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Resumão básico para clínica - odontologia

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infectada e deixa dentina 
CONTAMINADA nas paredes de fundo. 
Proteção pulpar direta: indicado quando HÁ exposição da polpa 
Matérias para tratamento: hidróxido de cálcio pasta (Ph alto, efeito bactericida e 
bacteriostático) ou pó ou MTA (estimula a formação de dentina esclerosa, reparadora, apresenta 
melhor propriedade mecânica). 
OBS: não se usa sistema adesivo por causa da necrose pulpar (+ toxicidade). 
Capeamento pulpar direto: cavidade que houve exposição pulpar SEM contaminação e SEM 
tecido cariado. 
1° Radiografia 
2°teste de vitalidade 
3°anestesia 
4°isolamento 
5°remove dentina infectada 
6° Limpeza c/ hidrox. Cálcio 
7° aplica otosporin 
8°aplica do pó ou pasta de 
hidrox. Cálcio 
9°forrado-cim hidrox. cálcio 
10°matriz de base-civ 
11°checa oclusão 
Curetagem pulpar: caso de exposição pulpar COM contaminação. Remoção parcial da polpa na 
área de exposição 
1) radiografia 
2) vitalidade pulpar 
3) anestesia 
4) isolamento 
5) remoção dentina 
infectada 
6) Amplia orifício de 
exposição 
7) avalia tecido pulpar 
8) irrigação com soro 
9) hemostasia com bola de 
algodão 
10) aplica otosporin 10 min 
11) lava c/ sol. Hidrox 
cálcio 
12) Aplicar Pó ou pasta de 
Ca (OH)2 
13) aplicar cim de Ca(OH)2 
14) material de base- CIV 
Aguardar 90dias, não tendo relato de dor pelo pc, realizar procedimento. 
Pulpotomia: remoção da polpa coronária, preservando vitalidade da polpa radicular. 
Técnica imediata (restaura no mesmo dia) 
1° anestesia 
2° isolamento 
3°remove dentina cariada 
4°remove teto da câmara 
pulpar 
5° excisão da polpa 
coronária 
6° lavar com soro 
7° hemostasia e secagem 
c/ BAE 
8° aplicar otosporin por 10 
min 
9° aplicar hidrox de cálcio 
puro ou MTA 
10° aplicar cim de Ca (OH)2 
11° aplicar CIV 
 
Técnica mediata: passos iguais ao imediato até a aplicação do otosporin. O medicamento fica 72 horas, 
na 2ª sessão faz a restauração. 
Pulpite transicional: dor espontânea de declínio lento. Dor é desencadeada pelo frio/calor. 
O analgésico faz efeito. Tratamento conservador ou tratam. Endodôntico. 
Prognostico duvidoso com possível agravamento do quadro submetido ao tratamento 
conservador 
Pulpite Irreversível: Dor espontânea, continua e difusa. Quando exposta apresenta vermelha 
rubro, pastoso, sem resistência ao corte. Dor NÃO sede com analgésico, pode ocorrer 
hiperplasia da polpa = pólipo pulpar. Tratamento endodôntico 
3) Polpa necrosada: ausência de dor, exceto com teste térmico de calor. 
Proservação: em caso de dor espontânea, fazer tratamento endodôntico. Em caso de dor 
provocada após a terapia clinica instituir o analgésico + anti-inflamatório por 3 dias. 
- Exames radiográficos: observar se há formação de ponte dentária; ausência de rarefação de lâmina 
dura no Periápice. 
- Cuidados: não aplicar anestesia intrapulpar em casos de pulpite reversível; não lavar a cavidade 
com hipoclorito de sódio, usar clorexidina, soro ou água de cal. 
→Oclusão: 
1) Posições mandibulares: 
a) Relação Centrica (RC): posição fisiológica reproduzível, que independe de contato oclusal e é de 
extrema importância no diagnóstico de problemas oclusais. Posição + superior e anterior que 
os côndilos podem assumir na cavidade, apoiados no disco articular e estabilizados por 
músculos e ligamentos. 
b) Máxima intercuspidação habitual (MIH): posição mandibular decorrente da relação entre os dentes 
dos 2 arcos e é onde ocorre maior número de contato dentários. Os côndilos NÃO estão em 
RC. Posição variável, não é posição patológica. 
c) Relação de oclusão Centrica (ROC): É onde ocorre maior número de contato dentinarios com os 
côndilos posicionados em RC (RC= MIH). Não existe contato prematuro, estabilidade 
oclusal. A RC é determinada e mantida pelos músculos, ligamento e disco, portanto não é 
uma posição rígida. 
2) Movimentos mandibulares: 
a) Lado de trabalho: lado para qual a mandíbula se movimenta, onde as cúspides com o mesmo 
nome se relacionam, guia canino e função em grupo. 
b) Lado de balanceio: lado oposto ao lado de trabalho, onde as cúspides adotam uma relação de 
alinhamento. 
c) Protusão: guia anterior ou incisal: os dentes anterior inf. Deslizam pela concavidade palatina dos 
dentes anteriores sup, desocluindo os posteriores, 
-Oclusão mutuamente protegida: RC= MIH, contatos bilaterias simultâneos, relação oclusal tipo cúspide-
fossa, guia anterior bem definida; durante a protusão os dentes posteriores desocluem. 
Remanescente: o que sobrou na boca. Fragmento: a parte que foi quebrada (pedaço do dente; é melhor 
do que restaurar) 
- Tática operatória: 
1° Seleção de cor do material 
restaurador 
2° Isolamento 
3° Preparo do dente 
4° proteção 
5° condicionamento ácido 
6° aplica e polimeriza sistema 
adesivo (hibridização) 
7° seleção, instalação e 
estabilização da matriz 
8° Inserção e polimerização da RC 
9° Ajuste oclusal 
10° acabamento e polimento (2 a 
3 dias) 
11° controle pós operatório 
OBS: proteger a última camada com vaselina para impedir a entrada de oxigênio que atrapalha a 
hibridização. 
→Clareamento dental. 
A concentração e o tempo de utilização depende da causa.A alteração de cor pode ser por motivos: 
↪ Extrínseca: ingestão de alimentos com corantes por muito tempo; fumo; acumulo de placa; uso de 
medicamento. É possível remover com profilaxia. 
↪ Intrínseca: Fluorose, tetraciclina, trauma, má formação de tecidos... Remove apenas com 
clareamento. 
Alterações Característica Causa Tratamento 
Fluorose Mancha branca na incisal 
podendo chegar a manchas 
castanhas 
Ingestão excessiva de flúor 
durante a formação do 
dente 
Leve: clareamento dental. 
Moderada: micro abrasão/clareamento. 
Severa: clareamento + faceta 
Tetraciclina Cor do dente é dividida por 
bandas de tonalidade 
acinzentada 
Ingestão excessiva de 
medicamentos durante a 
formação do dente. 
Leve: clareamento 
Moderada: clareamento+ faceta. 
Severa: clareamento a longo prazo e/ou 
restauração. 
Trauma O dente apresenta cor rose 
até marrom escura 
Trauma do elemento Endo + clareamento dental. 
- Alteração dental e possibilidade de tratamento prévio: 
1) Trinca e fissura: selar com sistema adesivo auto condicionante ou bochecho com flúor 
2) Lesão cervical não cariosa: aplicação tópica ou bochecho com flúor; pasta dessensibilizante; 
selamento com sistema adesivo; ou restauração com CIV, depois clareamento. 
3) Dentina exposta por bruxismo: selar com sistema adesivo autocondicionate. 
- Mecanismo de ação do gel clareador: o oxigênio difunde pelo esmalte/ dentina e penetra na cadeia 
molecular grande(macromolécula) da mancha, com isso, a molécula é quebrada em molécula 
menores que reflete + luz e aparentam assim uma cor mais clara. 
Limiar de sensibilidade dental Técnica de clareamento 
- Sensibilidade nula ou 
baixa 
- Técnica caseira: 
Carbamida 10 a 16% → 4 a 8 h/dia 
Hidrogênio 7,5 a 10% → 30 min a 1 hr/dia 
- Técnica de consultório: 
Hidrogênio 35 a 40% 
- Sensibilidade Média - Técnica caseira: 
Carbamida 10 a 16% → 1 a 4 h/dia 
Hidrogênio 3,5 a 6% → 15 min a 1 h/dia 
- Sensibilidade alta -Técnica caseira: 
Carbamida 10% → 1 a 4 h/dia 
Hidrogênio 3,5 % → 15 a 30 min/dia 
LIMITAÇÕES: dentina hipersensível, trinca visível, classe V e hábitos do paciente. 
 
-Técnica caseira supervisionada: 
1° Registro de cor dos dentes com a escala de cor 
2° Moldagem e moldeira (alginato e gesso pedra) 
3° Confecção da moldeira 
4° Recorte e prova da moldeira 
5° Instrução de uso 
OBS: se houver sensibilidade dental ou irritação, devemos romper o clareamento, aplicar flúor, 
dentifrício fluoretado, dessensibilizante a base de potássio 10% por 10 min. 
- Clareamento em consultório: 
1° Registro de cor 
2° Profilaxia 
3° Instalar afastador bucal e 
proteção pc/profissional 
4° proteger a gengiva com 
resina fluida (top dam) e 
fotopolimerizar por 20 seg 
5° aplicar o gel clareador 
(peroxido de hidrogênio 40%) 
6° remover o gel e depois lavar 
com agua (da cervical para 
incisal) 
Os alívios são confeccionados