A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
16 pág.
Arquiteto

Pré-visualização | Página 5 de 6

cobertura, por meio de materiais absorventes sonoros 
colocados no miolo dos vedos.
(C) a absorção acústica das paredes envoltórias, do teto e da 
cobertura, por meio de materiais absorventes sonoros 
colocados no miolo dos vedos.
(D) a absorção acústica das paredes envoltórias, do teto e da 
cobertura, por meio do emprego de vedos combinando 
materiais espessos e de maior densidade com outros mais 
flexíveis, formando um sanduíche massa-mola-massa.
(E) o tempo de reverberação, por meio de partes móveis nas 
paredes ou no teto, permitindo a variação do volume do 
ambiente ou da presença de materiais absorventes de 
sons nas diferentes frequências.
www.pciconcursos.com.br
12UFSP1302/013-Arquiteto
Leia o texto a seguir para responder às questões de números 
47 a 49.
Uma edificação térrea terá estrutura em concreto armado con-
vencional, moldada in loco, formada por laje plana e malha unifor-
me de vigas contínuas sucessivas, com 5 x 7 m de vão e balanços 
de 1,80 no sentido do vão maior. A estrutura será uniformemente 
carregada por um teto ajardinado com espessura total do canteiro 
de 30 cm, sem previsão de plantio de espécies volumosas, com 
impermeabilização, assumindo-se cargas acidentais também uni-
formes, sem sobrecarga significativa da cobertura devido ao uso. 
O contrapiso poderá ser apoiado diretamente sobre o solo devida-
mente compactado, sem transmitir esforços à estrutura.
Com relação à análise do subsolo, as sondagens revelaram 
a presença de argila rígida a partir de 0,50 m de profundidade 
e valores de SPT crescentes conforme aumenta a profundidade 
da perfuração. Não foi constatada presença de lençol freático na 
profundidade perfurada.
47. Os maiores esforços solicitantes de tração serão verificados 
na região
(A) superior da seção da viga, no centro do vão.
(B) inferior da seção da viga, no centro do vão.
(C) central da seção da viga, a ¼ do vão entre os apoios.
(D) superior da seção da viga, junto ao apoio.
(E) inferior da seção da viga, a ¼ do vão entre os apoios.
48. As fundações mais adequadas, do ponto de vista técnico e 
econômico, serão
(A) diretas, em sapatas isoladas.
(B) diretas, em sapatas corridas e associadas.
(C) diretas, em estacas escavadas.
(D) indiretas, em sapatas isoladas.
(E) indiretas, em estacas escavadas.
49. Na execução da estrutura, para compatibilizar as deforma-
ções em vigas e lajes com a geometria final esperada, será 
necessário
(A) executar as fôrmas obedecendo a um nivelamento horizon-
tal rigoroso e, após a concretagem, monitorar as deforma-
ções, devendo, previamente à impermeabilização da laje, 
ser executados enchimentos nas partes abatidas da laje.
(B) executar as fôrmas obedecendo a um nivelamento ho-
rizontal rigoroso e seguir as prescrições do projeto es-
trutural em relação a resistência do concreto e dimen-
sionamento da armadura, para que não haja nenhuma 
deformação da estrutura após a desforma.
(C) determinar o nível das fôrmas prevendo-se uma contra-
flecha, definida no projeto estrutural, a partir de prescri-
ções de norma, para compensar a deformação lenta da 
estrutura após o descimbramento.
(D) monitorar periodicamente a deformação das vigas e lajes, 
a partir da desforma, e ajustar a tensão da armadura com 
o auxílio de macacos hidráulicos e cunhas de travamento 
colocadas nas extremidades das barras.
(E) monitorar periodicamente a deformação das vigas e lajes, 
a partir da desforma, e corrigir os níveis e os caimentos 
dos panos de laje, executando-se novas camadas de nive-
lamento impermeabilização.
45. Uma edificação de uso público existente em cidade do Estado 
de São Paulo será objeto de um conjunto de adequações em 
função da necessidade de orientação de grande número de 
pessoas em situações de incêndio, pânico e outras similares. 
No projeto de comunicação visual, dentre seus requisitos bási-
cos, a Sinalização de Emergência
(A) não deve se destacar em relação à comunicação visual 
adotada para outros fins, para garantir a unidade da iden-
tidade visual do projeto.
(B) deve combinar com as cores de paredes e acabamentos, 
para harmonizar-se e facilitar a sua visualização.
(C) para não atrapalhar a circulação de pessoas e veículos, 
deve ser instalada paralelamente aos eixos de corredores 
de circulação.
(D) quando destinada a orientação e salvamento e equipa-
mentos de combate a incêndio, deve ser dotada de efeito 
fotoluminescente.
(E) deve obrigatoriamente empregar terminologia padroni-
zada nos idiomas português e inglês.
46. No projeto de uma edificação, verificou-se a interferência de 
determinadas tubulações e dutos aparentes – de gás (GLP), 
incêndio e outros – com ambientes de utilização intensa. 
Verificou-se ainda que o projeto de comunicação visual não 
contemplava o tratamento a ser dado a essas tubulações. 
Nessas condições,
(A) pode-se criar uma comunicação visual que dê tra-
tamento uniforme de cor às diferentes tubulações, 
integrando-as em um elemento compositivo único, a 
exemplo da solução dada por Lina Bo Bardi ao projeto 
do SESC Pompeia.
(B) deve-se integrar ao projeto de comunicação visual o 
código de cores associado às diferentes tubulações, de-
vendo as tubulações de incêndio receber a cor verme-
lha, as de gás, a amarela e assim por diante.
(C) pode-se utilizar uma estética de materiais aparentes, 
mantendo-se as tubulações sem tratamento adicional de 
cor, exceção feita às instalações de incêndio, que deve-
rão receber a cor vermelha.
(D) deve-se apenas rever o projeto das instalações de gás, 
que deverão ser embutidas em paredes ou correr por um 
shaft (duto de passagem) hermeticamente fechado.
(E) devem-se rever os projetos das instalações de gás e de 
combate a incêndio, que deverão correr por um shaft 
(duto de passagem) hermeticamente fechado.
www.pciconcursos.com.br
13 UFSP1302/013-Arquiteto
53. Em um projeto de comunicação visual, determinou-se que, 
para gerar um efeito de contraste e dar destaque a uma figura 
em relação ao fundo, serão desenvolvidos estudos envolven-
do cores complementares nos quais a figura será de uma cor 
quente e o fundo será sua complementar. É possível alcançar 
essa combinação utilizando como cor quente e sua comple-
mentar, respectivamente,
(A) branco e preto.
(B) amarelo e azul.
(C) laranja e azul.
(D) verde e laranja.
(E) violeta e vermelho.
54. Um terreno urbano no município de São Paulo será adqui-
rido, com vistas à instalação de pequeno campus universi-
tário, não se prevendo, por suas características, a abertura 
de sistema viário público. A avaliação desse terreno, para 
fins de aquisição, deverá levar em conta a existência de 
nascentes perenes e de cursos d’água, com largura máxima 
de 6 m, dentro do perímetro a ser adquirido. Isso implica 
que sejam descontadas da avaliação do terreno restrições à 
construção decorrentes da presença de áreas de preservação 
perma nente, correspondendo a restrições à ocupação efetiva 
de faixas de
(A) 30 m ao longo das margens dos cursos d’água e de 50 m 
de raio em torno das nascentes, e da perda do potencial 
construtivo correspondente.
(B) 15 m ao longo das margens dos cursos d’água e em 
torno das nascentes, considerando-se que o potencial 
construtivo poderá ser utilizado no restante do terreno.
(C) 15 m ao longo das margens dos cursos d’água e de 50 m 
de raio em torno das nascentes, e da perda do potencial 
construtivo correspondente.
(D) 15 m ao longo das margens dos cursos d’água e de 50 
m de raio em torno das nascentes e aproveitamento do 
potencial construtivo de faixas de 15 e 30 m, apenas, 
respectivamente.
(E) 30 m ao longo das margens dos cursos d’água e de 
50 m de raio em torno das nascentes, considerando-se 
que o potencial construtivo poderá ser utilizado no res-
tante do terreno.
50. A especificação de materiais, técnicas e sistemas construtivos 
segundo normas de desempenho implica na
(A) adoção de marcas consagradas no mercado por seu desem-
penho notório, sem abertura para a aquisição de similares.
(B) prescrição de marcas que sejam referência

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.