A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
Resumão básico para clínica - odontologia

Pré-visualização | Página 6 de 8

9°Preenche a câmara pulpar com RC 
5°Asspesia do conduto com clorexidina 2% 10°Ajuste oclusal 
 ou EDTA e secar 
Cimentação: Fosfato de zinco; ionômero de vidro ou resinoso 
-Pino de fibra de vidro: (transmite luz mod. De elasticidade igual da dentina) 
1°Broca largo ou gates, e para 
alisamento a broca do kit de 
pino 
2°seleciona o pino de acordo 
com a última broca utilizada 
3°Posiciona o pino dentro do 
conduto 
4°Rx periapical para ver 
adaptação do pino 
5°Remove o pino do conduto e 
seleciona o cimento 
6°Limpeza do pino com álcool 
e ácido fosfórico 
7°lava e seca 
8°aplica selano no pino e 
aguarda 1 min. Secar 
9° aplica sistema adesivo 
10° isola o dente 
11°assespsia do canal: 
clorexidina ou álcool 70% 
12°seca com cone de papel 
13° condicionamento acido 
14°lava e seca 
15°aplica sistema adesivo e 
seca com jato de ar 
16° espátula o cimento= 
cimento resinoso dual 
17° leva o cimento no canal 
com a lentulo 
18°leva o cimento no pino e 
posiciona-lo 
19°remove excesso com 
microbursh, fotopolimeriza 
cada face 40 seg 
20° remove a câmara pulpar 
com RC ou CIV mod por R 
21°Corta excesso do pino com 
alta rotação; verifica oclusão 
Obs: em caso de reab. Com PPF, realiza o preparo e faz coroa provisória 
Cimento resinoso dual= aplica no dente o ácido fosfórico e sistema adesivo 
Cimento autocond. Dual= apenas limpa com álcool 70% e seca 
-Núcleo Metálico fundido: Indicado para coroa clinica com perda de estrutura; auxilio na retenção do 
material restaurador; PF unitária; dente pilar de PPR; condição clinica favorável da raiz.Sequência: 
1° Radiografa (verifica tratam 
endo) 
2°Fazer termino supra/sub de 
acordo com a coroa indicada 
3°Promove acesso radicular 
adequado 
4°Verifica comprimento do 
remanescente 
5°Preparo do conduto (desob.) 
broca gates ou largo 
6°Técnica de moldagem direta. 
(Resina acrílica dentro do 
conduto, com o pinjet) 
7°Acabamento do núcleo 
8° Fundição e cimentação do 
núcleo (cim. Fosfato de zinco 
ou CIV) 
-Técnica Direta: não precisa moldar o antagonista; conduto paralelo birradicular, dentes ant. 
-Técnica indireta: precisa moldar antagonista para o protético saber a altura do núcleo. Serve p canal 
divergente, quando for vários canais, porem pode ocorrer a distorção do material de moldagem 
1° Molda com silicone densa p/ ter uma base e com a leve coloca dentro do canal 
2°coloca pinjet dentro do conduto 
3°passa silicone leve na base e leva em posição 
4°vaza o modelo de gesso 
5°confecciona o núcleo com resina acrílica (duralay) 
6°fundição do núcleo 
7°cimento com fosfato de zinco 
 
Afastamento dos tecidos gengivais : 
-Meio mecânicos: a) casquete individual: menor recessão gengival permanente, menos danos teciduais, 
menor desconforto pós operatório; evita confecção de molde gem gesso.Sequência: 
1°moldagem com alginato 8° Reembasamento do casquete na boca (isola c vaselina)tec nealon 
2°vazamento do gesso 9°desgaste do excesso interno e externo 
3°avaliação crítica do preparo 10°aplicação do adesivo no casquete 
4°alivio do dente preparado c/cera 11° moldagem 
5°isolamento do dente c/vaselina 12°remoção do casquete com alginato 
6°aplicação da resina acrílica 13°modelo de trabalho 
7°acabamento, numera e identifica a V 
-Meio mecânico-químico 
Material utilizado: Silicone de condensação: coltex (c/ luva), Silicone de adição : aquasil, express (s/luva) 
Seleciona moldeira e o material de moldagem 
Isolamento relativo do campo 
Anestesia 
Corta um pedaço do fio do tamanho que circunde o dente ( sua espussra depende da textura do tec. 
Periodontal) 
Introduz o fio com instrumento de ponta romba, suavemente e com pouca pressão (permanência de 5 a 10 
min) 
Técnica da moldagem: reembasamento ou dupla moldagem com silicone de condesação 
1°dosagem e manipulação da massa densa e pasta catalisadora, coloca na moldeira e leva na boca (pode 
colocar saquinho plástico= alivio) 
2° Proporciona a e manipula a pasta fluida (leve) 
3°retira o fio retrator 
4°leva o material de moldagem no dente e na boca 
Após a moldagem, o molde deve possuir toda informação necessária, legível, sem bolha e sobrestendido 
para além do limite de cada pilar 
→Prova e ajuste dos retentores; 
 
1°Remove provisório 
2° Limpeza dos dentes pilares 
3°Ajuste dos contatos proximais 
a) Corretivo nas paredes proximais (verifica onde tem contato em excesso) 
b) Pressão firma com a peça em posição 
c) Correção com disco de oxido de alumínio ou broca diamantada 
d) Verificação do contato proximal 
4°Ajuste interno do cooping 
a) Corretivo na parede interna do cooping 
b) Recolocação da estrutura em posição com pressão 
c) Eliminação das pontas brilhantes 
d) Sondagem para verificar adaptação 
5°adaptção cervical 
a) Sondagem no sentido G-O 
b) Radiografia para verificar a adaptação cervical proximal 
c) Verificar sobrecontorno, subcontorno e ameia cervical. 
6°ajuste oclusal ou incisal: verificar espaço mínimo de 1 mm para porcelana 
→Soldagem em PPF: é a união de 2 metais mediante a um outro metal em função. Objetivo: promover 
melhor adaptação das peças; evitar ou corrigir movimento de báscula. É indicado para união de PPF, 
aumento dos pontos de contato e preencher porosidade. 
Regiões para solda: 
a) Área proximal-sentido vertical: união de 2 ou +retentores vizinhos 
b) Área proximal-sentido em degrau: para eliminar o efeito danoso à solda devido cargas 
c) Solda nos pônticos: anterior ( e feito corte diagonal em cima do pôntico) e posterior 
União para solda com resina acrílica, duralay: promove união entre os retentores, constituindo uma peça 
única através da soldagem 
→Registro intermaxilar: 
1) Vaselina antagonista 
2) Aplicação da duralay 
3) Registro oclusal 
→Moldagem de transferência: novo modelo de trabalho para elaboração de porcelana 
Remoção da infraestrutura: moldagem com alginato, onde ira copiar o cooping em posição com o registro 
intermaxilar. 
Vazamento do molde: isola internamente o cooping, preenche o cooping com duraley, vaza com gesso 
especial; articulação dos modelos. 
→Seleção de cor: reproduzir forma, estrutura e cor natural ao elemento 
Matiz: nome da cor (A=marrom, b- amarelo; c= cinza; d= vermelho) 
Coloca uma bolinha de resina na oclusal do cooping e o paciente oclui em MI, 
aguarda até a presa da resina. Serve para orientar o protético na oclusão de 
antagonista. 
Valor: luminosidade da cor (clara ou escura) 
Croma: grau de saturação (1,2,3,4) 
A cor pode ser influenciada por diversos fatores 
a) Ambiente (consultório) preferir por cores naturais, solicitar ao paciente que remova maquiagem 
(Batom) 
b) Observador (dentista)conhecer sobre as cores; pc deve ser posicionado ao mesmo nível dos olhos 
do CD. 
c) Objeto (dente): utilizar um dente referência na escala de cor; fazer profilaxia previa; umedecer a 
superfície dos dentes 
d) Fonte de luz; luz do dia(sol); se for feira durante a noite deve utilizar a luz do refletor 
 e) escala de cor: escala vita (universal)Como o dente é policromático, deve ser verificado as cores do 
terço médio, cervical e incisal; verificar se há translucidez. 
1°inicia pelos dentes anteriores 
2°seleciona antes do preparo 
3°cor neutra ao ambiente 
4°verificar em ângulos diferentes 
5°colocar o guia de cor no mesmo plano de dente 
 f) meio de comunicação CD X Protético: pinturas na escala; fotografias 
→ Ajuste funcional e estético da porcelana: 
1) Ajuste prévio: examinar antes de levar à boca 
a) Avaliação das superfícies internas das coroa metaloceramicas: se houver restos de porcelana na 
margem interna da coroa, devemos remover com a broca diamantada 
b) Eliminação dos excessos marginais da porcelana; observar o perfil de emergência