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Resumão básico para clínica - odontologia

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1mm aquém da margem gengival; moldeira confeccionada em placa 
de acetato 
Recomendação ao paciente que utilize noturno ou diário, 1x ao dia, pequenas porções de gel na 
face V, os dentes devem estar limpos antes e depois da utilização, evitar pigmentos ( líquidos, 
alimentos e batons) , se apresentar sensibilidade ou irritação deve interromper = fluorterapia; 
dentifrício fluoretado ou dessensibilizantes. 
Incidentes: neutraliza com bicarbonato de sódio (caso queime a gengiva) 
Dessensibilizantes: a base de nitrato de potássio após o clareamento (10 min) 
OBS: as restaurações podem ser feitas a partir de 15 dias do clareamento 
- Clareamento consultório + caseiro: 1 ° Sessão clareamento consultório → 3 aplicações, demais sessões 
→ clareamento caseiro (3 bisnagas) 
- Reação química: peroxido de carbamida se dissocia em peroxido de hidrogênio (O2 + água) + ureia 
(amônia e dióxido de carbono, facilita a penetração de O2): neutraliza pH 
- Clareamento Interno: Dentes tratado endo. 
Causas extrínsecas: placa, calculo, bebidas, cigarro e bactérias 
Causas intrínsecas: hereditariedade, amelogênese imperfeita, irrigação e limpeza deficiente; 
trauma; idade; fluorose; desgaste. 
Peroxido de carbamida= + lenta, 
+ tempo de contato com a 
superfície dentaria 
Peroxido de hidrogênio puro= + 
rápido, - tempo de contato 
*Varia o tempo de ACORDO 
COM A SENSIBILIDADE do pc 
O clareamento em consultório dura em média 2 anos; o caseiro (peroxido de carbamida) dura em média 7 anos se for utilizado em 
média de 4 semanas com dosagem baixa, diariamente. Ambos chegam a mesma tonalidade, o que muda é a LONGEVIDADE. 
Causas locais iatrogênicas: acesso endodôntico inadequado, irrigação e limpeza deficiente; 
manchas por materiais restauradores; medicamentos endodôntico. 
Limitações: dentina hipersensível, trinca visível, classe V, hábitos do pc ( ex: fumo e alimentos) 
Técnicas: 
↪Perborato de sódio + água 
↪Perborato de sódio + peroxido de carbamida 10 ou 16% 
↪Perborato de sódio + peroxido de hidrogênio até 20% 
1 Sessão: 
1° radiografia 
2° profilaxia 
3° Registro de cor atual 
4° determina comprimento de 
desobturação (3mm) 
5° isolamento absoluto 
6° acesso palatino 
7° remoção do material 
restaurador com brocas gates 
8° checar comprimento 
9°radiografia 
10°limpeza da câmara pulpar 
11° realizar tampão cervical 
com cotosol 
12° condensar com BAE úmida 
13° Deixar por 24 horas 
OBS: o tampão cervical impede que o perborato chegue até os tecidos periapicais; faz a cobertura 
da junção cemento-esmalte. 
2 Sessão 
1° Condicionamento ácido por 10 
seg 
2° Curativo clareador (perborato 
de sódio + peroxido de carbamida 
10%) 
3° Inserção do curativo clareador 
por V 
4° colocar uma rama de algodão 
5° selar com cotosol 
3 Sessão 
1° Abertura 
2° Limpeza 
3° Nova pasta de curativo 
4° rama de algodão 
5° material vedador 
Aguardar de 15 a 20 dias e 
restaurar
Finalidade do curativo: estabilização da cor; neutraliza meio ácido; elimina O2; restabelece 
adesão ideal. 
-Matiz: nome da cor (A, B, C, D) 
-Croma: saturação ou intensidade da matriz (1,2,3,4) 
-Valor: luminosidade da cor 
- Aspecto policromático 
- Opalescência: capacidade do esmalte em refletir ondas curtas e simultâneas, ondas longas de 
aspectos visíveis. 
- Fluorescência: características pela absorção de luz ultravioleta seguida da emissão de luz visível com 
curto comprimento de ondas. 
 
 
 
 
Realizar 4 a 5 sessão com 
intervalos de 5 a 7 dias. 
 
Exodontia 
1) Diérese: Separação dos tecidos 
a) em tecidos moles: incisão (deve ser nítida; ampla e com inclinação da ponta ativa da lamina em 
45°); corte/secção (tesouras) 
b) em tecido duro: 
-osteotomia :corte em tecido ósseo s/sua eliminação 
-ostectomia: corte em tecido ósseo c/ remoção parcial 
-odontosecção: seccionamento do dente = coronário/radicular. Molar inferior com coroa integra: 
sentido V-L; molar inf c/ coroa destruída: área de furca; M sup (3 raízes): V-L, utiliza alavanca reta 
para extrair cada raiz 
2) Exérese: elimina totalmente os tecidos enfermos; pode utiliza tesoura, bisturi, lanceta e cureta 
3) Hemostasia: objetivo de prevenir as hemorragias decorrente de ferida 
4) Síntese= sutura: evita acidente hemorrágico pós operatório; mantem retalho em posição; auxilia 
processo de cura e previne entrada de microorganismo na ferida 
- Cicatrização: 
Primeira intenção: quando as bordas se aproximam 
Segunda intenção: quando as bordas NÃO se aproximam 
Terciaria: ferida contaminada que as bordas não se aproximam 
OBS: o ápice do Molar superior apresenta intimidade com o seio maxilar. 
Após a cirurgia NÃO pode haver relação buco sinusal, por isso deve realizar a MANOBRA DE 
VALSAVA (coloca o soro no alvéolo, tampa o nariz do pacientem se não sair bolha =OK), faz a 
MANOBRA DE CHOMPRET (com gaze, pressiona contra o alvéolo e segura por um tempo, quando 
tirar deve ter a formação de coagulo) 
-Anestésicos: 
-Paciente cardíaco/ usurário de drogas: Prilocaina com felipressina 
-Gestante: Lidocaína com adrenalina. (A prilocaina pode atravessar a placenta com + facilidade, 
gerando a metamoglobina) 
-Diabético: Prilocaina com felipressina (se for adrenalina provocaria quebra de glicogênio em 
glicose= hipoglicemia) 
OBS: vasoconstritores diminui o fluxo sanguíneo, menor risco de toxidade, aumenta duração do 
anestésico local 
Os AL com Bissulfito +epinefrina pode gerar alergia 
-Cálculo tubete 
1) Dose mg anestésico em cada tubete 
Ex: 2%= 2g em 100 ml = 20 mg/l 
2) Dose máxima recomendada 
Ex: Lidocaína 2%= 20x1,8 (cada tubete)= 36 
3) Peso corporal 
Ex: 60 kg, lidocaína dose max= 4,4 
60x4,4= 264 
264/36= 7 tubetes. 
→Fórceps: 
- Pressão apical ou impulsão: inserção da ponta ativa no 
ligamento 
- Luxação: dilatação do alvéolo 
- Rotação (realizar apenas em dentes com raiz cônica) 
-Extração: remove o dente 
→Extratores: 
-Alavanca: (seldin, apicais e heinderbrink): posiciona no ponto de apoio 
-Cunha (reta): entre o dente e o alvéolo 
-Roda e eixo: movimento de expulsão, rodando o extrator 
→ Receitas: 
1) Antibioticoterapia profilática (protocolo para endocardite= endocardite bacteriana previa; 
válvula cardíaca protética; doença congênita cardíaca; pc que recebem transplante cardíaco 
e desenvolve valvuloplastia cardíaca). 
Amoxicilina 500 mg- 4cp 
Tomar 4 comprimidos 1 hora antes do procedimento 
 
-Alérgicos: 
Clindamicina 300mg- 2cp 
Tomar 2 comprimidos 1 hora antes do procedimento 
2) Antibioticoterapia preventiva (pc com alteração lcaol Ex: diabético) 
Amoxicilina 500 mg 1 a 2 dias antes do procedimento 
3) Antibioticoterapia curativa (tratamento de infecção odontológica) 
Amoxicilina 500 mg-21 comprimidos OU Amox + clavulanato 
Tomar 1 comprimido de 8 em 8 horas durante 7 dias 
 
ALERGICOS: Clindamicina 300 mg- 21 comprimidos 
Tomar 1 comprimido de 8 em 8 horas durante 7 dias. 
Ou Cefalexina 2 g 1 hora antes; ou Azitromicina 500 mg 1 hr antes 
Profilaxia em exodontia, realizar em pacientes diabéticos descompensados, HIV +, uso de 
corticoide, insuficiência hepática, idosos, irradiados, doença malignas, comprometimento valvar. 
-Analgésicos periférico: 
Dipirona: 500 mg de 6/6 
Paracetamol 750 MG 6/6 (gestante, criança, dengue) 
AAS 500 mg 6/6 OBS: interfere na agregação plaquetaria; produz irritação gástrica. Não receitar 
pois pode causar hemorragia no paciente. 
-Analgésicos de ação central (opioides) 
Tylex (paracetamol 500mg+codeína 30 mg) 4/4h 
Tramal ( Tramadol 50 a 100 mg) 6/6 h 
Maxilares 
213: IC, IL e C 
150: 1°e 2°PM 
65: restos 
radiculares 
18R: M direito 
18L : M esquerdo 
Mandibulares 
17: M(hígido) 
151: IC,IL,C e 
PM 
213: M 
(destruída) 
-Anti-inflamatório não esteroidal (AINES) 
Diclofenaco 50 mg 8/8 (o potássio apresenta liberação + rápida) 
AAS 1g 6/6 
Nimesulida 100 mg 12/12h 
Ibuprofeno 600 mg 8/8 h (apresenta menos efeitos colaterais) 
-Anti-inflamatórios esteroidas (corticosteroides) podem ser usados em dose única, não 
interferem