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Resumão básico para clínica - odontologia

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e outro 
associado ao ápice, com infecção do canal radicular. As duas lesões de tecidos moles se 
interligam e não há mais uma demarcação clara da zona entre as duas. Classificação antiga 
era denominada como lesão endopério verdadeira. O teste de vitalidade pulpar negativo, pode 
ter ocorrido como resultado direto do processo de doença periodontal, ou pode ter se 
desenvolvido independentemente como uma condição separada. Tratamento: Terapia 
endodôntica, aguardar de 2 a 3 meses e realizar a terapia periodontal 
 
Grau 1: bolsa periodontal estreita e profunda em uma superfície radicular. 
Grau 2: bolsa periodontal larga e profunda em uma superfície radicular. 
Grau 3: bolsas periodontais profundas em duas ou mais superfícies radiculares. 
 
-Lesão endoperiodontal em paciente SEM periodontite: 
Grau 1: bolsa periodontal estreita e profunda em uma superfície radicular. 
Grau 2: bolsa periodontal larga e profunda em uma superfície radicular. 
Grau 3: bolsas periodontais profundas em duas ou mais superfícies radiculares. 
 CASO 1) 
 Lesões evidentes no periodonto de dentes isolados, na ausência de doença periodontal: forte 
suspeita de haver uma causa endodôntica, principalmente quando excluída a presença de danos 
radiculares (reabsorção radicular externa, fratura radicular). Avaliar possíveis causas 
endodônticas: presença de lesão de cárie ou de restaurações extensas, presença de coroas 
protéticas, pontes fixas, canais obturados e em pacientes com histórico de trauma dental ou 
capeamento pulpar prévio. Realizar exame periodontal: pode haver presença de bolsas 
periodontais, pois lesões endodônticas, quando se estendem marginalmente, usualmente não 
seguem mais do que uma superfície radicular e, então, saem próximo a área de sulco gengival. 
Esta bolsa estará em uma área não característica de periodontite, como, por exemplo, na face 
vestibular, quando todos os outros sítios apresentam profundidade de sondagem normal. O 
exsudato e o pus formados no processo infeccioso endodôntico, podem drenar em diferentes 
direções: 
1. Ao longo do ligamento periodontal e sair no topo do sulco, estando relacionado ao 
ápice dental. Este caso não aumenta a profundidade do sulco. Em 
dentes multiradiculares, um trajeto fistuloso ao longo do ligamento periodontal pode 
drenar para a área de furca e sair ao longo da superfície radicular. 
2. Perfurar a cortical óssea próxima ao ápice, penetrando no osso alveolar e 
drenando pus dentro ou próximo ao sulco gengival. Importante lembrar que esse tipo de 
drenagem não e associada com perda de tecido ósseo nas paredes do alvéolo. 
 
Realizar teste de sensibilidade pulpar: será sempre negativo. Possibilidade da existência do problema 
em dentes com tratamento endodôntico realizado, tendo a necessidade de retratamento 
endodôntico. Tratamento: somente o tratamento endodôntico resolve o problema, até mesmo da bolsa 
periodontal, pois esta bolsa se desenvolveu devido ao problema endodôntico. 
 
CASO 2) 
Casos onde o problema endodôntico permanece sem tratamento, a lesão pode ter uma distribuição 
rápida e extensa marginalmente ao longo dos tecidos de suporte (sendo uma exacerbação aguda e 
sintomática), com drenagem pelo ligamento periodontal (drenagem via sulco) o que permitirá a 
progressão da placa bacteriana e calculo para dentro da bolsa, aderindo-se a superfície radicular. 
O canal radicular se apresenta necrosado e o acumulo de cálculo é visto na radiografia ou sondagem. 
Presença de dor mesmo com teste de sensibilidade pulpar negativo, há a formação de abcesso 
periodontal, fistula e bolsa periodontal. Tratamento: Iniciar com o tratamento endodôntico. Após 2-3 
meses realizar a terapia periodontal. O sucesso depende da motivação do paciente no controle do 
biofilme. Na classificação antiga, este quadro poderia ser classificado como lesão endodôntica com 
envolvimento periodontal. 
Dentistica 
→Perfuração do dique de borracha: 1° I inf, 2° I sup, 3° C e P, 4°M, 5° M não erupcionado ou o 
grampo. 
→Grampos: 200 a 205: M, 206 a 209: PM, 210 e 211 Anterior, 212: p/ retenção gengival, 26 e W8A: 
M c/ pouca retenção, 212 R e 212 L = usados quando queremos fazer duas restaurações simultânea 
em dentes próximos. Exemplo: 13 e 14. 
 Classe I: cicatrículas e fissuras CLASSE I, COMPOSTA: 
 
 
 
 
classe II: próximas de pré e M - SLOT VERTICAL - Slot horizontal: 
 
 
 
c) classe III: próximas de I e C SEM remoção de ângulo 
 
 
d) Classe IV: próximas de I e C COM remoção de ângulo 
 
 
e) Classe V: cavidade no terço gengival das faces V e L 
 
→Tipos de dentina: 
a) Primaria: dentina depositada até o momento que ocorre a erupção 
b) Secundaria: dentina depositada diante estímulos da cavidade oral (serve como barreira mecânica de 
proteção do órgão pulpar) 
c) Esclerosada: deposição de minerais na dentina peritubilar já existente, que circunda cada túbulo 
dentinário, obstruindo. 
d) Terciária: ocorre junto com a esclerosada. 
Dentina terciária racional: quando é formado por odontoblastos primário 
Dentina terciária reparadora: quando é formado por odontoblastos recém diferenciados 
 
→ Sensibilidade dentinária- teoria hidrodinâmica: (a dor vem em resposta da diferencia da 
osmolaridade): A dentina vital transmite estímulos para os receptores sensórias da polpa, por meio 
da movimentação dos fluidos dentinários que por sua vez provoca movimentos dos processos 
odontolobasticos. 
 
Cavidade Resina Amalgama 
Rasa Limpeza: condicionamento ácido 
fosfórico 37% 
Sistema adesivo 
Limpeza: solução hidrox de cálcio ou clorexidina 2% 
Verniz 2camadas 
Média -Dentina esclerosada: ácido fosfórico, 
sistema adesivo. 
-Dentina recém cortada: ácido 
poliacrílico, CIV, ácido fosfórico 37%, 
sistema adesivo 
Limpeza: solução hidróxido de cálcio ou clorexidina 
2% 
-dentina esclerosada: verniz 2 camadas 
-dentina cortada: limpeza com ácido poliacrilico + civ+ 
verniz 2 camadas 
Profunda 
 
-Dentina esclerosada: ácido poliacrílico 
+ civ+ ácido fosfórico+ sistema adesivo 
-Dentina recém cortada: cimento 
hidróxido de cálcio + ácido poliacrilico + 
civ+ ácido fosfórico+ sistema adesivo 
Limpeza: solução de hidrox de cálcio ou clorexidina 
2% 
-Dentina esclerosada: CIV+ Verniz 
-Jovem: cimento hidro. De cálcio +civ+verniz 
-Idoso: civ+verniz 
Muito 
profunda 
Limpeza: solução hidróxido de cálcio 
Ácido poliacr + civ +ac.fosf + sist. Adesivo 
Limpeza: solução hidrox de calio 
-Dentina recém cortada: cim hidrox de cálcio +ácido 
poliacrílico+civ+verniz 
-Dentina castanha: cim. Hidroxi de cálcio + ácido 
poliacrílico+ civ+verniz 
Erosão: ocorre na L ou v causada por alimentos ou bebidas ácidos. Apresenta forma arredondada 
ampla sem borda definida 
Abrasão: ocorre na V, de origem mecânica, forma de superfície lisa com contorno regular 
Abfração: ocorre na V, por esforços mastigatórios, forma de cunha profunda com margem definida. 
→Diagnóstico das pulpopatias: 
1) Polpa normal: dente assintomático; resposta de curta duração e intensidade moderada aos 
teste de vitalidade pulpar; ausência de dor ao teste de percussão; lâmina dura intacta. 
2) Polpa alterada por processo inflamatório: “pulpite”, polpa provoca DOR 
-Pulpite reversível: dor é PROVOCADA; declínio rápido; agudo e localizado. Quando exposto 
apresenta sangramento ao toque, sangramento normal de fácil estancamento, vermelho vivo e 
resistente ao corte. 
Tratamento: 
Remoção do fator etiológico; 
Proteção pulpar adequada indireta =capeamento pulpar indireto ou tratamento expectante; 
Direta= capeamento direto, curetagem pulpar ou pulpotomia. 
Cavidade muito profunda sem expor a polpa: tratamento expectante, terapia pulpar indreta ou 
capeamento pulpar indireto. 
Proteção pulpar indireta: 
-No tratamento expectante, após 90 dias retira todo civ e faz a restauração. 
-No capeamento pulpar, após 60 dias, rebaixa o CIV e faz restauração em cima. 
- Em ambos, NÃO há contato com a polpa e é retirado a dentina