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Questão 3/10 - Política Externa Brasileira Contemporânea 
“A cooperação pode ter como critério, por exemplo, a adesão ao Consenso de Washington, que foi 
comum na década de 1990, ou a exigência de que o Estado receptor seja democrático (de acordo 
com os preceitos do doador). Tais tipos de condicionalidade relacionam-se ao que foi definido 
como transplantação de práticas exógenas do país doador ao receptor. Além disso, quando 
instalada, a cooperação pode impor práticas do doador ao receptor”. 
Fonte: Pecequilo, Cristina Soreanu. Temas da agenda internacional: o Brasil e o mundo. 
Curitiba: InterSaberes, 2ª edição, 2019 (Capítulo 5 - Cooperação Técnica Internacional (CTI) e 
Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento (CTPD)). 
 
Tendo como base o material discutido na disciplina “Política Externa Brasileira Contemporânea”, 
examine os enunciados abaixo e assinale a alternativa que faz uma análise correta das caraterísticas 
da Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento (CTPD). 
I. A CTPD lida com a consolidação da cooperação entre países do Sul. 
II. Podemos afirmar que uma das principais caraterísticas da CTPD se refere ao predomínio do 
caráter assistencialista da cooperação. 
III. Pela demanda das nações do Sul, desde a década de 1970, há uma Unidade Especial para a 
CPTD na estrutura organizacional da ONU. 
IV. O CTPD tem como marco a criação de mecanismos de interação horizontal entre essas nações, 
com o fortalecimento do G-77 e com o adensamento do Programa das Nações Unidas para o 
Desenvolvimento (Pnud). 
Nota: 10.0 
 
 
C Apenas as afirmativas I, III e IV estão 
corretas. 
Questão 4/10 - Política Externa Brasileira Contemporânea 
“A primeira expedição – Operação Antártica (Operantar) ou Operação Antártica I – ocorreu no 
biênio 1982-1983 e inaugurou a fase contemporânea da política antártica brasileira. De acordo 
com Ferreira (2009), na ocasião, o Brasil contou com forte apoio chileno na operação e com dois 
navios: o Barão de Teffé, da Marinha do Brasil, usado para reconhecimento oceanográfico e 
metereológico; e o Professor Wladimir Besnard, do Instituto Oceanográfico da Universidade de 
São Paulo (USP). Entre 1983 e 1984, o Brasil estabeleceu presença definitiva na região com a 
construção da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), localizada na Península Keller, no 
interior da Baía do Almirantado, na Ilha Rei George (Brasil, 2019c)”. 
Fonte: Pecequilo, Cristina Soreanu. Temas da agenda internacional: o Brasil e o mundo. 
Curitiba: InterSaberes, 2ª edição, 2019 (Capítulo 8 - A importância da Antártica para o Brasil). 
Considerando o conteúdo discutido na disciplina “Política Externa Brasileira Contemporânea”, 
que trata do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), examine as afirmativas abaixo, marcando-
as com V para verdadeiro e F para falso para, em seguida, selecionar a alternativa com a sequência 
correta. 
2 
( ) I. O Proantar está fundamentado em um conjunto de Diretrizes Gerais de 1976, que defende a 
exploração científica pacífica da Antártica e a presença brasileira. 
( ) II. O Proantar alicerça-se no tripé Marinha, CNPq e Itamaraty, tendo como objetivo promover 
a realização de substancial pesquisa científica na região antártica. 
( ) III. O Proantar tem por objetivo a realização de testes nucleares bem como a extração de 
minérios. Inclui-se aqui a exploração de petróleo, gás natural e água. 
( ) IV. O Proantar tem por finalidades compreender os fenômenos ali ocorrentes e a sua influência 
sobre o Brasil, e possibilitar a participação do País no aproveitamento dos recursos naturais da 
área. 
Nota: 10.0 
 
D V, V, F, V 
Questão 5/10 - Política Externa Brasileira Contemporânea 
“O combate à fome e à pobreza é um dos temas mais relevantes da agenda social das relações 
internacionais. Apesar do reconhecimento da importância dessas questões para a estabilidade 
mundial e a justiça social, a dificuldade de encontrar soluções reais para a redução do sofrimento 
das populações atingidas permanece. No século XXI, essas metas foram incluídas como parte da 
agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – ODM (2000-2015) e dos Objetivos de 
Desenvolvimento Sustentável – ODS (2015-2030)”. 
Fonte: Pecequilo, Cristina Soreanu. Temas da agenda internacional: o Brasil e o mundo. 
Curitiba: InterSaberes, 2ª edição, 2019 (Capítulo 6 - O combate à fome e à pobreza). 
Tendo como base o material discutido na disciplina “Política Externa Brasileira Contemporânea”, 
examine os enunciados abaixo e assinale a alternativa que faz uma análise correta da definição de 
pobreza. 
I. A pobreza pode ser definida como a subtração de todos os bens e serviços finais produzidos pelo 
país em um ano. 
II. A pobreza e a extrema pobreza estão associadas a condições subumanas de vida, caracterizadas 
pela ausência ou dificuldade de acesso a bens básicos de saúde, educação e renda. 
III. Para o ODM 1, são consideradas extremamente pobres as pessoas que vivem com menos de 
US$ PPC 1,25 por dia, ou US$ PPC 38,00 por mês. Os chamados fatores de Paridade de Poder de 
Compra (PPC) são uma taxa de conversão, calculada pelo Banco Mundial. 
IV. Pessoas que têm uma renda menor do que US$ PPC 38,00 ao mês podem ser enquadradas no 
perfil de pobreza extrema, ou seja, abaixo da linha da pobreza, visto que não têm condições para 
adquirir alimentos e bens para sua sobrevivência, além das dificuldades de acesso à saúde e à 
educação. 
Nota: 10.0 
 
C Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas 
Questão 7/10 - Política Externa Brasileira Contemporânea 
3 
“O TNP, que entrou em vigor em 1970, busca limitar a proliferação de armas nucleares, promover 
o desarmamento e fortalecer o uso pacífico de energia nuclear. Atualmente, 189 Estados assinaram 
o tratado. Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas são 
reconhecidos como Estados Nuclearmente Armados (daqui em diante, ENAs); os outros 184 
Estados são Estados Não Nuclearmente Armados (daqui em diante, ENNAs). Para colocar o 
princípio de não proliferação em prática, o tratado consiste em três pilares (não proliferação, 
desarmamento e direito a uso pacífico)”. 
Fonte: STUENKEL, Oliver. Identidade, status e instituições internacionais: o caso do Brasil, da 
Índia e do tratado de não proliferação. Contexto Internacional., Rio de Janeiro, v. 32, n. 2, p. 519-
561, Dec. 2010. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0102-85292010000200008>. Acesso 
em 12 de outubro. 2020. 
Considerando o conteúdo apreendido em “Política Externa Brasileira Contemporânea”, examine 
os enunciados abaixo e assinale a alternativa que faz uma análise correta do posicionamento do 
Brasil em relação ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP). 
I. Ainda que defendesse a aquisição dessa tecnologia dual para fins pacíficos, a percepção do Brasil 
era a de que o TNP mantinha uma situação de desigualdade de poder. 
II. O Brasil é signatário antigo do TNP, pois enquanto potencial nuclear, sempre se comprometeu 
a adotar medidas para reduzir seus arsenais de armamentos nucleares e a relatar seus progressos 
neste sentido. 
III. O Brasil assumiu uma posição crítica em relação ao TNP, uma vez que preservava o poder das 
potências que já detinham armas nucleares e impunha condicionantes ao desenvolvimento da 
tecnologia a outras nações não nuclearizadas. 
IV. O Brasil se absteve na votação da Agnu, que colocou em funcionamento o TNP. Isso não 
significava uma posição agressiva do país, visto que ele já fazia parte do Tratado de Tlatelolco, 
mas uma defesa do direito dos países não nuclearizados de manter seu programa nuclear. 
Nota: 10.0 
 
C Apenas as afirmativas I, III e IV estão 
corretas. 
Questão 8/10 - Política Externa Brasileira Contemporânea 
“Até 1970, a CTI tradicional predominou nas relações internacionais. Durante essa década, como 
resultado do surgimento e da consolidação do Sul, bem como do conceito de desenvolvimento