinócitos 
- melanossomos: ​grânulos contendo melanina → percorrem os             
prolongamentos do melanócito e, quando maduros, os grânulos               
são transferidos para os queratinócitos vizinhos 
- melanócito produzem a melanina mas ela é armazenada nos                 
queratinócitos, preferencialmente na região supranuclear         
(proteção do núcleo e DNA nos raios solares) 
 
SÍNTESE DE MELANINA:​ ​melanossomo apresenta melanina e tirosinase 
- tirosinase → enzima produzida pelo REG e armazenada em                 
vesículas pelo complexo de Golgi 
- tirosina captada pelo melanossomo → convertida em             
DOPA pela tirosinase → DOPA convertida em melanina 
- melanossomos são transferidos para o citoplasma             
dos queratinócitos adjacentes quando maduros 
- secreção citócrina → ​queratinócito fagocita as           
extremidades dos prolongamentos dos melanócitos         
(provocando a transferência do melanossomo) - processo             
chamado também de ​doação de pigmento 
 
- ATUAÇÃO DA LUZ UV: ​(1) escurecimento da melanina pré existente; (2) aceleração da transferência de                             
melanina para queratinócitos; (3) aumento da síntese de melanina por acelerar a síntese de tirosinase 
- DIFERENTES COLORAÇÕES DE PELE: ​número de queratinócito é semelhante entre as etnias, o que                           
diferencia é a atividade da tirosinase e a velocidade de degradação de melanina 
- o número de melanócitos diminui com a idade provocando mudanças de pigmentação da                           
pele, aumento de incidência de câncer de pele e clareamento dos pêlos 
 
SÍNTESE DE MELANINA PREJUDICADA:  
- ALBINISMO: ​deficiência de tirosina ou tirosinase (mais comum) nos melanócitos → não há formação                           
de pigmentos (maior frequência de tumores de pele) 
- DOENÇA DE ADDISON: ​doença auto-imune que causa deficiência de cortisol e aumento de ACTH                           
como resposta → hiperpigmentação da pele pelo aumento de ACTH, principalmente na boca e                           
extremidade (mãos e pés) 
- VITILIGO: ​degeneração e desaparecimento de melanócitos em determinadas áreas da pele 
 
CÂNCER DE PELE: ​vários tipos diferentes → realacionados com os diferentes estratos da pele ou com os                                 
melanócitos 
- carcinoma de células basais ou carcinoma basocelular → ​crescimento lento que raramente sofre                         
metástase 
- tipo mais comum de câncer de pele 
- tipo menos agressivo entre os cânceres de pele 
- carcinoma de células espinhosa → ​ mais de 200.000 casos/ano 
- formação de úlceras 
- células atípicas em todos os níveis da epiderme 
- pode sofrer metástase 
- melanomas malignos → ​proliferação descontrolada de melanócitos e invasão de regiões onde não                         
era para ter melanócitos 
- forma mais grave de câncer de pele 
- apresenta crescimento radial (em fase inicial - espalhamento) e crescimento vertical (invasão                       
da derme - metástases) 
 
 
Melanócitos 
CARACTERIZAÇÃO DO CÂNCER DE PELE:​ ​para identificação e diferenciação de pintas normais 
 
 
- 2 a 4% da população celular da epiderme 
- células muito ramificadas (muitos prolongamentos         
citoplasmáticos): células dendríticas 
- mais frequentes na camada espinhosa 
- não possui desmossomos com os queratinócitos 
- origem: ​células da medula ósseo (origem           
hematopoiética) 
- células do ​sistema fagocitário mononuclear →           
fagocitose e apresentação de antígenos (cels de defesa               
residentes da pele) “macrófagos da pele” 
- difícil identificação em colorações rotineiras (HE):           
melhor vistas com marcações imuno-histoquímicas 
- núcleo com contorno irregular 
- citoplasma com ausência de tonofilamentos → sem             
acúmulo de queratina no citoplasma 
 
 
 
 
LETRA: CARACTERÍSTICA  NORMAL X MELANOMA 
A: ​assimetria 
 
B: ​ borda 
 
C: ​ cor 
 
D: ​ diâmetro 
 
E: ​ evolução 
 
Células de Langerhans 
 
 
- localizadas apoiadas sobre a membrana basal e             
presa aos queratinócitos por meio de desmossomos 
- origem: ​neuroectodérmica (crista neural) 
- abundantes na epiderme das pontas dos dedos,             
conferindo a essa região alta percepção sensorial 
- são consideradas ​mecanorreceptores →       
corpúsculo de Merkel: ​neurônio sensitivo + célula de               
Merkel 
- apresenta grânulos citoplasmáticos elétron-densos 
 
CARCINOMA DAS CÉLULAS DE MERKEL (CCM) 
- muito raro 
- acomete áreas da pele expostas ao sol: cabeça,               
pescoço e membros 
- de crescimento rápido e ocorrência de metástase             
logo em estágio inicial 
 
 
 
 
- tecido conjuntivo onde a epiderme se apoia 
- une a pele ao tecido subcutâneo, como, por exemplo, a hipoderme 
- possui espessura variável: 3mm na planta do pé (local bem desenvolvido) 
- composição:​ fibras colágenas do tipo I e fibras elásticas 
- na interface entre derme e epiderme há a presença de ​muitos hemidesmossomos mantendo unidas                           
essas duas camadas 
- possui vasos sanguíneos, vasos linfáticos e nervos 
 
CAMADA PAPILAR:​ ​tecido conjuntivo ​frouxo​ imediatamente abaixo da epiderme 
- formada de fibras colágenas do tipo I e III 
- presença de fibras elásticas mais delicadas (elaunínicas e oxitalânicas) 
- formação das ​papilas dérmicas → projeção de derme, em direção à epiderme, na pele grossa que                               
aumentam a área de contato, reforçando a união entre derme e epiderme (​cristas epidérmicas:                           
projeções da epiderme em direção à derme) 
- presença de vasos sanguíneos (altamente vascularizada): ​promovem a oxigenação e nutrição da                       
epiderme 
- tipos celulares presentes: ​fibroblastos, macrófagos, mastócitos e outras céls do tecido conjuntivo 
- dermatóglifos → ​impressão digital: papilas dérmicas e cristas epidérmicas bem desenvolvidas nas                       
pontas dos dedos (formandos ainda durante a vida fetal) 
 
CAMADA RETICULAR:​ ​profundamente à camada papilar 
- camada mais espessa que a papilar, formada por tecido conjuntivo ​denso → fibras colágenas do                             
tipo I e fibras elásticas (mais desenvolvidas que da camada papilar) 
- tipos celulares presentes: ​fibroblastos, macrófagos, mastócitos e células adiposas (não                   
encontrados na derme papilar) 
- região onde se localizam os ​derivados ectodérmicos​ → folículos pilosos, gll. sebáceas e sudoríparas 
- pode ocorrer presença de células musculares lisas (associadas a folículos pilosos para ereção dos                           
pêlos) 
- anexos derivados da epiderme mas encontrados na derme: ​folículos pilosos, gll. sebáceas, gll.                         
sudoríparas, gl. mamária 
 
- não faz parte da pele 
Células de Merkel 
DERME 
HIPODERME 
- anatomicamente, é classificada como de fáscia superficial ou subcutânea 
- formada de tecido conjuntivo frouxo 
- camada que une a derme aos órgãos adjacentes 
- presença de células adiposas e células musculares lisas 
- em determinadas regiões, é rica em tecido adiposo: formação do chamado ​panículo adiposo →                           
modela o corpo, atua como reserva energética e tem função de proteção térmica 
 
- receptores sensoriais → pele capaz de perceber estímulos do meio ambiente devido à abundante                           
inervação sensorial 
- a inervação aferente da pele é a mais extensa do organismo 
- TERMINAÇÕES LIVRES: ​mais numerosas e presentes na epiderme, folículo piloso e glândulas 
- terminam na camada granular da epiderme 
- não possuem revestimento 
- são receptorestáteis, para temperatura, dor, coceira… 
- RECEPTORES ENCAPSULADOS: ​presente na derme (papilas dérmicas) e hipoderme 
- mecanorreceptores: corpúsculo de Pacini, Meissner e Ruffini 
 
- estruturas ovóides encontradas na derme reticular e hipoderme 
- também encontrado em associações com articulações, periósteo e órgãos internos 
- terminação nervosa mielinizada circundada por uma estrutura capsular 
- estimulado por ​pressão e vibração​ quando aplicadas sobre a pele 
- várias camadas concêntricas com espaço entre as lamelas preenchido por um líquido de                         
composição semelhante à linfa 
- comparação da sua forma: ​cebola roxa 
 
- estruturas localizadas dentro das papilas dérmicas (derme mais superficial) → lábios, genitália                       
externa, mamilos 
- organizados perpendicularmente à superfície cutânea 
- terminação nervosa em espiral envolvida por células de Schwann 
- estimulado por ​tato 
- comparação da sua forma​: novelo de lã 
 
- mecanorreceptores encapsulados mais simples presentes na derme reticular (mais profunda) 
- possui formato fusiforme alongado 
- terminação nervosa do tipo arborizada (terminação bem ramificada) 
- estimulado por ​forças de tensão 
 
 
- pêlo:​ estruturas delgadas e queratinizadas (tipo de queratina diferente da produzida pela pele) 
- cor, tamanho e distribuição variáveis → dependente de estímulo hormonal 
- padrão de distribuição é influenciado por hormônios sexuais 
- coloração dependente da melanina 
- possui aspectos variados 
- desenvolvem-se a partir da invaginação da epiderme 
- folículo piloso: ​localização na derme e hipoderme 
- folículos pilosos ausentes em: lados e superfícies palmares, lados e superfícies plantares,                       
lábios, ao redor dos orifícios urogenitais 
 
 
INERVAÇÕES DA PELE 
Corpúsculo de Paccini 
Corpúsculo de Meissner 
Corpúsculo de Ruffini 
ANEXOS EPIDÉRMICOS 
Folículo piloso e pêlos 
 
 
 
 
FOLÍCULO PILOSO:​ ​unidade de formação do pêlo 
- bulbo piloso: ​formado por duas regiões 
- papila dérmica: ​induz a formação do           
pelo; formada de tecido conjuntivo         
frouxo vascularizado → oxigena e nutre a             
raiz que vai formar o pêlo 
- raiz do pêlo: ​células que recobrem a             
papila dérmica → essas células que se             
proliferam e se diferenciam para formar           
o pêlo; presença de céls que vão             
produzir a queratina (mais dura) do pêlo             
e a melanina para conferir sua coloração             
específica 
- bainhas epiteliais interna e externa 
- membrana vítrea: membrana basal muito         
espessa e desenvolvida que separa o folículo             
piloso do tecido conjuntivo da derme adjacente 
 
PARTES DO PÊLO: 
1) Medula: ​formada por células grandes,         
vacuolizadas e com pouca queratina (pêlos           
grossos) 
2) Córtex: ​células cúbicas mais queratinizadas e           
compactas 
3) Cutícula: ​células fortemente queratinizadas que         
envolvem o córtex em forma de escamas →               
parte mais externa, visualizada quando o pêlo             
emerge da pele 
 
 
 
- placas de células queratinizadas (queratina dura) localizadas na superfície dorsal das falanges                       
terminais dos dedos → escamas córneas compactas, fortemente aderidas umas às outras 
- queratina do pêlo e da unha não sofrem descamação (ao contrário do que acontece com a                               
queratina da pele - queratina mais mole) 
- localização: ​derme → desemboca (se abre) na abertura do folículo piloso (ductos curtos) - através                             
do folículo piloso, o sebo alcança a superfície da pele 
- abertura direta na superfície da pele: lábios, mamilos, glande e pequenos lábios 
- classificação:​ glândula acinosa com secreção holócrina 
- sebo: ​secreção lipídica, constituída de triglicerídeos, ácidos graxos e colesterol 
Unhas 
Glândulas sebáceas 
- ausente na palma das mãos e na planta dos pés 
PORÇÃO SECRETORA:​ ​ácino de secreção holócrina 
- camada externa de células epiteliais achatadas (células basais) que repousam sobre uma lâmina                         
basal → proliferação e diferenciação em células arredondadas 
- céls basais em constante proliferação para repor as céls que morrem e são secretadas junto                             
ao sebo 
- núcleo torna-se gradualmente condensado e desaparece 
- células centrais morrem e se rompem → secreção sebácea 
- a atividade secretória da glândula é estimulada por hormônios sexuais (andrógenos) → aspecto                         
oleoso da pele 
 
 
GLÂNDULA SUDORÍPARA MERÓCRINA: 
- localização: ​derme reticular e hipoderme regiões (mais profundas) 
- classificação: ​glândulas tubulosas simples enoveladas com secreção merócrina (exocitose com                   
célula intacta) 
- ductos se abrem na superfície da pele 
- encontradas em toda a pele, exceto lábios e parte da genitália externa 
- envolvidas na ​termorregulação​ corpórea: produção e secreção de suor 
 
PORÇÃO SECRETORA:​ ​túbulo enovelado 
- epitélio simples cúbico a cilíndrico baixo com dois tipos celulares 
- células escuras: ​adjacentes ao lúmen (mais internas); produção de secreção mucosa 
- células claras: ​fracamente coradas, mais externas; produção da parte aquosa do suor 
- porção secretora envolvida por ​células mioepiteliais​: localizam-se na parte basal da porção                       
secretora e possuem citoplasma acidófilo (graças à presença de proteínas de contração presente                         
em seu citoplasma) ​→ ​responsáveis pela ​contração ​da glândula para liberação do seu produto de                             
secreção 
 
PORÇÃO CONDUTORA:​ ​ducto 
- epitélio estratificado cúbico 
- células com invaginações basais da membrana plasmática (aumento da superfície de contato) e                         
ricas em mitocôndrias (gasto energético para transporte de íons) 
SUOR → ​solução extremamente diluída, com pouca proteína, íons (Na+, K+, Cl-), ureia, amônia e ácido úrico 
- reabsorção de Na+ pelos ductos excretores → modificação da composição do suor 
- papel importante no controle da temperatura corporal 
 
GLÂNDULA SUDORÍPARA APÓCRINA: 
- presente principalmente na axila 
- apresenta apenas ​um tipo​ de célula 
- nas axilas, aréolas, mamilo, pele ao redor do ânus, genitália externa a secreção é menos aquosa e                                 
mais densa 
 
PORÇÃO SECRETORA: 
- epitélio simples, citoplasma eosinofílico, porção apical com protrusões semelhantes a vesículas →                       
desse achado veio a ‘confusão’ do tipo de secreção 
- apesar do nome, essas glândulas liberam seu produto de secreção de forma MERÓCRINA 
- presença de células mioepiteliais 
- produto de secreção é mais rico em proteínas, carboidratos, amônia, lipídios→ torna a secreção                           
mais viscosa 
 
PORÇÃO CONDUTORA: 
- ducto retilíneo que desemboca no ​folículo piloso 
- NÃO ALTERA O PRODUTO DE SECREÇÃO → não há reabsorção de íons 
 
 
Glândulas sudoríparas

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