A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
1 pág.
Trombose venosa profunda - exame de imagem

Pré-visualização|Página 1 de 1

Trombose venosa profunda - exame de imagem


US: doppler


Segmento venoso não compressivo

Trombo agudo: veia muito calibrosa

Trombo crônico: veia muito fina

Perda de fluxo fásico (uma espécie de “pulsação” da veia) em Valsalva

Ausência de fluxo em cores se o trombo for completamente oclusivo (se for parcial, pode haver uma cor que não preenche totalmente o vaso)

Aumento do fluxo em veias superficiais

Na USG sem doppler, é muito difícil identificar o trombo porque a ecogenicidade dele é muito similar à do vaso normal, somente levemente mais claro


TC:


Contrastado

Dúvida diagnóstica que não foi esclarecida com USG ou avaliação de outro problema de saúde e acabou mostrando o trombo.


TROMBOEMBOLISMO PULMONAR:


Falha de enchimento em exame com contraste

Doppler de MMII e AngioTC tórax (é uma TC de tórax no tempo certo do contraste estar passando pela pulmonar, pois, numa TC contrastada normal, não aparece a fase arterial)


D-dímero (ELISA)


Se normal, não há TEP

Se aumentado, pode ser TEP


Raio-X:


Não é usado para diagnóstico  de TEP

Sinal de Westmark: dilatação dos vasos pulmonares proximais ao embolismo com colapso dos vasos distais


TC:


Defeito de enchimento

Pode ser completo ou parcial

Trombo em cela: trombo que fica em bifurcação. É o mais perigoso por obstruir 2 vasos - é causa frequente de morte súbita