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pede o empréstimo, o lançamento é o seguinte: 
 Caixa....................................,.....70.000 
a Juros a Transcorrer ................30.000 
a Empréstimos Bancários....,,...100.000 
A conta juros a transcorrer é conta retificadora do passivo e vai sendo debitada 
proporcionalmente ao tempo. Deverá ser reconhecido como despesa 10.000 por mês (30.000/3 
meses) Logo, o lançamento mensal feito é: 
 Juros Passivos
a Juros a Transcorrer................10.000/mês 
Como em 31/12 foram apropriados como despesa 10.000, a conta juros a transcorrer ficará 
com um saldo de 20.000 (30.000 – 10.000). Logo a obrigação liquida será o valor constante na 
conta Empréstimos Bancários diminuído do saldo da conta Juros a Transcorrer (100.000 – 
20.000)
Resposta: B 
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91.. (ESAF/Técnico de Controle Interno – Piauí/2001) Com relação a benfeitorias realizadas em 
imóveis de terceiros, a empresa lançará, por ocasião da apuração do resultado, ao final do exercício, 
a) como encargo de depreciação, a perda de valor estimada, quando o contrato para utilização do 
imóvel for por tempo indeterminado. 
b) como encargo de amortização, a parcela correspondente à utilização do potencial de valor 
atinente à aplicação realizada. 
c) como despesa a recuperar a parcela reembolsável pelo proprietário, quando da devolução do 
imóvel. 
d) como encargo de depreciação, a parcela rateada em função do prazo de vigência do contrato para 
utilização do imóvel. 
e) como encargo de amortização o rateio da parcela reembolsável pelo proprietário, quando da 
devolução do imóvel. 
Comentários:
As benfeitorias em imóveis de terceiros serão amortizadas se (cumulativamente): O contrato de 
locação for por prazo determinado e não houver indenização das benfeitorias no término do 
contrato. Se o prazo de locação for determinado, as benfeitorias serão depreciadas. Se houver 
direito de indenização, as benfeitorias não serão amortizadas ou depreciadas (é como se a 
locatária vendesse ao locador as benfeitorias). 
Resposta: A 
92. (ESAF/Técnico de Controle Interno – Piauí/2001) No tocante aos critérios de avaliação dos 
elementos patrimoniais, é correto afirmar que 
a) o valor de mercado das matérias-primas é aquele pelo qual possam ser alienadas a terceiros. 
b) com a extinção da correção monetária, as obrigações serão mantidas sem atualização até a data de 
sua liquidação. 
c) não é mais possível constituir contabilmente provisão para crédito de liquidação duvidosa, por ser 
indedutível para fins da legislação do Imposto de Renda. 
d) as aplicações classificadas no ativo diferido têm como conta retificadora as respectivas 
amortizações acumuladas. 
e) a depreciação acumulada registra a perda de valor dos bens tangíveis e intangíveis do ativo 
imobilizado. 
Comentários:
Alternativa “a”: Valor de mercado é o preço corrente do produto na praça.
Alternativa “b”: Há vários passivos que devem ser corrigidos, por exemplo, as obrigações 
assumidas em moeda estrangeira quando há desvalorização da moeda nacional. 
Alternativa “c”: A provisão para Créditos de Liquidação duvidosa deve ser constituída em 
função do princípio da competência independente de ser dedutível ou não. 
Alternativa “e”: A depreciação alcança somente bens tangíveis. 
Resposta: D 
93. (ESAF/Técnico de Controle Interno – Piauí/2001) No tocante à avaliação patrimonial, é 
correto afirmar que 
a) o valor presente é o apurado mediante a dedução das despesas de realização e da margem de 
lucro.
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b) os bens recebidos em doação podem ser registrados tanto pelo seu valor nominal como de 
mercado, o que for mais claramente identificado. 
c) o fundo de comércio acumulado ao longo da atividade da empresa deve ser deduzido da 
respectiva amortização. 
d) as obrigações fiscais contingentes devem ser provisionadas pelo seu valor estimado como reserva 
de contingência. 
e) os serviços em andamento devem ser registrados pelo valor líquido de realização no mercado 
.
Comentários:
Alternativa “a”: a definição dada é de valor de custo e não de valor presente. 
Alternativa “c”: o fundo de comércio deve ser depreciado e não amortizado. 
Alternativa “d”: as obrigações fiscais contingentes devem ser provisionadas (a princípio não 
cabe reserva de contingência) 
Alternativa “e”: Os serviços em andamento devem ser registrados pelo valor de custo. 
Resposta: B 
94. (ESAF/Técnico de Controle Interno – Piauí/2001) Ao final do exercício, a Cia. “A” detém 
20% do capital da Cia. “B”, representado por ações preferenciais. O investimento fora adquirido por 
$5.000. O capital social e o patrimônio líquido de “A” são de, respectivamente, $40.000 e $50.000; o 
capital social e o patrimônio líquido de “B”, são, respectivamente, de $40.000 e $ 30.000. Este 
investimento, no balanço de “A”, deve ser avaliado por 
a) $ 10.000 d) $ 5.000 
b) $ 8.000 e) $ 3.000 
c) $ 6.000 
Comentários:
Se “A” detém 20% do capital de “B”, signifia que 20% o PL e “B” pertence a “A”.ogo, este 
investimento no baanço de “A” deve ser registrao por 6.000 (30.000 x 20%) 
Resposta: C 
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Contabilidade - Fiscal de Tributos de Maceió/2003 
Com referência aos princípios fundamentais de contabilidade, julgue os itens de 95 a 100 
95 - De acordo com o princípio da competência, as receitas são consideradas realizadas nas 
transações com terceiros quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme de 
efetivá-lo, quer pela investidura na propriedade de bens anteriormente pertencentes à entidade, quer 
pela fruição de serviços por esta prestados. 
Comentários: Certo. A afirmativa é uma cópia da resolução CFC 750. (art. 9). De acordo com a 
resolução CFC 774 (interpretando a resolução CFC 750), a receita deve ser considerada 
realizada no momento em que há a venda de bens e direitos da Entidade – entendida a palavra 
“bem” em sentido amplo, incluindo toda sorte de mercadorias, produtos, serviços, inclusive 
equipamentos e imóveis – com a transferência da sua propriedade para terceiros, efetuando 
estes o pagamento em dinheiro ou assumindo compromisso firme de fazê-lo num prazo 
qualquer.
96 - Pelo princípio da competência, consideram-se incorridas as despesas quando há o surgimento de 
um passivo, sem o correspondente ativo. 
Comentários: Certo. De acordo com a resolução acima citada, não é necessário que o 
desaparecimento do ativo seja integral, pois muitas vezes a consumpção é somente parcial, 
como no caso das depreciações ou nas perdas de parte do valor de um componente patrimonial 
do ativo, por aplicação do Princípio da Prudência é prática, de que nenhum ativo pode 
permanecer avaliado por valor superior ao de sua recuperação, por alienação ou utilização nas 
operações em caráter corrente. 
97 - O princípio da prudência impõe a escolha da hipótese de que resulte maior patrimônio líquido, 
quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais princípios fundamentais de 
contabilidade.
Comentários: Errado. O princípio da prudência impõe a escolha da hipótese de que resulte o 
menor patrimônio líquido. 
98 - De acordo com o princípio do registro pelo valor original, a avaliação dos componentes 
patrimoniais deve ser feita com base nos valores de entrada, considerando-se como tais os resultantes 
do consenso com os agentes externos ou da imposição destes. 
Comentários: Certo. Cópia do art. 7. Não importa se o preço resultou de livre negociação em 
condições de razoável igualdade entre as partes, ou de imposição de uma delas, em vista da sua 
posição de superioridade.
99 - A continuidade não influencia o valor econômico dos ativos e o valor ou o vencimento dos 
passivos, especialmente quando a extinção da entidade tem prazo determinado, previsto ou 
previsível.
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Comentários: Errado. A continuidade influencia o valor econômico dos ativos. A situação 
limite na aplicação do Princípio da Continuidade