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Resumão básico para clínica - odontologia

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Endodontia 
 
 
INCISIVO CENTRAL e LATERAL: Broca diam +- 25° em relação ao longo eixo; Quadrante central da 
face L; Triangular com base voltada para incisal 
CANINOS: +-25° em relação ao longo eixo, quadrante central da face L, lonsangular 
PM SUP: paralelo ao longo eixo, centro face O, oval ou elíptica sentido V/L 
PM INF: broca paralela a face V do dente, centro face O, oval ou elíptica sentido V/L 
M SUP: face O centro da fosseta M, paralela ao longo eixo levemente inclinado p palatina, triangular 
com base p/ v 
M INF: paralelo ao longo eixo, levemente inclinado p D, forma trapezoidal 
-Hipoclorito de sódio à 2,5% (licor de labarraque): baixa tensão superficial, excelente ação solvente 
da matéria orgânica, amplo espectro de ação antimicrobiana, ação detergente; PH alcalino= alto poder 
bactericida 
-Pc alérgico a hipoclorito= CLOREXIDINA A 2%: Amplo espectro de ação antimicrobiana, efeito 
residual, biocompatibilidade, atóxica, poder desinfetante 
-Água de hidróxido de cálcio: bactericida, ph alcalino, hemostasia sem causa vasoconstrição 
-Quelante/ EDTA(Ácido etilenodiaminotetracetica): ação descalcificadora, influencia na permeabilidade 
e no selamento marginal, preparo biomecânico de canais atresicos e/ou calcificado; remoção da camada 
de smear layer (toalet final= após PB) 
Preparo biomecânico: técnica mista invertida modificada (sentido coroa-ápice)Sequencia: 
-Abertura→ inunda→ exploração do canal (k10, k15) apenas nível cervical 
-Preparo terço coronário e médio: com contra ângulo redutor Sx (movimento bicada de 2 a 3x) → 
gates gliden (3,2,1) a cada troca irriga/aspira 
-Preparo terço apical: odontometria (técnica de ingle= borda incisal/cúspide até o ápice radiográfico – 
CAD-2mm (margem de segurança)= CTP, c/ a lima K ajusta essa medida e introduz no canal, faz a 
radiografia deve estar 1mm aquém do apice=CRT 
OBS: Técnica de Clarck M sup= mesializar, M Inf= distalizar 
OBS: pode estar AQUÉM ou ALÉM 
EM bio= preserva o coto pulpar; Em Necro: limpeza do canal (desbridamento) 2mm + do CRT, com a 
lima do DA e depois =3 K 
Ex: DA 20, 1°K25,2°K30,3°K35, Esta última lima é a LM ou DC 
- ACABAMENTO FINAL: (Hedstroen= espirais de pequeno cone superpostos) 
 
 
 
 
Toalet final (remove smear layer) 
1 ° inunda a cavidade pulpar 
com NaOCL 
2° Introduz easy clean com 
stop de borracha 2mm 
AQUÉM do CRT e acionar, 
movimento de vai e vem 
durante 20 segundos 
3° aspira 
4°Inunda com EDTA 
5°Easy clean 20 seg 
6° aspira 
7° inunda a cavidade pulpar 
com NaOCL 
8° easy clean 20 seg 
9° aspira 
10°Inunda com EDTA 
11°easy clean 
12° inunda/irriga com SORO 
FISIOLÓGICO 
13°Aspira e seca 
14° irriga com CLOREXIDINA 
15°Aspira e seca 
16° Curativo de demora 
- Curativo de demora 
-Biopulpectomia 
A) Emergencial (abertura coronária): OTOSPORIN na bolinha de algodão na Câmara por até 7 dias 
b) PB Não realizado por completo: OTOSPOTIN na bolinha de algodão na câmara por até 7 dias 
c) PB realizado: PASTA DE HIDROXIDO DE CALCIO com espirais de lentulo pôr no MINIMO 7 dias 
- Necropulpectomia 
a) emergencial (abertura coronária) FORMOCRESOL na bolinha de algodão na câmara por até 7 dias 
Lm→CRT 
1°H→CRT-1mm 
LM→CRT 
2°H→CRT-2mm 
LM→CRT 
3°H→CRT-3mm 
LM→CRT 
 
b) PB não realizado por completo: FORMOCRESOL na bolinha de algodão na câmara por até 7 dias 
c) PB completo (c/ ou s/ lesão) PASTA DE HIDROXIDO DE CALCIO com espirais de lentulo por no MINIMO 
14 DIAS 
OBS: lesão periapical e atuação de medicação intracanal: 
Hidróxido de cálcio com iodofórmio: todo dente após acabar o PB (INDEPENDENTE DE QUANTO 
EMPO FICAR) 
- Obturação dos canais: técnica de obstrução da condensação lateral ativa 
Antes de utilizar os cones, desinfetar com hipoclorito de sódio 2,5% durante 1 min, álcool 70% e por fim 
seca no gaze estéril 
Cone de guta percha principais, cone de guta percha secundário, espaçadores digitais e cimento 
obturador (no caso, AH Plus); 1 cone principal para cada canal de acordo com a LM) 
Prova do cone principal: sem sofrer alteração, leve travamento apical; 
Teste radiográfico; 
Seleciona o espaçador digital e introduz nos canais (sentido horário); 
Remove espaçador (sentido anti-horário) e com outra mão introduz os cones secundário; 
Prova da obturação (todos canais devem estar preenchido); 
Corte os cones (nível da embocadura) e faz a condensação vertical com calcador frio; 
Limpeza na câmara com bolinha de algodão embebida no álcool; 
Restauração provisória (civ, checar oclusão); 
Rx final; 
Restauração definitiva 
→Sistema protaper: Rapidez, praticidade, melhor modelagem 
1) K pequeno calibre (CTP-2); SX; K no CTP; K no DA = ODONTOMETRIA 
2) S1 e SX em 2/3 movimento pincelada 
3) K do DA + 2 n° acima (Limagem) 
4) CRT = S1,S2,F1,F2,F3,F3,F4,F5 ( Depende da amplitude e curvatura) 
-MODELAGEM; SX (em estria), S1 (Roxa), S2 (branca), forma torre eiffel, alarga terço cervical e médio 
-ACABAMENTO: F1 (amarela),F2(vermelha),F3(azul),F4(2preta), F5 ( 2 amarela): forma de obelisco 
-TIP: diâmetro, mm (lado esquerdo); TAPER: conicidade, variável (lado direito) 
→Retratamento: 
Sinais: dor a palpação, dor durante a mastigação, fistula, edema 
Fatores microbianos: Enterecocos Faecalis; Fatores não microbianos: cisto (intrínseco), cone (extrínseco) 
Indicação: dente com limite de obturação inadequada, dente com lesão, micro infiltração, Suspeita de 
algum canal não tratado 
Sequência: 
1) RX 
2) Anestesia, remove tudo até ver o início do guta 
3) Isolamento absoluto 
4) Solvente: eucaliptol ou óleo de casca de laranja durante 1 min 
5) Gates glidden 3,2,1 
6) Irriga com hipoclorito de sódio a 2,5%, aspira/inunda a cada troca 
7) Rx final, verificar se não ficou restos 
8) Tratamento endodo.: odontometria, preparo, irriga, curativo 
9) Medicação: pasta de hidróxido de cálcio 
→Lesão endo-perio: 
I- Lesão endodôntica Primária: formação de abcesso, teste-, perda óssea mínima, edema. Tratam: 
endodôntico 
 (Áreas radiolúcidas na área apical e região de furca) 
II- Lesão endodôntica Primária com envolvimento secundário; placa na gengiva marginal, bolsa especifica, 
perfurações. Tratam: endodôntico 
 
 
 
 
III- Lesão periodontal primaria: avança sentido apical, teste+. Tratam: periodontal 
 
IV- Lesão periodontal com envolvimento endodôntico Secundário: necrose, bolsa, teste-, doença periodontal 
generalizada. Tratam: endodôntico e periodontal 
 
V- Lesão combinada verdadeira: lesão endodôntica sentido coronal + lesão periodontal sentido apical em 
um único dente, teste-. As lesões podem ou não se comunicarem. Tratamento endodôntico e 
perio 
 
-Lesão endoperiodontal com dano radicular 
 
 
 
 
Fratura radicular perfuração do canal reabsorção externa 
-Lesão endoperiodontal em pacientes COM periodontite: 
CASO 1) 
-periodontite crônica que evolui através do ligamento periodontal envolvendo a região do 
ápice, com o dente ainda vital (que era conhecida como lesão periodontal primária). Teste de 
vitalidade pulpar vai dar positivo e a doença periodontal está presente em outras áreas da 
boca, com bolsas periodontias com várias profundidades de sondagem. Tratamento: terapia 
periodontal. Prognóstico vai depender da eficácia da terapia periodontal e da cooperação do 
paciente. 
OBS: Em casos de bolsa periodontal muito profunda, mas que ainda não chegou no ápice e 
que o teste de vitalidade duvidoso: encaminhar para tratamento endodôntico. 
 
CASO 2) 
Presença de uma lesão periodontal sustentada por ambas as infecções ao mesmo tempo: 
placa bacteriana e infecção do canal radicular. Lesão associada com a presença de bolsa 
periodontal (profunda) e defeito ósseo lateral (angulares) que se estende até o ápice. Não há 
como determinar o quanto da lesão é sustentado por uma ou outra infecção, pois há dois 
processos de doença: um marginal associado a infecção da placa bacteriana